Projeto Pedagógico do Curso - PPC - Química Bacharelado - 2023

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                    UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO
COORDENAÇÃO DE CURSOS DE GRADUAÇÃO
INSTITUTO DE QUÍMICA E BIOTECNOLOGIA – IQB
COLEGIADO DO CURSO DE QUÍMICA – BACHARELADO

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
QUÍMICA – BACHARELADO

MACEIÓ / AL
AGOSTO / 2023

1

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO
COORDENAÇÃO DE CURSOS DE GRADUAÇÃO
INSTITUTO DE QUÍMICA E BIOTECNOLOGIA – IQB
COLEGIADO DO CURSO DE QUÍMICA – BACHARELADO
Projeto pedagógico reformulado para fins de atualização teórico-metodológica e
adequação às diretrizes curriculares nacionais.

Reitora
Prof. Dr. Josealdo Tonholo
Vice-reitor
Prof.ª Dr.ª Eliane Aparecida Holanda

Diretora do Instituto
Prof. Dr. Thiago Mendonça de Aquino
Vice-Diretora do Instituto
Prof.ª Dr.ª Aracelis José Pamphile Adrian

Cavalcanti
Comissão de Elaboração do Projeto
Pró-Reitora de Graduação
Prof. Dr. Amauri da Silva Barros

Prof.ª Dr.ª Ana Maria Queijeiro Lopez
Prof. Dr. André Gustavo Ribeiro Mendoça
Prof.ª Dr.ª- Andréa Pires Fernandes

Coordenadoria de Cursos de
Graduação – CCG
Prof.ª Dr.ª Eliane Barbosa da Silva

Prof. Dr. Júlio Cosme Santos da Silva
Prof. Dr. Wander Gustavo Botero
Prof. Dr. Vanderson Barbosa Bernardo
Douglas Damião - Representação

Revisão do Projeto Pedagógico

Discente/IQB

Prof.ª Dr.ª- Andréa Pires Fernandes

MACEIÓ / AL
AGOSTO / 2023
2

SUMÁRIO
INTRODUÇÃO

6

1. APRESENTAÇÃO

7

1.1. Contextualização Regional e Nacional

7

1.2. Justificativa

8

2. CONCEPÇÃO DO CURSO

10

2.1. Histórico do Curso

10

2.2. Dados de Identificação do Curso

11

2.2.1 Identificação Institucional

11

2.2.2. Identificação do Curso

12

3. OBJETIVOS

13

4. Perfil e Competência do Profissional Egresso

13

4.1. Competências e habilidades com relação à formação pessoal

15

4.2. Competências e habilidades com relação à compreensão da
Química

15

4.3. Competências e habilidades com relação à busca de informação e
à comunicação e expressão

16

4.4. Competências e habilidades com relação ao ensino de Química

16

4.5. Competências e habilidades com relação ao trabalho de
investigação científica e produção /controle de qualidade

17

4.6. Competências e habilidades com relação à aplicação do
conhecimento em Química

18

4.7. Competências e habilidades com relação à profissão

19

5. CAMPOS DE ATUAÇÃO:

19

6. FORMA DE INGRESSO

19

7. POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO

20

7.1. Internacionalização

20

7.2 Responsabilidade social

21

7.3 Acessibilidade

21

7.4 Inclusão e política de cotas

24

7.5 Integração entre ensino, pesquisa e extensão

24

7.6 Número de vagas / vagas ociosas

25

8. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA

26
3

8.1. Visão geral: transversalidade, interdisciplinaridade, flexibilidade
e articulação teoria/prática

26

8.2. Estrutura curricular

27

8.3 Educação para as Relações Étnico-Raciais, Direitos Humanos e
Ensino de História e cultura afro-brasileira, africana e indígena no
Curso

31

8.4 Educação Ambiental no Curso

32

8.5 Libras

33

9. IMPORTÂNCIA E POLÍTICAS DE EXTENSÃO DO CURSO

33

9.1. Dimensões da Extensão

35

9.1.1. Formação Acadêmica

35

9.1.2. Produção de Conhecimento

35

9.1.3. Interação com a Sociedade

36

9.1.4. Produção, Preservação e Difusão Cultural

36

9.2. Princípios da Extensão

36

9.3. Política de Extensão no Curso

37

10. ORDENAMENTO CURRICULAR

37

11. EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE QUÍMICA
LICENCIATURA

44

12. ESTÁGIO SUPERVISIONADO

104

13. METODOLOGIAS DE ENSINO E APRENDIZAGEM

105

13.1. Tecnologias de Informação e Comunicação – TIC – no processo
de ensino-aprendizagem

107

13.2. Avaliação da aprendizagem

108

13.3. Outras avaliações

111

14. POLÍTICA DE APOIO AOS DISCENTES

112

14.1. Residência universitária

112

14.2. Restaurante Universitário

112

14.3. Programa de Bolsas e Auxílios

112

14.4. Cartão odontológico

113

14.5. Solicitação de atendimento médico

113

14.6. Acolhimento psicológico

113

14.7. Ajuda de Custo para Apresentação de Trabalho

113

14.8. Núcleo de Acessibilidade

114

15. ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA

114

4

15.1. Colegiado do Curso

116

15.1.1. Membros Titulares

117

15.1.2. Membros Suplentes

117

15.2. Núcleo Docente Estruturante

118

15.3. Corpo Docente

118

15.4. Corpo Técnico

121

16. INFRAESTRUTURA

123

16.1. Espaço destinados aos docentes

124

16.2. Salas de aula

125

16.3. Laboratórios didáticos

125

16.4. Biblioteca

125

16.5. Laboratório de informática

126

17. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – TCC

127

18. ATIVIDADES COMPLEMENTARES (ACADÊMICO-CIENTÍFICOCULTURAIS)

129

19. AVALIAÇÃO

130

19.1. Sistema de Avaliação do Projeto do Curso

130

19.2. Sistema de Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem

132

20. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

135

21. ANEXOS

137

5

INTRODUÇÃO
Este Projeto Pedagógico do Curso – PPC – apresenta o histórico, as diretrizes
e objetivos que nortearam a criação do curso de Bacharelado em Química da
Universidade Federal de Alagoas, tendo como pressuposto as conformidades com a
Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB – nº 9.394/96, em consonância
com as instruções do Conselho Nacional da Educação, dispostas nas resoluções
CNE/CES 1.303/2001, CNE/CES Nº 08/2002 e CNE/CES Nº 02/2007. O exercício da
profissão de Químico é regulamentado pelo Decreto no. 85.877 de 07/04/1981 que
estabeleceu as normas para a execução da Lei no. 2.800 de 18/06/1956 que criou os
CRQs. Com o intuito na formação de um Químico-Pesquisador atuante na sociedade,
crítico e atualizado com a realidade na qual está inserido, este projeto obedece as
Diretrizes Nacionais para Educação em Direitos Humanos, conforme a Resolução
CNE/CP Nº 01/2012, as Diretrizes para Educação das Relações Étnico-Raciais e para
o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira, Africana e Indígena, nos termos das Leis
Nº 10.639/2003, Nº 11.645/2008 e da Resolução CNE/CP Nº 01/2004, com Políticas
de Educação Ambiental, estabelecidas pela Lei Nº 9.795/1999, além de atender as
condições de acessibilidade para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida,
conforme disposto CF/88, art. 205, 206 e 208, na NBR 9050/2015, da ABNT, na Lei
N° 10.098/2000, na Lei N° 13.146/2015, nos Decretos N° 5.296/2004, N° 6.949/2009,
N° 7.611/2011 e na Portaria N° 3.284/2003. O presente Projeto Pedagógico atende
também as normas estabelecidas pela Universidade Federal de Alagoas para as
componentes curriculares comuns aos cursos de Bacharelado e ações de extensão
como componente curricular da Instituição, conforme as Resoluções CONSUNI/UFAL
Nº 04/2018.
Este Projeto Pedagógico que trata da concepção do curso de Bacharelado em
Química, com os fundamentos da gestão acadêmica, pedagógica e administrativa e
os princípios educacionais a serem adotados na condução do processo de ensinoaprendizagem, satisfaz as novas concepções normatizadas pelas Diretrizes
Curriculares estabelecidas pelo Conselho Nacional de Educação (CNE), as quais
estão baseadas na construção do conhecimento através do questionamento
sistemático e crítico da realidade, associado à intervenção inovadora da mesma. Este
PPC é um instrumento de orientação acadêmica e foi elaborado pelos órgãos da
administração do IQB e com a colaboração dos professores, alunos e técnicos6

administrativos do Instituto e também com suporte das instâncias administrativas da
Universidade Federal de Alagoas.
Por fim, acerca das orientações institucionais, os Projetos Pedagógicos dos
Cursos de graduação da UFAL exigem preocupação com a inovação na organização
curricular, seja com relação à incorporação dos avanços tecnológicos, seja à
integralização do curso ao perfil desejado do egresso e ao sistema educacional em
sua totalidade. Esses projetos devem buscar a formação de um profissional e
intelectual competente, socialmente crítico e responsável pelos destinos de uma
sociedade que se deseja justa e verdadeiramente democrática.

1. APRESENTAÇÃO
1.1. Contextualização Nacional, Regional e Local
Com extensão territorial de 27.767.661 km2, o Estado de Alagoas é composto
por 102 municípios distribuídos em 03 mesorregiões (leste, agreste e sertão) e 13
microrregiões. De acordo com o Censo de 2010 do IBGE, apresentava população
residente 3.120.922 habitantes, sendo 73,64% em meio urbano.
O PIB per capita estadual era de R$ 6.728,00 em 2009, sendo o setor de
serviços o mais importante na composição do valor agregado da economia, com
participação de 72 %. Os restantes 28% estão distribuídos em atividades agrárias –
tradicionalmente policultura no Agreste, pecuária no Sertão e cana-de-açúcar na Zona
da Mata, além do turismo, aproveitando o grande potencial da costa litorânea, em
especial destaque para a região metropolitana de Maceió e a Costa dos Corais, no
litoral norte. A cidade de Maceió abriga 32% da população do Estado de Alagoas
(pouco mais de um milhão de habitantes) e 47% do Produto Interno Bruto (PIB) do
Estado (IBGE, 2014). Com a intensificação da crise do setor do sucroalcooleiro no
Estado de Alagoas, nos últimos anos o setor de serviços, especialmente o turismo,
tem se destacado no panorama da economia alagoana e de Maceió. Conforme os
dados acumulados durante 2011, 2012 e 2013, o destino turístico Alagoas se
fortaleceu, aumentando seu fluxo turístico acima da média do Nordeste. Conforme a
INFRAERO, durante o primeiro semestre de 2013 ocorreu um aumento de 22% no
fluxo de passageiros no Aeroporto Internacional Zumbi dos Palmares (Maceió), cujo
7

número alcançou o total de 957.319 passageiros. Desde 2007 que o setor de turismo
em Alagoas vem apresentando crescimento da mão de obra ocupada, notadamente
por conta da abertura de restaurantes e da construção e instalação de novos hotéis,
que, nos últimos 5 anos, alcançou o número de 20 novos empreendimentos, o que
representou a adição de mais 8 mil leitos (SETUR-AL, 2014). No campo das atividades
intelectuais, destacam-se alguns notórios alagoanos: o antropólogo Arthur Ramos, o
filólogo Aurélio Buarque de Holanda, o historiador Félix Lima Junior, os escritores
Graciliano Ramos e Lêdo Ivo, a psiquiatra Nise da Silveira, os antropólogos folcloristas
Pedro Teixeira, Ranilson França e Theo Brandão, dentre outros.
A inserção espacial da UFAL, a maior Instituição pública de ensino do Estado,
leva em consideração as demandas apresentadas pela formação de profissionais em
nível superior e a divisão do Estado em suas meso e microrregiões e essa
configuração espacial é contemplada com uma oferta acadêmica que respeita as
características econômicas e sociais de cada localidade, estando as suas unidades
instaladas em cidades polos consideradas fomentadoras do desenvolvimento local.
Com a interiorização a UFAL realiza cobertura universitária significativa em relação à
demanda representada pelos egressos do Ensino Médio em Alagoas, à exceção do
seu litoral norte, cujo projeto de instalação do campus no município de Porto Calvo se
encontra em tramitação na SESu//MEC.
1.2. Justificativa
O mundo tem produzido cada vez mais uma série de inovações tecnológicas
que transformam a vida das pessoas. A economia global é muito dependente da
tecnologia e esta passou a ser indispensável e onipresente, mesmo nas partes mais
remotas e menos desenvolvidos do planeta, embora o acesso aos benefícios por ela
trazidos, não sejam igualmente distribuídos. Com o aumento da utilização e
dependência da tecnologia, indivíduos, comunidades e países tomam decisões, e
enfrentam as consequências destas decisões, cada vez mais baseadas em conceitos
científicos. A Química, como parte da educação científica e geral do cidadão, é
fundamental para torná-lo capaz de interpretar o mundo e a compreender a relação
do homem com a natureza bem como o desenvolvimento das ciências e da tecnologia
afetam essa relação. Nos últimos anos os educadores da área de Química buscam

8

compreender o que significa o ensino de química para formar cidadãos e sobre a
necessidade dos conhecimentos químicos na formação acadêmica dos indivíduos.
O desenvolvimento dos conhecimentos químicos e de suas aplicações
tecnológicas, por exemplo, proporcionou ao homem a capacidade de sintetizar
substâncias que, atuando como vacinas, antibióticos, anestésicos, mostraram-se de
fundamental importância no combate a epidemias e a doenças sexualmente
transmissíveis, dentre outras. Aprender a enxergar o mundo com os olhos da Química
é abrir novas perspectivas e oportunidades que nos engrandecem enquanto pessoas
e cidadãos participativos.
Os cursos de graduação em Química oferecidos pelo Instituto de Química e
Biotecnologia da Universidade Federal de Alagoas (IQB/UFAL) buscam formar
profissionais altamente qualificados, com uma ampla e sólida base conceitual na área
de Química e nas especificidades de suas respectivas modalidades, visando atender
as atuais necessidades sociais em consonância com legislações educacionais e
profissionais.
A estruturação dos conteúdos programáticos dos cursos vem sendo
constantemente adaptada com o intuito de adequá-los para formação de profissionais
competentes, reflexivos, éticos e com atualização sócio científica, permitindo aos
egressos dos cursos adequarem-se ao competitivo mercado de trabalho.
Assim, os estudantes formados terão condições de receber as 13 atribuições
profissionais que confere o direito de exercício profissional como Bacharel em
Química. Nesse sentido, o curso de Bacharelado Química foi criado com a clara
intenção de intervir na melhoria da qualidade de vida da população da região,
oferecendo ensino superior de qualidade e possibilitando a ampliação das
oportunidades de inserção no mercado de trabalho da população jovem a partir da
formação de um profissional com sólida formação nas áreas de ciências exatas e com
forte domínio das técnicas laboratoriais. Entretanto, sem perder de vista que a
Química é uma ciência construída pelo ser humano, portanto, inserida num contexto
sócio cultural e político. Desta forma, será formado um profissional ético e socialmente
responsável, com pensamento crítico e independente, visando à formação de um
espírito aberto à inovação e ao empreendedorismo.
O curso tem por característica proporcionar a formação de profissionais com
sólida formação nas áreas de ciências exatas, estimulando a interdisciplinaridade nas
quatro áreas básicas da ciência -- química, física, matemática e biologia. O curso
9

busca promover sólida formação específica, além de bases humanísticas, dando
condições ao egresso de exercer a profissão escolhida com perfil inovador, em defesa
da vida, do ambiente e do bem estar dos cidadãos. O profissional formado será capaz
de inserir e aplicar novas tecnologias específicas da área, podendo contribuir para o
aperfeiçoamento técnico nas indústrias químicas já instaladas na região.
O desafio de ampliar a formação de pessoal qualificado e a produção
científica/intelectual em Alagoas requer que as instituições de ensino superior do
estado ofereçam cursos que tenham como principal enfoque a compreensão ampla
de fundamentos e conceitos, a visão crítica de conteúdos e práticas apresentadas, e
o incentivo ao desenvolvimento de novos métodos e ferramentas científicas, dando
assim suporte a consolidação do egresso como agente modificador da sociedade a
partir da pesquisa científica.
No que concerne à especificidade regional, o Instituto de Química e
Biotecnologia da Universidade Federal de Alagoas se destaca como a única instituição
em Alagoas a oferecer o curso de Bacharelado em Química, com um perfil de
egressos capazes de ingressar em diversos setores industriais ou programas de pósgraduação de mestrado e doutorado.

2. CONCEPÇÃO DO CURSO
2.1. Histórico do Curso
A Universidade Federal de Alagoas – UFAL foi criada em 25 de janeiro de 1961
no governo de Juscelino Kubitschek de Oliveira, através da Lei Nº 3.687, tendo como
seu primeiro Reitor o Professor Aristóteles Calazans Simões, nomeado e empossado
em outubro do mesmo ano. Com a Reforma Universitária de 1974, originada a partir
da LDB nº 5692 de 1971, a UFAL ampliou o número de cursos e de vagas,
proporcionando maiores oportunidades para o acesso ao ensino superior. No
processo de reestruturação, foi criado o curso de Licenciatura em Ciências habilitação em Química, durante a Gestão do Reitor Prof. Nabuco Lopes, com o
objetivo de atender às necessidades do Estado em relação à formação de professores
na área. Assim, surge o curso de Licenciatura em Química, no Centro de Ciências
Exatas e Naturais - CCEN, cuja estrutura foi instituída através da Resolução 16/CCEP
10

de 1974. No ano seguinte, em 1975, o curso entra em funcionamento, tendo na
primeira turma um total de quarenta alunos aprovados no vestibular.
Em 1988, foi criado o Curso de Bacharelado em Química no CCEN - UFAL,
cuja aprovação consta na Resolução 05/CEPE de 1988. O objetivo do curso foi de
atender a demanda por profissionais de química de formação superior necessária para
a implantação do pólo cloro-químico de Alagoas, bem como suprir as necessidades
das usinas sucro-alcooleiras do Estado de Alagoas, reconhecidamente de tradição
agrícola, principalmente nesse setor. No projeto de implantação do curso de
Bacharelado fixou-se um mínimo de 3.120 horas-aula, das quais 77 % seriam
correspondentes a disciplinas obrigatórias diversas, perfazendo um total de 160
créditos e 23 % da carga horária seriam destinadas a disciplinas de caráter optativo,
perfazendo um total de 48 créditos. O perfil profissional foi traçado tendo por base a
Resolução Normativa Nº 36 de 25/04/1974, do Conselho Federal de Química, com a
integralização de 3 a 7 anos letivos.
No ano de 2006, com base no novo estatuto da UFAL, o Departamento de
Química tornou- se a unidade acadêmica Instituto de Química e Biotecnologia (IQB),
com a mesma filosofia anterior através da busca da excelência acadêmica e da
produção de novos conhecimentos científicos. O Instituto está situado no Campus
Universitário A. C. Simões tem como área construída de aproximada de 2000 m2.
Dispõe de 04 laboratórios especialmente dedicados à realização de atividades
experimentais para os cursos de graduação e uma oficina de hialotecnia. Possui
atualmente cerca de 25 laboratórios de pesquisa, inclusive laboratórios com
equipamentos multiusuários, que atendem aos cursos de graduação e pós-graduação,
com infraestrutura para realização das mais variadas atividades de pesquisa nas
áreas de Bioquímica, Biotecnologia, Nanotecnologia, Química Inorgânica, Química
Analítica, Química Orgânica, Química de Produtos Naturais, Eletroquímica, dentre
outras.

2.2. Dados de Identificação do curso
2.2.1. Identificação Institucional
Mantenedora: Ministério da Educação (MEC)
11

Município-sede: Brasília – Distrito Federal (DF)
CNPJ: 00.394.445/0188-17
Dependência: Administrativa Federal
Mantida: Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
Código: 577
Município-Sede: Maceió
Estado: Alagoas
Endereço do Campus sede:
Campus A. C. Simões – Cidade Universitária Maceió /AL
Rodovia BR 101, Km 14, CEP: 57.072 – 970
Fone: (82) 3214 - 1100 (Central)
Portal eletrônico: www.ufal.edu.br

2.2.2. Identificação do Curso
Curso: Bacharelado em Química
Modalidade: Educação Presencial
Título conferido: Bacharel em Química
Nome da Mantida: Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
Endereço de funcionamento do curso:
Instituto de Química e Biotecnologia– Universidade Federal de Alagoas –
Campus A. C. Simões – Cidade Universitária - Maceió/AL
Rodovia BR 101, Km 14, CEP: 57.072 - 970
Portal eletrônico do curso: http://www.ufal.edu.br/unidadeacademica/iqb/pt-br
Autorização: no. 5 de 15 /06/1988
Reconhecimento: Decreto Federal 8.365 de 22/06/1979 (DOU 29/06/1979)
Portaria de Reconhecimento:
Turno: Diurno
Carga horária: 3250 horas
Duração:
Mínima: 8 períodos
Máxima:12 períodos
Número de vagas:
12

40 vagas anuais (uma entrada anual no 1º semestre letivo)

3. OBJETIVOS
O Curso de Bacharelado em Química da UFAL destina-se a formar
profissionais adequadamente capacitados, contemplando as orientações legais dos
Conselhos Federal e Regional de Química e das Diretrizes Curriculares dos Cursos
de graduação. De forma mais específica, são objetivos do curso:
•

Formar profissionais que disponham de conhecimento sólido e abrangente em

sua área de atuação e que, com capacidade de trabalho em equipe, tenha a
competência profissional garantida pelo domínio do saber sistematizado dos
conteúdos nos diversos campos da Química e em áreas correlatas (p. e. Matemática,
Física, Biologia, Biotecnologia, etc.);
•

Formar profissionais com capacidade crítica para analisar seus próprios

conhecimentos e decidir por sua constante atualização, seja através de atividades
extracurriculares, seja pelo prosseguimento dos estudos em cursos de Pós-graduação
lato ou stricto sensu;
•

Formar profissionais que reconheçam a Química como uma construção

humana, compreendendo os aspectos históricos de sua produção e suas relações
com os contextos cultural, socioeconômico e político, para que possam atuar como
agentes transformadores da comunidade e da sociedade a que pertencem,
comprometidos com as questões ambientais que lhes são pertinentes. O Bacharel em
Química deve ter formação ampla, que lhe permita propagar os conteúdos das
diversas áreas de química e de áreas afins, trabalhando a interdisciplinaridade.

4. PERFIL E COMPETÊNCIA DO PROFISSIONAL EGRESSO
O Bacharel em Química deve ter formação generalista, com domínio das
técnicas básicas de utilização de laboratórios e equipamentos, com condições de
atuar nos campos de atividades socioeconômicas que envolvam as transformações
da matéria; direcionando essas transformações, controlando os seus produtos,
interpretando criticamente as etapas, efeitos e resultados; aplicando abordagens
13

criativas à solução dos problemas e desenvolvendo novas aplicações e tecnologias
de maneira crítica e participativa, pautado em princípios éticos e na realidade
econômica, política, social e cultural. Com o conhecimento adquirido durante o curso,
o Bacharel em Química pode exercer as atividades preconizadas pelo Conselho
Federal de Química, conforme Resolução Normativa CFQ no. 36 de 25.04.1974, a
saber:
01 – Direção, supervisão, programação, coordenação, orientação e responsabilidade
técnica no âmbito das atribuições respectivas.
02 – Assistência, assessoria, consultoria, elaboração de orçamentos, divulgação e
comercialização, no âmbito das atribuições respectivas.
03 – Vistoria, perícia, avaliação, arbitramento e serviços técnicos; elaboração de
pareceres, laudos e atestados, no âmbito das atribuições respectivas.
04 – Exercício do magistério, respeitada a legislação específica, o que inclui
docência ou na gestão do trabalho educativo.
05 – Desempenho de cargos e funções técnicas no âmbito das atribuições
respectivas.
06 – Ensaios e pesquisas em geral. Pesquisa e desenvolvimento de métodos e
produtos.
07 – Análise química e físico-química, químico-biológica, bromatológica, toxicológica
e legal, padronização e controle de qualidade.
Busca-se estimular a formação de egressos que apresentem as seguintes
características:
●

Conhecimento amplo em sua área de atuação e compreensão abrangente da

realidade econômica, política, social e cultural.
●

Capacidade de trabalhar em grupo, respeitando os valores do pluralismo e da

compreensão mútua.
●

Capacidade de aprender com autonomia, promovendo sua própria formação

continuada.
●

Habilidade de usar os principais os recursos oferecidos pelas novas tecnologias

da informação.
●

Domínio na área de linguagem e comunicação em língua portuguesa, bem

como um conhecimento básico de inglês e/ou espanhol.
14

●

Criatividade, versatilidade e habilidade para lidar adequadamente com

adversidades, buscando meios eficientes para a resolução de problemas.

4.1. Competências e habilidades com relação à formação pessoal
●

Deter conhecimento sólido e abrangente na área de atuação, com domínio das

técnicas básicas de utilização de laboratórios e equipamentos necessários para
garantir a qualidade dos serviços prestados e para desenvolver e aplicar novas
tecnologias, de modo a ajustar-se à dinâmica do mercado de trabalho.
●

Mostrar habilidade suficiente em Matemática para compreender conceitos de

Química e de Física, para desenvolver formalismos que unifiquem fatos isolados e
modelos quantitativos de previsão, com o objetivo de compreender modelos
probabilísticos teóricos, e de organizar, descrever, arranjar e interpretar resultados
experimentais, inclusive com auxílio de métodos computacionais.
●

Dispor de capacidade crítica para analisar de maneira conveniente os próprios

conhecimentos; assimilar os novos conhecimentos científicos e/ou tecnológicos e
refletir sobre o comportamento ético que a sociedade espera de sua atuação e de
suas relações com o contexto cultural, socioeconômico e político.
●

Saber trabalhar em equipe e ter boa compreensão das diversas etapas que

compõem um processo industrial ou uma pesquisa, sendo capaz de planejar,
coordenar, executar e avaliar atividades relacionadas à Química ou a áreas
correlatas.
●

Ser capaz de exercer atividades profissionais autônomas na área da Química

ou em áreas correlatas.
●

Ter interesse no auto-aperfeiçoamento contínuo, curiosidade e capacidade

para estudos extracurriculares individuais ou em grupo, espírito investigativo,
criatividade e iniciativa na busca de soluções para questões individuais e coletivas
relacionadas com a Química.

4.2. Competências e habilidades com relação à compreensão da Química
●

Compreender e interpretar os conceitos, leis e princípios da Química.
15

●

Conhecer e interpretar as propriedades físicas e químicas principais dos

elementos e compostos químicos que possibilitem entender e prever o seu
comportamento

físico-químico

e

aspectos

de

reatividade,

mecanismos

e

estabilidade.
●

Reconhecer a Química como uma construção humana e compreender os

aspectos históricos de sua produção e suas relações com os contextos culturais,
socioeconômico e político.

4.3. Competências e habilidades com relação à busca de informação e à
comunicação e expressão
●

Saber identificar e fazer busca nas fontes de informações relevantes para a

Química, inclusive as disponíveis nas modalidades eletrônica e remota, que
possibilitem a contínua atualização técnica, científica e humanística.
●

Ler, compreender e interpretar os textos científico-tecnológicos em idioma

pátrio e estrangeiro (especialmente inglês e/ou espanhol).
●

Saber interpretar e utilizar as diferentes formas de representação (tabelas,

gráficos, símbolos, expressões, etc.).
●

Demonstrar bom relacionamento interpessoal e saber comunicar corretamente

os projetos e resultados de pesquisas na linguagem científica, oral e escrita (textos,
relatórios, pareceres, “posters”, internet, etc.) em idioma pátrio.

4.4. Competências e habilidades com relação ao ensino de Química
●

Refletir de forma crítica a sua prática em sala de aula, identificando problemas

de ensino/aprendizagem.
●

Compreender e avaliar criticamente os aspectos sociais, tecnológicos,

ambientais, políticos e éticos relacionados às aplicações da Química na sociedade.
●

Saber trabalhar em laboratório e saber usar a experimentação em Química

como recurso didático.
●

Possuir conhecimentos básicos do uso de computadores e sua aplicação em

ensino de Química.
●

Possuir conhecimento dos procedimentos e normas de segurança no trabalho.
16

●

Conhecer teorias psicopedagógicas que fundamentam o processo de ensino-

aprendizagem, bem como os princípios de planejamento educacional.
●

Conhecer os fundamentos, a natureza e as principais pesquisas de ensino de

Química.
●

Conhecer e vivenciar projetos e propostas curriculares de ensino de Química.

●

Ter atitude favorável à incorporação, na sua prática, dos resultados da

pesquisa educacional em ensino de Química, visando solucionar os problemas
relacionados ao ensino/aprendizagem.

4.5. Competências e habilidades com relação ao trabalho de investigação
científica e produção /controle de qualidade
●

Saber investigar os processos naturais e tecnológicos, controlar variáveis,

identificar regularidades, interpretar e proceder a previsões.
●

Saber conduzir análises químicas, físico-químicas e químico-biológicas

qualitativas e quantitativas e a determinação estrutural de compostos por métodos
clássicos e instrumentais, bem como conhecer os princípios básicos de
funcionamento dos equipamentos utilizados e as potencialidades e limitações das
diferentes técnicas de análise.
●

Saber realizar síntese de compostos, incluindo macromoléculas e materiais

poliméricos.
●

Ter noções de classificação e composição de minerais.

●

Ter noções de Química do estado sólido.

●

Ser capaz de efetuar a purificação de substâncias e materiais; exercendo,

planejando e gerenciando o controle químico da qualidade de matérias-primas e de
produtos.
●

Saber determinar as características físico-químicas de substâncias e sistemas

diversos.
●

Ter noções dos principais processos de preparação de materiais para uso da

indústria química, eletrônica, óptica, biotecnológica e de telecomunicações
modernas.

17

●

Saber elaborar projetos de pesquisa e de desenvolvimento de métodos,

produtos e aplicações em sua área de atuação.
●

Deter conhecimentos básicos do uso de computadores e sua aplicação em

Química.
●

Deter conhecimento dos procedimentos e normas de segurança no trabalho,

inclusive para expedir laudos de segurança em laboratórios, indústrias químicas e
biotecnológicas.
●

Dispor de conhecimento da utilização de processos de manuseio e descarte de

materiais e de rejeitos, tendo em vista a preservação da qualidade do ambiente.
●

Saber atuar em laboratório químico e selecionar, comprar e manusear

equipamentos e reagentes.

4.6. Competências e habilidades com relação à aplicação do conhecimento
em Química
●

Realizar avaliação crítica da aplicação do conhecimento em Química, tendo em

vista o diagnóstico e o equacionamento de questões sociais e ambientais.
●

Reconhecer os limites éticos envolvidos na pesquisa e na aplicação do

conhecimento científico e tecnológico.
●

Mostrar curiosidade intelectual e interesse pela investigação científica e

tecnológica, de forma a utilizar o conhecimento, científica e socialmente acumulado,
na produção de novos conhecimentos.
●

Mostrar consciência da importância social da profissão como possibilidade de

desenvolvimento social e coletivo.
●

Identificar e apresentar soluções criativas para problemas relacionados com a

Química ou com áreas correlatas em sua área de atuação.
●

Mostrar conhecimentos relativos ao assessoramento, ao desenvolvimento e à

implantação de políticas ambientais.
●

Realizar estudos de viabilidade técnica e econômica no campo da Química.

●

Planejar, supervisionar e realizar estudos de caracterização de sistemas de

análise.
●

Deter conhecimentos relativos ao planejamento e à instalação de laboratórios

químicos.

18

●

Realizar o controle de operações ou processos químicos no âmbito de

atividades de indústria, vendas, marketing, segurança, administração pública e
outras nas quais o conhecimento da Química seja relevante.

4.7. Competências e habilidades com relação à profissão
●

Ter capacidade de disseminar e difundir e/ou utilizar o conhecimento relevante

para a comunidade.
●

Ter capacidade de vislumbrar possibilidades de ampliação do mercado de

trabalho, no atendimento às necessidades da sociedade, desempenhando outras
atividades para cujo sucesso uma sólida formação universitária seja fator importante.
●

Adotar os procedimentos necessários de primeiros socorros, nos casos dos

acidentes mais comuns em laboratórios químicos.
●

Mostrar conhecimento sobre aspectos relevantes de administração, de

organização industrial e de relações econômicas.
●

Ser capaz de atender às exigências do mundo do trabalho, com visão ética e

humanística, com capacidade de vislumbrar possibilidades de ampliação do mesmo,
visando atender às necessidades atuais.

5. CAMPOS DE ATUAÇÃO:
O campo de atuação do Bacharel em Química é muito amplo e diversificado. O
Químico atua tanto na Indústria Química e Farmacêutica como em Instituições de
Ensino e de Pesquisa, em Empresas ou Órgãos Governamentais que mantenham
laboratório de controle químico.

6. FORMA DE INGRESSO
O ingresso no curso de Bacharelado em Química é feito por processo seletivo,
sendo a prova do ENEM o meio de seleção e a plataforma SISU/MEC (Sistema de
Seleção Unificada) o meio de inscrição, respeitados os critérios de cotas em vigor. A
UFAL poderá adotar outros processos de seleção, simplificados ou não, para o
preenchimento de vagas ociosas ou em casos de convênios firmados no interesse
19

público. Em todos os casos, a igualdade de oportunidade de acesso é garantida por
meio de editais. A UFAL adota uma perspectiva de não produzir nenhuma vaga ociosa,
utilizando, periodicamente, conforme o seu calendário acadêmico, editais de reopção,
de transferência e de reingresso (nesse caso só para os cursos que possuem as duas
modalidades:

licenciatura

e

bacharelado).

Todas

essas

resoluções

estão

disponibilizadas no endereço eletrônico: www.ufal.br, mais especificamente na página
da PROGRAD, em normas acadêmicas.

7. POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO
7.1. Internacionalização
O ensino de graduação pensa a internacionalização como um caminho de
possibilidades de formação, deixando os currículos locais efetivamente sem
fronteiras, o que implica na criação de novas normas de aproveitamento de estudos
e adequação curricular para permitir o ir e vir dos sujeitos da aprendizagem. Assim,
os alunos que cursam algum componente curricular no exterior, submetem a
documentação comprobatória ao Colegiado do Curso para aproveitamento das
atividades desenvolvidas e dessa forma a flexibilização curricular é peça
fundamental nesse processo.
A Universidade deve se preocupar também em dar uma formação inicial e/ou
complementar nas línguas estrangeiras, eliminando um dos grandes limitadores na
concretização do sonho e ampliação de possibilidades de vivência de muitos
discentes. Nesse sentido, a Faculdade de Letras da UFAL (FALE) oferece cursos de
línguas gratuitos de forma regular para estudantes e professores, à partir de editais
vinculados à Pró-Reitoria de Extensão — PROEX. Adicionalmente, os componentes
curriculares eletivos do curso de Bacharelado em Química contemplam algumas
línguas estrangeiras (inglês e espanhol) e os discentes podem também, dentro deste
contexto, cursar quaisquer disciplinas ofertadas pela UFAL nos diversos campus,
caso tenha interesse em estudar alguma outra língua estrangeira. Além disso,
importa ressaltar ainda que os nossos estudantes são estimulados e têm participado
dos editais de intercâmbio para fora do país.
Do ponto de vista institucional, a UFAL possui a Assessoria de Intercâmbio
Internacional (ASI): órgão responsável por todas as relações estabelecidas com
20

instituições de âmbito internacional. Tais relações abrangem desde acordos de
cooperação, envolvendo pesquisas conjuntas, intercâmbios de alunos e organização
de eventos, visitas de personalidades internacionais à UFAL e representação da
UFAL em territórios estrangeiros através da figura da Reitora e da Assessoria
Internacional. A ASI, em parceria com diversos órgãos nacionais de fomento à
cooperação

internacional,

vem

disponibilizando

informações

relevantes

à

comunidade acadêmica, no intuito de elevar ao mais alto nível a cooperação entre a
UFAL e instituições estrangeiras, trazendo benefícios não só para a universidade,
como também, para o Estado de Alagoas.
7.2 Responsabilidade social
O curso de Bacharelado em Química, em consonância com os pressupostos
sociais da Universidade Federal de Alagoas, tem a preocupação e compromisso com
a responsabilidade social na realidade local onde está inserido. Dentro desse
contexto, as políticas e ações de ensino, pesquisa , extensão e inovação visam a
formação de profissionais cientes da sua responsabilidade social, além da produção
e divulgação de conhecimentos e produtos que busquem diminuir as desigualdades
sociais presentes no Estado de Alagoas.
Todas essas atividades permeiam a inclusão social (por meio de ações que
permitam acesso e permanência dos estudantes) e atividades que incentivem o
desenvolvimento econômico e social (por meio de ações e programas que
concretizem e integrem as diretrizes curriculares com os setores sociais e produtivos,
tais como a empresa Júnior e os estágios).
Como resultado, acredita-se no protagonismo da responsabilidade social na
melhoria das atividades institucionais, confluindo assim, numa interação e no
cumprimento dos compromissos da UFAL com a sociedade, do ponto de vista da
missão educativa e científica de uma IES.
7.3 Acessibilidade
A UFAL possui um núcleo de estudos – Núcleo de Acessibilidade (NAC) voltado
para o entendimento das necessidades postas para o seu corpo social, no sentido
de promoção de acessibilidade e atendimento diferenciado aos portadores de
21

necessidades especiais em atenção à Política de Acessibilidade adotada pelo MEC
e à legislação pertinente. Assim, o Núcleo de Acessibilidade foi criado em outubro
de 2013 e desde então tem consolidado suas ações na Instituição, e, de acordo com
a Lei 13.146/2015 visa “assegurar e a promover, em condições de igualdade, o
exercício dos direitos e das liberdades fundamentais da pessoa com deficiência,
visando à sua inclusão social e cidadania”. O NAC conta com uma coordenação, um
revisor em Braille, 12 bolsistas de apoio ao estudante com deficiência (selecionados
por edital específico) e um psicólogo clínico. Em 17 de fevereiro de 2017 foi
inaugurada a sua nova sede, no Centro de Interesse Comunitário (CIC), com 3 salas,
as quais são utilizadas para reuniões com estudantes, professores, coordenadores
e familiares, bem como há produção de materiais demandados por discentes com
deficiência atendidos.
O próprio dimensionamento dessas necessidades merece um cuidado
especial, haja vista a forma atual de identificação dos alunos: a auto declaração.
Assim, professores e estudantes com deficiência, precisam solicitar atendimento
educacional especializado e, este ocorre continuamente e de acordo com as suas
necessidades. O NAC ainda disponibiliza o empréstimo de equipamentos de
acessibilidade, como livros e máquina para escrita em Braile, por exemplo. Os
acompanhamentos são avaliados ao final de cada semestre por professores dos
estudantes com deficiência e pelos próprios estudantes, com a finalidade de
aperfeiçoar os serviços oferecidos.
Além deste acompanhamento, o NAC tem investido na formação da
comunidade universitária com a proposição de projetos, cursos e oficinas
(Tecnologia Assistiva - Deficiência Visual e Deficiência Física, Estratégias de
Ensino do Surdo cego, Práticas Inclusivas na Educação Superior, Sextas Inclusivas,
entre outros).
Por outro lado, a UFAL tem investido na capacitação técnica de seus servidores
para o estabelecimento de competências para diagnóstico, planejamento e execução
de ações voltadas para essas necessidades. Ao esforço para o atendimento
universal à acessibilidade arquitetônica, se junta, agora, o cuidado de fazer cumprir
as demais dimensões exigidas pela Política de Acessibilidade, qual sejam a
acessibilidade: pedagógica, metodológica, de informação e de comunicação. A
acessibilidade pedagógica e metodológica deve atentar para o art. 59 da Lei 9394/96,
que afirma: “Os sistemas de ensino assegurarão aos educandos com necessidades
22

especiais: I - currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e organização
específicos, para atender às suas necessidades”. Neste sentido, a Nota Técnica nº
24 / 2013 / MEC / SECADI / DPEE, de 21 de março de 2013, orienta os sistemas de
ensino no sentido de sua implantação. Em especial, recomenda que os “PPC
contemplem orientações no sentido da adoção de parâmetros individualizados e
flexíveis de avaliação pedagógica, valorizando os pequenos progressos de cada
estudante em relação a si mesmo e ao grupo em que está inserido”.
Para tal atendimento a UFAL assume o compromisso de prestar atendimento
especializado aos alunos portadores de deficiência auditiva, visual, visual e auditiva
e cognitiva sempre que for diagnosticada sua necessidade. Procura-se, desta forma,
não apenas facilitar o acesso, mas estar sensível às demandas de caráter
pedagógico e metodológico de forma a permitir sua permanência produtiva no
desenvolvimento do curso. À luz do Decreto Nº 5.296, de 2 de dezembro de 2004 –
Regulamenta a Lei n. 10.048, de 8 de novembro de 2000, que dá prioridade de
atendimento às pessoas que especifica, e a Lei n. 10.098, de 19 de dezembro de
2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da
acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida,
e dá outras providências.
A partir de 2016, o NAC ainda tem atuado na intermediação com os diferentes
órgãos da UFAL, principalmente junto à SINFRA, PROGRAD e PROEST, para a
minimização de possíveis barreiras (físicas e acadêmicas) à permanência do
estudante com deficiência, como preconiza a Lei 10.098/2000, que estabelece
normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas
portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida. Aqui, merece destaque a
construção de calçadas táteis, rampas de acesso aos prédios, corrimãos,
adaptações de banheiros e salas de aula, entre outras obras necessárias à
permanência dos estudantes e professores com deficiência na universidade.
Com relação ao atendimento de discentes com Transtorno do Espectro Autista,
conforme disposto na Lei N° 12.764, de 27 de dezembro de 2012, incluso no
instrumento de avaliação dos cursos de graduação do INEP de junho de 2015, a
Universidade Federal de Alagoas, nesse momento fomenta estudos e debates no
intuito de constituir uma política institucional que explicite ações neste âmbito e que
fundamente os cursos de graduação desta instituição em metodologias e ações

23

atitudinais que visem a inclusão de pessoas com este transtorno. Os discentes com
transtorno do espectro autista também são atendidos pelo NAC.
Ressalta-se

que

quaisquer

impossibilidades

de

atendimento

educacional

especializado dentro do próprio curso e/ou Instituto, os mesmos são prontamente
encaminhados para o Núcleo de Acessibilidade da UFAL.
7.4 Inclusão e política de cotas
A Resolução nº 54/2012 – CONSUNI institucionaliza a reserva de vagas/cotas
no processo seletivo de ingresso nos cursos de graduação da UFAL. Inicialmente,
foram reservadas 40% (quarenta por cento) das vagas de cada curso e turno
ofertados para os alunos egressos das escolas públicas do Ensino Médio. Destas,
50% (cinquenta por cento) das vagas foram destinadas aos candidatos oriundos de
famílias com renda igual ou inferior a 1,5 salários mínimo bruto per capita e 50%
(cinquenta por cento) foram destinadas aos candidatos oriundos de famílias com
renda igual ou superior a 1,5 salários mínimo bruto per capita. Nos dois grupos que
surgem depois de aplicada a divisão socioeconômica, são reservadas vagas por
curso e turno, na proporção igual à de Pretos, Pardos e Indígena (PPI) do Estado de
Alagoas. À partir de 2016 a reserva de vagas da UFAL destinada à inclusão é de
50%, atendendo plenamente à Lei nº 12.711/2012, inclusive no que tange às cotas
para pessoas com deficiência.
7.5 Integração entre ensino, pesquisa e extensão
A articulação entre ensino, pesquisa e extensão está ancorada neste Projeto
Pedagógico e reflete uma prática instituída nos cursos do Instituto de Química e
Biotecnologia, bem como se estrutura nos princípios filosóficos e técnicometodológicos gerais que norteiam as práticas acadêmicas da Universidade Federal
de Alagoas – UFAL, previstos pelo Projeto Pedagógico Institucional – PPI. As
políticas e ações pensadas para o IQB sempre buscam a interconexão direta entre
teoria e prática e as atualizações da matriz curricular do curso permitem uma
adequação aos novos e eminentes desafios da sociedade. De modo mais rápido e
dinâmico, a flexibilidade de integração permitida aos alunos, aqui representada pelas
componentes curriculares eletivas, pelas diversas linhas de pesquisa consolidadas
24

e contemporâneas, pelas atividades curriculares de extensão, refletem numa
agregação constante e inovadora entre ensino, pesquisa e extensão.
As pesquisas científicas realizadas no IQB estão ambientadas nos diferentes
grupos ou núcleos de pesquisa vinculados à Unidade. Os professores,
individualmente ou em parceira, coordenam esses grupos de pesquisa que
normalmente estão registrados no CNPq. A partir deles, os estudantes têm a
oportunidade de participar de pesquisas nas diversas áreas de conhecimento do
curso. Sempre que possível, as pesquisas contam com financiamento público ou
privado, sendo uma política da Unidade oferecer estrutura física e recursos humanos
como principais contrapartidas. Também é uma prática da Unidade motivar os
professores a desenvolverem pesquisas contando com a participação de estudantes
bolsistas ou voluntários vinculados principalmente aos programas do CNPq:
Programa Institucional de Bolsa de Iniciação Científica (PIBIC) e Programa
Institucional de Bolsas de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação
(PIBITI).
O princípio da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão reafirma a
extensão universitária como processo acadêmico e no âmbito do IQB e da UFAL
estas ações estão equilibradas para que possam cumprir com seus fins de formação
e compromisso social, com mais abertura à sociedade. Dessa forma, as atividades
extensionistas promovem a interação transformadora com a sociedade que estamos
inseridos, por meio da produção e da aplicação do conhecimento, em articulação
permanente com o ensino e pesquisa.
Isto posto, ressalta-se a preocupação do IQB com a relevância e pertinência
das políticas, dos temas e das ações pautadas nessas diretrizes referentes aos
pilares do ensino, pesquisa e extensão, com o intuito de promover uma formação
ampla e diversificada para nossos alunos, resultando num egresso bem qualificado.
7.6 Número de vagas / vagas ociosas
As 40 vagas totais anuais ofertadas no Bacharelado em Química estão
coerentes com a dimensão do corpo docente e técnico-administrativo e também com
as condições de infraestrutura física e tecnológica para o desenvolvimento pleno das
atividades de ensino, pesquisa e extensão.

25

A UFAL, através da Pró-reitoria de Graduação – PROGRAD – tem adotado
ações exitosas de relevância social para não permanecer com vagas ociosas. As
diferentes formas de ocupação estão institucionalizadas e definidas na Resolução nº
65/2019-CONSUNI/UFAL (08/10/2019), mediante editais específicos de:
a) Reopção ou mudança de turno;
b) Transferência;
c) Ingresso de portador de diploma;
d) Ingresso de portadores de diplomas de licenciatura (segunda licenciatura);
e) Reingresso;
f) Reintegração.
A definição do quantitativo das vagas é encaminhada pelos Colegiados de
curso, com a devida análise, acompanhamento e parecer da PROGRAD.

8. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA
8.1. Visão geral: transversalidade, interdisciplinaridade, flexibilidade e
articulação teoria/prática
O Projeto contempla uma formação de sólida base teórico-metodológica,
humanista e prática, associada às demandas e especializações necessárias ao
exercício de atividades no mercado de trabalho. Dessa forma, procura-se conjugar os
conhecimentos teóricos e práticos que permitam a construção de trajetórias
alternativas e individualizadas, porém afinadas com as demandas e interesses
globais, da sociedade brasileira e também, de maneira mais aplicada e específica, a
comunidade alagoana. Com esse propósito de base sólida na formação do aluno e
integração de todos componentes curriculares, as fronteiras entre as disciplinas são
transpostas e o objetivo de transversalidade é abarcado.
Desse modo, além da possibilidade de ter uma formação geral, o curso de
Bacharelado em Química do IQB/UFAL possibilita aos discentes orientar seus estudos
de modo a conciliar as contribuições de qualquer uma das diversas áreas que
estruturam o curso: Analítica, Bioquímica, Ensino, Físico-Química, Inorgânica e
Orgânica – com sua prática profissional futura.

26

A metodologia do curso é pautada na interdisciplinaridade, acessibilidade
metodológica e plena integração das atividades teóricas e práticas. Em linhas gerais,
os professores do curso de Bacharelado em Química fazem uso de atividades
diversas, tais como: aulas teóricas; aulas práticas; atividades de extensão e atividades
complementares. Adicionalmente, o Estágio Supervisionado (não obrigatório) e o
Trabalho de Conclusão de Curso desenvolvido pelos alunos também colaboram para
esse ensino interdisciplinar e articulado entre as atividades teóricas e práticas.
Com vistas à flexibilização curricular, a oferta de disciplinas eletivas permite
ajustar e atualizar a formação dos alunos em relação às mudanças da
contemporaneidade, tanto na pesquisa científica, quanto na formação do profissional
atualizado para o mercado de trabalho. Para tanto, as disciplinas eletivas são sempre
reavaliadas e definidas a partir de deliberação feita pelas áreas de conhecimento do
IQB, bem como pelo Colegiado do Curso, com foco sempre nas necessidades
formativas discentes. Além disso, com objetivo de garantir essa formação pautada nos
princípios da autonomia, flexibilidade e interdisciplinaridade do futuro profissional, uma
lista de disciplinas ofertadas por outros cursos da UFAL faz parte da matriz curricular
como eletivas. Ainda nesse contexto, os alunos podem solicitar matrícula no período
de “vagas remanescentes” em qualquer componente curricular ofertada pelos
diferentes cursos da UFAL.
Deste modo, a formação do egresso do curso de Bacharelado em Química
utiliza de parâmetros, ações e metodologias que promovem o aprendizado crítico,
contextualizado, transversal, interdisciplinar, flexível, inovador e atualizado.
8.2. Estrutura curricular
As Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de Química Bacharelado
foram estabelecidas e atualizadas pelo MEC e constam no Parecer CNE/CES nº
1.303/2001, aprovado em 6 de novembro de 2001 e na Resolução CNE/CES Nº 8, de
11 de março de 2002.
•

Carga horária mínima e tempo de integralização:

De acordo com a Resolução CNE/CES nº 2/2007 de 18 de junho de 2007, fica
estabelecido que o Curso de Bacharelado em Química possui carga horária mínima
exigida de 2.400 horas, com integralização prevista em 4 anos e no máximo em 7
anos.
27

Dessa forma, a estrutura ou matriz curricular atual do curso de Bacharelado em
Química da UFAL contempla o total de 3250 horas, as quais estão subdivididas em
diferentes componentes curriculares, como segue:
- 2670 horas de disciplinas obrigatórias e fixas;
- 300 horas de disciplinas eletivas obrigatórias;
- 80 horas para Trabalho de Conclusão de Curso;
- 200 horas de Atividades Complementares (Atividades Acadêmicas CientíficoCulturais – AACC).
O currículo do curso é constituído por uma sequência de disciplinas e
atividades ordenadas por matrículas semestrais em uma seriação aconselhada. A
matriz curricular inclui as disciplinas que atendem às bases curriculares da nova Lei
de Diretrizes e Bases, complementada por outras disciplinas de caráter obrigatório
que atendem às exigências e características da UFAL (Resolução N° 6/2018 CONSUNI/UFAL) e às necessidades da comunidade, bem como daquelas individuais
dos acadêmicos. As abordagens de conteúdos se desenvolvem em consonância às
políticas de educação ambiental, de educação em direitos humanos e de educação
das relações étnico-raciais e o ensino de história e cultura afro-brasileira, africana e
indígena. O novo currículo inclui atividades complementares, disciplinas eletivas
dentre outras, com vistas a oportunizar flexibilização curricular e a desenvolver a
autonomia dos alunos.
O Curso de Bacharelado em Química tem a sua duração mínima prevista de
8 períodos e máxima de 14 períodos, descontado o tempo regimental de trancamento
do curso. A matriz curricular deverá ser cumprida integralmente pelo aluno, o que lhe
possibilitará habilitar-se para a obtenção do diploma que lhe confira direitos
profissionais.
A matriz curricular é composta de três núcleos: formação básica, formação
específica e formação complementar. A formação básica refere-se aos conteúdos
essenciais, envolvendo teoria e laboratório, quando os alunos trabalham em grupos
pequenos ou individualmente. Dos conteúdos básicos deverão fazer parte
Matemática, Física e Química. A formação específica refere- se aos conteúdos para
o desenvolvimento de competências e habilidades. A formação complementar referese a um leque abrangente de conteúdos e atividades comuns a outros cursos para a
escolha dos estudantes, o que garante uma formação abrangente.
28

Conteúdos básicos: são os que permitirão ao aluno uma compreensão da
química e terão como eixo norteador as disciplinas específicas. Constituem-se de
conteúdos essenciais envolvendo teoria e prática, relacionando as áreas acadêmicas
de física, informática, matemática, química geral e organização do trabalho acadêmico
Conteúdos específicos: são os conteúdos profissionais constituídos de
disciplinas relativas ao aprofundamento de conhecimentos que serão ministrados para
formação do bacharel: Química Orgânica 1, 2 e 3; Química Inorgânica 1 e 2; Química
Inorgânica Experimental; Química Analítica 1 e 2; Química Analítica Instrumental;
Bioquímica Geral; Bioquímica Experimental; Físico-Química 1 e 2; Físico- Química
Experimental; História das Ciências; Química, Meio ambiente e Educação;
Cristalografia; Eletroquímica; Pesquisa Química 1 e 2, totalizando 1610 (um mil
seiscentas e dez) horas.
Atividades extraclasse: são disciplinas de outras áreas de conhecimento,
sendo de livre escolha do bacharelando, tais como: participação em congressos,
monitorias, e outras atividades que atribui créditos a carga horária.
Conteúdos complementares: são disciplinas que têm o propósito de
enriquecer a formação do bacharelando. São essenciais para a formação
humanística, interdisciplinar. As disciplinas ofertadas que podem ser, por exemplo,
língua portuguesa, línguas extrangeiras, dentre outras, devem abranger atividades
comuns a outros cursos da Instituição, ficando livre ao estudante escolhê-las. Assim,
será aberto um leque de oportunidades que permitirá ao bacharelando fazer uma
reflexão sobre várias áreas do conhecimento.
A realização de estágios, incluindo monitoria, será incentivada.
Considerando-se as deficiências de conhecimentos básicos dos ingressantes
do curso de Química, consequência da má qualidade do ensino básico em Alagoas, o
curso oferecerá no primeiro semestre, disciplinas tais como Fundamentos de
Matemática e Organização do Trabalho Acadêmico com o objetivo de melhorar a base
de conhecimentos dos alunos nestas áreas tão essenciais para o prosseguimento dos
estudos. A disciplina Organização do Trabalho Acadêmico deverá preparar o
bacharelando para realização de pesquisa, análise de dados, e produção de textos
contribuindo para a realização do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).

29

Quadro 1 - REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DO PERFIL DE FORMAÇÃO

Curso de Bacharelado em Química da Universidade Federal de Alagoas no regime
seriado semestral – Currículo 2006
Componentes curriculares

Carga Horária

%

Disciplinas fixas

2670

82,15

Disciplinas eletivas

300

9,26

Trabalho de Conclusão de Curso

80

2,46

Atividades Acadêmico-Científico-Culturais (AACC)

200

6,16

Carga Horária de Integralização Curricular - CHIC

3250

100,0

30

8.3 Educação para as Relações Étnico-Raciais, Direitos Humanos e Ensino de
História e cultura afro-brasileira, africana e indígena no Curso
Além de cumprir com as exigências normativas educacionais brasileiras, a
proposta de uma Educação para as Relações Étnico-Raciais (ERER), incorporada aos
currículos dos cursos de licenciatura e bacharelado desta instituição de ensino
superior, por meio dos Projetos Pedagógicos de Cursos (PPCs), estimula a integração
entre saberes étnicos constitutivos de nossa cultura brasileira (branco, indígena, negro
e cigano), em destaque a nossa cultura alagoana, além de possibilitar a produção de
novos conhecimentos científico, cultural, tecnológico e artístico, ou a revisão dos
conhecimentos existentes, de modo a promover condutas e políticas de formação
profissional que valorizem as diversidades étnico-raciais.
Em decorrência dessa proposta, devemos destacar o compromisso firmado
pela UFAL, que dentre outras ações, busca o aperfeiçoamento das políticas de ações
afirmativas, dos cursos de graduação à pós-graduação, implementadas, oficialmente,
desde 11 de novembro de 2003, por meio da Resolução CONSUNI/UFAL nº 33, que
aprovou o Programa Ações Afirmativas para Afro-descendentes (PAAF) nesta
instituição, com o empenho do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros (NEAB-UFAL),
criado em 1981, inicialmente Centro de Estudos Afro-brasileiros (CEAB), que atua
tanto

internamente

formação/capacitação,

à

UFAL,
debates,

com

o

papel

de

promover

cursos

de

disponibilização

de

acervo

(documental

e

bibliográfico) para consulta e coordenação geral de editais sobre ERER; quanto
externamente, em parceria com outras instituições educacionais do estado, do país
e/ou outros países, e com os movimentos sociais.
No âmbito do curso de Bacharelo em Química, as temáticas acerca da
Educação para as Relações Étnico-Raciais, associadas ao ensino de história e cultura
afro-brasileira, africana e indígena são tratadas de forma transversal, assim como a
Educação em Direitos Humanos, conforme estabelece a Resolução No 1/2012 –
CNE/CP (Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos). Essas
temáticas são abordadas ao longo do curso, podendo estar presente em quaisquer
componentes curriculares e em particular na disciplina Eletiva História Afro Brasileira
e Africana, onde é retratada luta e a cultura Negra Brasileira e o negro na formação
da sociedade nacional.

31

8.4 Educação Ambiental no Curso
A Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999, regulamentada pelo Decreto no 4.281,
de 25 de junho de 2002, dispõe especificamente sobre a Educação Ambiental (EA) e
institui a Política Nacional de Educação Ambiental (PNEA), como componente
essencial e permanente da educação nacional, devendo estar presente, de forma
articulada, em todos os níveis e modalidades do processo educativo. As DCNs de
Educação Ambiental (Resolução CNE/CP nº 2/2012) destacam que “o papel
transformador e emancipatório da Educação Ambiental se torna cada vez mais visível
diante do atual contexto nacional e mundial em que a preocupação com as mudanças
climáticas, a degradação da natureza, a redução da biodiversidade, os riscos
socioambientais locais e globais, as necessidades planetárias evidenciam-se na
prática social”.
Isso posto, nota-se a necessidade de inserir no processo educativo as
discussões de educação ambiental, na visão da interdisciplinaridade. O trabalho
interdisciplinar de educação ambiental se caracteriza pela ampliação do espaço social
e visa a disseminação crítica dos conhecimentos socioambientais, culturais e políticos,
articulando-os à realidade local, nacional e global, com a formação cidadã e ética. O
Curso de Bacharelado em Química, no âmbito das disciplinas das áreas de Analítica,
Bioquímica, Inorgânica, Ensino, Físico-Química e Orgânica possui uma aproximação
histórica com esse tema, uma vez que aborda em diferentes contextos a compreensão
das questões referentes ao ambiente e a luta por uma sociedade que almeje
desenvolvimento sustentável. Desse modo não é raro que dentre as linhas de
pesquisa desenvolvidas no Instituto de Química, existam algumas que contemplem o
debate da educação ambiental. Adicionalmente, no curso de Bacharelado em
Química, um dos componentes curriculares obrigatórios da matriz é “Química. Meio
Ambiente e Educação”, o qual trata direta e especificamente o tema. Outrossim, os
componentes curriculares práticos de todas as áreas do conhecimento do curso
abordam intrinsicamente o tema, com as discussões e atividades de tratamento dos
resíduos gerados nas aulas de laboratório.
Com o intuito de impulsionar o desenvolvimento de uma consciência críticotransformadora que enfrente os desafios impostos pela crescente disseminação de
problemas ambientais, o IQB/UFAL tem empreendido esforços para dotar seus

32

discentes de habilidades e competências que subsidiem uma interpretação
sociopolítica das múltiplas dimensões que compõem as questões ambientais.
Por fim, ressaltamos ainda que a UFAL possui um Núcleo de Educação
Ambiental (NEA), o qual está associado ao Centro de Educação, mas é aberto a apoiar
o trabalho de Educação Ambiental em diversos cursos. O NEA desenvolve atividades
com o Coletivo Jovem, cursos de formação para professores e estudantes sobre
Educação Ambiental e cursos de especialização em Educação Ambiental.
8.5 Libras
Dentro da organização didático-pedagógica do curso de Bacharelado em
Química, a Língua Brasileira de Sinais está inserida como componente curricular
eletivo, conforme preconiza o Decreto nº 5.626 de 22/12/2005 (§ 2º, Artigo 3º).

9. IMPORTÂNCIA E POLÍTICAS DE EXTENSÃO DO CURSO
Inúmeros são os fatores de indiscutível relevância que justificam a realização
de ações extensionistas, cujos resultados terão ampla repercussão na qualificação de
nossos alunos em formação, com possibilidades concretas de contribuir para a
melhoria da qualidade da Educação básica do Estado.
Estatísticas mostram que o estado de Alagoas detém altos índices de
analfabetismo e baixos níveis de escolaridade. É consenso, hoje, tanto nos meios
acadêmicos, quanto no âmbito da sociedade civil e nas esferas governamentais, que
a baixa escolaridade, ao mesmo tempo em que é consequência de modelos sócioeconômicos excludentes, compromete a vida dos sujeitos, visto que lhes reduz o
exercício pleno da cidadania num contexto social letrado.
Assim sendo, os altos índices de analfabetismo e os baixos níveis de
escolaridade da população alagoana, apontam a necessidade imperiosa de ações de
escolarização de massa que, associadas a medidas estruturais de abrangência sócioeconômica, contribuam para reverter o quadro de desescolarização, que atinge
especialmente as camadas trabalhadoras mais pobres, agravando sua situação de
exclusão social.
33

A Universidade Federal de Alagoas, juntamente às unidades acadêmicas como
o Instituto de Química e Biotecnologia consciente dessa realidade e da sua função
social, vem direcionando suas ações no sentido de contribuir para a solução dos
problemas relativos à Educação Básica do Estado em diferentes frentes. Nesse
sentido, dispõe, hoje, de ações extensionistas que buscam sanar tais necessidades.
O Instituto de Química e Biotecnologia durante a sua história desenvolveu diversas
ações de extensão. Dentre as quais, podemos citar algumas relacionadas ao campo
de educação química como os eventos em conjunto com a Usina Ciência, Instituto de
Física - IF, Instituto de Ciências Biológicas e da Saúde - ICBS, Centro de Estudos
Astronômicos de Alagoas - CEAAL, Observatório Astronômico Genival Leite Lima OAGLL, e também em parcerias com a SEDUC e SED-Maceió, bem como com a
Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação. Podemos destacar projetos como o
Pro-Ciências, Novos Talentos, Semana Nacional de Ciência e Tecnologia,
Cientificamente, Curso de Introdução à Astronomia, entre outros. Alcançamos
aproximadamente mais de meio milhão de pessoas nos últimos 20 anos.
A Universidade Federal de Alagoas, em consonância com a Constituição de
1988, a base legal da Extensão Universitária Nacional, a Lei de Diretrizes de Bases
da Educação Nacional de 1996, o Plano Nacional de Educação de 2001-2011 e a
Resolução nº 04/2018 CONSUNI/UFAL, de 19 de fevereiro de 2018, estabeleceu em
seus objetivos institucionais consolidar e expandir os programas de extensão de suas
unidades acadêmicas.
A

Extensão

Universitária

alinha-se

ao

princípio

constitucional

da

indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, caracterizando-se como um
processo interdisciplinar, interprofissional, educativo, cultural, científico e político que
promove a interação transformadora entre universidade e outros setores da
sociedade.
A Universidade Federal de Alagoas atua nas oito áreas temáticas de extensão
classificadas pelo Plano Nacional de Extensão: Comunicação, Cultura, Direitos
Humanos e Justiça, Educação, Meio Ambiente, Saúde, Tecnologia e Produção e
Trabalho.
A política de extensão da UFAL, em conformidade com a missão da
universidade pública, norteia-se por dimensões, princípios e metodologias gerais que
34

visam consolidar a institucionalização, nas esferas processual e acadêmica, do
envolvimento da universidade com os outros setores da sociedade, sobretudo o corpo
discente.
9.1. Dimensões da Extensão
As dimensões da extensão, elementos estruturantes, são diretrizes gerais de
extensão que orientam o planejamento, a execução e a avaliação das ações
extensionistas. No caso da UFAL, instituiu-se quatro variantes estratégicas, como
seguem: a) formação acadêmica; b) produção de conhecimento; c) interação com a
sociedade e d) produção, preservação e difusão cultural.
9.1.1. Formação Acadêmica
A Extensão Universitária, entendida como uma das dimensões da formação
acadêmica deve estar em conformidade com a realidade contemporânea e as
transformações sociais. Nesse sentido, a práxis acadêmica deve buscar estratégias
para uma formação generalista, humanística, crítica e reflexiva, como proposto pelas
Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Graduação (Parecer CNE/CES
n.º 67/2003). A UFAL compromete-se com a formação multifacetada de seus
estudantes, que atenta aos aspectos práticos e teóricos do conhecimento, para que o
egresso, além de formação sólida, possua competências e habilidades que favoreçam
a comunicação, o empreendedorismo, a criatividade, o trabalho em grupo, dentre
outros.

9.1.2. Produção de Conhecimento
A extensão é um espaço de vivência que promove a interação da universidade
com os outros setores da sociedade, permitindo a ampliação do acesso ao saber e ao
desenvolvimento tecnológico. Ela transcende a sala de aula, se vincula à pesquisa e
favorece a produção e a difusão do conhecimento, visando uma sociedade mais justa
e democrática. A extensão produz conhecimento por interação dos saberes
acadêmico e popular. A pesquisa associada à extensão deve ser um método

35

investigativo de trabalho voltado às transformações sociais pari passu à produção de
conhecimentos.
9.1.3. Interação com a Sociedade
A extensão deve ter como foco a solução de problemas sociais relevantes,
abordados pela estreita interação da universidade com os demais setores da
sociedade. A participação da universidade na elaboração, acompanhamento,
avaliação e implantação das políticas públicas voltadas para a maioria da população
se constitui em diretriz importante na interação com a sociedade.
9.1.4. Produção, Preservação e Difusão Cultural
As atividades de extensão devem ser conduzidas visando a elevação do nível
cultural da população, respeitando sua diversidade. O estímulo à formação técnica
deve ser referenciado pelas ações extensionistas que valorizem a cultura local.
9.2. Princípios da Extensão
As ações de extensão na UFAL devem contribuir para a formação de
profissionais éticos, que possam colaborar na melhoria das condições de vida das
pessoas, sobretudo as menos favorecidas em termos de desenvolvimento humano.
As atividades de extensão se consubstanciam em forma de programas, projetos,
cursos, eventos e produtos acadêmicos.
Para cumprir sua missão, a UFAL deve seguir os seguintes princípios gerais:
Princípio I – A ciência, a arte e a tecnologia devem alicerçar-se nas prioridades do
local, da região e do país;
Princípio II - A universidade não pode se imaginar proprietária de um saber pronto e
acabado, a ser oferecido aos grupos sociais com os quais interage, devendo ser,
sobretudo, sensível aos problemas e apelos da sociedade, refletidos na práxis
associada ao ensino, a pesquisa e a extensão;
Princípio III - A universidade deve estar atenta aos movimentos sociais, priorizando
ações que visem à superação das atuais condições de desigualdade e exclusão
existentes no Brasil;
36

Princípio IV – As populações, cujos problemas tornam-se objeto da pesquisa
acadêmica, também devem ser consideradas sujeitos do processo, e devem ter pleno
direito de acesso às informações resultantes dessas pesquisas;
Princípio V - a prestação de serviços deve ser encarada também como um trabalho
social, que se constitui a partir da realidade e sobre a realidade, produzindo
conhecimentos que visem à transformação social, contribuindo para a qualidade do
ensino, da pesquisa e extensão.
Princípio VI - a atuação junto ao sistema de ensino público deve ser uma das
diretrizes prioritárias para o fortalecimento da educação básica.
9.3. Política de Extensão no Curso
Desde sua criação, o Instituto de Química e Biotecnologia desenvolve ações de
extensão, tais como projetos, eventos e cursos – regularmente cadastradas junto à
Pró-Reitoria de Extensão. Com o propósito de conferir maior organicidade às
atividades extensionistas de nossa unidade, tais ações foram reunidas no Programa
Institucional denominado Pró-Extensão.
O Pró-extensão, fomentado pela Pró-Reitoria de Extensão da UFAL, visa
construir linhas de ação que possam nortear as atividades extensionistas para o
alcance de um objetivo comum, permitindo sua alteração anual em virtude tanto do
surgimento de demandas sociais específicas, quanto do planejamento das ações
coordenadas pelos docentes.

10. ORDENAMENTO CURRICULAR
O ordenamento curricular proposto possui dois eixos principais, um que trata
dos conteúdos específicos da formação do bacharel e outro dos conteúdos básicos,
sendo baseado no Parecer CNE/CES no 329/2004, retificado pelo Parecer CNE/CES
N 184/2006, apresentado no quadro a seguir.

37

QUADRO 2 - SABERES DO CURSO DE QUÍMICA BACHARELADO
Semestre

Conteúdos Específicos da
Formação do Bacharel

Conteúdos Básicos

Carga
horária

Primeiro

Organização do Trabalho
Acadêmico
Eletiva

Química Geral 1
Química Experimental
Fundamentos de Matemática 1

340 h

Segundo

Eletiva
Eletiva

Química Geral 2
História das Ciências
Cálculo 1
Geometria Analítica

380 h

Terceiro

Química Orgânica 1
Química Inorgânica 1

Cálculo 2
Álgebra Linear

360 h

Quarto

Química Orgânica 2
Química Inorgânica 2
Química Meio Ambiente e
Educação

Física 1
Cálculo 3

420 h

Quinto

Química Analítica 1
Química Inorgânica Experimental
Química Orgânica 3

Física 2
Física 1 Experimental

420 h

Sexto

Físico-química 1
Química Analítica 2
Bioquímica Geral

Física 3
Física 2 Experimental

420 h

Sétimo

Bioquímica Experimental
Físico-química 2
Cristalografia
Pesquisa Química 1
Eletiva

325 h

Oitavo

Eletroquímica
Físico-Química Experimental
Química Analítica Instrumental
Pesquisa Química 2
Eletiva

305 h

Carga Horária parcial

2970 h

Atividades Acadêmico-Científico-Culturais

200 h

Trabalho de Conclusão de Curso

80 h

Carga Horária Total

3250 h

38

QUADRO 3 - ORDENAMENTO CURRICULAR DO CURSO DE QUÍMICA BACHARELADO DA UFAL
REGIME SEMESTRAL - CURRÍCULO 2006
Carga horária
Período

Código

Disciplina

2

3

Semanal

Teórica

04

QUIB001

QUÍMICA GERAL 1

Sim

04

QUIB002

QUÍMICA EXPERIMENTAL

Sim

04

Sim

04

04

QUIB003 FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA 1
1

Obrigatória
Prática

60
04

QUIB004

ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO
ACADÊMICO

Sim

04

04

QUIB

ELETIVA

Sim

04

04

Carga horária total do período

20

Total
Semestral

80
80
60
60
340 h

QUIB006

QUÍMICA GERAL 2

Sim

04

04

60

QUIB007

HISTÓRIA DAS CIÊNCIAS

Sim

02

02

40

QUIB008

CÁLCULO 1

Sim

04

04

80

QUIB009

GEOMETRIA ANALÍTICA

Sim

04

04

80

QUIB

ELETIVA

Sim

04

04

60

QUIB

ELETIVA

Sim

04

04

60

Carga horária total do período

22

380 h

QUIB012

QUÍMICA ORGÂNICA 1

Sim

07

04

03

120

QUIB013

QUÍMICA INORGÂNICA 1

Sim

04

QUIB014

CÁLCULO 2

Sim

04

04

80

QUIB015

ÁLGEBRA LINEAR

Sim

04

04

80

Carga horária total do período

19

80

360 h

QUIB016

QUÍMICA ORGÂNICA 2

Sim

06

QUIB017

QUÍMICA INORGÂNICA 2

Sim

06

QUIB018

QUÍMICA MEIO AMBIENTE E
EDUCAÇÃO

Sim

04

04

60

QUIB019

FÍSICA 1

Sim

04

04

80

QUIB020

CÁLCULO 3

Sim

04

04

80

Carga horária total do período

24

4

03

100
100

420 h

39

QUIB025

QUÍMICA ANALÍTICA 1

Sim

07

QUIB026

QUÍMICA INORGÂNICA
EXPERIMENTAL

Sim

04

QUÍMICA ORGÂNICA 3

Sim

07

04

QUIB028

FÍSICA 2

Sim

04

04

QUIB029

FÍSICA 1 EXPERIMENTAL

Sim

02

Carga horária total do período

24

QUIB027
5

6

7

04

03

120

04

60

03

120
80

02

40
420 h

QUIB030

FÍSICO-QUÍMICA 1

Sim

04

04

QUIB031

QUÍMICA ANALÍTICA 2

Sim

07

04

QUIB032

BIOQUÍMICA GERAL

Sim

06

QUIB033

FÍSICA 3

Sim

04

QUIB034

FÍSICA 2 EXPERIMENTAL

Sim

02

Carga horária total do período

23

80
03

120
100

04

80
02

40
420 h

QUIB035

BIOQUÍMICA EXPERIMENTAL

Sim

03

QUIB036

FÍSICO-QUÍMICA 2

Sim

04

04

80

QUIB037

CRISTALOGRAFIA

Sim

02

02

40

QUIB038

PESQUISA QUÍMICA 1

Sim

05

QUIB

ELETIVA

Sim

04

Carga horária total do período

18

QUIB039

ELETROQUÍMICA

Sim

02

QUIB040

FÍSICO-QUÍMICA EXPERIMENTAL

Sim

03

QUIB041

QUÍMICA ANALÍTICA
INSTRUMENTAL

Sim

04

QUIB042

PESQUISA QUÍMICA 2

Sim

05

QUIB

ELETIVA 2

Sim

04

Carga horária total do período

18

8

Total:

03

05
04

60

85
60
325 h

02

40
03

04

60
05

04

60

85
60
305 h

40 Disciplinas obrigatórias fixas e eletivas

2970 h

Atividades Acadêmico-Científico-Culturais AACC

200 h

Trabalho de Conclusão de Curso – TCC

80 h

Carga Horária de Integralização Curricular – CHIC

3250 h

40

QUADRO 4 - ORDENAMENTO CURRICULAR DO CURSO DE QUÍMICA BACHARELADO DA UFAL
REGIME SEMESTRAL - CURRÍCULO 2006
DISCIPLINAS ELETIVAS
Código

Disciplina Eletiva

Obrigatória

Carga horária
Semanal

Teórica

04

04

04

04

04

04

02

02

04

02

Prática

Total
Semestral

QUIB011

INTRODUÇÃO À COMPUTAÇÃO

Não

60 h

QUIB022

POLÍTICA E ORGANIZAÇÃO DA
EDUCAÇÃO BÁSICA

Não

QUIB023

PLANEJAMENTO, CURRÍCULO E
AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM

Não

QUIB024

EMPREENDEDORISMO

Não

QUIB043

MÉTODOS DE ISOLAMENTO E
PURIFICAÇÃO DE COMPOSTOS
ORGÂNICOS

Não

QUIB044

MÉTODOS DE IDENTIFICAÇÃO DE
COMPOSTOS ORGÂNICOS

Não

04

04

60 h

QUIB045

QUÍMICA DE ALIMENTOS

Não

04

04

60 h

QUIB046

BIOTECNOLOGIA

Não

04

04

60 h

QUIB047

PURIFICAÇÃO DE PROTEÍNAS

04

04

04

60 h

QUIB048

INTRODUÇÃO À QUÍMICA
QUÂNTICA

Não

04

04

QUIB051

INGLÊS INSTRUMENTAL 1

Não

04

04

60 h

QUIB052

INGLÊS INSTRUMENTAL 2

Não

04

04

60 h

QUIB055

PROFISSÃO DOCENTE

Não

04

04

60 h

QUIB056

DESENVOLVIMENTO E
APRENDIZAGEM

Não

04

04

60 h

QUIB058

PROJETO PEDAGÓGICO,
ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DO
TRABALHO ESCOLAR

Não
04

04

QUIB059

PESQUISA EDUCACIONAL

Não

04

04

QUIB060

ESTUDO DA LÍNGUA BRASILEIRA
DE SINAIS (LIBRAS)

Não

04

04

QUIB061

ÉTICA

Não

04

04

60 h

QUIB062

LEITURA E PRODUÇÃO DE
TEXTO EM LÍNGUA PORTUGUESA

Não

04

04

60 h

80 h
80 h
60 h
02

60 h

60 h

60 h

60 h
60 h

41

QUIB063

ENSINO DE PORTUGUÊS:
LEITURA, ESCRITA E GRAMÁTICA

Não

04

04

60 h

QUIB068

BIOQUÍMICA DE NUTRIÇÃO
ANIMAL

Não

04

04

60 h

QUIB069

QUÍMICA ORGÂNICA 4

Não

04

04

60 h

QUIB070

BIOQUÍMICA, FISIOLOGIA E
ECOLOGIA DE
MICROORGANISMOS

Não
04

04

ESTATÍSTICA

Não

04

04

QUIB071

60 h

60 h

QUADRO 5 - ORDENAMENTO CURRICULAR DO CURSO DE QUÍMICA BACHARELADO DA UFAL
REGIME SEMESTRAL – CURRÍCULO 2006
PRÉ-REQUISITOS
Disciplinas

Pré-Requisito

QUÍMICA GERAL 2

QUÍMICA GERAL 1

HISTÓRIA DAS CIÊNCIAS

QUÍMICA GERAL 1

CÁLCULO 1

FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA 1

GEOMETRIA ANALÍTICA

FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA 1

QUÍMICA ORGÂNICA 1

QUÍMICA GERAL 2

QUÍMICA INORGÂNICA 1

QUÍMICA GERAL 2

CÁLCULO 2

CÁLCULO 1

ÁLGEBRA LINEAR

GEOMETRIA ANALÍTICA

ORGÂNICA 2

QUÍMICA ORGÂNICA 1

QUÍMICA INORGÂNICA 2

QUÍMICA INORGÂNICA 1

QUÍMICA, MEIO AMBIENTE E EDUCAÇÃO

QUÍMICA GERAL 2

FÍSICA 1

CÁLCULO 2

CÁLCULO 3

CÁLCULO 2

QUÍMICA ANALÍTICA 1

QUÍMICA INORGÂNICA 2

QUÍMICA INORGÂNICA 1 EXPERIMENTAL

QUÍMICA INORGÂNICA 2

ORGÂNICA 3

ORGÂNICA 2

FÍSICA 2

FÍSICA 1

FÍSICA 1 EXPERIMENTAL

FÍSICA 1

FÍSICO-QUÍMICA 1

QUÍMICA GERAL 2; CÁLCULO 2

42

QUÍMICA ANALÍTICA 2

QUÍMICA ANALÍTICA 1

BIOQUÍMICA GERAL

QUÍMICA ORGÂNICA 2; QUÍMICA ANALÍTICA 1

FÍSICA 3

FÍSICA 2

FÍSICA 2 EXPERIMENTAL

FÍSICA 2

BIOQUÍMICA EXPERIMENTAL

BIOQUÍMICA GERAL

FÍSICO-QUÍMICA 2

FÍSICO-QUÍMICA 1

CRISTALOGRAFIA

QUÍMICA GERAL 2

PESQUISA QUÍMICA 1

QUÍMICA GERAL 2

ELETROQUÍMICA

FÍSICO-QUÍMICA 2

FÍSICO-QUÍMICA EXPERIMENTAL

FÍSICO-QUÍMICA 2

QUÍMICA ANALÍTICA INSTRUMENTAL

QUÍMICA ANALÍTICA 2

PESQUISA QUÍMICA 2

PESQUISA QUÍMICA 1

QUÍMICA ORGÂNICA 4

QUÍMICA ORGÂNICA 3

INGLES INSTRUMENTAL 2

INGLES INSTRUMENTAL 1

METODOS DE ISOLAMENTO E PURIFICAÇÃO DE

QUÍMICA ORGÂNICA 3

COMPOSTOS ORGÂNICOS
MÉTODOS DE IDENTIFICAÇÃO DE COMPOSTOS

QUÍMICA ORGÂNICA 3

ORGÂNICOS
INTRODUÇÃO À QUÍMICA QUÂNTICA

CÁLCULO 2

QUÍMICA DE ALIMENTOS

BIOQUÍMICA GERAL

PURIFICAÇÃO DE PROTEÍNAS

BIOQUÍMICA GERAL

BIOQUÍMICA DE NUTRIÇÃO ANIMAL

BIOQUÍMICA GERAL

BIOTECNOLOGIA

BIOQUÍMICA GERAL

ESTATÍSTICA

CÁLCULO 1

43

11. EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE QUÍMICA BACHARELADO

PRIMEIRO PERÍODO

Código

Nome

Carga Horária
Semanal

Carga Horária
Semestral

Período

QUIB001

Química Geral 1

4h

60h

1º

X

Disciplina obrigatória

Disciplina Eletiva

TIPO DA DISCIPLINA
X

Teórica

Prática

EMENTA
Estrutura atômica. Classificação periódica dos elementos. Ligações químicas. Estequiometria.
Gases e Soluções.
BIBLIOGRAFIAS BÁSICAS
KOTZ, J. C.; TREICHEL, P. M.; WEAVER, G. C.; Química Geral e reações químicas. Ed. 6,Volumes
1 e 2, CENGAGE Learning, Ano 2010.
BRADY, J. E; HUMISTON, G. E. Química Geral. Volumes 1 e 2, Rio de Janeiro : LTC, 1996.
ATKINS, P.; JONES, L. Princípios de Química: questionando a vida moderna e o meio ambiente,
Ed.5. Bookman, 2011.
BROWN, T.; LEMAY JR., H.E.; BURSTEN, B.: Química: a ciência central, Ed. 9, Pearson Prentice
Hall, Ano 2005.
BIBLIOGRAFIAS COMPLEMENTARES
RUSSELL, J. W., BROTTO, M. E. Química Geral. Ed. 2, Volumes 1 e 2, Makron Books, Ano 1994.
MAHAN, B. M.; MYERS, R. J. Química - Um Curso Universitário. Ed. 4, Edgard Blücher, Ano 1995.
CHANG, R., Química geral: conceitos essenciais, Ed. 4, McGraw-Hill, Ano 2006.
RUIZ, G. A., GUERRERO, C. J. A., Química, Ed. 1, Prentice-Hall, Ano 2002. 5- MAIA, D. J., BIANCHI,
J. C. A., Química geral: fundamentos, Ed.1, Pearson Prentice Hall, Ano 2007.

44

Código

Nome

Carga Horária
Semanal

Carga Horária
Semestral

Período

QUIB002

Química Experimental

4h

80

1º

X

Disciplina obrigatória

Disciplina Eletiva

TIPO DA DISCIPLINA
Teórica

X

Prática

EMENTA
Técnicas básicas em laboratório de química. Substâncias puras e misturas. Separação de misturas.
Purificação de substâncias químicas. Solubilidade. Soluções. Estequiometria. Termoquímica.
Cinética química. Indicadores ácido-base. Titulometria. Equilíbrio químico.
BIBLIOGRAFIAS BÁSICAS
KOTZ, J. C.; TREICHEL, P. M.; WEAVER, G. C.; Química Geral e reações químicas. Ed. 6,Volumes
1 e 2, CENGAGE Learning, Ano 2010.
BRADY, J. E; HUMISTON, G. E. Química Geral. Volumes 1 e 2, Rio de Janeiro : LTC, 1996.
ATKINS, P.; JONES, L. Princípios de Química: questionando a vida moderna e o meio ambiente,
Ed.5. Bookman, 2011.
BROWN, T.; LEMAY JR., H.E.; BURSTEN, B.: Química: a ciência central, Ed. 9, Pearson Prentice
Hall, Ano 2005.
BIBLIOGRAFIAS COMPLEMENTARES
RUSSELL, J. W., BROTTO, M. E. Química Geral. Ed. 2, Volumes 1 e 2, Makron Books, Ano 1994.
MAHAN, B. M.; MYERS, R. J. Química - Um Curso Universitário. Ed. 4, Edgard Blücher, Ano 1995.
CHANG, R., Química geral: conceitos essenciais, Ed. 4, McGraw-Hill, Ano 2006.
RUIZ, G. A., GUERRERO, C. J. A., Química, Ed. 1, Prentice-Hall, Ano 2002. 5- MAIA, D. J.,
BIANCHI, J. C. A., Química geral: fundamentos, Ed.1, Pearson Prentice Hall, Ano 2007.

45

Código
QUIB003

X

Nome
Fundamentos de Matemática 1

Disciplina obrigatória

Carga Horária
Semanal

Carga Horária
Semestral

Período

4h

80 h

1°

Disciplina Eletiva

TIPO DA DISCIPLINA
X

Teórica

Prática

EMENTA
Revisão e discussão dos principais tópicos de matemática elementar do ensino fundamental e médio,
com a finalidade de preparar o aluno calouro para a sistemática de ensino e aprendizagem de
matemática em nível superior.
Números Reais e Operações Elementares, Conjuntos Numéricos, Intervalos,Funções: conceituação,
zeros, gráficos, monotonicidade. Funções elementares: linear,afim, quadrática, modular. Funções
diretas e inversas. Funções exponenciais e logarítmicas. Noção intuitiva de Limites e Derivadas.
BIBLIOGRAFIAS BÁSICAS
DOLCE, O., POMPEU, J. N., Fundamentos de matemática elementar, Ed.6, Atual, Ano 2005.
IEZZI, G., Fundamentos de matemática elementar, Ed. 7, Atual, Ano 2004.
IEZZI, G., DOLCE, O., MURAKAMI, C., Fundamentos de matemática elementar, Ed. 9, Atual, Ano
2004.

BIBLIOGRAFIAS COMPLEMENTARES
IEZZI, G., HAZZAN, S.Fundamentos de matemática elementar, Ed. 7, Atual, Ano 2004.
IEZZI, G.; MURAKAMI, C., MACHADO, N. J., Fundamentos de Matemática Elementar, Ed.6,
Atual.2005.
IEZZI, G., Fundamentos de Matemática Elementar, Ed.8, Atual.2004.
IEZZI, G., HAZZAN, S.Fundamentos de matemática elementar, Ed. 7, Atual, Ano 2004.

46

Código

QUIB004

X

Nome

Carga Horária
Semanal

Carga Horária
Semestral

Período

Organização do Trabalho
Acadêmico

4h

60

1º

Disciplina obrigatória

Disciplina Eletiva

TIPO DA DISCIPLINA
X

Teórica

Prática

EMENTA
As Ciências e o Conhecimento Científico: sua natureza e o modo de construção nas Ciências
Humanas e Sociais. Diferentes formas de conhecimento da realidade. A construção do
conhecimento científico e a pesquisa em educação. Aspectos técnicos do trabalho científico.
Diretrizes para a leitura, análise e interpretação de textos.
BIBLIOGRAFIAS BÁSICAS
ALVES – MAZOTTI, A. J.; GWANDSZNAJDER, F. O método nas Ciências naturais e sociais:
pesquisa quantitativa e qualitativa. São Paulo: Pioneira, 1998.
BRANDÃO, Z. (org.) A crise dos paradigmas e educação. São Paulo: Cortez, 1994
CARVALHO, M. C. M. de (Org.) Construindo o Saber: metodologia científica: fundamentos e
técnicas. Campinas/SP: Papirus, 2006.
BIBLIOGRAFIAS COMPLEMENTARES
LAVILLE, C. e DIONNE, J. Construção do Saber: manual de metodologia da pesquisa em ciências
humanas. Porto Alegre: Editora Artes Médicas Sul Ltda; Belo Horizonte: Editora UFMG, 1999.
TRIVIÑOS, A. N. S. Introdução à pesquisa em ciências sociais: a pesquisa qualitativa em educação.
São Paulo: Atlas, 1987.
RAMPAZZO, L. Metodologia Científica. São Paulo: Loyola, 2005.
Artigos em periódicos

47

SEGUNDO PERÍODO

Código

Nome

Carga Horária
Semanal

Carga Horária
Semestral

Período

QUIB006

Química Geral 2

4h

60h

2º

X

Disciplina obrigatória

Disciplina Eletiva

TIPO DA DISCIPLINA
X

Teórica

Prática

PRÉ-REQUISITOS
Química geral 1
EMENTA
Termoquímica. Cinética Química. Equilíbrio Químico. Equilíbrio ácido-base em solução aquosa.
Solubilidade e equilíbrio de íons complexos. Eletroquímica.
BIBLIOGRAFIAS BÁSICAS
KOTZ, J. C.; TREICHEL, P. M.; WEAVER, G. C.; Química Geral e reações químicas. Ed. 6,Volumes
1 e 2, CENGAGE Learning, Ano 2010.
BRADY, J. E; HUMISTON, G. E. Química Geral. Volumes 1 e 2, Rio de Janeiro : LTC, 1996.
ATKINS, P.; JONES, L... Princípios de Química: questionando a vida moderna e o meio ambiente,
Ed.5. Bookman, 2011.
BROWN, T.; LEMAY JR., H.E.; BURSTEN, B.: Química: a ciência central, Ed. 9, Pearson Prentice
Hall, Ano 2005.
BIBLIOGRAFIAS COMPLEMENTARES
RUSSELL, J. W., BROTTO, M. E. Química Geral. Ed. 2, Volumes 1 e 2, Makron Books, Ano 1994.
MAHAN, B. M.; MYERS, R. J. Química - Um Curso Universitário. Ed. 4, Edgard Blücher, Ano 1995.
CHANG, R., Química geral: conceitos essenciais, Ed. 4, McGraw-Hill, Ano 2006.
RUIZ, G. A., GUERRERO, C. J. A., Química, Ed. 1, Prentice-Hall, Ano 2002. 5- MAIA, D. J.,
BIANCHI, J. C. A., Química geral: fundamentos, Ed.1, Pearson Prentice Hall, Ano 2007.

48

Código

Nome

Carga Horária
Semanal

Carga Horária
Semestral

Período

QUIB007

História Das Ciências

2

40

2º

X

Disciplina obrigatória

Disciplina Eletiva

TIPO DA DISCIPLINA
X

Teórica

Prática

PRÉ-REQUISITOS
Química Geral 1
EMENTA
O Homem e a natureza. Desenvolvimento da Metalurgia. Grécia e seus filósofos. Surgimento e
Desenvolvimento da Alquimia. Origem da Ciência Moderna. Desenvolvimento da Química Moderna.
As grandes áreas da Química Moderna. Aplicações Variadas na Vida Moderna.
.
BIBLIOGRAFIAS BÁSICAS
BENSAUDE-VINCENT, B. e STENGERS, I. História da Química, Instituto Piaget, Lisboa, 1992
VANIN, J. A. Alquimistas e Químicos - O Passado, o Presente e o Futuro, Moderna, São Paulo,
1994.
GOLDFARB, A. M. A. - Da Alquimia à Química, 2aed., Landy, São Paulo, 2001.

BIBLIOGRAFIAS COMPLEMENTARES
CHASSOT, A. I. A Ciência Através dos Tempos. Moderna, São Paulo ,1994.
BRYSON, Bill. Breve história de quase tudo: do big-bang ao homo sapiens. São Paulo Companhia
das Letras, 2003. 541p. ISBN 8535907246 : (Broch.).
KUHN, Thomas S. A estrutura das revoluções científicas. 9. ed. Perspectiva, 2006.. 260 p. (Debates
; 115).
Artigos de Revistas científica

49

Código

Nome

Carga Horária
Semanal

Carga Horária
Semestral

Período

QUIB008

Cálculo 1

4h

80h

2°

X

Disciplina obrigatória

Disciplina Eletiva

TIPO DA DISCIPLINA
X

Teórica

Prática

PRÉ-REQUISITOS
Fundamentos de Matemática 1
EMENTA
Limites de funções e de seqüências: conceituação intuitiva. Noção elementar de limites através de
epsilons e deltas. Continuidade de funções reais de uma variável. Derivadas e aplicações. Máximos
e mínimos. Fórmula de Taylor e aproximação de funções. Métodos de Newton para o cálculo de
raízes e de máximos e mínimos.
BIBLIOGRAFIAS BÁSICAS
ÁVILA, G., Cálculo 1: Funções de uma Variável, Ed. 7, LTC, 2003.
GUIDORIZZI, H. L., Um curso de cálculo, Ed. 5, LTC, 2001.
STEWART, J. Cálculo, Volume l, James, Ed. 6a, CENGAGE, 2008.
BIBLIOGRAFIAS COMPLEMENTARES
LEITHOLD, L., O cálculo com geometria analítica, Ed. 3, Harbra, 1994.
SWOKOWSKI, E.W., Cálculo com Geometria Analítica, Ed. 2, Makron Books, 1995.
SIMMONS, G. F., Cálculo com geometria analítica, Pearson Makron Books, 1987.
HOFFMANN, L. D., Cálculo: um curso moderno e suas aplicações, Ed. 9, LTC, 2002.
BUSSAB, W. de O., HAZZAN, S., Cálculo: funções de uma e várias variáveis, Ed. 2, Saraiva, 2010.
BOULOS, P., Cálculo diferencial e integral, Pearson Makron Books, 1999.

50

Código

Nome

Carga Horária
Semanal

Carga Horária
Semestral

Período

QUIB009

Geometria Analítica

4h

80h

2°

X

Disciplina obrigatória

Disciplina Eletiva

TIPO DA DISCIPLINA
X

Teórica

Prática

PRÉ-REQUISITOS
Fundamentos de Matemática 1
EMENTA
Noções sobre matrizes e sistemas lineares. Vetores. Produtos: escalar, vetorial e misto. Retas e
planos. Geometrias cônicas, quádricas e superfícies.
BIBLIOGRAFIAS BÁSICAS
BOULOS, P., CAMARGO, I. de., Geometria analítica: um tratamento vetorial, Ed.3, McGraw-Hill,
2005
REIS, G. L. dos, SILVA, V. V. da, Geometria analítica, Ed. 2, LTC, 1996.
STEINBRUCH, A., WINTERLE, P., Geometria analítica, Makron Books, 1987.

BIBLIOGRAFIAS COMPLEMENTARES
SWOKOWSKI, E.W. Cálculo com Geometria Analítica , São Paulo: Editora Makron Books, 1986
WINTERLE, P., Vetores e geometria analítica, Makron Books, 2000.
SEBASTIANI, M., Introdução a geometria analítica complexa, Ed. 2, IMPA, 2010.
CONDE, A., Geometria analítica, Atlas, 2004.
LIMA, E.L., CARVALHO, P.C.P., Coordenadas no plano com as soluções dos exercício: geometria
analítica, vetores e transformações geométricas, Ed. 4, SBM, 2002.
MURDOCH, D.C., Geometria analítica: com uma introdução ao cálculo vetorial e matrizes, Ed. 2,
LTC,1980.
LEITHOLD, L., O cálculo com geometria analítica, Ed. 3, Harbra, 1994.

51

TERCEIRO PERÍODO

Código

Nome

Carga Horária
Semanal

Carga Horária
Semestral

Período

QUIB012

Química Orgânica 1

7h

120h

3º

X

Disciplina obrigatória

Disciplina Eletiva

TIPO DA DISCIPLINA
X

Teórica

X

Prática

PRÉ-REQUISITOS
Química Geral 2
EMENTA
Estrutura molecular e ligações químicas; compostos representativos de carbono : grupos funcionais
e forças intermoleculares; introdução as reações orgânicas e seus mecanismos : ácidos e bases;
nomenclatura e análise conformacional dos alcanos e cicloalcanos; estereoquímica; Reações de
substituição nucleofílica (SN1 e SN2) e de eliminação (E1 e E2).
BIBLIOGRAFIAS BÁSICAS
SOLOMOS, T. W. G.; FRYHLE, C. B. Química Orgânica. 10a ed., Rio de Janeiro: LTC, v. 1, 2012.
McMURRY, J. Química Orgânica. 7a ed., São Paulo: Cengage Learning, v. 1, 2011.
BRUICE, P. Y. Química Orgânica.4a ed., São Paulo: Pearson Prentice Hall, v. 1, 2004.
BIBLIOGRAFIAS COMPLEMENTARES
VOLLHARD, K. C., SCHORE, N. E., Química Orgânica: Estrutura e função. Vol. Único. Ed. 1,
Bookman, 2004.
de SOUZA, M. V. N., Estudo da síntese orgânica baseado nas substâncias bioativas. Vol. Único. Ed.
1, Átomo, 2010.
ALLINGER, N. L., Química Orgânica. Ed. 2, Vol. único. LTC, 1976.
CAREY, F. A., SUNDBERG, R. J. Advanced Organic Chemistry, Ed. 5, Editora Springer-Verlag, 2007.
MARCH, J., Advanced Organic Chemistry: reaction, mechanisms and structure, Ed. 4, John Wiley &
Sons. 1992.
CLAYDEN, J., GREEVES, N., WARREN, S., Organic Chemistry, 2000.

52

Código

Nome

Carga Horária
Semanal

Carga Horária
Semestral

Período

QUIB013

Química Inorgânica 1

6

80

3º

X

Disciplina obrigatória

Disciplina Eletiva

TIPO DA DISCIPLINA
X

Teórica

Prática

PRÉ-REQUISITOS
Química Geral 2
EMENTA
Estrutura Eletrônica dos Átomos. Modelos Atômicos de Bohr e Ondulatório. Princípios de Mecânica
Quântica. Tabela Periódica e Propriedades Gerais dos Elementos. Estrutura Molecular e Ligações
químicas. Química Sistemática dos Elementos Representativos e de Alguns Metais de Transição.
BIBLIOGRAFIAS BÁSICAS
SHRIVER, D. F., ATKINS P. W., Química Inorgânica, 4o Ed., Editora Bookman, Ano 2008.
BURROWS, A., HOLMAN, J., PARSONS, A., PILLING, G., PRICE, G., QUIMICA, Introdução à
Química Inorgânica, Orgânica e Físico-Química, Vol. 1, Ed. 1o, Editora LTC, Ano 2012.
LEE, J. D., Química Inorgânica não tão concisa 5o Ed., , Editora Edgard Blucher Ltda, Ano 1999.
SMART, L.E., Solid State Chemistry, Taylor & Francis USA, Ed. 4, Ano 2011.
ATKINS, P., JONES, L., Princípios de Química - Questionando a Vida Moderna e o Meio Ambiente,
Ed. 5, Bookman, Ano 2011.
BIBLIOGRAFIAS COMPLEMENTARES
HOUSECROFT, C.E., SHARPE, A.G., Inorganic Chemistry, Prentice Hall, 4 Ed. 2012.
COTTON, F. A. e WILKINSON, G., Advanced Inorganic Chemistry, Ed. 6a, Interscience, ANO 2006.
HUHEEY, J. E., KEITER, E. A., KEITER, R. L., Inorganic chemistry: Principles of Structure and
Reactivity, 4th ed., Harper Collins Colleges, 2008.
MIESSLER, G. L., TARR, DONALD A., Inorganic Chemistry, PRENTICE HALL, 5o Ed., ANO 2010.
MULLER, U., Inorganic Structural Chemistry, Ed. 2, John Wiley Professional, 2006.
ZHOU, G.-D., LI, W.-K., MAK, T., Advanced Structural Inorganic Chemistry, Ed. 1, Oxford University
Press, ANO 2007.
SHARPE, A., Química Inorgánica, Ed. 1, Reverte, Ano 2008.
MAHAN, B.H. Química um Curso Universitário, ED. 4o Editora Edgard Blucher Ltda., 1995.

53

Código

Nome

Carga Horária
Semanal

Carga Horária
Semestral

Período

QUIB014

Cálculo 2

4h

80h

3°

X

Disciplina obrigatória

Disciplina Eletiva

TIPO DA DISCIPLINA
X

Teórica

Prática

PRÉ-REQUISITOS
Cálculo 1
EMENTA
Integração de funções reais de uma variável. Métodos de integração. Integração aproximada. Regras
dos trapézios, de Simpson e generalizadas. Aplicações da integral: Comprimento de arco, Áreas e
Volumes. Coordenadas Polares.
BIBLIOGRAFIAS BÁSICAS
GUIDORIZZI, H. L., Um curso de cálculo, Ed. 5, LTC, 2001.
STEWART, J. Cálculo, Volume 2, James, Ed. 5a, CENGAGE, 2008.
HOFFMANN, L. D., Cálculo: um curso moderno e suas aplicações, Ed. 9, LTC, 2002.
BIBLIOGRAFIAS COMPLEMENTARES
LEITHOLD, L., O cálculo com geometria analítica, Ed. 3, Harbra, 1994.
SWOKOWSKI, E.W., Cálculo com Geometria Analítica, Ed. 2, Makron Books, 1995.
SIMMONS, G. F., Cálculo com geometria analítica, Pearson Makron Books, 1987.
GONÇALVES, M. B., FLEMMING, D. M., Cálculo A: funções, limite, derivação e integração, Ed. 6,
Prentice Hall, 2006.
BUSSAB, W. de O., HAZZAN, S., Cálculo: funções de uma e várias variáveis, Ed. 2, Saraiva, 2010.
BOULOS, P., Cálculo diferencial e integral, Pearson Makron Books, 1999.

54

Código

Nome

Carga Horária
Semanal

Carga Horária
Semestral

Período

QUIB015

Álgebra Linear

4h

80h

3º

PRÉ-REQUISITOS
GEOMETRIA ANALÍTICA
EMENTA
Matrizes. Métodos de eliminação de Gauss para sistemas lineares. Espaços Vetoriais. Subespaços.
Bases. Somas diretas. Introdução à programação linear. Transformações lineares. Matrizes de
transformações lineares. Núcleo e imagem. Auto-valores e auto-vetores. Diagonalização. Espaços
com produto interno. Bases ortonormais. Projeções ortogonais. Movimentos rígidos. Métodos dos
mínimos quadrados.
BIBLIOGRAFIAS BÁSICAS
CALLIOLI,C.A. ; DOMINGUES H.H. ; COSTA R.C.F. Álgebra Linear e Aplicações. Editora Atual,
1990.
STEINBRUCHJ, A.; WINTERLE, P. Introdução à Álgebra Linear, Makron Books, 1990.
STEINBRUCHJ, A.; WINTERLE, P. Álgebra Linear, Pearson Makron Books, 1987.

BIBLIOGRAFIAS COMPLEMENTARES
SILVA, A. C. M. da, FERNANDES, A. P. L. M., Introdução à Álgebra Linear, EDUFAL, 2011.
KOLMAN, B., HILL, D.R., Introdução à álgebra linear com aplicações, LTC, 2006.
LAWSON, T., Álgebra linear, Edgard Blucher, 1997.
LIPSCHUTZ, S., LIPSON, M.,Teoria e problemas de álgebra linear, Ed. 3, Bookman, 2004.
LIPSCHUTZ, S., LIPSON, M., Schaum`s easy outlines: linear algebra, Ed. 3, 2002.

55

QUARTO PERÍODO
Código

Nome

QUIB016

Química Orgânica 2

X

Disciplina obrigatória

Carga Horária
Semanal

Carga Horária
Semestral

Período

6

100

4º

Disciplina Eletiva

TIPO DA DISCIPLINA
Teórica

X

Prática

PRÉ-REQUISITOS
Química Orgânica 1
EMENTA
Alquenos e alquinos I : propriedades e sínteses; alquenos e alquinos II : reações de adição; reações
radicalares; álcoois e éteres : propriedades e sínteses; álcoois a partir de compostos carbonílicos:
reação de oxidação-redução e compostos organometálicos; sistemas insaturados conjugados;
compostos aromáticos : aromaticidade e reação de substituição eletrofílica aromática.

BIBLIOGRAFIAS BÁSICAS
SOLOMONS, T. W. G.; FRYHLE, C. B. Química Orgânica. 10a ed., Rio de Janeiro: LTC, v. 1 e 2,
2012.
McMurry, J. Química Orgânica. 7a ed., São Paulo: Cengage Learning, v. 1, 2011.
BRUICE, P. Y. Química Orgânica.4a ed., São Paulo: Pearson Prentice Hall, v. 1 e 2, 2004.
BIBLIOGRAFIAS COMPLEMENTARES
VOLLHARD, K. C., SCHORE, N. E., Química Orgânica: Estrutura e função. Vol. Único. Ed. 1,
Bookman, 2004.
de SOUZA, M. V. N., Estudo da síntese orgânica baseado nas substâncias bioativas. Vol. Único. Ed.
1, Átomo, 2010.
de SOUZA, M. V. N., Estudo da síntese orgânica baseado nas substâncias bioativas. Vol. Único. Ed.
1, Átomo, 2010.
ALLINGER, N. L., Química Orgânica. Ed. 2, Vol. único. LTC, 1976.
CAREY, F. A., SUNDBERG, R. J. Advanced Organic Chemistry, Ed. 5, Editora Springer-Verlag,
2007.
MARCH, J., Advanced Organic Chemistry: reaction, mechanisms and structure, Ed. 4, John Wiley &
Sons. 1992.
CLAYDEN, J., GREEVES, N., WARREN, S., Organic Chemistry, 2000.

56

Código

Nome

Carga Horária
Semanal

Carga Horária
Semestral

Período

QUIB017

Química Inorgânica 2

6

100

4º

X

Disciplina obrigatória

Disciplina Eletiva

TIPO DA DISCIPLINA
X

Teórica

Prática

PRÉ-REQUISITOS
Química Inorgânica 1
EMENTA
Compostos de coordenação: nomenclatura, propriedades gerais e particulares. Teoria de Ligação de
Complexos. Química dos elementos dos blocos d e f da tabela periódica.
BIBLIOGRAFIAS BÁSICAS
BRITO, M. A. de Química Inorgânica - Compostos de Coordenação, Ed. 1, EDIFURB, ANO 2007.
FARIAS, R. F. de, Química de Coordenação - Fundamentos e Atualidades, Ed. 2, ATOMO, ANO
2009.
SHRIVER, D. F., ATKINS P. W., Química Inorgânica, Porto Alegre: Editora Bookman, 4o Ed., ano
2008.
BIBLIOGRAFIAS COMPLEMENTARES
HUHEEY, J. E., KEITER, E. A., KEITER, R. L., Inorganic chemistry: Principles of Structure and
Reactivity, 4th ed., Harper Collins Colleges, 2008.
COTTON, F. A. e WILKINSON, G., Advanced Inorganic Chemistry, Ed. 6ª, Interscience, ANO 2006.
Spessard, G. O., Miessler, G. L., Organometallic Chemistry, Ed. 2, Oxford USA Professional, ANO
2009.
Crabtree, R. H., The Organometallic Chemistry of the Transition Metals, Ed. 5, John Wiley
Professional, ano 2009.
Artigos de Revistas científicas: Inorg. Chem. Acta; J. Chem. Ed.; Inorg. Chem.; Organometallics, etc.

57

X

Código

Nome

Carga Horária
Semanal

Carga Horária
Semestral

Período

QUIB018

Química, Meio Ambiente e
Educação

4h

60h

4º

Disciplina obrigatória

Disciplina Eletiva

TIPO DA DISCIPLINA
X

Teórica

Prática

PRÉ-REQUISITOS
Química Geral 2
EMENTA
Estudo dos Ecossistemas. Ciclos Biogeoquímicos na natureza. Química Atmosfera. Química
Aquática. Fontes de Energia Química da Produção de Alimentos. Tratamento de resíduos. Educação
Ambiental histórico, concepção, objetivos e finalidades. Prática da Educação Ambiental nos
contextos educacional (formal e informal) e social (grupos de trabalho organizados pela sociedade).
BIBLIOGRAFIAS BÁSICAS
BAIRD, C.; CANN, M. Química Ambiental. 4ª edição, Bookman, 2011.
ROCHA, J. C.; CARDOSO, A. A.; ROSA, A. H. Introdução a Química Ambiental, 2ª edição, Editora
Artmed, 2010.
SPIRO, T.G.; STIGLIANI, W.M. Química ambiental. 2a ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall,
2009. 334p.
BIBLIOGRAFIAS COMPLEMENTARES
FEEMA. Vocabulário Básico de Meio Ambiente. Rio de Janeiro, Serviço de Comunicação Social da
Petrobrás. 1991.
SAWYER, Clair N; MCCARTY, Perry L; PARKIN, Gene F. Chemistry for environmental engineering
and science. 5th ed. New Delhi: McGraw-Hill, c2003. 752 p. (The McGraw-Hill eries in civil and
environmental engineering.Water resources and environmental engineering) ISBN 0070532443 :
(Enc.)
ANTUNES, Paulo de Bessa. Dano ambiental: uma abordagem conceitual. Rio de Janeiro: Lumen
Juris, 2002 329 p ISBN 8573870966 : (Broch.)
MACHADO, Paulo Affonso Leme. Direito ambiental brasileiro. 21. ed. São Paulo: Malheiros, 2013.
1311 p. ISBN 9788539201556: (broch.).
BRASIL, Anna Maria; SANTOS, Fátima. Equilíbrio ambiental & resíduos na sociedade moderna.
São Paulo: FAART, c2007. 255 p. ISBN 9788598847061 (broch.).

58

Código

Nome

Carga Horária
Semanal

Carga Horária
Semestral

Período

QUIB019

Física 1

4h

80h

4°

X

Disciplina obrigatória

Disciplina Eletiva

TIPO DA DISCIPLINA
X

Teórica

Prática

PRÉ-REQUISITOS
Cálculo 2
EMENTA
Grandezas físicas; Vetores; Cinemática em uma, duas dimensões; dinâmica; trabalho e energia;
dinâmica de um sistema de partículas; cinemática e dinâmica da rotação.

BIBLIOGRAFIAS BÁSICAS
HALLIDAY, D.; RESNICK, R. e WALKER, J. Fundamentos de Física, Ed. 8, LTC, 2009.
TIPLER, P. A., MOSCA, G., Física para Cientistas e Engenheiros, Ed. 6, LTC, 2009.
YONG, H. D., FREEDMAN, R. A., Física, Ed. 12, Pearson Education, 2008.
BIBLIOGRAFIAS COMPLEMENTARES
NUSSENZVEIG, H. M., Curso de física básica, Ed. 4, Edgard Blücher, 2002.
TIPLER, P. A., Física, Ed. 4, Guanabara Dois, 2000.
ALONSO, F., FINN, E. J., Física: um curso universitário, Editora Edgard Blücher, 1972.
CARUSO, F., OGURI, V., Física moderna: exercícios resolvidos, Elsevier, 2009.
HAZEN, R. M., Física viva: uma introdução à física conceitual, LTC, 2006.
KELLER, F. J., Física, Makron Books, 1999.

59

Código

Nome

Carga Horária
Semanal

Carga Horária
Semestral

Período

QUIB020

Cálculo 3

4h

80h

4°

X

Disciplina obrigatória

Disciplina Eletiva

TIPO DA DISCIPLINA
X

Teórica

Prática

PRÉ-REQUISITOS
Cálculo 2
EMENTA
Funções Vetoriais, Curvas Parametrizadas, Comprimento de Arco, Curvatura e Torção e Triedro de
Frenet, Limite e Continuidade, Derivadas Parciais, Aplicações Diferenciáveis, Matriz Jacobiana,
Derivadas Direcionais, Gradiente, Regra da Cadeia, Teorema da Função Inversa e Implícita.

BIBLIOGRAFIAS BÁSICAS
GUIDORIZZI, H. L., Um curso de cálculo, Ed. 5, LTC, 2001.
STEWART, J. Cálculo, Volume 2, James, Ed. 5a, CENGAGE, 2008.
HOFFMANN, L. D., Cálculo: um curso moderno e suas aplicações, Ed. 9, LTC, 2002.
BIBLIOGRAFIAS COMPLEMENTARES
LEITHOLD, L., O cálculo com geometria analítica, Ed. 3, Harbra, 1994.
SWOKOWSKI, E.W., Cálculo com Geometria Analítica, Ed. 2, Makron Books, 1995.
SIMMONS, G. F., Cálculo com geometria analítica, Pearson Makron Books, 1987.
GONÇALVES, M. B., FLEMMING, D. M., Cálculo A: funções, limite, derivação e integração, Ed. 6,
Prentice Hall, 2006.
BUSSAB, W. de O., HAZZAN, S., Cálculo: funções de uma e várias variáveis, Ed. 2, Saraiva, 2010.
BOULOS, P., Cálculo diferencial e integral, Pearson Makron Books, 1999.

60

QUINTO PERÍODO
Código

Nome

Carga Horária
Semanal

Carga Horária
Semestral

Período

QUIB025

Química Analítica 1

7h

120h

5°

X

Disciplina obrigatória

Disciplina Eletiva

TIPO DA DISCIPLINA
X

Teórica

X

Prática

PRÉ-REQUISITOS
Química Inorgânica 2
EMENTA
Considerações gerais sobre a química analítica qualitativa. Técnicas e operações indispensáveis na
preparação de soluções. Equilíbrios químicos ácido-base, precipitação, óxido-redução e
complexação. Execução de experimentos envolvendo a aplicabilidade dos conceitos teóricos
básicos.
BIBLIOGRAFIAS BÁSICAS
SKOOG, D. A; WEST, M. W.; HOLLER, F. J.; CROUCH, S. R. Fundamentos de Química Analítica,
Tradução da 8ª edição norte americana, Thomson, São Paulo, 2006.
VOGEL, A. I. Análise Química Quantitativa, 5ª ed., LTC, Rio de Janeiro, 2002.
HARRIS, D. C. Análise Química Quantitativa, 7ª ed., LTC, Rio de Janeiro, 2008.
BIBLIOGRAFIAS COMPLEMENTARES
BACCAN, N.; GODINHO, O. E. S.; ALEIXO, L. M.; STEIN, E. Introdução à Semi-microanálise
Qualitativa, 4 a Ed. Campinas : Ed. da UNICAMP, 1991.
CHRISTIAN, G. D.. Analytical Chemistry, John Wiley & Sons, INC, 6a Ed. 1994.
OHLWEILER, O. A . Química Analítica Quantitativa -Volume 1, LTC, Editora S. A, Rio de Janeiro,
1982.
KING J., Análise Qualitativa: Reações, Separações e Experiências 1a Ed, Rio de Janeiro: Ed.
Interamericana, 1981.
ALEXÉEV, Análise Qualitativa, Lopes da Silva Editora, Porto (1982).

61

Código

Nome

Carga Horária
Semanal

Carga Horária
Semestral

Período

QUIB026

Química Inorgânica Experimental

4

60

5º

X

Disciplina obrigatória

Disciplina Eletiva

TIPO DA DISCIPLINA
Teórica

X

Prática

PRÉ-REQUISITOS
Química Inorgânica 2
EMENTA
Noções de segurança em laboratório. Conceitos fundamentais envolvidos em reações químicas:
reatividade de espécies envolvidas, equilíbrio químico, estequiometria, oxi-redução, rendimento de
reação, cinética química e catálise. Síntese de compostos inorgânicos e complexos de metais de
transição. Reatividade de compostos de coordenação. Cromatografia de troca iônica. Produção de
H2 e reatividade de metais. Preparação de complexos de metais de transição ilustrando a teoria do
campo cristalino (efeito do ligante, número de coordenação e cor). Cinética de substituição de
ligantes em complexos de metais de transição ou em compostos organometálicos.

BIBLIOGRAFIAS BÁSICAS
COTTON, F. A. e WILKINSON, G., Advanced Inorganic Chemistry, Ed. 6a, Interscience, ANO 2006.
GREENWOOD, N. N., EARNSHAW, A., Chemistry of the Elements, Ed. 2, Butterworth-Heineman,
Ano 1997.
OLIVEIRA, G. M. de, Simetria de Moléculas e Cristais Fundamentos da Espectroscopia Vibracional,
Ed. 1, Bookman Companhia Ed, Ano 2009.
VAITSMAN, D. S., DUTRA, P. B., Para que servem os elementos químicos, Interciencia, Ano 2001.
VOGEL, A. I. Análise Inorgânica Quantitativa. 4a. ed. Guanabara Dois, RJ. 1981.
BIBLIOGRAFIAS COMPLEMENTARES
SHRIVER, D. F., ATKINS P. W., Química Inorgânica, Porto Alegre: Editora Bookman, 4º Ed., ano
2008.
HOUSECROFT, C.E., SHARPE, A.G., Inorganic Chemistry, Prentice Hall, 4 Ed. 2012.
NAKAMOTO, K., Infrared and Raman Spectra of Inorganic and Coordination Compounds, Theory
and Applications in Inorganic Chemistry, Volume 1, John Wiley Professional, Ed. 6, Ano 2009.
NAKAMOTO, K., Infrared and Raman Spectra of Inorganic and Coordination Compounds, Theory
and Applications in Inorganic Chemistry, Volume 2, John Wiley Professional, Ed. 6, Ano 2009.
SOLOMON, E.I., LEVER, A. B. P., Inorganic Electronic Structure and Spectroscopy, Volume 1, John
Wiley Professional, Ed. 1, Ano 2006.
SOLOMON, E.I., LEVER, A. B. P., Inorganic Electronic Structure and Spectroscopy, Volume 2, John
Wiley Professional, Ed. 1, Ano 2006.
FLACH, S. E., Introducão a química inorgânica experimental, Ed. 2, UFSC, Ano 1990.
Artigos de Revistas científicas: Inorg. Chem. Acta; J. Chem. Ed.; Inorg. Chem.; Organometallics, etc..

62

Código

Nome

Carga Horária
Semanal

Carga Horária
Semestral

Período

QUIB027

Química Orgânica 3

7h

120h

5º

X

Disciplina obrigatória

Disciplina Eletiva

TIPO DA DISCIPLINA
X

Teórica

X

Prática

PRÉ-REQUISITOS
Química Orgânica 2
EMENTA
Aldeídos e cetonas I : adição nucleofílica em grupos carbonílicos; aldeídos e cetonas II : enóis e
enolatos; ácidos carboxílicos e seus derivados : reações nucleofílicas em grupos acilas : adiçãoeliminação; sínteses e reações de compostos dicarbonílicos; aminas : propriedades e reações; fenóis
e haletos arílicos : reação de substituição nucleofílica aromática.

BIBLIOGRAFIAS BÁSICAS
SOLOMOS, T. W. G.; FRYHLE, C. B. Química Orgânica. 10a ed., Rio de Janeiro: LTC, v. 1 e 2,
2012.
MCMURRY, J. Química Orgânica. 1a ed., São Paulo: Cengage Learning, v. 1, 2011.
BRUICE, P. Y. Química Orgânica.4a ed., São Paulo: Pearson Prentice Hall, v. 1 e 2, 2004.
BIBLIOGRAFIAS COMPLEMENTARES
VOLLHARD, K. C., SCHORE, N. E., Química Orgânica: Estrutura e função. Vol. Único. Ed. 1,
Bookman, 2004.
de SOUZA, M. V. N., Estudo da síntese orgânica baseado nas substâncias bioativas. Vol. Único. Ed.
1, Átomo, 2010.
ALLINGER, N. L., Química Orgânica. Ed. 2, Vol. único. LTC, 1976.
CAREY, F. A., SUNDBERG, R. J. Advanced Organic Chemistry, Ed. 5, Editora Springer-Verlag,
2007.
MARCH, J., Advanced Organic Chemistry: reaction, mechanisms and structure, Ed. 4, John Wiley &
Sons. 1992.
CLAYDEN, J., GREEVES, N., WARREN, S., Organic Chemistry, 2000.

63

Código

Nome

Carga Horária
Semanal

Carga Horária
Semestral

Período

QUIB028

Física 2

4h

80h

5°

X

Disciplina obrigatória

Disciplina Eletiva

TIPO DA DISCIPLINA
X

Teórica

Prática

PRÉ-REQUISITOS
Física 1
EMENTA
Movimento oscilatórios. Termodinâmica e teoria cinética dos gases.

BIBLIOGRAFIAS BÁSICAS
HALLIDAY, D.; RESNICK, R. e WALKER, J. Fundamentos de Física, Ed. 8, LTC, 2009.
TIPLER, P. A., MOSCA, G., Física para Cientistas e Engenheiros, Ed. 6, LTC, 2009.
YONG, H. D., FREEDMAN, R. A., Física, Ed. 12, Pearson Education, 2008.
BIBLIOGRAFIAS COMPLEMENTARES
NUSSENZVEIG, H. M., Curso de física básica, Ed. 4, Edgard Blücher, 2002.
TIPLER, P. A., Física, Ed. 4, Guanabara Dois, 2000.
ALONSO, F., FINN, E. J., Física: um curso universitário, Editora Edgard Blücher, 1972.
CARUSO, F., OGURI, V., Física moderna: exercícios resolvidos, Elsevier, 2009.
HAZEN, R. M., Física viva: uma introdução à física conceitual, LTC, 2006.
KELLER, F. J., Física, Makron Books, 1999.

64

Código

Nome

Carga Horária
Semanal

Carga Horária
Semestral

Período

QUIB029

Física 1 Experimental

2h

40h

5°

X

Disciplina obrigatória

Disciplina Eletiva

TIPO DA DISCIPLINA
Teórica

X

Prática

PRÉ-REQUISITOS
Física 1
EMENTA
Teoria e experimentos envolvendo elementos da teoria de erros, traçados de curvas, formulações
de equações, conteúdos de mecânica, termodinâmica, etc.
BIBLIOGRAFIAS BÁSICAS
HALLIDAY, D.; RESNICK, R. e WALKER, J. Fundamentos de Física, Ed. 8, LTC, 2009.
TIPLER, P. A., MOSCA, G., Física para Cientistas e Engenheiros, Ed. 6, LTC, 2009.
YONG, H. D., FREEDMAN, R. A., Física, Ed. 12, Pearson Education, 2008.
BIBLIOGRAFIAS COMPLEMENTARES
NUSSENZVEIG, H. M., Curso de física básica, Ed. 4, Edgard Blücher, 2002.
TIPLER, P. A., Física, Ed. 4, Guanabara Dois, 2000.
ALONSO, F., FINN, E. J., Física: um curso universitário, Editora Edgard Blücher, 1972.
CARUSO, F., OGURI, V., Física moderna: exercícios resolvidos, Elsevier, 2009.
HAZEN, R. M., Física viva: uma introdução à física conceitual, LTC, 2006.
KELLER, F. J., Física, Makron Books, 1999.

65

SEXTO PERÍODO

Código

Nome

Carga Horária
Semanal

Carga Horária
Semestral

Período

QUIB030

Físico-química 1

4h

80h

6º

X

Disciplina obrigatória

Disciplina Eletiva

TIPO DA DISCIPLINA
X

Teórica

Prática

PRÉ-REQUISITOS
Química geral 2 e Cálculo 2
EMENTA
Sólidos, Líquidos, Gases e Vapores. Termodinâmica Química, Soluções e Equilíbrio.
BIBLIOGRAFIAS BÁSICAS
MOORE, W. J., JORDAN, I., Físico-Química – Vol. 1 e 2, Ed. 1, Edgard Blücher, 1976.
CASTELLAN, G. W. Fundamentos de Físico-Química, LTC, 1986.
ATKINS, P.W., PAULA, J. de, Fisico-Química. Vol. 1, 2 e 3, Ed. 8, LTC, 2008.
BIBLIOGRAFIAS COMPLEMENTARES
NETZ, P. A., ORTEGA, G. G., Fundamentos de físico-química, Artmed, 2002.
DICK, Y. P., SOUZA, R. F. de, Físico-química: um estudo dirigido sobre o equilíbrio entre as fases,
soluções e eletroquímica, UFRGS, 2006.
ATKINS, P. W., Physical chemistry, Oxford University Press, 1998.
BALL, D.W., Físico-Química, Vol. 1 e 2, Ed. 1, Cengage Learning 2005.
WEDLER, G., Manual de química física, Calouste Gulbenkian, 2001.

66

Código

Nome

Carga Horária
Semanal

Carga Horária
Semestral

Período

QUIB031

Química Analítica 2

7h

120h

6°

X

Disciplina obrigatória

Disciplina Eletiva

TIPO DA DISCIPLINA
X

Teórica

X

Prática

PRÉ-REQUISITOS
Química Analítica 1
EMENTA
Principais características e usos de análise gravimétrica e volumétrica. Técnicas gravimétricas e
suas aplicações. Tratamento de dados analíticos. Volumetria de Neutralização e titulações.
Volumetria de Precipitação e titulações argentimétricas. Volumetria de Óxido-Redução e titulações
envolvendo sistemas de óxido-reduçao. Volumetria de Complexação e titulações envolvendo
complexação com EDTA.
BIBLIOGRAFIAS BÁSICAS
SKOOG, D. A. WEST, D. M.; HOLLER, F. J.; CROUCH, S. R. Fundamentos de Química Analítica.
São Paulo: Pioneira, 2006.
VOGEL, A . I . Química Analítica Qualitativa, 5a Ed. São Paulo: Ed. Mestre Jou, 1981.
HARRIS, D. C. ; Análise Química Quantitativa, 7a Edição – Tradução: Carlos A. S. R. e Alcides W.
S. Guarino. Rio de Janeiro: LTC Editora, 2008.
BIBLIOGRAFIAS COMPLEMENTARES
BACCAN, N.; GODINHO, O. E. S.; ALEIXO, L. M.; STEIN, E. Introdução à Semi-microanálise
Qualitativa, 4 a Ed. Campinas : Ed. da UNICAMP, 1991.
CHRISTIAN, G. D.. Analytical Chemistry, John Wiley & Sons, INC, 6a Ed. 1994.
OHLWEILER, O. A . Química Analítica Quantitativa -Volume 1, LTC, Editora S. A, Rio de Janeiro,
1982.
KING J., Análise Qualitativa: Reações, Separações e Experiências 1a Ed, Rio de Janeiro: Ed.
Interamericana, 1981.
ALEXÉEV, Análise Qualitativa, Lopes da Silva Editora, Porto (1982).
BACCAN, N.; ANDRADE, J. C. GODINHO O . E . S ; BARONE , J . S . Química Analítica
Quantitativa Elementar”, 2a., Ed., São Paulo : Editora Edgard Blucher Ltda, 1985

67

X

Código

Nome

Carga Horária
Semanal

Carga Horária
Semestral

Período

QUIB

Bioquímica Geral

5h

100h

6°

Disciplina obrigatória

Disciplina Eletiva

TIPO DA DISCIPLINA
X

Teórica

Prática

PRÉ-REQUISITOS
Química Analítica 1 e Química Orgânica 2
EMENTA
Estrutura e propriedades das Biomoléculas: aminoácidos e proteínas, carboidratos, lipídeos, ácidos
nucleicos, Enzimas: classificação e Cinética de Michaelis-Menten, Bioenergética, Metabolismo
degradativo dos carboidratos, Cadeia transportadora de elétrons, ciclo do ácido cítrico, metabolismo
degradativo dos lipídeos, Membranas: composição química e transporte, Metabolismo degradativo
de proteínas, biossíntese de carboidratos, biossíntese de lipídeos, Biossíntese de prostaglandinas
e tromboxanas, biossíntese de proteínas, Noções sobre a regulação da expressão gênica,
classificação e biossíntese dos hormonios, mecanismos de transcrição de sinais.

BIBLIOGRAFIAS BÁSICAS
LEHNINGER, A.L.; NELSON, D.L.; COX, M. M.. Bioquímica. Ed. 5, Sarvier, 2011.
CAMPBELL, M. K., FARRELL, S., Bioquímica. Ed. 6, Artmed, 2008.
BERG, J. M., TYMOCZKO, J. L., STRYER, L., Bioquímica, Ed. 6, Guanabara Koogan, 2010.

BIBLIOGRAFIAS COMPLEMENTARES
MURRAY, R. K., Harper: bioquímica ilustrada, Atheneu, 2006.
MURRAY, R. K., GRANNER, D. K., RODWELL, V. W., Harper: bioquímica ilustrada, McGraw-Hill,
2007.
VOET, J. G.; VOET, D.; PRATT, C. W. Fundamentos de bioquímica, Artmed., 2000.
MARZZOCO, A., TORRES, B. B., Bioquímica básica, Ed. 3, Guanabara Koogan, 2007.
HARPER, H. A., MURRAY, R.K., Harper : bioquímica, Ed. 8, Atheneu, 1998.
CHAMPE, P. C., FERRIER, D. R., HARVEY, R. A., Bioquímica ilustrada, Ed. 4, Artmed, 2009.
CONN, E. E., STUMPF, P. K., Introdução a bioquímica, Edgard Blücher, 1980.

68

Código

Nome

Carga Horária
Semanal

Carga Horária
Semestral

Período

QUIB033

Física 3

4h

80h

6°

X

Disciplina obrigatória

Disciplina Eletiva

TIPO DA DISCIPLINA
X

Teórica

Prática

PRÉ-REQUISITOS
Física 2
EMENTA
Estudo introdutório da teoria da eletricidade e do Magnetismo.

BIBLIOGRAFIAS BÁSICAS
HALLIDAY, D.; RESNICK, R. e WALKER, J. Fundamentos de Física, Ed. 8, LTC, 2009.
TIPLER, P. A., MOSCA, G., Física para Cientistas e Engenheiros, Ed. 6, LTC, 2009.
YONG, H. D., FREEDMAN, R. A., Física, Ed. 12, Pearson Education, 2008.

BIBLIOGRAFIAS COMPLEMENTARES
NUSSENZVEIG, H. M., Curso de física básica, Ed. 4, Edgard Blücher, 2002.
TIPLER, P. A., Física, Ed. 4, Guanabara Dois, 2000.
ALONSO, F., FINN, E. J., Física: um curso universitário, Editora Edgard Blücher, 1972.
CARUSO, F., OGURI, V., Física moderna: exercícios resolvidos, Elsevier, 2009.
HAZEN, R. M., Física viva: uma introdução à física conceitual, LTC, 2006.
KELLER, F. J., Física, Makron Books, 1999.

69

Código

Nome

Carga Horária
Semanal

Carga Horária
Semestral

Período

QUIB034

Física 2 Experimental

2h

40h

6°

X

Disciplina obrigatória

Disciplina Eletiva

TIPO DA DISCIPLINA
Teórica

X

Prática

PRÉ-REQUISITOS
Física 2
EMENTA
Teoria e experimentos envolvendo elementos da teoria de erros, traçados de curvas, formulações
de equações, conteúdos de mecânica, termodinâmica, etc.
BIBLIOGRAFIAS BÁSICAS
HALLIDAY, D.; RESNICK, R. e WALKER, J. Fundamentos de Física, Ed. 8, LTC, 2009.
TIPLER, P. A., MOSCA, G., Física para Cientistas e Engenheiros, Ed. 6, LTC, 2009.
YONG, H. D., FREEDMAN, R. A., Física, Ed. 12, Pearson Education, 2008.
BIBLIOGRAFIAS COMPLEMENTARES
NUSSENZVEIG, H. M., Curso de física básica, Ed. 4, Edgard Blücher, 2002.
TIPLER, P. A., Física, Ed. 4, Guanabara Dois, 2000.
ALONSO, F., FINN, E. J., Física: um curso universitário, Editora Edgard Blücher, 1972.
CARUSO, F., OGURI, V., Física moderna: exercícios resolvidos, Elsevier, 2009.
HAZEN, R. M., Física viva: uma introdução à física conceitual, LTC, 2006.
KELLER, F. J., Física, Makron Books, 1999.

70

SÉTIMO PERÍODO

Código

Nome

Carga Horária
Semanal

Carga Horária
Semestral

Período

QUIB035

Bioquímica Experimental

4h

60

7°

X

Disciplina obrigatória

Disciplina Eletiva

TIPO DA DISCIPLINA
Teórica

X

Prática

PRÉ-REQUISITOS
Bioquímica Geral
EMENTA
Tampões. Lei de Lambert Beer – Uso do espectrofotômetro UV/Vis. Curva Padrão. Propriedades
das proteínas. Dosagem de Açúcares. Dosagem de Proteínas. Cinética enzimática. Determinação
de Lipídeos. Cromatografia e Eletroforese aplicadas à bioquímica. Fermentação
BIBLIOGRAFIAS BÁSICAS
LEHNINGER, A.L.; NELSON, D.L.; COX, M. M.. Bioquímica. Ed. 5, Sarvier, 2011.
CAMPBELL, M. K., FARRELL, S., Bioquímica. Ed. 6, Artmed, 2008.
BERG, J. M., TYMOCZKO, J. L., STRYER, L., Bioquímica, Ed. 6, Guanabara Koogan, 2010.
BIBLIOGRAFIAS COMPLEMENTARES
MURRAY, R. K., Harper: bioquímica ilustrada, Atheneu, 2006.
MURRAY, R. K., GRANNER, D. K., RODWELL, V. W., Harper: bioquímica ilustrada, McGraw-Hill,
2007.
VOET, J. G.; VOET, D.; PRATT, C. W. Fundamentos de bioquímica, Artmed., 2000.
MARZZOCO, A., TORRES, B. B., Bioquímica básica, Ed. 3, Guanabara Koogan, 2007.
CHAMPE, P. C., FERRIER, D. R., HARVEY, R. A., Bioquímica ilustrada, Ed. 4, Artmed, 2009.
CONN, E. E., STUMPF, P. K., Introdução a bioquímica, Edgard Blücher, 1980.ISHII-IWAMOTO, E.
L., BRACHT, A., Métodos de laboratório em bioquímica, Manole, 2003.
CISTERNAS, J. R., VARGA, J., MONTE, O., Fundamentos de bioquímica experimental, Ed. 2,
Atheneu, 2005.

71

Código

Nome

Carga Horária
Semanal

Carga Horária
Semestral

Período

QUIB036

Físico-química 2

4h

80h

7º

X

Disciplina obrigatória

Disciplina Eletiva

TIPO DA DISCIPLINA
X

Teórica

Prática

PRÉ-REQUISITOS
Físico-química 1
EMENTA
Eletroquímica, Soluções Iônicas, Condutância de Eletrólitos, Química das Superfícies e Cinética
Química.
BIBLIOGRAFIAS BÁSICAS
MOORE, W. J., JORDAN, I., Físico-Química – Vol. 1 e 2, Ed. 1, Edgard Blücher, 1976.
CASTELLAN, G. W. Fundamentos de Físico-Química, LTC, 1986.
ATKINS, P.W., PAULA, J. de, Fisico-Química. Vol. 1, 2 e 3, Ed. 8, LTC, 2008.
BIBLIOGRAFIAS COMPLEMENTARES
NETZ, P. A., ORTEGA, G. G., Fundamentos de físico-química, Artmed, 2002.
DICK, Y. P., SOUZA, R. F. de, Físico-química: um estudo dirigido sobre o equilíbrio entre as fases,
soluções e eletroquímica, UFRGS, 2006.
ATKINS, P. W., Physical chemistry, Oxford University Press, 1998.
BALL, D.W., Físico-Química, Vol. 1 e 2, Ed. 1, Cengage Learning 2005.
WEDLER, G., Manual de química física, Calouste Gulbenkian, 2001.

72

Código

Nome

Carga Horária
Semanal

Carga Horária
Semestral

Período

QUIB037

Cristalografia

2h

40

7°

X

Disciplina obrigatória

Disciplina Eletiva

TIPO DA DISCIPLINA
X

Teórica

Prática

PRÉ-REQUISITOS
Química Geral 2
EMENTA
Simetria externa. Eixos e sistemas cristalinos. Simbologia de eixos e fases. Simetria translacional.
Retículos. Simetria Interna. Grupos espaciais. Introdução à Cristalografia de raios –x (difração).
Métodos experimentais.
BIBLIOGRAFIAS BÁSICAS
SANDS, Donald. Introduccion a la cristalografia. Barcelona: Editorial Reverté , S.A., 1971, 163 p.
ISBN 9788429141504 (broch.).
LI, Wai-Kee; ZHOU, Gong-du; MAK, Thomas C. W. Advanced structural inorganic chemistry. Oxford;
New York: Oxford University Press, 2008. xx, 819 p. (10). ISBN 9780199216956(broch.).
BORGES, F.S..Elementos de Cristalografia; Porto, Editora Calouste Gulbenkian, 1996.
BIBLIOGRAFIAS COMPLEMENTARES
NETZ, P. A., ORTEGA, G. G., Fundamentos de físico-química, Artmed, 2002.
DICK, Y. P., SOUZA, R. F. de, Físico-química: um estudo dirigido sobre o equilíbrio entre as fases,
soluções e eletroquímica, UFRGS, 2006.
ATKINS, P. W., Physical chemistry, Oxford University Press, 1998.
DANA, James Dwight. Manual de mineralogia. Rio de Janeiro, RJ: Livros Técnicos e Científicos,
1976. 2 v. ISBN (broch. : v.1).

73

Código

Nome

Carga Horária
Semanal

Carga Horária
Semestral

Período

QUIB038

Pesquisa Química 1

5h

85h

7°

X

Disciplina obrigatória

Disciplina Eletiva

TIPO DA DISCIPLINA
Teórica

X

Prática

PRÉ-REQUISITOS
Química Analítica 1
EMENTA
A disciplina Pesquisa Química 1 será desenvolvida em laboratórios de pesquisa do Instituto de
Química e Biotecnologia da UFAL ou em Instituição aprovada pelo Colegiado de Curso, oferecendo
ao aluno oportunidade de desenvolver habilidade no trabalho experimental e dando suporte para a
elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso.

BIBLIOGRAFIAS BÁSICAS
MOORE, W. J., JORDAN, I., Físico-Química – Vol. 1 e 2, Ed. 1, Edgard Blücher, 1976.
LEHNINGER, A.L.; NELSON, D.L.; COX, M. M.. Bioquímica. Ed. 5, Sarvier, 2011.
SKOOG, D. A. WEST, D. M.; HOLLER, F. J.; CROUCH, S. R. Fundamentos de Química Analítica.
São Paulo: Pioneira, 2006.
SOLOMONS, T. W. G., FRYHLE, C. B., Química Orgânica. Ed. 1, LTC, 2012.
BIBLIOGRAFIAS COMPLEMENTARES
SHRIVER, D. F., ATKINS P. W., Química Inorgânica, Porto Alegre: Editora Bookman, 4o Ed., ano
2008.
BRUICE, P. Y., Química Orgânica, Ed. 4, Editora Person Prentice Hall. 2004.
VOGEL, A . I . Química Analítica Qualitativa, 5a Ed. São Paulo: Ed. Mestre Jou, 1981.
CAMPBELL, M. K., FARRELL, S., Bioquímica. Ed. 6, Artmed, 2008.
Artigos científicos.

74

OITAVO PERÍODO

X

Código

Nome

Carga Horária
Semanal

Carga Horária
Semestral

Período

QUIB039

Eletroquímica

2h

40h

8º

Disciplina obrigatória

Disciplina Eletiva

TIPO DA DISCIPLINA
X

Teórica

Prática

PRÉ-REQUISITOS
Físico Química 2
EMENTA
Células eletroquímicas, eletrólise, eletrodeposição, introdução à teoria da dupla camada elétrica,
fundamentos da cinética eletroquímica, número de transporte e condutividade

BIBLIOGRAFIAS BÁSICAS
TICIANELLI, Edson Antonio. Eletroquímica: princípios e aplicações. 2. ed. São Paulo:
USP/ESALQ, 2005. 220p. ISBN 853140424X : (Broch.)
SCOTT, Keith. Electrochemical processes for clean technology. Cambridge: The Royal Society of
Chemistry, 1995. 307p. ISBN 0854045066 : (Broch.)
CASTELLAN, G. W. Fundamentos de Físico-Química, LTC, 1986.
BIBLIOGRAFIAS COMPLEMENTARES
MOORE, W. J., JORDAN, I., Físico-Química – Vol. 1 e 2, Ed. 1, Edgard Blücher, 1976.
ATKINS, P.W., PAULA, J. de, Fisico-Química. Vol. 1, 2 e 3, Ed. 8, LTC, 2008.
BARD, Allen J.- 1933; FAULKNER, Larry R. Electrochemical methods: fundamentals and
applications. 2nd ed. New York: John Wiley & Sons, c2001. xxi, 833 p. ISBN 9780471043720 :
(Enc.)
ATKINS, P. W., Physical chemistry, Oxford University Press, 1998.

75

X

Código

Nome

Carga Horária
Semanal

Carga Horária
Semestral

Período

QUIB040

Físico - Química Experimental

4h

60h

8º

Disciplina obrigatória

Teórica

Disciplina Eletiva

X

Prática

PRÉ-REQUISITOS
Físico – Química 2
EMENTA
Termodinâmica química. soluções, equilíbrio de fases, equilibrio químico, eletroquímica, condutância
de eletrólitos e f.e.m, cinética química.
BIBLIOGRAFIAS BÁSICAS
MOORE, W. J., JORDAN, I., Físico-Química – Vol. 1 e 2, Ed. 1, Edgard Blücher, 1976.
CASTELLAN, G. W. Fundamentos de Físico-Química, LTC, 1986
ATKINS, P.W., PAULA, J. de, Fisico-Química. Vol. 1, 2 e 3, Ed. 8, LTC, 2008.
BIBLIOGRAFIAS COMPLEMENTARES
NETZ, P. A., ORTEGA, G. G., Fundamentos de físico-química, Artmed, 2002.
DICK, Y. P., SOUZA, R. F. de, Físico-química: um estudo dirigido sobre o equilíbrio entre as fases,
soluções e eletroquímica, UFRGS, 2006.
ATKINS, P. W., Physical chemistry, Oxford University Press, 1998.
BALL, D.W., Físico-Química, Vol. 1 e 2, Ed. 1, Cengage Learning 2005.
WEDLER, G., Manual de química física, Calouste Gulbenkian, 2001.
RANGEL, R. N., Práticas de físico-química, Ed. 3, Edgard Blücher, 2006.

76

Código

Nome

Carga Horária
Semanal

Carga Horária
Semestral

Período

QUIB041

Química Analítica Instrumental

4h

60h

8°

X

Disciplina obrigatória

Disciplina Eletiva

TIPO DA DISCIPLINA
X

Teórica

Prática

PRÉ-REQUISITOS
Química Analítica 2
EMENTA
Considerações gerais sobre a química analítica instrumental. Métodos Ópticos de Análises –
Espectrofotometria e Titulação Espectrofotométrica, Absorção Atômica, Fotometria de Chama e
Emissão Atômica (ICP-Plasma), Quimioluminescência, Fluorescência, Nefelometria e Turbidimetria.
Métodos Eletroanalíticos – Potenciometria e Titulação Potenciométrica, Condutimetria e Titulação
Condutimétrica, Eletrogravimetria, Coulometria, Polalografia e Voltametria, Amperometria e
Biamperometria.
BIBLIOGRAFIAS BÁSICAS
SKOOG, D. A.; WEST, D. M.; HOLLER, F. J.; CROUCH, S. R. Fundamentos de Química Analítica.
São Paulo: Pioneira, 2006.
GONÇALVES, MARIA DE L. S. S. – Métodos Instrumentais de Análise de Soluções, 2a Edição –
Fundação Caloustre Goubenkian – Lisboa, 1990.
HARRIS, D. C. ; Análise Química Quantitativa, 5a Edição – Tradução: Carlos A. S. R. e Alcides W.
S. Guarino. Rio de Janeiro: LTC Editora, 2001.
BIBLIOGRAFIAS COMPLEMENTARES
HOLLER, F. J.; SKOOG, D. A.; CROUCH, S. R. Princípios de Análise Instrumental. 6a ed. Bookman,
Porto Alegre, 2009.
EWING, G. Métodos Instrumentais de Análise Química, 1a Edição, Edgard Blücher, 1972.
CIENFUEGOS, F.; VAITSMAN, D. Análise Instrumental. Interciência, 2000.
OHLWEILER, O. A. Fundamentos da Análise Instrumental. Livros Técnicos e Científicos Ed. RJ.
1981.

77

Código

Nome

Carga Horária
Semanal

Carga Horária
Semestral

Período

QUIB042

Pesquisa Química 2

5h

85h

8º

X

Disciplina obrigatória

Disciplina Eletiva

TIPO DA DISCIPLINA
Teórica

X

Prática

PRÉ-REQUISITOS
Pesquisa Química 1
EMENTA
A disciplina Pesquisa Química 2 será desenvolvida em laboratórios de pesquisa do Instituto de
Química e Biotecnologia da UFAL ou em Instituição aprovada pelo Colegiado de Curso, oferecendo
ao aluno oportunidade de desenvolver habilidade no trabalho experimental e dando suporte para a
elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso.
BIBLIOGRAFIAS BÁSICAS
MOORE, W. J., JORDAN, I., Físico-Química – Vol. 1 e 2, Ed. 1, Edgard Blücher, 1976.
LEHNINGER, A.L.; NELSON, D.L.; COX, M. M.. Bioquímica. Ed. 5, Sarvier, 2011.
SKOOG, D. A. WEST, D. M.; HOLLER, F. J.; CROUCH, S. R. Fundamentos de Química Analítica.
São Paulo: Pioneira, 2006.
SOLOMONS, T. W. G., FRYHLE, C. B., Química Orgânica. Ed. 1, LTC, 2012.
BIBLIOGRAFIAS COMPLEMENTARES
SHRIVER, D. F., ATKINS P. W., Química Inorgânica, Porto Alegre: Editora Bookman, 4o Ed., ano
2008.
BRUICE, P. Y., Química Orgânica, Ed. 4, Editora Person Prentice Hall. 2004.
VOGEL, A . I . Química Analítica Qualitativa, 5a Ed. São Paulo: Ed. Mestre Jou, 1981.
CAMPBELL, M. K., FARRELL, S., Bioquímica. Ed. 6, Artmed, 2008.

78

DISCIPLINAS ELETIVAS

Código

QUIB011

Nome

Carga Horária
Semanal

Carga Horária
Semestral

4h

60h

Introdução à Computação

Disciplina obrigatória

X

Período

Disciplina Eletiva

TIPO DA DISCIPLINA
X

Teórica

Prática

EMENTA
Resumo Histórico. Organização de um Computador. Algoritmo Estruturado. Linguagem de
Programação. Tradução de Programas. Linguagem de Programação Estruturada. Utilização do
Sistema Operacional Windows (Word, Excel, Power Point, bloco de notas etc.).

BIBLIOGRAFIAS BÁSICAS
FEDELI, R.D., POLLONI, E.G.F., PERES, F.E., Introdução à ciência da computação. Ed. 2. Pioneira
Thomson Learning, Ano 2010.
Manual de utilização do sistema operacional Windows.
PRICE, A.M.A., TOSCANI, S.S., Implementação de linguagens de Programação: compiladores. Ed.
3, Bookman, Ano 2008.
BIBLIOGRAFIAS COMPLEMENTARES
XAVIER, G.F.C., Lógica de Programação. Ed 11. SENAC Ano 2007.
CAPRON, H. L. Introdução à informática. Ed. 8, Pearson Prentice Hall, Ano 2004.
NORTON, P., Introdução a informática, Makron Books, Ano 1997.

79

Código

Nome

Carga Horária
Semanal

Carga Horária
Semestral

Período

QUIB022

Política e Organização da
Educação Básica no Brasil

4h

80h

2°

X

Disciplina obrigatória

Disciplina Eletiva

TIPO DA DISCIPLINA
X

Teórica

Prática

EMENTA
A Educação escolar brasileira no contexto das transformações da sociedade contemporânea. Análise
histórico-crítica das políticas educacionais, das reformas de ensino e dos planos e diretrizes para a
educação escolar brasileira. Estudo da estrutura e da organização do sistema de ensino brasileiro
em seus aspectos legais, organizacionais, pedagógicos, curriculares, administrativos e financeiros,
considerando, sobretudo a LDB (Lei 9.394/96) e a legislação complementar pertinente.

BIBLIOGRAFIAS BÁSICAS
A PRÁTICA de linguagem em sala de aula: praticando os PCNs. : EDUC; Campinas: Mercado de
Letras, 2000. 247 p. (As faces da lingüística aplicada; 1) ISBN 8585725656 (broch.).
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil, 1988. 2a ed. Rio de janeiro: Expressão e
Cultura,
BRASIL. Lei de diretrizes e bases da educação nacional: (Lei 9.394/96) / apresentação Carlos
Roberto Jamil Cury. 4a ed.- Rio de Janeiro: DP & A, 2001.

BIBLIOGRAFIAS COMPLEMENTARES
BRASIL. Lei no 10.639, de 9 de janeiro de 2003. Brasília. Presidência da República.2003.
BRASIL. Plano Nacional de Educação. Brasília. Senado Federal, UNESCO, 2001.
BRASIL. Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica. Brasília. Conselho Nacional de
Educação.2001.
BRZEZINSKI, I. (Org.) LDB interpretada:diversos olhares se entrecruzam. São Paulo:Cortez, 2000.

80

Código

Nome

Carga Horária
Semanal

Carga Horária
Semestral

QUIB023

Planejamento, Currículo e
Avaliação Da Aprendizagem

4h

80h

Disciplina obrigatória

X

Período

Disciplina Eletiva

TIPO DA DISCIPLINA
X

Teórica

Prática

EMENTA
Estudo dos princípios, fundamentos e procedimentos do planejamento, do currículo e da avaliação,
segundo os paradigmas e normas legais vigentes norteando a construção do currículo e do processo
avaliativo no Projeto Político Pedagógico da escola de Educação Básica.
BIBLIOGRAFIAS BÁSICAS
BRZEZINSK, I. (org). LDB Interpretada: diversos olhares se entrecruzam. São Paulo: Cortez, 1997.
VEIGA, Ilma Passos Alencastro.; FONSECA, Marília; SANTIAGO, Anna Rosa Fontanella (org.). As
dimensões do projeto político-pedagógico: novos desafios para a escola. 8. ed. São Paulo: 2010. 256
p. ISBN 8530806565 (broch.).
ESCOLA: espaço do projeto político-pedagógico. Campinas, SP: Papirus, 1998. 2013. 200 p.
(Magistério : formação e trabalho pedagógico). ISBN 9788530805326 (broch.).
BIBLIOGRAFIAS COMPLEMENTARES
BRASIL. Congresso Nacional. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Brasília, 20 de
dezembro de 1996
GOVERNO DO BRASIL. Diretrizes Curriculares para a Educação Básica. Resoluções CNE/CEB no
1 de 05.07.2000; no 2 de 19.04.1998; no 3/98 de 26.06.98; no 1 de 05.07.2000; no 2 de 19.04.1999;
no 3/99 de 03.04de 2002.
NOGUEIRA, Cinthia Soares. Educação e identidade negra: analisando o cotidiano escolar. Maceió,
2008. 67 f. Monografia (Licenciatura em Pedagogia) - Universidade Federal de Alagoas, Centro de
Educação, Maceió, AL, 2008.
HERNANDEZ, Fernando.; VENTURA, Montserrat. A organização do currículo por projetos de
trabalho: o conhecimento e um caleidoscópio. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 1998.. 199 p. (Biblioteca
Artmed). ISBN 8573073667 (broch.).

81

Código

Nome

Carga Horária
Semanal

Carga Horária
Semestral

QUIB024

Empreendedorismo

4h

60h

Disciplina obrigatória

X

Período

Disciplina Eletiva

TIPO DA DISCIPLINA
X

Teórica

Prática

EMENTA
Desenvolvimento da capacidade empreendedora do estudante universitário, com ênfase no estudo
do perfil do empreendedor, nas técnicas de identificação e aproveitamento de oportunidades, na
aquisição e gerenciamento dos recursos necessários ao negócio, fazendo uso de metodologias que
priorizam técnicas de criatividade e da aprendizagem pró-ativa.
BIBLIOGRAFIAS BÁSICAS
DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo: transformando idéias em negócios. Rio de
Janeiro: Campus, 2001. 299p. ISBN 8535207716 (broch.)
DEGEN, Ronald Jean. O empreendedor: empreender como opção de carreira. São Paulo: Person
Prentice Hall, 2009- xviii, 440 p ISBN 9788576052050 (broch).
HENGEMÜHLE, Adelar. Desafios educacionais na formação de empreendedores. Porto Alegre:
Penso, 2014. 152 p. (Gestão educacional). ISBN 9788565848817 (broch.).
BIBLIOGRAFIAS COMPLEMENTARES
MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Administração para empreendedores. 2. ed. São Paulo:
Pearson Education do Brasil, 2011. xiii, 240 p. ISBN 9788576058762.
DOLABELA, F. ; O Segredo de Luiza, Cultura. 1998
DOLABELA, F. ; Oficina do Empreendedor, Cultura. 2000
Artigos e periódicos

82

Código

Nome

Carga Horária
Semanal

Carga Horária
Semestral

QUIB043

Métodos de Isolamento e
Purificação de Compostos
Orgânicos

4h

60h

Disciplina obrigatória

X

Disciplina Eletiva

X

Prática

Período

TIPO DA DISCIPLINA
X

Teórica

PRÉ-REQUISITOS
Química Orgânica 3
EMENTA
Considerações gerais sobre a Química de Produtos Naturais. Preparação de material vegetal.
Métodos de extração. Princípios básicos de cromatografia. Análise Fitoquímica. preliminar.

BIBLIOGRAFIAS BÁSICAS
AQUINO NETO, F. R.; NUNES , D. S. S . Cromatografia – Princípios Básicos e Técnicas Afins.
editora Interciência, Rio de Janeiro. 2003.
COLLINS, C. H.; BRAGA, G. L.; BONATO. Introdução a Métodos Cromatográficos. S. P.; 7a ed.
Editora da UNICAMP. 1990.
MATOS, F. J. A . Introdução à Fitoquímica Experimental. Matos, F. J. A. Edições da UFC. 1997.

BIBLIOGRAFIAS COMPLEMENTARES
SIMÕES, C. M. O; SCHENKEL, E. P.; GOSMANN, G.; DE MELLO, J. C. P.; MENTZ, A. L.;
PETROVICK, R. P. Farmacognosia da Planta ao Medicamento. 5a ed. Editora da UFSC/ Editora
da UFRGS. 2003.
SOLOMONS, T. W. G., FRYHLE, C. B., Química Orgânica. Ed. 1, LTC, 2012.
McMURRY, J., Química Orgânica, Ed. 1, Cengage, 2011.
BRUICE, P. Y., Química Orgânica, Ed. 4, Editora Person Prentice Hall. 2004.
Artigos de Periódicos, apostilas e textos disponíveis na internet relevantes para a disciplina.

83

Código

Nome

Carga Horária
Semanal

Carga Horária
Semestral

QUIB044

Métodos de Identificação de
Compostos Orgânicos

4h

60h

Disciplina obrigatória

X

Período

Disciplina Eletiva

TIPO DA DISCIPLINA
X

Teórica

Prática

PRÉ-REQUISITOS
Química Orgânica 3
EMENTA
Espectroscopia na Região do Ultravioleta/Visível, Espectroscopia na Região do
Infravermelho,RessonânciaMagnéticaNucleardeHidrogênio(RMN 1H)eEspectrometriadeMassas

BIBLIOGRAFIAS BÁSICAS
SILVERSTEIN, Robert Milton; WEBSTER, Francis X. Identificação espectrométrica de compostos
orgânicos. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC-Livros Técnicos e Científicos Editora S./A., c2000. 460 p. ISBN
8521612303 (broch.).
NAKAMOTO, Kazuo. Infrared and raman spectra of inorganic and coordination compounds. 6 th ed.
New Jersey: John Wiley & Sons, [2009]. 419 p. ISBN 9780471743392 (v.1 : enc.).
HOLMES, John L.; AUBRY, Christiane; MAYER, Paul M. Assigning structures to ions in mass
spectrometry. New York: CRC Press, 2007. 446 p. ISBN 0849319501 : (Enc.).
BIBLIOGRAFIAS COMPLEMENTARES
HOLLER, F. J.; SKOOG, D. A.; CROUCH, S. R. Princípios de Análise Instrumental. 6a ed. Bookman,
Porto Alegre, 2009.
EWING, G. Métodos Instrumentais de Análise Química, 1a Edição, Edgard Blücher, 1972.
CIENFUEGOS, F.; VAITSMAN, D. Análise Instrumental. Interciência, 2000.
OHLWEILER, O. A. Fundamentos da Análise Instrumental. Livros Técnicos e Científicos Ed. RJ.
1981.

84

Código

Nome

Carga Horária
Semanal

Carga Horária
Semestral

QUIB045

Química de Alimentos

4h

60h

Disciplina obrigatória

X

Período

Disciplina Eletiva

TIPO DA DISCIPLINA
X

Teórica

Prática

PRÉ-REQUISITOS
Bioquímica Geral.
EMENTA
Proteínas, Enzimas, Carboidratos, Lipídeos, Antioxidantes, Toxicantes naturais, Aflatoxinas,
Conservantes químicos, Corantes naturais, Escurecimento não enzimático, Aroma.

BIBLIOGRAFIAS BÁSICAS
DAMODARAN, S., BRANDELLI, A., Química de alimentos de Fennema, Ed. 4, Artmed, 2010.
RIBEIRO, E. P., SERAVALLI, E. A. G., Química de alimentos, Ed. 2, Edgard Blücher, 2007.
PEREDA, O.J.A., Tecnologia de alimentos, Artmed, 2005.
EVANGELISTA, J., Tecnologia de alimentos. Ed. 2, Atheneu, 1989.
FELLOWS, P., Tecnologia do processamento de alimentos: princípios e prática. Ed. 2, Artmed,
2006.
BIBLIOGRAFIAS COMPLEMENTARES
FENNEMA, O. R., Química de los alimentos. Ed. 2, Acribia, 2000.
BOBBIO, F. O., BOBBIO, P. A. Manual de laboratório de química de alimentos. Varela, 1995.
BOBBIO, P. A., BOBBIO, F. O. Química do processamento de alimentos. Varela, 1992.
BIOQUÍMICA de alimentos: teoria e aplicações práticas, Guanabara Koogan, 2008.
AQUARONE, E., LIMA, U. de A., BORZANI, W., Alimentos e bebidas produzidos por fermentação.
Edgard Blücher, 1983.
CHEFTEL, J.-C., CHEFTEL, H., Introducción a la bioquímica y tecnología de los alimentos. Acribia,
1983

85

Código

Nome

Carga Horária
Semanal

Carga Horária
Semestral

QUIB046

Biotecnologia

4h

60h

Disciplina obrigatória

X

Período

Disciplina Eletiva

TIPO DA DISCIPLINA
X

Teórica

Prática

PRÉ-REQUISITOS
Bioquímica Geral
EMENTA
Fundamentos da Biotecnologia, As células e os cromossomos, Os microrganismos, Enzimas e os
anticorpos, Ácidos nucléicos e os Genes, Processos Fermentativos, A cultura de células e tecidos,
A tecnologia do DNA, Engenharia Genética, Biotecnologia, Indústria e Energia, Biotecnologia e Meio
Ambiente, Biotecnologia e Biodiversidade, Biotecnologia e Agricultura, Biotecnologia e Pecuária,
Biotecnologia e Alimentos Biotecnologia e Alimentos Novos, Biotecnologia e Saúde: as vacinas,
Biotecnologia e Saúde: os testes diagnósticos, Biotecnologia e Saúde: os medicamentos e
Biotecnologia e Saúde: os tratamentos novos.
BIBLIOGRAFIAS BÁSICAS
MALAJOVICH, M. A. Biotecnologia. Rio de Janeiro: Axcel Books do Brasil Editora, 2004.
BORZANI, Walter (Coord.). Biotecnologia industrial. Edgard Blücher, 2001. 4 v. ISBN 8521202784 :
(Broch. : v.1).
BINSFELD, Pedro Canisio ((org.)). Biossegurança em biotecnologia. Rio de Janeiro: Interciência,
2004. 367p. ISBN 8571931127 (broch.).
BIBLIOGRAFIAS COMPLEMENTARES
THOMPSON, Fabiano ; THOMPSON, Cristiane (org.). Biotecnologia marinha. Rio Grande, RS:
Editora FURG, 2020. 837 p. ISBN 9786557540138.
SARLET, Ingo Wolfgang.; LEITE, George Salomão, ((org.)). Direitos fundamentais e biotecnologia.
São Paulo: Método, 2008 363 p. ISBN 9788576602286 : (broch.).
TEIXEIRA, Pedro. Biossegurança: uma abordagem multidisciplinar. Rio de janeiro: Fiocruz, 1996.
362 p. ISBN 8585676299 (Broch.).
AQUARONE, Eugenio; LIMA, Urgel de Almeida; BORZANI, Walter. Alimentos e bebidas produzidos
por fermentação. São Paulo: Edgard Blücher, c1983. 227p. (Biotecnologia 5).

86

Código

Nome

Carga Horária
Semanal

Carga Horária
Semestral

QUIB047

Purificação de Proteínas

4h

60h

Disciplina obrigatória

X

Disciplina Eletiva

X

Prática

Período

TIPO DA DISCIPLINA
X

Teórica

PRÉ-REQUISITOS
Bioquímica Geral
EMENTA
Determinação de Proteínas, Métodos de análise eletroforéticos, Prevenção de proteólise
incontrolada, Estratégia de purificação, Clarificação e extração, Concentração do extrato, Separação
baseada na estrutura, Separação baseada no tamanho: cromatografia de permeação de gel.
BIBLIOGRAFIAS BÁSICAS
SGARBIERI, V. C. Proteínas em Alimentos Protéicos. Ed. VARELA 1a Edição - 1996 .
SILVA JUNIOR, J. G. Eletroforese de Proteínas. Editora: INTERCIENCIA. 1a Edição – 2001.
BERG, Jeremy Mark; TYMOCZKO, John L.; STRYER, Lubert. Bioquímica. 6. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2010. xxxix, 1114 p. ISBN 9788527713696 (enc.).
BIBLIOGRAFIAS COMPLEMENTARES
VEKSHIN, N. L. Photonics of biopolymers. Berlin: Springer, c2002. x, 229 p. (Biological and
medical physics series). ISBN 3540438173 (enc.).
SGARBIERI, Valdemiro C. (Carlos). Proteinas em alimentos proteicos: propriedades,
degradaçoes, modificaçoes. São Paulo: Varela, 1996. 517p. ISBN 8585519185 : (Broch.).
GONÇALVES, Édira Castello Branco de Andrade. Química dos alimentos: a base da nutrição.
São Paulo, SP: Varela, 2010. 130 p. ISBN 9788577590148 (broch.).
SILVA JÚNIOR, José Godinho da. Cromatografia de proteínas: guia teórico e prático. Rio de
Janeiro: Interciência, 2004. ISBN 8571931038 : (Broch.)

87

Código

Nome

Carga Horária
Semanal

Carga Horária
Semestral

QUIB048

Introdução à Química Quântica

4h

60h

Disciplina obrigatória

X

Período

Disciplina Eletiva

TIPO DA DISCIPLINA
X

Teórica

Prática

PRÉ-REQUISITOS
Físico-Química 2.
EMENTA
Noções de química quântica: Postulados de Schroedinger a Aplicações. Estruturas Atômicas e
estruturas moleculares simples.

BIBLIOGRAFIAS BÁSICAS
1. MOORE, W. J., JORDAN, I., Físico-Química – Vol. 1 e 2, Ed. 1, Edgard Blücher, 1976.
2. CASTELLAN, G. W. Fundamentos de Físico-Química, LTC, 1986.
3. ATKINS, P.W., PAULA, J. de, Fisico-Química. Vol. 1, 2 e 3, Ed. 8, LTC, 2008.

BIBLIOGRAFIAS COMPLEMENTARES
1. NETZ, P. A., ORTEGA, G. G., Fundamentos de físico-química, Artmed, 2002.
2. DICK, Y. P., SOUZA, R. F. de, Físico-química: um estudo dirigido sobre o equilíbrio entre as fases,
soluções e eletroquímica, UFRGS, 2006.
3. ATKINS, P. W., Physical chemistry, Oxford University Press, 1998.
4. Ball, D.W., Físico-Química, Vol. 1 e 2, Ed. 1, Cengage Learning 2005.
5. WEDLER, G., Manual de química física, Calouste Gulbenkian, 2001.
6. SEBERA, D. K. Estrutura Eletrônica & Ligação Química; Ed. Polígono, São Paulo, 1968.

88

Código

Nome

Carga Horária
Semanal

Carga Horária
Semestral

QUIB051

Inglês Instrumental 1

4h

60h

Disciplina obrigatória

X

Período

Disciplina Eletiva

TIPO DA DISCIPLINA
X

Teórica

Prática

EMENTA
Estratégias de desenvolvimento de habilidades de leitura para interpretação de textos em geral e
acadêmico em especial. Introdução à escrita em língua estrangeiras.

BIBLIOGRAFIAS BÁSICAS
1. CLANDFIELD, Lindsay. Straightforward: elementary student’s book. Macmillan: Oxford, 2006.
2. FLETCHER, Clare. Pronunciation dictionary: study guide. Essex, UK: Longman, 1990.
3. HANDBOOK of the International Phonetic Association: a guide to the use of the IPA. Cambridge:
Cambridge University, 1999.
BIBLIOGRAFIAS COMPLEMENTARES
1. DIAS, R. Inglês Instrumental: leitura Crítica – Uma abordagem Construtivista. Belo Horizonte:
UFMG. 1988.
2. GRELLET, F. Developing Reading Skills: A practical Guide to Reading Comprehensinon
Exercises. 110 ed. Cambridge: Cambridge University Press. 1990.
3. MOREIRA, V. Vocabulary acquisition and Reading strategies. Resource Packege Number IV. São
Paulo: Cepril. 1986.
4. PAUK, W. How to Study In College. 3ª ed, Boston: Houghton Mifflin Company. 1984.
5. YORKEY, R. Study Skills For Students of English. 2 ed. New York, Mcgraw-Hill. 1982.

89

Código

Nome

Carga Horária
Semanal

Carga Horária
Semestral

QUIB052

Inglês Instrumental 2

4h

60h

Disciplina obrigatória

X

Período

Disciplina Eletiva

TIPO DA DISCIPLINA
X

Teórica

Prática

PRÉ-REQUISITOS
Inglês Instrumental 1
EMENTA
Estratégias de desenvolvimento de habilidades de leitura para interpretação de textos em geral e
acadêmico em especial. Introdução à escrita em língua estrangeiras.

BIBLIOGRAFIAS BÁSICAS
1. CLANDFIELD, Lindsay. Straightforward: elementary student’s book. Macmillan: Oxford, 2006.
2. FLETCHER, Clare. Pronunciation dictionary: study guide. Essex, UK: Longman, 1990.
3. HANDBOOK of the International Phonetic Association: a guide to the use of the IPA. Cambridge:
Cambridge University, 1999.
BIBLIOGRAFIAS COMPLEMENTARES
1. DIAS, R. Inglês Instrumental: leitura Crítica – Uma abordagem Construtivista. Belo Horizonte:
UFMG. 1988.
2. GRELLET, F. Developing Reading Skills: A practical Guide to Reading Comprehensinon
Exercises. 110 ed. Cambridge: Cambridge University Press. 1990.
3. MOREIRA, V. Vocabulary acquisition and Reading strategies. Resource Packege Number IV. São
Paulo: Cepril. 1986.
4. PAUK, W. How to Study In College. 3ª ed, Boston: Houghton Mifflin Company. 1984.
5. YORKEY, R. Study Skills For Students of English. 2 ed. New York, Mcgraw-Hill. 1982.

90

Código

Nome

Carga Horária
Semanal

Carga Horária
Semestral

QUIB055

Profissão Docente

4h

60h

Disciplina obrigatória

X

Período

Disciplina Eletiva

TIPO DA DISCIPLINA
X

Teórica

Prática

EMENTA
A constituição histórica do trabalho docente. A natureza do trabalho docente. Trabalho docente e
relações de gênero. A autonomia do trabalho docente. A proletarização do trabalho docente.Papel
do Estado e a profissão docente. A formação e a ação política do docente no Brasil. A escola como
locus do trabalho docente. Profissão docente e legislação.
BIBLIOGRAFIAS BÁSICAS
CHARLOT, Bernard. Formação dos professores e relação com o saber. Porto Alegre: ARTMED,
2005.
COSTA, Marisa V. Trabalho docente e profissionalismo. Porto Alegre: Sulina, 1996.
ESTRELA, Maria Teresa (Org.) Viver e construir a profissão docente. Porto, Portugal: Porto, 1997.
BIBLIOGRAFIAS COMPLEMENTARES
IMBERNÓN, Francisco. Formarção permanente do professorado: novas tendências. São Paulo:
Cortez, 2009. 118 p. ISBN 9788524914942 (broch.).
NÓVOA, A. (Org.) Vidas de Professores. Porto, Portugal: Porto, 1992.
APPLE, M. W. Trabalho docente e textos. Porto Alegre: ARTMED, 1995.
ARROYO, M. Ofício de mestre. SP: Vozes, 2001.

91

Código

Nome

Carga Horária
Semanal

Carga Horária
Semestral

QUIB056

Desenvolvimento e Aprendizagem

4h

80h

Disciplina obrigatória

X

Período

Disciplina Eletiva

TIPO DA DISCIPLINA
X

Teórica

Prática

EMENTA
Estudo dos processos psicológicos do desenvolvimento humano e da aprendizagem na adolescência
e na fase adulta, relacionando-os com as diversas concepções de homem e de mundo, identificando
a influência das diferentes teorias psicológicas na educação, numa perspectiva histórica. Relação
entre situações concretas do cotidiano do adolescente e do adulto com as concepções teóricas de
aprendizagem estudadas, considerando os fundamentos psicológicos do desenvolvimento nos
aspectos biológico, cognitivo, afetivo e social na adolescência e na fase adulta através das principais
teorias da Psicologia do Desenvolvimento.
BIBLIOGRAFIAS BÁSICAS
ABERASTURY DE PICHON RIVIERE, Arminda; KNOBEL, Mauricio. Adolescencia normal: um
enfoque psicanalítico. 9.ed. Porto Alegre: Artes Medicas, 1991. 92p. (Biblioteca Artmed).
BECKER, FERNANDO. Modelos Pedagógicos e Modelos Epistemológicos. Educação e Realidade.
Porto Alegre, 19 (1): 89-96, jan./jun. 1993.
BOCK, A. M. B.; FURTADO, O.; TEIXEIRA, M. L. T. Psicologias: uma introdução ao estudo de
Psicologia. 13 ed. São Paulo: Editora Saraiva, 2001.
BEE, Helen L.; BOYD, Denise Roberts. A criança em desenvolvimento. 12. ed. Porto Alegre:
Artmed, 2011.. vi, 567 p. ISBN 9788536325255 (enc.).
BIBLIOGRAFIAS COMPLEMENTARES
BIAGGIO, ÂNGELA M. BRASIL. Psicologia do Desenvolvimento. Petrópolis: Vozes, 1988.
COLL, C.; MARCHESI, A.; PALACIOS, J. Desenvolvimento psicológico e educação: psicologia
evolutiva. 1 ed. Porto Alegre: Artmed, 1995, vol. 1.
HUBNER, M. M. C.; MOREIRA, M. B. Temas clássicos da Psicologia sob a ótica da Análise do
Comportamento. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012.
DEMO, Pedro. Avaliação qualitativa. 2. ed. São Paulo: Cortez: Autores Associados, 1988. 103p.
(Polêmicas do nosso tempo (Autores Associados), 25). ISBN 8524900962: (Broch.).

92

Código

Nome

Carga Horária
Semanal

Carga Horária
Semestral

QUIB058

Projeto Pedagógico, Organização
e Gestão do Trabalho Escolar

4h

60

Disciplina obrigatória

X

Período

Disciplina Eletiva

TIPO DA DISCIPLINA
X

Teórica

Prática

EMENTA
A Escola como organização social e educativa. As Instituições escolares em tempos de mudança. O
planejamento escolar e o Projeto Político-Pedagógico: pressupostos e operacionalização.
Concepções de organização e gestão do trabalho escolar. Elementos constitutivos do sistema de
organização e gestão da escola. Princípios e características da gestão escolar participativa. A
participação do professor na organização e gestão do trabalho da escola.
BIBLIOGRAFIAS BÁSICAS
BICUDO, M. A. V. ; SILVA JÚNIOR, M. A. Formação do educador: organização da escola e do
trabalho pedagógico. V.3. São Paulo: ENESP, 1999.
FURLAN, M.; HARGREAVES, A. A Escola como organização aprendente: buscando uma
educação de qualidade. Porto Alegre: Artmed, 2000.
LIBÂNEO, J. C. Organização e Gestão da escola:Teoria e Prática . 5a ed. Goiânia:Alternativa,
2004.
BIBLIOGRAFIAS COMPLEMENTARES
LIMA, L. C. A Escola como organização educativa. São Paulo:Cortez, 2001.
ALVES, Nilda. Educação e supervisão: o trabalho coletivo na escola. 6. ed. São Paulo: Cortez:
Autores Associados, 1991. 103p ISBN 8524902655 : (Broch.)
VASCONCELOS, C. S. Planejamento: Projeto de Ensino-Aprendizagem e Projeto PolíticoPedagógico. São Paulo: Libertad, 2001.
VEIGA, I. P. A.; RESENDE, L. M. G. (Orgs). Escola: espaço do Projeto Político-Pedagógico. São
Paulo: Papirus, 1998. .

93

Código

Nome

Carga Horária
Semanal

Carga Horária
Semestral

QUIB059

Pesquisa Educacional

4h

60h

Disciplina obrigatória

X

Período

Disciplina Eletiva

TIPO DA DISCIPLINA
X

Teórica

Prática

PRÉ-REQUISITOS

EMENTA
Pressupostos e características da pesquisa em educação. A pesquisa quantitativa e qualitativa em
educação. Diferentes abordagens metodológicas de pesquisa em educação. Fontes de produção
da pesquisa educacional: bibliotecas, meios informatizados, leitura e produção de textos e artigos
com diferentes abordagens teóricas. Etapas de um projeto de pesquisa educacional para o Trabalho
de Conclusão de Curso. O profissional da educação frente aos desafios atuais no campo da
pesquisa educacional.
BIBLIOGRAFIAS BÁSICAS
CHIZZOTTI, Antonio. Pesquisa qualitativa em ciências humanas e sociais. Rio de Janeiro: Vozes,
2006.. 144 p. ISBN 8532633900 broch.
FAZENDA, I. (Org.) Metodologia da pesquisa educacional. SP: Cortez, 1989.
FAZENDA, I. A. Novos enfoques da pesquisa educacional. SP: Cortez, 1992.
BIBLIOGRAFIAS COMPLEMENTARES
GATTI, B. A construção da pesquisa em educação no Brasil. Brasília: Plano, 2002.
LAVILLE, C. DIONNE, J. A construção do saber. Porto Alegre: ARTMED, 1999.
ANDRÉ, M. E. D. A. Etnografia da prática escolar. Campinas: Papirus, 1995.
FRANCO, C.; KRAMER, S. Pesquisa e educação. RJ: Ravil, 1997.

94

Código

Nome

Carga Horária
Semanal

Carga Horária
Semestral

QUIB060

Língua Brasileira de Sinais LIBRAS

4h

60

Disciplina obrigatória

X

Período

Disciplina Eletiva

TIPO DA DISCIPLINA
X

Teórica

Prática

EMENTA
Estudo da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), da sua estrutura gramatical, de expressões
manuais, gestuais e do seu papel para a comunidade surda.
BIBLIOGRAFIAS BÁSICAS
FERREIRA, Lucinda. Por uma gramática de línguas de sinais. 2. ed. Rio de Janeiro, RJ: Tempo
Brasileiro, 2010. 273 p. ISBN 8528200698 (broch.).
GOES, M. C. R. Linguagem, surdez e educação. Campinas, Autores Associados, 1996.
QUADROS, R. M. O tradutor e intérprete de língua brasileira de sinais. BRASÍLIA, SEESP/MEC,
2004.
BIBLIOGRAFIAS COMPLEMENTARES
QUADROS, Ronice Müller de; STUMPF, Marianne Rossi; LEITE, Tarcísio de Arantes (Org.). Estudos
da língua de sinais. Florianópolis: Insular, 2014. 244p. (Estudos de língua de sinais ; 2). ISBN
9788574747248 (broch.).
LACERDA, Cristina B. F. de. Intérprete de libras: em atuação na educação infantil e no ensino
fundamental . 8. ed. Porto Alegre, RS: Mediação, 2017. 95 p. ISBN 9788577060474 (broch.).
GESSER, Audrei. Libras? que língua é essa ? crenças e preconceitos em torno da língua de sinais
e da realidade surda. São Paulo: Parábola, 2009. 87 p. (Série estratégias de ensino ; 14). ISBN
9788579340017 (broch.).
VYGOTSKY, L. S. A Formação Social da Mente. São Paulo: Martins Fontes, 1998.

95

Código

Nome

Carga Horária
Semanal

Carga Horária
Semestral

QUIB061

Ética

4h

60h

Disciplina obrigatória

X

Período

Disciplina Eletiva

TIPO DA DISCIPLINA
X

Teórica

Prática

EMENTA
A partir da leitura dos textos dos principais filósofos que problematizaram a ética, discutir os
pressupostos filosóficos da reflexão ética e do agir moral, apontando, tendo como perspectiva o
itinerário histórico, os problemas éticos da atualidade.
BIBLIOGRAFIAS BÁSICAS
APEL, K. O. Estudos de moral moderna. Petrópolis: Vozes, 1994.
DE AQUINO, T. Suma Teológica. São Paulo: Abril Cultural, 1980.
ARENDT, Hannah. A condição humana. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2000.

BIBLIOGRAFIAS COMPLEMENTARES
ARENDT, Hannah. Sobre a violência. Rio de Janeiro: Relume-Dumará, 1994.
ARISTÓTELES. Ética a Nicômacos. Brasília: UnB, 1999.
DUSSEL, Enrique D. Caminhos de libertação latino-americana: História, colonialismo e libertação:
tomo 2. São Paulo, SP: Edições Paulinas, 1984. 226 p. ISBN (broch.).
OLIVEIRA, Manfredo Araujo de. Correntes fundamentais da ética contemporânea. 2. ed. Petrópolis:
Vozes, 2001. 255 p. (Cristianismo e libertação). ISBN 8532624006 : (Broch.).

96

Código

Nome

Carga Horária
Semanal

Carga Horária
Semestral

QUIB062

Leitura e Produção de Texto em
Língua Portuguesa

4h

60h

Disciplina obrigatória

X

Disciplina Eletiva

X

Prática

Período

TIPO DA DISCIPLINA
X

Teórica

PRÉ-REQUISITOS
*************
EMENTA
Prática de leitura e produção de texto, de diversos gêneros, em português, fundamentadas no
conceito de linguagem como atividade interlocutiva e no texto como unidade básica significativa na
língua.
BIBLIOGRAFIAS BÁSICAS
1. FARACO, C. A.; TEZZA, C. Prática de textos para estudantes universitários. Petrópolis, Vozes,
1992.
2. GALVEZ, C; ORLANDI, E.; OTONI, P. (Orgs). O texto: escrita e leitura. Campinas, Pontes, 1997.
3. GARCIA, O. Comunicação em prosa moderna. Rio de Janeiro, Fundação Getúlio Vargas, 1997.
BIBLIOGRAFIAS COMPLEMENTARES
1. GERALDI, J. W. O texto na sala de aula. Cascavel, Assoeste, 1984.
2. SERAFINI, M. T. Como escrever textos. Rio de janeiro, Globo, 1990.
3. MACHADO, A. R.; LOUSADA, E. G.; ABREU-TARDELLI, L. S., Resenha, Parábola, 2004.
4. FEITOSA, V. .; Redação de textos científicos, Papirus, 1991.
5. FERREIRA, L. G. R.; Redação cientifica: como escrever artigos, monografias, dissertações e
teses. UFC, 1994.

97

Código

Nome

Carga Horária
Semanal

Carga Horária
Semestral

QUIB063

Ensino de Português: Leitura,
Escrita e Gramática

4h

60h

Disciplina obrigatória

X

Disciplina Eletiva

X

Prática

Período

TIPO DA DISCIPLINA
X

Teórica

EMENTA
Discussão de uma nova visão das práticas de ensino de Língua Portuguesa, construída a partir da
reflexão de diferentes abordagens dos estudos da linguagem, as quais se integram para
consubstanciar a explicação/descrição do texto como objeto de estudo e de trabalho pedagógico.
BIBLIOGRAFIAS BÁSICAS
CASTILHO, A. T. A língua falada no ensino do Português. São Paulo: Contexto, 1998.
DELL’ISPÇA, R. L. P. ; MENDONÇA, E. A. (Orgs). Reflexões sobre a Língua Portuguesa –
Pesquisa e ensino. Campinas: Pontes, 1997.
GERALDI, J. W. O texto na sala de aula. Cascavel: Assoeste, 181.
BIBLIOGRAFIAS COMPLEMENTARES
POSSENTI, Sírio. Por que (não) ensinar gramática na escola. Campinas, SP: Mercado de Letras,
c1996. 95 p. (Leituras no Brasil). ISBN 9788585725242 (broch.).
VALENTE, A. (Org.) Aulas de Português –Perspectivas inovadoras. Petrópolis: Vozes, 1999.
BUTT, Graham. O planejamento de aulas bem-sucedidas. São Paulo: SBS, 2009. 112 p. ISBN
9788575831328 broch.
NOGUEIRA FILHO, Christiano. Aulas de portugues. 3. ed. Belo Horizonte: Bernardo Alvares, 1966.
189p

98

Código

Nome

Carga Horária
Semanal

Carga Horária
Semestral

QUIB068

Bioquímica de Nutrição Animal

4h

60h

Disciplina obrigatória

X

Período

Disciplina Eletiva

TIPO DA DISCIPLINA
X

Teórica

Prática

EMENTA
Estrutura, função biológica, classificação e propriedades químicas de proteínas, carboidratos,
lipídeos e ácidos nucléicos. Enzima, vitaminas e coenzimas. Vias metabólicas. Conceito de ótimo
em nutrição animal. Necessidades nutricionais. Alimentos para animais. Alimentação de animais
para trabalho e em condições de estresse. Alimentação de filhotes órfãos e animais doentes.
Experimentação e avaliação de alimentos para animais.

BIBLIOGRAFIAS BÁSICAS
BACILA, M.; Bioquimica Veterinaria. ROBE EDITORIAL. 2a Ed. 2003.
KOZLOSKI, Gilberto Vilmar. Bioquímica dos ruminantes. 3. ed. Santa Maria: UFSM, 2011. 212 p.
ISBN 9788573911503 (broch.).
CAMPBELL, M. K., FARRELL, S., Bioquímica. Ed. 6, Artmed, 2008..
BIBLIOGRAFIAS COMPLEMENTARES
MURRAY, R. K., Harper: bioquímica ilustrada, Atheneu, 2006.
MURRAY, R. K., GRANNER, D. K., RODWELL, V. W., Harper: bioquímica ilustrada, McGraw-Hill,
2007.
VOET, J. G.; VOET, D.; PRATT, C. W. Fundamentos de bioquímica, Artmed., 2000.
MARZZOCO, A., TORRES, B. B., Bioquímica básica, Ed. 3, Guanabara Koogan, 2007.
HARPER, H. A., MURRAY, R.K., Harper : bioquímica, Ed. 8, Atheneu, 1998.
MURRAY, R. K., Harper: bioquímica ilustrada, Atheneu, 2006.

99

Código

Nome

Carga Horária
Semanal

Carga Horária
Semestral

QUIB069

Química Orgânica 4

4h

60h

Disciplina obrigatória

X

Disciplina Eletiva

X

Prática

Período

TIPO DA DISCIPLINA
X

Teórica

PRÉ-REQUISITOS
Química Orgânica 3
EMENTA
Química dos Elementos da Segundo Período: Enxofre e Fósforo; Compostos Heterocíclicos,
Organometálicos: Lítio, Magnésio, Zinco, Boro, Alumínio, Silício, Estanho, Selênio, Ródio, Rutênio e
Paládio; Reações Pericíclicas e Síntese Orgânica
BIBLIOGRAFIAS BÁSICAS
1. SOLOMONS, T. W. G., FRYHLE, C. B., Química Orgânica. Ed. 1, LTC, 2012.
2. McMURRY, J., Química Orgânica, Ed. 1, Cengage, 2011.
3. BRUICE, P. Y., Química Orgânica, Ed. 4, Editora Person Prentice Hall. 2004.
BIBLIOGRAFIAS COMPLEMENTARES
1. VOLLHARD, K. C., SCHORE, N. E., Química Orgânica: Estrutura e função. Vol. Único. Ed. 1,
Bookman, 2004.
2. de SOUZA, M. V. N., Estudo da síntese orgânica baseado nas substâncias bioativas. Vol. Único.
Ed. 1, Átomo, 2010.
3. ALLINGER, N. L., Química Orgânica. Ed. 2, Vol. único. LTC, 1976.
4. CAREY, F. A., SUNDBERG, R. J. Advanced Organic Chemistry, Ed. 5, Editora Springer-Verlag,
2007.
5. MARCH, J., Advanced Organic Chemistry: reaction, mechanisms and structure, Ed. 4, John
Wiley & Sons. 1992.
6. CLAYDEN, J., GREEVES, N., WARREN, S., Organic Chemistry, 2000.

100

Código

Nome

Carga Horária
Semanal

Carga Horária
Semestral

QUIB070

Bioquímica, Fisiologia e
Ecologia de
Microorganismos

4h

60h

X

Disciplina Eletiva

Disciplina obrigatória

Período

TIPO DA DISCIPLINA
X

Teórica

X

Prática

PRÉ-REQUISITOS
Bioquímica Geral
EMENTA
Microrganismos como instrumentos de análise, Metabolismo Microbiano, Bioquímica na Ecologia
Microbiana, Seminários, Aulas Práticas e Visitas Técnicas
BIBLIOGRAFIAS BÁSICAS
AGRIOS, G. N. Plant pathology. 5 ed. San Diego, Academic Press., 2004.
ALBERTS, B.; BRAY, D.; LEWIS, J.; RAFF, M.; ROBERTS, R.; WATSON, J. D. Biología Molecular
de la Célula. Ed. Omega. 1996.
ALCÂNTARA, F., CUNHA, M. A., ALMEIDA, M. A. Microbiologia: práticas laboratoriais, 2a ed.
Aveiro: Univ. de Aveiro. 2001.
BIBLIOGRAFIAS COMPLEMENTARES
BARCELÓ, M. F. Técnicas Instrumentales en Bioquímica y Biología. Universitat de les Illes
Balears. 2003.
BOYER, R. Modern Experimental Biochemistry. 3 Ed. Addison wesley Longman. 2000.
HURST, C. J. ;CRAWFORD, R. L.; KNUDSEN, G. R.; MCINERNEY, M. J.; STETZENBACH, L. D.
(eds). Manual of Environmental Microbiology. 2a Ed. ASM Press, Washington, USA. 2002
STRYER, B.; TYMOZKO. Bioquímica, Ed. Guanabara Koogan, 5a. Edição, Rio de Janeiro. 2003.

101

Código

Nome

Carga Horária
Semanal

Carga Horária
Semestral

QUIB070

Estatística

4h

60h

X

Disciplina Eletiva

Disciplina obrigatória

Período

TIPO DA DISCIPLINA
X

Teórica

Prática

PRÉ-REQUISITOS
Cálculo 1
EMENTA
Estatística descritiva. Cálculo das probabilidades. Variáveis aleatórias discretas e contínuas. Função
de probabilidade. Esperança matemática. Variânçia. Modelos probabilísticos. Teorema do Limite
central. Noções de Amostragem. Estimação de parâmetros. Intervalos de confiança e testes de
hipóteses e teste de aderência. Análise de regressão e correlação.
BIBLIOGRAFIAS BÁSICAS
NAZARETH, Helenalda Resende de Souza. Curso básico de estatística. 7.ed. São Paulo: Ática,
1995. 160p. ISBN 8508017960 : (Broch.)
FONSECA, Jairo Simon da; MARTINS, Gilberto de Andrade. Curso de estatística. 6. ed. São Paulo:
Atlas, 1996.. 320 p. ISBN 8522414718 (broch.).
VIEIRA, Sonia. Elementos de estatística. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2003. 162p. ISBN 8522436118 :
(Broch).
BIBLIOGRAFIAS COMPLEMENTARES
DAWSON, Beth; TRAPP, Robert G. Bioestatística: básica e clínica . 3. ed. Rio de Janeiro, RJ:
McGraw-Hill Interamericana do Brasil, c2003.. xiv, [348] +2 p. + CD-ROM ISBN 8586804320
(broch.).
HAIR, Joseph F. Análise multivariada de dados. 6. ed. Porto Alegre: Bookman, 2009. x, 688 p. ISBN
9788577804023 (enc.).
JOHNSON, Richard A.; WICHERN, Dean W. Applied multivariate statistical analysis. 4th ed. Upper
Sadde River: Prentice-Hall, c2007.. 773 p. ISBN 0131877151 (enc.).
SOUNIS, Emilio. Bio estatística: princípios fundamentais, metodologia estatística, aplicação às
ciências biológicas. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1971. 230 p.

102

Código

Nome

Carga Horária
Semanal

Carga Horária
Semestral

QUIB

História Afro Brasileira e Africana

4h

60h

Disciplina obrigatória

X

Período

Disciplina Eletiva

TIPO DA DISCIPLINA
X

Teórica

Prática

PRÉ-REQUISITOS
EMENTA
História da África e dos Africanos. A luta dos negros no Brasil. A cultura Negra Brasileira e o negro
na formação da sociedade nacional. A contribuição do povo negro nas áreas social, econômica,
política e cultural para a formação da nação brasileira.
BIBLIOGRAFIAS BÁSICAS
1- CHIAVENATO, J. J. O negro no Brasil. São Paulo: Brasiliense, 1988.
2- RANGER, T. O. História Geral da África. São Paulo: África Unesco: 1991, vol. 7.
3- CARDOSO, C. F.F. S. Agricultura, escravidão e Capitalismo. Petrópolis, RJ: Vozes, 1982.

BIBLIOGRAFIAS COMPLEMENTARES
1- FREYRE, G. Casa grande e senzala. São Paulo: Brasiliense, 2000.
2- DA MATTA, R. O que faz o Brasil, Brasil? São Paulo: Editora Rocco, 1984.
3- REIS, J. J. Escravidão e invenção da liberdade. São Paulo: Brasiliense, 1988
4- RODRIGUES, N. Os africanos no Brasil. São Paulo: Companhia Editora Nacional.

103

12. ESTÁGIO SUPERVISIONADO

A Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008 – Lei do Estágio, define o “estágio
como o ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho,
que visa à preparação para o trabalho produtivo do estudante”.
Na UFAL os estágios curriculares supervisionados são regulamentados a partir
da Lei do Estágio em conjunto com a Resolução nº 71/2006-CONSUNI/UFAL, de 18
de dezembro de 2006, ficando definido como componente curricular, presente nos
cursos de graduação, sendo dividido em estágios curriculares supervisionados,
obrigatório e não obrigatório, desde que previstos nos projetos pedagógicos dos
cursos.
O Estágio Supervisionado Não Obrigatório do Curso de Bacharelado em
Química, do Instituto de Química e Biotecnologia, possui 200 h (duzentas horas)
mínimas de atividades, podendo ser realizado entre o 5º e o 8º períodos, sendo que
seu principal objetivo é proporcionar ao aluno a oportunidade de aplicar seus
conhecimentos acadêmicos em situações da prática profissional, possibilitando-lhe,
assim, o exercício de atitudes em situações vivenciadas e a aquisição de uma visão
crítica de sua área de atuação profissional futura, de ordem formal e não formal.
O planejamento e a execução das práticas realizadas durante o Estágio
deverão estar apoiados nas reflexões desenvolvidas durante todo o curso de
formação. As avaliações dos resultados obtidos (que podem ser apresentadas na
forma de relatório final do Estágio) poderão servir para avaliar e redirecionar a
estrutura curricular do curso. Portanto, esta avaliação deve ser feita por uma equipe
de professores formadores e, pelo coordenador de estágios a fim de analisar os
problemas encontrados, propor soluções etc., contribuindo assim para a melhoria da
formação do aluno.
A estruturação do estágio formaliza-se através de atividades compreendendo,
obrigatoriamente, as seguintes etapas:
•

Confecção e emissão do Termo de Compromisso de Estágio: o

estágio só será valido a partir do preenchimento e assinatura do Termo de
104

Compromisso de Estágio (TCE), celebrado entre o estudante, o representante da
UFAL e a instituição concedente de estágio. Esse termo é um documento institucional,
contendo os dados gerais do estágio em questão, o número da apólice de seguros
que o discente tem direito, disponibilizado, anualmente, pela Gerência de Estágio da
Pró-Reitoria de Graduação da Ufal (GEST/PROGRAD).
•

Elaboração do plano de trabalho: o estágio deve estar no contexto da

formação acadêmica e ser apresentado para registro pelo Colegiado do Curso de
Bacharelado em Química e, devidamente aprovado e acompanhado por um docente
orientador.
•

Desenvolvimento das ações programadas: o estágio deve ressaltar o

lado da qualidade formal, no aprimoramento das condições instrumentais do exercício
profissional.
•

A avaliação final do estágio: deverá ser apresentado um relatório

completo das atividades ao Coordenador de Estágio e ao Colegiado do Curso,
avaliado e assinado pelo orientador e pelo supervisor de campo.
Sobre o Estágio Curricular Supervisionado Não Obrigatório é atividade
opcional integrante do conjunto de possibilidades previstas para as atividades
complementares. Podendo ocorrer a partir do 3º período do curso e terá carga horária
de no máximo 30 horas semanais, desde que não haja prejuízo nas atividades
acadêmicas obrigatórias. Nos períodos de férias escolares poderão ocorrer atividades
de estágios não obrigatórios, sendo a jornada de trabalho estabelecida entre o
estagiário e a parte concedente, com interveniência da UFAL, através da
Coordenação de Estágios Curriculares do curso.
O Estágio Não-Obrigatório poderá, respeitada a Resolução nº 71/2006CONSUNI/UFAL, de 18 de dezembro de 2006, ser transformado em Estágio
Obrigatório, mediante parecer favorável do Colegiado de Curso.

13. METODOLOGIAS DE ENSINO E APRENDIZAGEM

105

O curso de Bacharelado em Química da UFAL tem como prerrogativa a
construção da identidade do futuro profissional considerando as relações do ensino
e aprendizagem e suas tecnologias, de tal maneira que esse profissional possa
compreender os desafios e intervir significativamente na sua realidade local e global.
Desse modo, o curso tem a premissa de assegurar aos discentes uma formação
integral, aplicando metodologias de ensino e aprendizagem que estejam diretamente
focadas nas competências e habilidades preconizadas nas Diretrizes Curriculares
Nacionais (DCN) estabelecidas pelo Conselho Nacional de Educação – CNE/MEC.
Nesse sentido, essas metodologias devem assegurar aos discentes as habilidades
e competências que incluem: i) formação pessoal; ii) compreensão da Química; iii)
busca de informação, comunicação e expressão; iv) trabalho de investigação
científica e produção/controle de qualidade; v) aplicação do conhecimento em
Química e vi) formação profissional ampla e diversificada.
Como

esse

propósito,

a

metodologia

do

curso

é

pautada

na

interdisciplinaridade, acessibilidade metodológica e plena integração das atividades
teóricas e práticas. Em linhas gerais, os professores do curso de Bacharelado em
Química fazem uso de atividades diversas, tais como:
• Aulas teóricas: trata-se de aulas expositivas e dialogadas, nas quais os
conteúdos programáticos definidos para cada componente curricular devem ser
abordados. Nestes ambientes de ensino formais os alunos e professores socializam
o conhecimento, se integram, novos conteúdos e linguagens são discutidos,
trabalhos e avaliações individuais e/ou em grupo são fomentados, dentre outros.
Nessas aulas teóricas podem e devem ser utilizados diferentes recursos didáticos,
tais como audiovisuais, dinâmicas, etc.;
● Aulas práticas: são aulas de componentes curriculares de prática laboratorial.
Nessas aulas os discentes têm contato com toda instrumentação experimental
(vidrarias, reagentes, equipamentos e aparelhos), permitindo a discussão,
aprendizado, compreensão e comprovação de alguns princípios e conceitos
químicos;
● Eventos científicos (feiras, ciclo de palestras, simpósios, encontros,
congressos, semanas científicas, etc.): o discente do curso é estimulado a participar
de eventos científicos e também há preocupação do incentivo para promoção de tais
eventos;
106

Deste modo, a formação do egresso do curso de Bacharelado em Química
utiliza de parâmetros que promovem o aprendizado crítico, contextualizado,
interdisciplinar, inovador e atualizado.

13.1. Tecnologias de Informação e Comunicação – TIC – no processo de
ensino-aprendizagem
O Instituto de Química e Biotecnologia, no qual o curso de Bacharelado em
Química está inserido, congrega docentes e discentes a uma série de recursos
tecnológicos na conexão dos eixos ensino-pesquisa-extensão. O uso das
Tecnologias de Informação e Comunicação – TIC – são entendidos como
ferramentas de inclusão digital indispensáveis à formação do Bacharel em Química.
No âmbito da UFAL, o Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI) é o órgão
encarregado de fornecer o suporte na área de tecnologia da informação da
Instituição e sistemas de controle acadêmico. A plataforma Moodle é o Ambiente
Virtual de Aprendizagem – AVA – utilizado pela UFAL, a qual permite aos
professores utilizarem uma diversidade de ferramentas desta plataforma como
atividades assíncronas e/ou complementares das suas componentes curriculares
atribuídas nos semestres letivos vigentes. Os professores podem ainda, usar redes
sociais e/ou plataformas digitais de interação e informação, tais como blogs e sites
no qual disponibilizam material de consulta e oferecem espaços para interação.
Os recursos tecnológicos para uso nas aulas incluem projetores de multimídia,
caixas de som e computadores interligados com rede de internet wi-fi liberada à toda
comunidade acadêmica, permitindo uma troca de informações e acesso às
plataformas de exibição de vídeos e materiais de consulta durante as aulas. Os
docentes e técnicos-administrativos têm acesso também a uma rede wi-fi exclusiva
do IQB, visando uma troca mais segura e uma banda larga mais adequada.
O IQB tem sua página virtual <www.iqb.ufal.br> dentro do domínio da UFAL
<www.ufal.edu.br> , na qual são disponibilizadas informações institucionais e das
atividades de ensino (graduação e pós-graduação), pesquisa e extensão, bem como
são veiculadas informações gerais, notícias, documentos, dentre outros.
Nas atividades de ensino, pesquisa e extensão o uso das TIC aparecem de
forma específica, a depender dos objetivos de cada ação. É presente e rotineiro o
uso de softwares dedicados às atividades de cada linha de estudo ou atividades de
107

extensão dos docentes do IQB, permitindo essa imprescindível articulação das
tecnologias na formação do Bacharel em Química.
13.2. Avaliação da aprendizagem
A avaliação é uma das etapas do processo ensino-aprendizagem e deve estar
em sintonia com as metodologias de trabalho adotadas pelos professores e também
atender as normas definidas pela Universidade. O processo avaliativo é uma atitude
de responsabilidade da Instituição, dos professores e dos estudantes, com foco no
processo formativo e não se trata de uma atividade puramente técnica, mas deve
ser processual e formativa, mantendo coerência com todos os aspectos do
planejamento e execução do Projeto Pedagógico do Curso.
Dentro das normas acadêmicas, a avaliação da aprendizagem atende ao art.
9º. da resolução CEPE 25/05 que determina que o regime de aprovação do
estudante em cada disciplina será efetivado mediante a apuração da frequência às
atividades didáticas e do rendimento escolar. Neste entendimento, o art. 10 afirma
que: “será considerado reprovado por falta o aluno que não comparecer a mais de
25% (vinte e cinco por cento) das atividades didáticas realizadas no semestre letivo”.
Parágrafo único - o abono, compensação de faltas ou
dispensa de frequência, só será permitido nos casos
especiais previstos nos termos do decreto-lei no 1.044
(21/10/1969), decreto-lei no 6.202 (17/04/1975) e no
regimento geral da UFAL.
A mesma resolução apresenta um capítulo detalhando como se efetiva a
apuração do rendimento escolar.
Art. 11 - a avaliação do rendimento escolar se dará através
de:
Avaliação bimestral (AB), em número de 02 (duas) por
semestre letivo;
Prova final (PF), quando for o caso;
Trabalho de conclusão de curso (TCC).

108

§ 1o – somente poderão ser realizadas atividades de
avaliação, inclusive prova final, após a divulgação antecipada
de, pelo menos, 48 (quarenta e oito) horas, das notas obtidas
pelo aluno em avaliações anteriores.
§ 2o - o aluno terá direito de acesso aos instrumentos e
critérios de avaliação e, no prazo de 02 (dois) dias úteis após
a divulgação de cada resultado, poderá solicitar revisão da
correção de sua avaliação, por uma comissão de professores
designada pelo colegiado do curso.
Art. 12 - será também considerado, para efeito de avaliação,
o estágio curricular obrigatório, quando previsto no Projeto
Político Pedagógico. Art. 13 - cada avaliação bimestral (AB)
deverá ser limitada, sempre que possível, aos conteúdos
desenvolvidos no respectivo bimestre e será resultante de
mais de 01 (um) instrumento de avaliação, tais como: provas
escritas e provas práticas, além de outras opções como
provas orais, seminários, experiências clínicas, estudos de
caso, atividades práticas em qualquer campo utilizado no
processo de aprendizagem.
§ 1o - em cada bimestre, o aluno que tiver deixado de cumprir
01 (um) ou mais dos instrumentos de avaliação terá a sua
nota, na avaliação bimestral (AB) respectiva, calculada
considerando-se a média das avaliações programadas e
efetivadas pela disciplina.
§ 2o - em cada disciplina, o aluno que de licenciatura em
alcançar nota inferior a 7,0 em uma das duas avaliações
bimestrais, terá direito, no final do semestre letivo, a ser
reavaliado naquela em que obteve menor pontuação,
prevalecendo, neste caso, a maior
Art. 14 - a nota final (NF) das avaliações bimestrais será a
média aritmética, apurada até centésimos, das notas das
duas avaliações bimestrais.

109

§ 1o - será aprovado, livre de prova final, o aluno que alcançar
nota final (NF) das avaliações bimestrais, igual ou superior a
7,00.
§ 2o - estará automaticamente reprovado o aluno cuja nota
final (NF) das avaliações bimestrais for inferior a 5,00.
Art. 15 - o aluno que obtiver nota final (NF) das avaliações
bimestrais igual ou superior a cinco e inferior a 7,00 terá direito
a prestar a prova final (PF).
Parágrafo único - a prova final (PF) abrangerá todo o
conteúdo da disciplina ministrada e será realizada no término
do semestre letivo, em época posterior às reavaliações,
conforme o calendário acadêmico da UFAL.
Art. 16 - será considerado aprovado, após a realização da
prova final (PF), em cada disciplina, o aluno que alcançar
média final igual ou superior a 5,5 (cinco inteiros e cinco
décimos).
Parágrafo único - o cálculo para a obtenção da média final é
a média ponderada da nota final (NF) das avaliações
bimestrais, com peso 6 (seis), e da nota da prova final (PF),
com peso 4 (quatro).
Art. 17 - terá direito a uma segunda chamada o aluno que, não
tendo comparecido à prova final (PF), comprove impedimento
legal ou motivo de doença, devendo requerê-la ao respectivo
colegiado do curso no prazo de 48 (quarenta e oito) horas
após a realização da prova.
Parágrafo único - a prova final, em segunda chamada,
realizar-se-á até cinco dias após a realização da primeira
chamada, onde prevalecerá o mesmo critério disposto no
parágrafo único do art. 16.
Dessa forma, a avaliação da aprendizagem do curso de Bacharelado em
Química da UFAL é condizente com a concepção de ensino que norteia a
metodologia adotada para a consecução da proposta curricular, de forma a fortalecer
a perspectiva da formação integral dos estudantes, respeitando a diversidade e a
110

pluralidade das suas formas de manifestação e participação nas atividades
acadêmicas, sem se distanciar das determinações legais e institucionais.
Além disso, em atendimento às políticas inclusivas, todo processo de avaliação
poderá ser reformulado para atender as especificidades dos discentes que
necessitem de atendimento especial.
13.3. Outras avaliações
i) Comissão Permanente de Avaliação – CPA: avaliação institucional
Nos termos do artigo 11 da Lei nº 10.861/2004, a qual institui o Sistema
Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES), toda IES constituirá uma
Comissão Permanente de Avaliação (CPA), com as atribuições de conduzir os
processos de avaliação internos da instituição, bem como de sistematizar e prestar
as informações solicitadas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas
Educacionais Anísio Teixeira (INEP). Assim, a CPA/UFAL tem por finalidades
elaborar e desenvolver, junto à comunidade acadêmica, à administração e aos
conselhos superiores, uma proposta de autoavaliação institucional, além de
coordenar e articular os processos internos da avaliação da UFAL, de acordo com o
projeto de autoavaliação aprovado, dentro dos princípios e diretrizes do SINAES.
ii) Avaliação permanente de Projeto Pedagógico do Curso
A avaliação permanente do Projeto Pedagógico do Curso é importante para
aferir a adequação do novo currículo e novas propostas, como também para verificar
a necessidade de alterações futuras que possam contribuir para a otimização do
mesmo. Esta avaliação é feita primariamente pelo Colegiado do curso e pelo NDE,
tomando como base relatórios da CPA, relatórios acadêmicos (evasão, retenção e
rendimento escolar dos discentes). São utilizadas estratégias que possam garantir
uma discussão ampla do PPC, mediante um conjunto de questionamentos
organicamente ordenados que facilitem a identificação de possíveis adequações,
deficiências e/ou mudanças na estrutura curricular, seja de ordem legal,
mercadológica, social, dentre outros fatores.
O curso será também avaliado pela sociedade, através das ações e
intervenções feitas no âmbito da extensão universitária, em parceria com instituições
111

e empresas alagoanas, assim como através dos estágios curriculares não
obrigatórios, a partir do momento que suas ações e procedimentos serão divulgados,
registrados e avaliados. Estabelece-se assim, uma comunicação direta e
permanente com toda sociedade acadêmica e civil para nortear os avanços
pertinentes para o curso de Bacharelado em Química.

14. POLÍTICA DE APOIO AOS DISCENTES
14.1. Residência universitária
A Residência Universitária Alagoana (RUA) oferece moradia para estudantes
oriundos do interior de Alagoas e de outros estados brasileiros e fica localizada no
Campus A.C. Simões, em Maceió/AL. Atualmente a RUA tem capacidade para
atender até 127 estudantes.
A seleção para o Programa de Residência Universitária ocorre ao menos uma
vez por ano, através de Edital da Pró-reitoria Estudantil – PROEST – divulgado no
Portal da UFAL <www.ufal.edu.br>. O processo do Edital seleciona estudantes em
situação de vulnerabilidade social.

14.2. Restaurante Universitário
O Restaurante Universitário da UFAL atende à toda comunidade universitária
e tem por objetivo oferecer almoço e jantar por preços acessíveis. Para ter acesso
ao Restaurante Universitário, os estudantes devem levar comprovante de matrícula
certificado pelo Departamento de Registro e Controle Acadêmico (DRCA) e
documento de identificação com foto. Os servidores (técnicos e docentes), devem
apresentar a carteira funcional ou cópia do contracheque, além de um documento de
identificação com foto.
O Restaurante Universitário oferece gratuidade para estudantes em situação
de vulnerabilidade e a seleção é realizada através de Edital da Pró-reitoria Estudantil
divulgado no Portal da UFAL (www.ufal.edu.br), ao menos uma vez por ano.

14.3. Programa de Bolsas e Auxílios
112

A Pró-reitoria Estudantil disponibiliza bolsas e auxílios para estudantes de
todos os campi e unidades da UFAL. O programa visa atender a estudantes em
situação de vulnerabilidade social com a finalidade de respaldar sua permanência na
Universidade.
Para concorrer às bolsas e auxílios o estudante deve participar de Edital de
Seleção da PROEST, que ocorre ao menos uma vez por ano e é divulgado no Portal
da UFAL (www.ufal.edu.br). O processo do Edital seleciona estudantes em situação
de vulnerabilidade social.

14.4. Cartão odontológico
A PROEST disponibiliza aos estudantes da Universidade o Cartão
Odontológico para atendimento clínico no Gabinete Odontológico da Faculdade de
Odontologia (FOUFAL - Campus A.C. Simões). Para ter acesso ao Cartão
Odontológico o estudante deve levar à Gerência de Assistência Estudantil da
PROEST uma foto 3X4 e Comprovante de Matrícula certificado pelo DRCA.

14.5. Solicitação de atendimento médico
Os estudantes da UFAL podem solicitar agendamento de especialidades
médicas pelo Hospital Universitário (HU). Para solicitar o atendimento é necessário
comparecer à Gerência de Assistência Estudantil da PROEST munido de
Comprovante de Matrícula autenticado pelo DRCA e documento de identificação
com foto e identificar a especialidade para a qual deseja atendimento.

14.6. Acolhimento psicológico
A PROEST realiza acolhimento psicológico de estudantes para orientação ou
encaminhamento para rede SUS. Para agendar acolhimento psicológico o estudante
precisa levar Comprovante de Matrícula autenticado pelo DRCA e documento de
identificação com foto para a Gerência de Assistência Estudantil da PROEST.

14.7. Ajuda de custo para apresentação de trabalho
113

Os estudantes que vão apresentar trabalho em encontros e congressos
acadêmicos fora do Estado de Alagoas podem solicitar ajuda de custo à PROEST,
devendo comparecer à secretaria da PROEST, até 15 dias antes do início do evento.

14.8. Núcleo de Acessibilidade
O Núcleo de Acessibilidade da UFAL – NAC – atua desde 2016 na
intermediação com os diferentes órgãos da UFAL, principalmente junto à SINFRA,
PROGRAD e PROEST, para a minimização de possíveis barreiras (físicas e
acadêmicas) à permanência do estudante com deficiência, como preconiza a Lei
10.098/2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da
acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida. As
atribuições e ações do NAC foram mais detalhadas anteriormente no item
“POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO – Acessibilidade”.

15. ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA
No âmbito da Universidade, o curso de Química Bacharelado, bem como todos
os cursos de graduação da UFAL, recebe todo suporte administrativo e logístico pela
administração central, pró-reitorias e órgãos de apoio, tais como:

- Pró-reitoria de Graduação (PROGRAD): tem por finalidade planejar, coordenar e
acompanhar as políticas de ensino de graduação avaliando a elaboração dos Projetos
Pedagógicos dos Cursos de graduação e as atividades de estágio curricular e
monitoria a eles associados. Compete a esta pró-reitoria conduzir as atividades do
ensino de graduação de forma permanentemente articulada com o Conselho de
Ensino, Pesquisa e Extensão - CEPE, com as demais pró-reitorias acadêmicas (Próreitoria Estudantil (PROEST), Pró-reitoria de Extensão (PROEXT) e Pró-reitoria de
Pesquisa e Pós-graduação (PROPEP)), com as Unidades Acadêmica e Colegiados
dos cursos da UFAL;

114

- Departamento de Registro e Controle Acadêmico (DRCA): é responsável por toda
documentação pertinente ao aluno durante toda sua vida acadêmica;
- Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI): órgão encarregado de fornecer o suporte
na área de tecnologia da informação da instituição e sistemas de controle acadêmico.
No âmbito do Instituto de Química e Biotecnologia, a administração acadêmica
do curso de Química Bacharelado, incluindo composição e funcionamento de
Colegiado de curso, comissões, coordenação de estágios, formação e atuação do
Núcleo

Docente

Estruturante

(NDE)

e

suas

atribuições

relacionadas

ao

desenvolvimento, autoavaliação e concretização das propostas do PPC estão bem
definidas no Regimento Interno aprovado pelo Conselho do IQB (aprovado em
plenária em 18 de março de 2013). Os critérios e normas relativos ao Trabalho de
Conclusão de Curso (TCC) considerando as diretrizes contidas na resolução 25/2005
CEPE/UFAL, foi homologado e atualizado em reunião do Conselho do Instituto de
Química, realizada no dia 12 de março de 2018.

Integram a estrutura do IQB:
I) Áreas de Conhecimento:
a) Química Orgânica;
b) Química Inorgânica;
c) Físico-Química;
d) Química Analítica;
e) Bioquímica;
f) Biotecnologia e Tecnologia Química;
g) Educação em Química.
II) Órgãos de Deliberação Coletiva:
a) Conselho do IQB;
b) Colegiados de Cursos de Graduação;
c) Colegiados de Programas de Pós-Graduação.
III) Órgão de Direção:
Diretoria do IQB.
IV) Órgãos Operativos
115

a) Órgãos de Apoio Acadêmico:
a.1. Comissão de Biblioteca Setorial;
a.2. Coordenação de Pesquisa;
a.3. Coordenação de Extensão;
a.4. Núcleo Docente Estruturante dos Cursos de Graduação;
a.5. Supervisão de Estágios;
a.6. Supervisão de Laboratórios de Ensino;
a.7. Comissão de Empreendedorismo e Inovação;
a.8. Representação das Áreas de Conhecimento;
a.9. Supervisão de Monitoria.
b) Órgãos de Apoio Administrativo e Operacional:
b.1. Secretarias Executiva e Acadêmica do IQB;
b.2. Comissão de Infraestrutura, Manutenção e Orçamento;
b.3. Comissão de Espaço Físico;
b.4. Comissão de Avaliação de Cursos em nível de graduação (Núcleo
Docente Estruturante dos Cursos de Graduação) e Pós-Graduação;
b.5. Comissão de Avaliação de Recursos Humanos;
b.6. Comissão de Patrimônio;
b.7. Assessoria de Comunicação;
b.8. Comissão de Gerenciamento de Resíduos;
b.8. Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA.
c) Órgãos Complementares:
c.1. Almoxarifado Setorial Especializado de Produtos Químicos;
c.2. Central Analítica do IQB/UFAL.
15.1. Colegiado do Curso
O Colegiado de Curso de Graduação é órgão devidamente institucionalizado e
vinculado à Unidade Acadêmica, com o objetivo de coordenar o funcionamento
acadêmico de Curso de Graduação, seu desenvolvimento e avaliação permanente,
em conformidade com as diretrizes definidas no Regimento Geral da UFAL de
30/01/2006, Título II Capítulo V, Seção II, Art. 25 e 26 e a Portaria N° 559 de 28 de
junho de 2001. O colegiado é renovado periodicamente, de dois em dois anos, sendo
116

constituído por cinco professores do Instituto de Química e Biotecnologia, dentre eles
o coordenador e o vice-coordenador, um representante dos técnicos-administrativos
e um representante discente. O colegiado se reunirá regularmente semestralmente ou
extraordinariamente quando necessário. As reuniões serão registradas em ata.
O Colegiado do curso de Bacharelado em Química possui a formação para o
biênio 01/2021 – 01/2023, como segue:
15.1.1. Membros Titulares
Docentes:
Profª. Drª. Andréa Pires Fernandes / SIAPE 1852567 (Coordenadora)
Prof. Dr. Vanderson Barbosa Bernardo / SIAPE 3182288 (Vice-Coordenador)
Profª. Drª Ana Maria Queijeiro Lopez / SIAPE 1121343
Prof. Dr. André Gustavo Ribeiro Mendonça / SIAPE 1777532
Prof. Dr. Wander Gustavo Botero / SIAPE 1697766
Técnico: Karin Christine Lisboa Barros Lucena / SIAPE 1884959
Discente: Douglas Alves Damião / Matrícula 21110151
15.1.2. Membros Suplentes
Docentes:
Profª. Drª. Aracelis Jose Pamphile Adrian / SIAPE 1318707
Prof.ª Dr.ª Edma Carvalho de Miranda
Prof. Dr. Francis Soares Gomes
Prof. Dr. Júlio Cosme Santos da Silva / SIAPE 2343745
Profª. Drª Simoni Margareti Plentz Meneghetti / SIAPE 1515173
Técnico: Juliana Sandes Dantas
Discente: Carlos Arthur Bertoldo de Araújo / Matrícula 21110142
DADOS DO COORDENADOR DO CURSO (2021/2023):
Nome: Andréa Pires Fernandes
Formação acadêmica: Bacharel em Química
Titulação: Doutorado em Química
Regime de trabalho: 40 horas / Dedicação Exclusiva
117

15.2. Núcleo Docente Estruturante
O Núcleo Docente Estruturante – NDE foi criado considerando as orientações
contidas na Portaria MEC nº. 147/2007 (02/02/2007), bem como a Resolução
CONAES nº. 01/2010 e o Parecer nº. 04/2010 (17/06/2012) da Comissão Nacional de
Avaliação da Educação Superior – CONAES, que tratam de sua normatização,
princípios, criação e sua finalidade e, por fim, a resolução nº 52/2012-CONSUNI/UFAL
(05/11/2012), que institui o Núcleo Docente Estruturante (NDE) no âmbito dos cursos
de graduação da UFAL, que é composto por no mínimo 05 docentes que atuam em
regime de tempo integral, sendo todos 40 horas – DE e com titulação stricto sensu,
dentre eles, o Coordenador do Curso e no mínimo outros 02 integrantes do Colegiado
do Curso são integrantes. O NDE se reunirá regularmente semestralmente ou
extraordinariamente quando necessário. As reuniões serão registradas em ata.
Dessa forma, o NDE do Curso de Bacharelado em Química, possui a formação
para o triênio 01/2022 – 01/2025, como segue:
Profª. Drª. Andréa Pires Fernandes (Coordenadora)
Prof. Dr. Vanderson Barbosa Bernardo (Vice-Coordenador)
Prof. Dr. André Gustavo Ribeiro Mendonça
Prof. Dr. Wander Gustavo Botero
Prof. Dr. Júlio Cosme Santos da Silva
15.3. Corpo Docente
O Instituto de Química e Biotecnologia, no qual está alocado o curso de
graduação em Bacharelado em Química da UFAL possui atualmente (ano 2023) corpo
docente composto de 44 professores, dos quais, 43 possuem doutorado e 01
mestrado, com formação específica nas diferentes áreas da Química, Farmácia
Bioquímica e áreas afins, com carga-horária de 40h e regime de Dedicação Exclusiva
(exceto 01 docente, com carga-horária de 20h).

118

Quadro 6 - Relação de docentes lotados no Instituto de Química e Biotecnologia da
UFAL, incluindo titulação, situação funcional, carga-horária e e-mail institucional.

Docente

Titulação

Regime de
trabalho

Formação acadêmica

E-mail Institucional

Adriana Santos Ribeiro

Doutor

40h DE

Engenharia Química

drisribeiro@gmail.com

Ana Catarina Rezende
Leite

Doutor

40h DE

Ciências Biomédicas

ana.leite@iqb.ufal.br

Ana Maria Queijeiro
Lopez

Doutor

40h DE

Ciências Químicas, Físicas
e Biológicas (Licenciatura e
Bacharelado)

amql@qui.ufal.br

André Gustavo Ribeiro
Mendonça

Doutor

40h DE

Licenciatura em Química

andregrm@iqb.ufal.br

Andréa Pires Fernandes

Doutor

40h DE

Bacharelado em Química

andrea.fernandes@iqb.ufal.br

Aracelis Jose Pamphile
Adrian

Doutor

40h DE

Licenciatura em Química

aracelis.adrian@iqb.ufal.br

Carmem Lucia de Paiva
e Silva Zanta

Doutor

40h DE

Química Industrial

clp@qui.ufal.br

Cintya D'Angeles do
Espírito Santo Barbosa

Doutor

40h DE

Licenciatura em Química

cintya.barbosa@iqb.ufal.br

Daniela Santos
Anunciação

Doutor

40h DE

Licenciatura em Química

daniela.anunciacao@iqb.ufal.br

Dimas José da Paz Lima

Doutor

40h DE

Licenciatura em Química

dimas.lima@iqb.ufal.br

Edeildo Ferreira da Silva
Júnior

Doutor

40h DE

Farmácia

edeildo.junior@iqb.ufal.br

Edma Carvalho de
Miranda

Doutor

40h DE

Zootecnia

ecdm@iqb.ufal.br

esb@qui.ufal.br

Edson de Souza Bento

Doutor

40h DE

Licenciatura em Química e
Licenciatura de curta
duração em Ciências e
Matemática

Fabiane Caxico de Abreu
Galdino

Doutor

40h DE

Licenciatura em Química

fcag@qui.ufal.br

Francine Santos de
Paula

Doutor

40h DE

Licenciatura em Química

fsp@qui.ufal.br

Francis Soares Gomes

Doutor

40h DE

Bacharelado em Ciências
Biológicas

francissg85@yahoo.com.br

119

Hugo Juarez Vieira
Pereira

Doutor

40h DE

Bacharelado em Bioquímica

hugobqi@yahoo.com.br

Isis Martins Figueiredo

Doutor

40h DE

Bacharelado em Química

figueiredo.isis@gmail.com

Jadriane de Almeida
Xavier

Doutor

40h DE

Bacharelado e Licenciatura
em Química

jadrianexavier@hotmail.com

Janaína Heberle
Bortoluzzi

Doutor

40h DE

Química

janaina.bortoluzzi@iqb.ufal.br

Josealdo Tonholo

Doutor

40h DE

Bacharelado e Licenciatura
em Química

tonholo@qui.ufal.br

José Edmundo Accioly
de Souza

Doutor

40h DE

Engenharia Química

edmundoaccioly@msn.com

Josué Carinhanha
Caldas Santos

Doutor

40h DE

Licenciatura em Química

josue@iqb.ufal.br

Júlio Cosme Santos da
Silva

Doutor

40h DE

Bacharelado em Química

julio.silva@iqb.ufal.br

Laura Cristiane de Souza

Doutor

40h DE

Licenciatura em Química

lcs@qui.ufal.br

Maria Cristina Caño de
Andrade

Doutor

40h DE

Química

mcca@qui.ufal.br

Maria Ester de Sá
Barreto Barros

Doutor

40h DE

Bacharelado em Química

m_esterbbarros@yahoo.com.br

Mariano Alves Pereira

Doutor

40h DE

Licenciatura em Química

map@qui.ufal.br

Marília Oliveira Fonseca
Goulart

Doutor

40h DE

Farmácia

mofg@qui.ufal.br

Mario Roberto
Meneghetti

Doutor

40h DE

Licenciatura e Bacharelado
em Ciências – habilitação
em Química

mrm@qui.ufal.br

Monique Gabriella
Ângelo da Silva

Doutor

40h DE

Licenciatura em Química

monique.angelo@gmail.com

Paulo César Costa de
Oliveira

Doutor

40h DE

Química Industrial

pcco@qui.ufal.br

Pedro Vieira da Silva

Mestre

20h

Pedro Pablo Florez
Rodriguez

Doutor

40h DE

Licenciatura em Química

pedro.rodriguez@iqb.ufal.br

Ricardo Silva Porto

Doutor

40h DE

Bacharelado em Química

portto@iqb.ufal.br

Rusiene Monteiro de
Almeida

Doutor

40h DE

Química

rusiene.almeida@iqb.ufal.br

Ruth Rufino do
Nascimento

Doutor

40h DE

Licenciatura em Química

ruth.rufino@iqb.ufal.br

120

Simoni Margareti Plentz
Meneghetti

Doutor

40h DE

Bacharelado em Química

smpm@qui.ufal.br

Tatiane Luciano Balliano

Doutor

40h DE

Química

tlb@qui.ufal.br

Thiago Mendonça de
Aquino

Doutor

40h DE

Ciências Farmacêuticas

thiago.aquino@iqb.ufal.br

Valeria Rodrigues dos
Santos Malta

Doutor

40h DE

Bacharelado em Química

vrsm@qui.ufal.br

Vanderson Barbosa
Bernardo

Doutor

40h DE

Farmácia

vanderson.bernardo@iqb.ufal.br

Vitor Lopes de Abreu
Lima

Doutor

40h DE

Ciências Biológicas

vitor@iqb.ufal.br

Wander Gustavo Botero

Doutor

40h DE

Licenciatura em Química

wander.botero@iqb.ufal.br

15.4. Corpo Técnico
O corpo técnico do IQB é atualmente formado por 14 técnicos de laboratório,
formados na área de Química que estão lotados nos laboratórios didáticos e de
pesquisa e 07 técnicos da área administrativa que estão lotados nas secretarias do
Instituto (Graduação e Pós-Graduação). A lista nominal com os dados do corpo
técnico está no Quadro 7.
Quadro 7 - Relação dos técnicos-administrativos lotados no Instituto de Química e
Biotecnologia da UFAL.

NOME

FUNÇÃO

E-MAIL

Adilson Rodrigues Sabino

Técnico em Laboratório

adilsonsabino16@gmail.com

Aldy dos Santos

Técnico em Laboratório

aldysantosufal@gmail.com

Ana Paula Oliveira da Silva

Técnica em Assuntos
Educacionais

anapaulaoliveira@iqb.ufal.br

Beneildo Rodrigues Oliveira Pereira

Secretário Executivo

beneildo.rodrigues@iqb.ufal.br

Carmen Silvia Tavares de Santana

Química

csantana64@hotmail.com

Assistente de Laboratório

cristianevrcst@hotmail.com

Cristiane Vieira Costa

121

Cida Alves da Costa Lins
Clélio dos Santos

Técnico em Laboratório
Economista

cleliodosuab@bol.com.br

Fernando Maia de Oliveira

Técnico em Laboratório

fmo@qui.ufal.br

Isabela Cardoso Pereira da Silva

Técnico em Laboratório

José Joubert de Alencar Gonçalves

Técnico em Laboratório

jose.gonçalves@iqb.ufal.br

Joziano Cavalcante da Silva

Técnico em Laboratório

joziano@ig.com.br

Assistente em Administração

juliana.dantas@iqb.ufal.br

Júlio César Farias de Andrade

Técnico em Laboratório

julio_cesar-andrade@hotmail.com

Karin Christine Lisboa Barros Lucena

Técnica em Laboratório

karinlucena@hotmail.com

Laurice Carlos de Melo

Assistente em Administração

laurice.melo@iqb.ufal.br

Layse de Almeida Santos

Técnica em Laboratório

layse_stos@hotmail.com

Lívia Paula Barros da Franca Lima

Técnica em Laboratório

livia_pbfl@hotmail.com

Marina MádlaChavin Gonçalves

Assistente em Administração

mmchaving@hotmail.com

Marcos André Marques Alves

Assistente em Administração

marcos.andre37@outlook.com

Juliana Sandes Dantas

122

16. INFRAESTRUTURA
As atividades pedagógicas e técnico-administrativas do curso de Bacharelado
em Química são realizadas majoritariamente no Instituto de Química e Biotecnologia
(IQB), no Campus A. C. Simões. No prédio principal do IQB existem também
laboratórios de pesquisa, no entanto, para essas atividades há outros espaços na
UFAL.
As manutenções de todos os espaços, instalações e equipamentos são feitos
por equipes especializadas da UFAL (SINFRA, NTI) ou terceirizadas (limpeza).
O Quadro 8 descreve as localizações, tipos de instalação e identificação destes
ambientes acadêmicos.

Quadro 8. Instalações físicas do IQB/UFAL.
Unidade
IQB
IQB
IQB
IQB

Tipo de Instalação

Identificação

Área
(m2)

Secretaria geral e de Graduação
Secretaria de Pós-graduação
Direção
Almoxarifado

IQB
IQB
IQB
IQB
IQB

Administrativa
Administrativa
Administrativa
Administrativa
Sala de Aula /
atividade adm.
Biblioteca
Cantina
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula

Biblioteca Setorial
Copa
Sala A
Sala B
Sala 101

118
14

IQB
IQB
IQB
IQB

Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula

Sala 102
Sala 201
Sala 202
Sala 203

242,3

IQB
IQB
IQB
IQB

Outras instalações
Espaço do Docente
Aula prática
Aula prática

Centro Acadêmico
Salas de Permanência Docente
Laboratório Didático 1
Laboratório Didático 2

31,35
295,92

IQB
IQB

Aula prática
Aula prática
Laboratório
Pesquisa
Laboratório
Pesquisa

Laboratório Didático 3
Laboratório Didático 4
Laboratório de Bioprocessos, Cristalografia e
Modelagem Molecular

IQB

IQB
IQB

140,19

Sala de Reuniões

619,74

965,15

Laboratório de Difração de Raio-X

123

IQB
IQB
IQB
IQB
IQB
IQB
IQB
IQB
IQB
IQB
IQB
IQB
IQB
ICAT
ICAT

Laboratório
Pesquisa
Laboratório
Pesquisa
Laboratório
Pesquisa
Laboratório
Pesquisa
Laboratório
Pesquisa
Laboratório
Pesquisa
Laboratório
Pesquisa
Laboratório
Pesquisa
Laboratório
Pesquisa
Laboratório
Pesquisa
Laboratório
Pesquisa
Laboratório
Pesquisa
Laboratório
Pesquisa
Laboratório
Pesquisa
Laboratório
Pesquisa

NPM
Laboratório
(Severinão
Pesquisa
)
Laboratório
ICAT
Pesquisa
Laboratório
ICAT
Pesquisa
NPM
Laboratório
(Severinão
Pesquisa
)
NPM
Laboratório
(Severinão
Pesquisa
)
Laboratório
IQB
Pesquisa

Laboratório de Biotecnologia e Enzimologia –
LBE
Laboratório de Eletroquímica e
Microssistemas de Análise
Grupo de Pesquisa em Ensino de Química e
Divulgação Científica - GPEQDC
Laboratório de Síntese Orgânica - Laso
Laboratório de Produtos Naturais
Laboratório de Pesquisa em Quím. e Síntese
dos Produtos Naturais – Lpqpn
Lab. de Bioquímica do Parasitismo e
Microbiologia Ambiental
Laboratório de Síntese e Isolamento de
Feromônios
Laboratório de Biomarcadores e
Estequioquímicos – LABIS
Laboratório de Análise e Identificação de
Semioquímicos
Laboratório de Eletroquímica Aplicada
Laboratório de Eletroquímica 2
LPqRN – Insetário
Laboratório de Instrumentação e
Desenvolvimento em Q. Analítica – LINQA
Grupo de Catálise e Reatividade Química –
GCAR
Laboratório de Eletroquímica e Estresse
Oxidativo -LEEO
Laboratório de Ecologia Química – LEQ
Laboratório de Enzimologia Aplicada e
Análises Bromatológicas – LENAAB
Laboratório de Biotecnologia de Plantas e
Microorganismos Endofíticos
Laboratório de Pesquisa em Recursos
Naturais – LPQRN
Núcleo de Análises e Pesquisas em
Ressonância Magnética Nuclear – NAPRMN

16.1. Espaço destinados aos docentes
Todos os docentes com regime de trabalho em tempo integral possuem salas
de permanência com mobiliário mínimo e recursos de informática (p.e computador,
124

impressora, estabilizador de voltagem) fornecidos e patrimoniados pela UFAL. Estes
espaços são utilizados como sala da coordenação do curso pelo docente que estiver
ocupando o referido cargo no momento. Algumas salas de permanência são
compartilhadas (no máximo 03 docentes) e nesses casos, caso haja necessidade de
reuniões privativas, o Instituto de Química e Biotecnologia possui uma Sala de
Reuniões localizada no prédio principal. Adicionalmente, alguns laboratórios de
pesquisa possuem suas próprias salas de reuniões, as quais em conjunto com a
estrutura previamente descrita, viabilizam e garantem a interação privativa com os
discentes e orientandos dos docentes do IQB.

16.2. Salas de aula
O IQB possui 09 salas de aula exclusivas para atender as demandas dos
cursos (A, B, 101, 102, 201, 202, 203, Reuniões, PPGQB) e os Laboratórios Didáticos
1, 2 e 3 também possuem estrutura e configuração para aulas teóricas. Outros blocos
de salas de aula (p.e Bloco 13 e 14) são utilizados pelo curso de Bacharelado em
Química, a depender das necessidades de cada semestre e estas instalações
possuem ar-condicionado ou ventiladores. Alguns espaços dispõem de projetores
multimídia fixos e naqueles que não possuem, os docentes têm disponibilidade de
agendamento e retirada na secretaria para uso durante suas atividades.

16.3. Laboratórios didáticos
O IQB possui 04 laboratórios didáticos, dos quais 03 são destinadas às
atividades experimentais e 01 com função de almoxarifado setorial, espaço de preparo
das aulas e permanência dos técnicos-administrativos dos laboratórios. Para dar
suporte a estas atividades existe a Supervisão de Laboratórios de Ensino, conforme
Regimento Interno. Essa Supervisão é feita por um docente do Instituto e é
responsável pela avaliação periódica das demandas e proposições/conduções de
melhorias das atividades laboratoriais.

16.4. Biblioteca

125

O Sistema de Bibliotecas da Universidade Federal de Alagoas (SiBi/UFAL),
instituído pela Resolução CONSUNI nº 45/1989, objetiva a integração das bibliotecas
à política educacional, científica e administrativa da Universidade, servindo de apoio
aos programas de ensino, pesquisa e extensão. É composto por 14 bibliotecas, sendo
07 delas setoriais, as quais atendem de maneira direta ou indireta (a depender das
especificidades de cada assunto de interesse) a comunidade acadêmica do IQB. A
Biblioteca Central, órgão de apoio acadêmico vinculado diretamente à Reitoria, é
encarregada de orientar tecnicamente as demais bibliotecas do SiBi/UFAL. Além do
acesso aos espaços físicos das bibliotecas, a comunidade acadêmica e a sociedade
em geral podem utilizar o portal do SiBi/UFAL para ter acesso a informações sobre o
acervo e os serviços disponibilizados:
- empréstimo de livros do acervo para utilização em local de preferência do usuário,
por tempo determinado;
- comutação bibliográfica para obtenção de copias de documentos técnico-científicos
disponíveis nos acervos das principais bibliotecas brasileiras e em serviços de
informação internacionais;
- consulta local ao acervo;
- catalogação na fonte (criação de fichas catalográficas);
- visitas orientadas para orientação sobre o uso da biblioteca, do acervo e dos
recursos informacionais e para apresentação de uma visão geral do SiBi/UFAL e dos
serviços oferecidos, destacando direitos e deveres do estudante;
- catálogo online do acervo das bibliotecas, integrado no Sistema Pergamum;
- renovação dos empréstimos, presencialmente ou pelo sistema online;
- reserva online de obras que se encontrem emprestadas.
16.5. Laboratório de informática
Os meios de acesso à informática para os discentes do curso de Bacharelado
em Química são contemplados pelos equipamentos disponíveis para uso geral na
Biblioteca Central e nos laboratórios que atendem aos componentes curriculares que
necessitam do uso de computadores. Adicionalmente, outros meios de acesso a
equipamentos de informática pelos discentes, são os computadores (impressoras e
outros afins) localizados nos laboratórios de pesquisa dos docentes do IQB.

126

17. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – TCC
O Trabalho de Conclusão de Curso é uma monografia realizada pelo aluno e
orientada por um professor da UFAL e que engloba atividades práticas e/ou teóricas
permitindo ao aluno a ampliação, aplicação e demonstração dos conhecimentos
adquiridos ao longo do curso e também aplicar a metodologia científica na execução
deste trabalho.
A grade curricular sugere algumas disciplinas que darão subsídios para que
os alunos desenvolvam os TCC’s tal como, Organização do Trabalho Acadêmico, bem
como as disciplinas específicas da área de Química.
- Normas Gerais para Elaboração do TCC
Desde 18 de fevereiro de 2013, está disponível para consulta dos alunos do
Instituto de Química e Biotecnologia (IQB), a Resolução Plenária IQB 01/2013, a qual
foi revisada e substituída pela Resolução Plenária IQB 01/2018 (Anexo 1), que
normatiza a elaboração de trabalhos acadêmicos (Norma para TCC). O Objetivo é
orientar os alunos sobre as regras de elaboração de trabalhos de conclusão de curso,
de acordo com as orientações da Universidade Federal de Alagoas – UFAL.
●

Atividade curricular obrigatória, elaborado individualmente, para integralizar o
Curso de Química, em quaisquer modalidades Licenciatura ou Bacharelado, o
Trabalho de Conclusão de Curso, TCC, tem como objetivo orientar o
graduando em Química na redação de uma monografia, onde devem ser
valorizadas dentre outras habilidades, redação, encadeamento de ideias e
leitura de textos em outro idioma.

● Deverão exigir do aluno demonstração de sua capacidade criativa e habilidade
na aplicação de conhecimentos químicos ou áreas afins;
● Caberá ao aluno escolher, em comum acordo com seu Orientador, o tema do
seu TCC.
● Poderá ser Orientador um Docente do Curso de Química da UFAL ou de outros
cursos da UFAL desde que aprovado pelo colegiado, podendo ter contribuição
de um Co-Orientador;
127

● A Coordenação do Curso de Química divulgará uma lista com os Docentes do
Instituto de Química interessados em orientar;
● A orientação de um TCC por um professor externo ao curso de Química da
UFAL será permitido desde que desenvolva atividades relacionadas com os
domínios de conhecimento envolvidos no tema e, após avaliação pelo
colegiado do curso, seja aprovado pelo mesmo;
● Os orientadores deverão, obrigatoriamente, ter domínio do tema bem como
disponibilidade de tempo para o exercício de Orientação.
● Cada aluno deverá elaborar junto com seu orientador uma proposta de Plano
de Trabalho que contenha os objetivos, as etapas a serem cumpridas
(cronograma) e a bibliografia a ser consultada.
● A proposta do Plano de Trabalho deverá ser apresentada ao Colegiado do
Curso de Química no prazo máximo de 45 (noventa) dias após a matrícula,
podendo ser entregue no ato da matrícula;
● O Colegiado se reunirá para aprovar ou não o Plano de Trabalho, podendo
ouvir o Orientador e fazer sugestões.
● O TCC será apresentado pelo aluno em forma de defesa pública, na presença
de uma banca examinadora que julgará e emitirá nota sobre o mesmo;
● O conteúdo do trabalho final deverá ser escrito na forma de um editor de texto
(Word, ScientificWord Place, WinEdt, etc) obedecendo ao modelo de padrão
para elaboração de teses e afins do Programa de Pós-Graduação em Química
e Biotecnologia da UFAL, como apresentado no sítio www.iqb.ufal.br. O TCC
deve ter no mínimo de 30 e um máximo de 60 páginas.
● O aluno deverá entregar um resumo do TCC ao Colegiado do Curso de
Química, junto com um requerimento do Orientador contendo a data da defesa,
no mínimo 15 (quinze) dias antes da data pretendida para a exposição; o
Orientador poderá neste requerimento indicar os membros da banca
Examinadora que será designada pelo Colegiado do Curso;
● A banca Examinadora será constituída por 3 (três) titulares, onde um deles é o
Orientador e um (1) suplente;
● No prazo máximo de 15 (quinze) dias o aluno deverá entregar uma cópia do
trabalho com as devidas correções à Coordenação do Curso, cópia esta que
será colocada na biblioteca setorial para eventuais consultas.

128

18. ATIVIDADES COMPLEMENTARES (ACADÊMICO-CIENTÍFICO-CULTURAIS)
As atividades complementares (acadêmico-científico-culturais), de livre
escolha do aluno, tais como: Participação em Congressos, Monitorias, Programas de
extensão, Minicursos, Seminários, Palestras, Estágio Curricular não obrigatório,
dentre outras, serão regulamentadas em acordo com a regulamentação geral da
UFAL, e totalizam 200 horas (horas-relógio). A carga horária computada para cada
atividade complementar escolhida pelo aluno está discriminada a seguir:

ATIVIDADE

CARGA HORÁRIA (HORAS)

Programação de recepção dos ingressantes

5h (por curso e por entrada)

Expo-Química – exposição dos laboratórios para

25h (por evento)

as escolas públicas.
Semana

de

Química

(participação

ou

25h (por evento) / 100h no total

organização) e outros eventos.
Introdução ao Sistema de Informática das

5h

Bibliotecas da UFAL
Apresentação em eventos científicos da área ou

10h (por evento)

afins
Participação e Ações de Extensão (atividades

De acordo com a carga horária

étnicos-culturais, visitas técnicas)

do Certificado

Ações de caráter cultural ou comunitário

30h

Projetos de formação complementar

60h/ano até 120h

(PIBIC,

PIBID,

PIBIT,

Iniciação

Científica,

Iniciação à docência, Iniciação à Tecnologia,
PET e afins)
Cursos (EAD ou presencial) tais como:

15h / semestre

Idiomas, Informática e formação complementar
na área do curso.
129

Monitorias

30h / semestre

Estágios não obrigatórios

40h / semestre

Disciplinas Isoladas

Carga horária da disciplina

Representação estudantil (CA, Colegiados)

10h / gestão

Participação, monitorias ou organização de

25h / (por evento)

evento na área ou áreas afins
Minicursos

De acordo com a carga horária
do Certificado.

Os certificados serão contabilizados a partir da data de ingresso na UFAL.

19. AVALIAÇÃO
19.1. Sistema de Avaliação do Projeto do Curso
A avaliação permanente do Projeto Pedagógico do Curso a ser implementado
com esta proposta é importante para aferir o sucesso do novo currículo para o curso,
como também para certificar-se de alterações futuras que venham a melhorar este
projeto, uma vez que o projeto é dinâmico e deve passar por constantes avaliações.
Este procedimento tem como objetivo a autoavaliação do processo e a previsão de
ações que implicam melhorias para o curso, que podem gerar dados para o Plano de
Ação Pedagógica (PAP) do curso. A gestão do projeto político-pedagógico requer um
acompanhamento sistemático, realizado de forma contínua por uma equipe
designada pelo colegiado de curso e pelo NDE. Esta é uma condição para a
concretização dos objetivos propostos. O processo deverá envolver professores,
alunos, funcionários e, quando possível, profissionais interessados na realização de
reuniões, encontros e oficinas, visando analisar o seu desempenho, fazer os ajustes
necessários e o planejamento de ações que favoreçam o aperfeiçoamento da
proposta.
Os mecanismos a serem utilizados deverão permitir uma avaliação institucional
e uma avaliação do desempenho acadêmico – ensino e aprendizagem – de acordo
130

com as normas vigentes, viabilizando uma análise diagnóstica e formativa durante o
processo de implementação do referido projeto. Deverão ser utilizadas estratégias
que possam efetivar a discussão ampla do projeto mediante um conjunto de
questionamentos previamente ordenados que busquem encontrar suas deficiências,
se existirem.
A avaliação institucional será feita conforme o disposto na Lei n° 10.861 de 14
de abril de 2004, que institui o Sistema Nacional de Avaliação Superior (SINAES), que
assegura o processo nacional de avaliação das instituições de ensino superior, dos
cursos de graduação e do desempenho acadêmico de seus estudantes.
O curso será avaliado pela sociedade através da ação/intervenção
docente/discente expressa na produção e nas atividades concretizadas no âmbito da
extensão universitária em parceria com indústrias alagoanas e estágios curriculares
não obrigatórios.
O roteiro proposto pelo INEP/MEC para a avaliação das condições de ensino
também servirá de instrumento para avaliação, sendo o mesmo constituído pelos
seguintes tópicos:
1. Organização didático-pedagógica: administração acadêmica, projeto do
curso, atividades acadêmicas articuladas ao ensino de graduação;
2. Corpo docente: formação profissional, condições de trabalho; atuação e
desempenho acadêmico e profissional;
3. Infra-estrutura: instalações gerais, biblioteca, instalações e laboratórios
específicos.
A avaliação do desempenho docente será efetivada pelo discente (em estudos)
fazendo uso de formulário próprio de acordo com a Resolução n° 46/2014 CONSUNI/UFAL (caráter provisório).
Os egressos do curso serão avaliados por meio de questionários ou entrevistas
que possibilitem o acompanhamento deste profissional, a saber sua área de atuação,
suas percepções sobre a formação recebida, as possíveis atividades de formação
continuada adotadas, para que as mesmas possam ser divulgadas entre os demais
egressos, dentre outros.
O

modelo

de

Avaliação

Institucional

das

disciplinas

(Pesquisa

de

Desenvolvimento de Disciplinas da Graduação) será feita a partir de questionários
aplicados periodicamente aos docentes e discentes a fim de avaliar a efetividade e
131

desempenho das ementas propostas para as disciplinas neste projeto pedagógico.
Os resultados das pesquisas serão avaliados pelo NDE e colegiado do curso que
julgarão a necessidade ou não de alterações nas ementas e/ou proposição de novas
disciplinas que contemplem as demandas apresentadas. Caso seja verificado a
necessidade fundamental de mudança de uma ementa vigente neste PPC, a
implementação da nova ementa seguirá os trâmites legais exigidos por esta
instituição.
Nossas ações acadêmico-administrativas são balizadas por autoavaliações e
por avaliações externas (avaliação de curso, ENADE, CPC e outras). Destaca-se aqui
que todas as informações relativas à produção acadêmica e do curso serão
amplamente divulgadas pelo site do IQB e pela imprensa local.

19.2. Sistema de Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem
A avaliação é uma das etapas do processo ensino e aprendizagem e deve
estar em sintonia com as metodologias de trabalho adotadas pelos professores, e
também atender as normas definidas pela Universidade.
A avaliação deve se centrar tanto no processo como no produto. Quando
realizada durante o processo ela tem por objetivo informar ao professor e ao aluno
os avanços, as dificuldades e possibilitar a ambos a reflexão sobre a eficiência do
processo educativo, possibilitando os ajustes necessários para o alcance dos
melhores resultados possíveis.
Durante o processo educativo é conveniente que o professor esteja atento
à participação efetiva do aluno através da observação da assiduidade,
pontualidade, envolvimento nos trabalhos e discussões.
Entendemos que a avaliação deve ser utilizada como um processo, sem o
interesse exclusivo de aprovação ou reprovação do aluno, e sim, na sua
aprendizagem, seu crescimento, transformando-o em um indivíduo crítico e
preparado, para tomar, a posteriori, as decisões que melhor atendam às
necessidade do mundo do trabalho.
Nossa proposta é não desvincular a avaliação do aluno do processo de
ensino do professor. A avaliação como instrumento a serviço da aprendizagem do
aluno deve contribuir para a análise e para a decisão de quais ações pedagógicas
132

deverão ser tomadas durante o processo de ensino, já que o ato de avaliar a
aprendizagem é um meio de tornar os atos de ensinar e aprender produtivos e
satisfatório.
No produto, várias formas de avaliação poderão se somar a prova escrita,
tais como relatórios, trabalho de pesquisa bibliográfica, lista de exercícios etc.
Todos estes instrumentos são bons indicadores da aquisição de conhecimentos e
do desenvolvimento de habilidades e competências, tais como capacidade de
síntese e análise.
Todo este processo de avaliação deve se compatibilizar com às normas
definidas pela Pró-reitoria de graduação da UFAL, principalmente no que se refere
ao cálculo das médias, nota mínima exigida para aprovação, processo de
reavaliação etc.
Para cada aluno, a Universidade elabora e mantém atualizado, após cada
ano, o Histórico Escolar, no qual são registradas as disciplinas cursadas com a
respectiva carga horária, créditos e as notas obtidas.
A avaliação do rendimento escolar se dará através de: (a) Avaliação Bimestral
(AB), em número de 02 (duas) por semestre letivo; (b) Prova Final (PF), quando for o
caso; (c) Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).
Somente poderão ser realizadas atividades de avaliação, inclusive prova final,
após a divulgação antecipada de, pelo menos, 48 (quarenta e oito) horas, das notas
obtidas pelo aluno em avaliações anteriores. O aluno terá direito de acesso aos
instrumentos e critérios de avaliação e, no prazo de 02 (dois) dias úteis após a
divulgação de cada resultado, poderá solicitar revisão da correção de sua avaliação,
por uma comissão de professores designada pelo Colegiado do Curso. Será também
considerado, para efeito de avaliação, o Estágio Curricular Obrigatório, quando
previsto no PPC.
Cada Avaliação Bimestral (AB) deverá ser limitada, sempre que possível, aos
conteúdos desenvolvidos no respectivo bimestre e será resultante de mais de 01 (um)
instrumento de avaliação, tais como: provas escritas e provas práticas, além de outras
opções como provas orais, seminários, experiências clínicas, estudos de caso,
atividades práticas em qualquer campo utilizado no processo de aprendizagem. Em
cada bimestre, o aluno que tiver deixado de cumprir 01 (um) ou mais dos instrumentos
de avaliação terá a sua nota, na Avaliação Bimestral (AB) respectiva, calculada
considerando-se a média das avaliações programadas e efetuadas na disciplina. Em
133

cada disciplina, o aluno que alcançar nota inferior a 7,0 (sete) em uma das 02 (duas)
Avaliações Bimestrais, terá direito, no final do semestre letivo, a ser reavaliado
naquela em que obteve menor pontuação, prevalecendo, neste caso, a maior nota. A
Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais será a média aritmética, apurada até
centésimos, das notas das 02 (duas) Avaliações Bimestrais. Será aprovado, livre de
prova final, o aluno que alcançar Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais, igual ou
superior a 7,00 (sete). Estará automaticamente reprovado o aluno cuja Nota Final
(NF) das Avaliações Bimestrais for inferior a 5,00 (cinco). O aluno que obtiver Nota
Final (NF) das Avaliações Bimestrais igual ou superior a 5,00 (cinco) e inferior a 7,00
(sete), terá direito a prestar a Prova Final (PF).
A Prova Final (PF) abrangerá todo o conteúdo da disciplina ministrada e será
realizada no término do semestre letivo, em época posterior às reavaliações,
conforme o Calendário Acadêmico da UFAL. Será considerado aprovado, após a
realização da Prova Final (PF), em cada disciplina, o aluno que alcançar média final
igual ou superior a 5,5 (cinco inteiros e cinco décimos). O cálculo para a obtenção da
média final é a média ponderada da Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais, com
peso 6 (seis), e da nota da Prova Final (PF), com peso 4 (quatro). Terá direito a uma
segunda chamada o aluno que, não tendo comparecido à Prova Final (PF), comprove
impedimento legal ou motivo de doença, devendo requerê-la ao respectivo Colegiado
do Curso no prazo de 48 (quarenta e oito) horas após a realização da prova.A Prova
Final, em segunda chamada, realizar-se-á até 05 (cinco) dias após a realização da
primeira chamada, onde prevalecerá o mesmo critério disposto no Parágrafo único do
Art. 16.
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é componente curricular
obrigatório em todos os Projetos Pedagógicos dos Cursos da UFAL, assumindo a
seguinte conformação: I - O TCC não se constitui como disciplina, não tendo, portanto,
carga horária fixa semanal, sendo sua carga horária total prevista no PPC e
computada para a integralização do Curso; II - A matrícula no TCC se dará
automaticamente a partir do período previsto no Projeto Pedagógico do Curso para a
sua elaboração, não tendo número limitado de vagas, nem sendo necessária a
realização de sua matrícula específica no Sistema Acadêmico; III - A avaliação do
TCC será realizada através de 01 (uma) única nota, dada após a entrega do trabalho
definitivo, sendo considerada a nota mínima 7,0 (sete), nas condições previstas no
PPC; IV - Caso o aluno não consiga entregar o TCC até o final do semestre letivo em
134

que cumprir todas as outras exigências da matriz curricular, deverá realizar matrículavínculo no início de cada semestre letivo subseqüente, até a entrega do TCC ou
quando atingir o prazo máximo para a integralização do seu curso, quando então o
mesmo será desligado.

20. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

UFAL, Resolução 16/CCEP de 1974
UFAL, Resolução 05/CEPE de 1988
Resolução CNS/CES No 1.303 de 06 de novembro de 2001, do Conselho Nacional
de Educação/Câmara de Educação Superior
MEC-CNE/CP, Parecer no 1.303 de 06 de novembro de 2001. Diretrizes Curriculares
Nacionais para os Cursos de Química.
MEC-CNE/CP, Parecer no 583 de 2001. Diretrizes Curriculares Nacionais para os
Cursos de Química.
Lei 2.800/52 e reguladas na Instrução Normativa No 36 (25/04/74) do Conselho
Federal de Química;
BRASIL, Lei de Diretrizes e Bases da Educação – LDB, nº 9.394 de e1996.
BRASIL, Ministério da Educação – MEC, Secretaria de Educação Média e
Tecnológica –Semtec. Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Médio.
Brasília: MEC/Semtec,1999a.
MEC-CNE/ CES Parecer No 8/2007 : Dispõe sobre carga horária mínima e
procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação,
bacharelados, na modalidade presencial.
BRASIL, Lei de Diretrizes e Bases – LDB, nº 5540 de 1968.
BRASIL, Lei de Diretrizes e Bases – LDB, nº 5692 de 1971.
BRASIL, Lei de Diretrizes e Bases da Educação – LDB, nº 9.394 de 20 de dezembro
de 1996.
BRASIL, Ministério da Educação – MEC, Secretaria de Educação Média e
Tecnológica – Semtec. Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Médio.
Brasília: MEC/Semtec, 1999a.
Decreto nº 83.650 de 28 de junho de 1979. Concede Reconhecimento do Curso de
Ciências. Habilitação em Química.
135

INEP, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira.
Estatísticas dos Professores no Brasil. MEC – Ministério da Educação, p. 1-53, 2003.
MEC-CNE/CP,Resolução nº 08 de 11 de março de 2002. Estabelece as Diretrizes
Curriculares para os cursos de Licenciatura em Química.
MEC-CNE/CP, Parecer nº 1.303de 06 de novembro de 2001. Diretrizes Curriculares
Nacionais para os Cursos de Química.
PILETTI, N., História da Educação no Brasil – 6ª ed. São Paulo. Ática, p. 3-16, 1996.
UFAL, Resolução nº 16/CCEP/1974 de 24 de setembro de 1974. Conselho
Coordenador de Ensino e Pesquisa. Estabelece a Estrutura Curricular do Curso de
Licenciatura.
VERÇOSA, E. de G..História do Ensino Superior em Alagoas: Verso e Reverso,
1ª ed. Maceió, Editora Edufal, p.43-171, 1997.

136

21. ANEXOS
Anexo 1 - Resolução Normativa do Trabalho de Conclusão de Curso.

RESOLUÇÃO PLENÁRIA IQB 01/2018
Alterou o § único do Art.1º; exclusão do
cap. 2; alteração do cap. 3; junção dos cap.
4 e 5; alteração do cap. 6, 7 e art. 20 do
cap. 8 da Resolução Plenária do IQB nº
01/2013, de 18 de Fevereiro de 2013 e dá
outras providências.

A direção do INSTITUTO DE QUÍMICA E BIOTECNOLOGIA (IQB) da
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS (UFAL), em conjunto com os
coordenadores dos cursos de Graduação (Química Bacharelado, Química
Licenciatura e Química Tecnológica e Industrial), no uso de suas atribuições resolve
elaborar critérios e normas relativos ao Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)
considerando as diretrizes contidas na resolução 25/2005 CEPE/UFAL, este
documento foi homologado e atualizado em reunião do Conselho do Instituto de
Química, realizada no dia 12 de março de 2018.
CAPÍTULO 1 – Das Finalidades
Art. 1. O Trabalho de conclusão de Curso (TCC) é uma atividade curricular
obrigatória, elaborado individualmente, sendo o tema relacionado à profissão de
formação (Bacharel em Química ou Licenciado em Química ou Químico
Tecnológico e Industrial). O TCC deverá ser pesquisa, extensão ou monografia
baseada em revisão bibliográfica.
§ Único. O TCC pode ser orientado, preferencialmente, por um professor do
Instituto de Química e Biotecnologia (IQB) e de outras unidades acadêmicas da
Universidade Federal de Alagoas (UFAL). Professores e pesquisadores de outras
instituições podem ser orientadores, sendo necessário enviar o Curriculum Vitae
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atualizado, documentado, ao Colegiado do curso que o avaliará, e autorizará (ou
não) o pleiteante a ser orientador. O mesmo critério se aplica para pesquisadores
da UFAL.
CAPÍTULO 2: Da Inscrição do TCC
Art. 2. O aluno poderá requerer a inscrição no TCC a partir do início do 5º semestre.
Para tanto deve submeter à secretaria de graduação do IQB o Formulário de
Inscrição contendo as seguintes informações: nome do aluno, nome do orientador
e resumo do trabalho a ser desenvolvido ou em desenvolvimento.
CAPÍTULO 3: Da Orientação e da Docência

Art. 3. Receber a oferta de TCC do semestre letivo assinando o Formulário de
Inscrição do projeto de TCC.
Art. 4 Orientar o TCC quanto à natureza do trabalho a ser desenvolvido
considerando aspectos como a bibliografia referente ao tema a ser estudado, a
metodologia da pesquisa, experimental, forma de apresentar e discutir os resultados
e acompanhar a redação final da monografia.
§ 1. A mudança de professor-orientador só poderá ser realizada mediante
requerimento do aluno ou do orientador, com ciência de ambos e aprovado pelo
Colegiado do Curso.
§ 2. Poderá haver um coorientador de instituição externa a UFAL, desde que
autorizado pelo Colegiado do Curso.
Art. 5 Compor e presidir a Banca Examinadora do TCC, segundo a temática do
estudo.
Art. 6 Compor e convidar a Banca Examinadora, definindo, conjuntamente, a data
e horário da apresentação pública do trabalho e comunicar à Coordenação do Curso
e à secretaria de graduação do IQB.
Art. 7 Entregar na secretaria de graduação do IQB o resultado da avaliação
realizada pela banca, através da Ata da Banca Examinadora.
CAPÍTULO 4. Da Discência
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Art. 8 O aluno deve requerer inscrição no TCC a partir do preenchimento do
Formulário de Inscrição e entregar na Secretaria de Graduação do IQB.
Art. 9 Elaborar o TCC de acordo com as normas técnicas em vigor de acordo com
a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) sendo 30 o número mínimo
de páginas exigido.
Art. 10 O aluno deverá entregar 01 (uma) via a cada componente da Banca, sendo
três titulares (incluindo o orientador) e um suplente, com antecedência em relação
ao momento da apresentação pública obrigatória, a qual deverá ter uma duração
entre 30 e 50 minutos.
Art. 11 Acatar e efetuar as alterações e recomendações sugeridas pela Banca
Examinadora e entregar a versão final dentro do prazo estabelecido.
Art. 12 O aluno deverá, até 15 (quinze) dias a partir da data da apresentação do
TCC, entregar a versão final corrigida à secretaria do IQB, sendo, 01 (uma) uma
versão em formato digital, extensão PDF, do TCC com as alterações sugeridas pela
Banca e folha de aprovação devidamente assinada. Somente a partir deste
momento a nota do TCC será inserida no sistema acadêmico e o aluno será
considerado aprovado.
Parágrafo único: O IQB providenciará a divulgação do TCC em formato digital em
extensão pdf na sua página institucional.

CAPÍTULO 5: Da Composição e Atribuições da Banca Examinadora

Art. 13 A banca será composta de três titulares (incluindo o orientador) e um
suplente escolhidos entre os professores pertencentes à área de interesse do
trabalho, sendo o orientador membro nato e presidente da referida banca e pelo
menos um dos membros titulares ser pertencente ao quadro de docente do IQB.
§ 1 Cada examinador atribuirá nota individual; sendo a média mínima (aritmética)
para a aprovação do candidato maior ou igual a 7,00 (sete), sendo necessário
justificar na ata de apresentação e defesa de TCC a nota atribuída ao candidato.
§ 2 O trabalho a critério da banca poderá ter prazo para a reformulação nunca
superior a 15 (quinze) dias, ao final do qual será homologada a nota final.

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Art. 14 No julgamento do Trabalho final de TCC a ser executado a banca deverá
considerar os seguintes critérios:
I. Estrutura do trabalho;
II. Interrelação entre as partes do trabalho;
III. Seleção do conteúdo em relação ao tema;
IV. Organização do conteúdo;
V. Clareza de expressão;
VI. Utilização de linguagem científica;
VII. Apresentação gráfica.
VIII.

Adequação as normas do Projeto Pedagógico do Curso no qual o aluno está

vinculado.
§ Único O trabalho final aprovado deverá seguir as normas de estruturação e
redação vigentes de acordo com a ABNT.

CAPÍTULO 6: Das Disposições Gerais e Transitórias

Art. 15 Alterações nas presentes normas só poderão ocorrer com a aprovação dos
Colegiados dos Cursos de graduação do IQB, sendo aprovado pelo Conselho do
IQB.
Art. 16 Caberá ao Colegiado do Curso decidir sobre os casos omissos e recursos
interpostos em decorrência da presente Resolução.
Art. 17 Em caso de potencialidade de proteção de conhecimento, as questões de
sigilo e divulgação deverão atender as regulamentações pertinentes emitidas pelo
Núcleo de Inovação Tecnológicas da UFAL.
Art. 18 Esta resolução entra em vigor a partir da data de sua publicação.

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