Projeto Pedagógico do Curso - PPC - Química Bacharelado - 2007
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
INSTITUTO DE QUÍMICA E BIOTECNOLOGIA- IQB
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
BACHARELADO EM QUÍMICA
MACEIÓ-AL / 2007
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
INSTITUTO DE QUÍMICA E BIOTECNOLOGIA
CURSO DE BACHARELADO EM QUÍMICA
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em
Química do Instituto de Química e Biotecnologia,
elaborado com objetivo de sua adequação às Diretrizes
Curriculares Nacionais.
MACEIÓ-AL / 2007
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IDENTIFICAÇÃO DO CURSO
NOME DO CURSO: Bacharelado em Química
TÍTULO CONFERIDO: Bacharel em Química
PORTARIA DE RECONHECIMENTO: Decreto 83.650/90 – 1979. Autorização para
funcionamento do Bacharelado – Resolução 05/CEPE de 1988
TURNO: Diurno
CARGA HORÁRIA: 3250 horas
DURAÇÃO: Mínima – 4 anos
Máxima – 7 anos
NÚMERO DE VAGAS: 60 anuais (duas entradas de 30 alunos por semestre)
PERFIL DO EGRESSO: O Bacharel em Química deve ter formação generalista, com
domínio das técnicas básicas de utilização de laboratórios e equipamentos, com
condições de atuar nos campos de atividades socioeconômicas que envolvam as
transformações da matéria; direcionando essas transformações, controlando os seus
produtos, interpretando criticamente as etapas, efeitos e resultados; aplicando
abordagens criativas à solução dos problemas e desenvolvendo novas aplicações e
tecnologias de maneira crítica e participativa, pautado em princípios éticos e na
realidade econômica, política, social e cultural.
CAMPO DE ATUAÇÃO: O campo de atuação do Bacharel em Química é muito amplo e
diversificado. O Químico atua tanto na indústria Química como em Instituições de
Ensino e de Pesquisa, em Empresas ou Órgãos Governamentais que mantenham
laboratório de controle químico.
FORMA DE INGRESSO: A principal forma de acesso aos cursos da Universidade Federal de
Alagoas é normatizada pela Resolução nº 18/2005 – CEPE, de 11 de julho de 2005, que
trata do Processo Seletivo da Universidade Federal de Alagoas. Outras resoluções e
legislações nacionais normatizam as demais formas de ingresso no curso através de
transferência, reopção, matrícula de diplomados, Programa de Estudantes-Convênio de
Graduação, ex-officio etc. Todas essas resoluções estão disponíveis no endereço
eletrônico: www.ufal.br, mais especificamente na página da PROGRAD, em normas
acadêmicas.
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COLEGIADO DO CURSO DE BACHARELADO QUÍMICA
Representantes Docentes
Margarida Maria dos Santos Humberto (coordenadora).
Ana Maria Góes de Vasconcelos (vice-coordenadora).
Josealdo Tonholo
Dennis de Oliveira Imbroisi
Fabiane Caxico de Abreu Galdino
Representantes Técnico-administrativos
Fernando Maia de Oliveira
Marcos Jorge Pereira de Sá
Representantes Discentes
Jesu Costa Ferreira Júnior
Reinaldo Ribas
EQUIPE DE ELABORAÇÂO DO PROJETO
Ana Maria Góes de Vasconcelos
Denise Maria Pinheiro
Margarida Maria dos Santos Humberto
Mário Roberto Meneguetti
Reinaldo Augusto Ferreira Rodrigues
Tania Maria Piatti
Valéria Rodrigues dos Santos Malta
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SU M Á R I O
1. Introdução/Justificativa/ Objetivos do Curso......................................................
06
2. Perfil do Egresso..................................................................................................
12
3. Habilidades - Competências - Atitudes................................................................
13
4. Conteúdos – Matriz Curricular..........................................................
18
Representação gráfica do perfil de formação ....................................................
5. Ordenamento Curricular...................................................................
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Ementário das disciplinas....................................................................................
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6. Trabalho de Conclusão de Curso - TCC..............................................................
55
7. Atividades Acadêmico-Científico-Culturais........................................................
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8. Avaliação............................................................................................................
58
Sistema de avaliação do projeto do curso............................................................
58
Sistema de avaliação do processo de ensino e aprendizagem.............................
59
Referências ..............................................................................................................
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Anexos ....................................................................................................................
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Perfil, qualificação e dedicação do corpo docente do IQB
2.
Quadro do corpo docente do IQB
6
3
1. Necessidades de infra-estrutura e
Necessidades de pessoas, de recursos materiais e de infra-estrutura..................
65
Legislação específica...........................................................................................
5
1. INTRODUÇÃO/JUSTIFICATIVA
O presente projeto pedagógico, elaborado com a colaboração dos docentes e discentes do
Instituto de Química e Biotecnologia da Universidade Federal de Alagoas, visa adequar o currículo às
novas diretrizes curriculares para os cursos de graduação, tornando-o mais flexível de modo a atender as
necessidades de mercado.
O mundo atual tem produzido uma série de inovações tecnológicas que vem transformando a
vida cotidiana das pessoas. A economia global é atualmente muito dependente da tecnologia e esta passou
a ser indispensável e onipresente, mesmo nos rincões mais remotos e menos desenvolvidos do planeta,
embora o acesso aos benefícios por ela trazidos, não sejam igualmente distribuídos entre as pessoas. Com
o aumento da utilização e dependência da tecnologia, indivíduos, comunidades e países tomam decisões,
e enfrentam as conseqüências destas decisões, cada vez mais baseadas em conceitos científicos.
A Química, como parte da educação científica e geral do cidadão, é fundamental para tornálo capaz
de interpretar o mundo e a compreender a relação do homem com a natureza bem como o
desenvolvimento das ciências e da tecnologia afetam essa relação.
Nos últimos anos os educadores da área de Química buscam compreender o que significa o
ensino de química para formar cidadãos e sobre a necessidade dos conhecimentos químicos na formação
acadêmica dos indivíduos.
Graças ao desenvolvimento dos conhecimentos químicos e de suas aplicações tecnológicas,
o homem sintetizou substâncias que, atuando como vacinas, antibióticos, anestésicos, mostraram-se de
fundamental importância no combate à epidemias e a doenças sexualmente transmissíveis, dentre outras.
Aprender a enxergar o mundo com os olhos da Química é abrir novas perspectivas e
oportunidades que nos engrandecem enquanto pessoas e cidadãos participativos. O Ensino de Química
moderno em sua forma atual pode ser um veículo para que isto se concretize.
Dessa forma, é importante que as Instituições de Ensino Superior, que oferecem Cursos de
Química Bacharelado, se atualizem, buscando repensar seus projetos pedagógicos, a fim de atender às
necessidades do mundo moderno.
A Universidade Federal de Alagoas – UFAL foi criada em 25 de janeiro de 1961 no governo
de Juscelino Kubistschek de Oliveira, através da Lei Nº 3.687, tendo como seu primeiro Reitor o
Professor Aristóteles Calazans Simões, nomeado e empossado em outubro do mesmo ano.
Através da Reforma Universitária de 1974, originada a partir da LDB nº 5692 de 1971, a
UFAL ampliou o número de cursos e de vagas, proporcionando maiores oportunidades para o acesso ao
ensino superior. No processo de reestruturação, de então, foi criado o curso de Licenciatura em Ciências habilitação em Química, durante a Gestão do Reitor Prof° Nabuco Lopes, com o objetivo de atender às
necessidades do Estado em relação à formação de professores na área. Assim, surge o curso de
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Licenciatura em Química, no Centro de Ciências Exatas e Naturais - CCEN, cuja estrutura foi instituída
através da Resolução 16/CCEP de 1974. No ano seguinte, em 1975, o curso entra em funcionamento,
tendo na primeira turma um total de quarenta alunos aprovados no vestibular.
Em 1988, foi criado o Curso de Bacharelado em Química no CCEN - UFAL, cuja aprovação
consta na Resolução 05/CEPE de 1988. O objetivo do curso foi de atender a demanda por profissionais de
química de formação superior necessária para a implantação do pólo cloro-químico de Alagoas, bem
como suprir as necessidades das Usinas sucro-alcooleiras do Estado de Alagoas, reconhecidamente de
tradição agrícola, principalmente nesse setor.
No Projeto de Implantação do Curso de Bacharelado fixou-se um mínimo de 3.120 horasaula, das quais 77 % seriam correspondentes a disciplinas obrigatórias diversas, perfazendo um total de
160 créditos e 23 % da carga horária seriam destinadas a disciplinas de caráter optativo, perfazendo um
total de 48 créditos. O perfil profissional foi traçado tendo por base a Resolução Normativa Nº 36 de
25/04/1974, do Conselho Federal de Química, com a integralização de 3 a 7 anos letivos.
O Instituto de Química e Biotecnologia (IQB) da Universidade Federal de Alagoas - UFAL
está situado no Campus Universitário A. C. Simões e ocupa um prédio com área aproximada de 1.500 m2.
Possui atualmente, 20 laboratórios de pesquisa, que atendem aos cursos de graduação e pós-graduação,
com infra-estrutura para realização das mais avançadas atividades nas áreas de Química e Biotecnologia.
Dispõe ainda de 03 laboratórios especialmente dedicados à realização de atividades experimentais para os
cursos de graduação e uma oficina de hialotecnia.
Seu quadro docente, formado por 32 professores, é altamente qualificado contando com 90%
de mestres e doutores e, além das atividades de ensino, esses professores estão envolvidos em atividades
de pesquisa.
O Instituto de Química, atualmente Instituto de Química e Biotecnologia, foi inicialmente
criado com a finalidade de ministrar disciplinas de Química e Bioquímica para as graduações das
Ciências da Saúde e Biológicas da UFAL, e posteriormente para formar professores de Química para o
ensino de segundo grau.
O Instituto tem como principal finalidade formar Bacharéis e Licenciados em Química, além
de dar suporte a todos os cursos de graduação em Ciências da Saúde, Agrárias, Biológicas e Tecnológicas
que requeiram as disciplinas de Química Geral, Química Orgânica, Físico-Química, Bioquímica,
Bioquímica Clínica, Química Analítica, Química Inorgânica e Química Ambiental.
Alunos oriundos de outras universidades ou da própria UFAL podem requerer no
Departamento de Registro e Controle Acadêmico (DRCA), na Reitoria/UFAL, transferência, equivalência
ou reopção para o Curso de Química, no período determinado pelo calendário escolar.
Com o objetivo de adequação à realidade vivida pelos alunos, várias mudanças ocorreram na
estrutura curricular no período de 1988 a 2004, havendo sempre a preocupação em manter um nível
compatível com àquele das demais Instituições Federais de Ensino Superior. Apesar das mudanças
realizadas, contudo, o curso não vem atendendo às expectativas, visto que tem poucos alunos
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matriculados e forma poucos profissionais. Faz-se necessário, portanto promover mudanças profundas na
estrutura curricular do Bacharelado, para que o curso se atualize e se adeque à nova legislação e
recomendações do MEC para o Ensino Superior.
Neste sentido, as grades deverão ser reformuladas, de acordo com o documento do Conselho
Nacional de Educação/Câmara de Educação Superior Resolução CNS/CES Nº 1.303 de 06 de novembro
de 2001 que Estabelece as Diretrizes Curriculares para os cursos de graduação.
A Lei 9.394/96-LDB prevê que as Universidades tenham pelo menos 1/3 dos docentes com
título de mestrado e/ou doutorado e, igualmente, 1/3 dos docentes trabalhando em tempo integral. Os
professores do Instituto de Química da UFAL já preenchem essas exigências, visto que 90 % do quadro
docente titularam-se em mestrado ou doutorado e a grande maioria trabalha em regime de dedicação
exclusiva.
O perfil, qualificação e dedicação dos docentes é um marco de referência para o Instituto de
Química e Biotecnologia, pois conta com profissionais altamente qualificados, cada um dentro de sua
área específica de atuação. A grande maioria desenvolve trabalhos de Pesquisa, o que necessariamente os
leva a constantes estudos e atualizações, qualidades essenciais para realização de um bom ensino. No
entanto, a grande maioria desses mesmos professores não possui uma sólida formação na área
pedagógica, pelo que seria recomendável a realização de seminários e/ou cursos que os permitam
desenvolver um maior conhecimento sobre didática e metodologias, que contribuam para a realização de
um ensino que promova a aprendizagem necessária, que seja capaz de desenvolver nos alunos a
autonomia, a criatividade e o gosto pelos estudos. Por esses motivos, nas próximas contratações de
professores, seria desejável que um dos requisitos seja, além da formação em áreas específicas da
Química, uma formação na área pedagógica.
A UFAL, através de suas pró-reitorias, deverá promover eventos e também propiciar a seu
corpo docente condições para o desenvolvimento dos trabalhos, como infra-estrutura adequada,
principalmente no tocante às salas de aula e laboratórios de ensino, equipamentos, reagentes e
instrumentos de bancada para o desenvolvimento de experimentos, tanto quanto biblioteca com acervo
atual e variado. Além disso, deve dar condições aos professores para participar de congressos, encontros,
“workshops”, seminários e incentivar as pesquisas e trabalhos de extensão.
Para dar ao egresso do Curso de Química a formação desejada, o corpo docente deve ser
criativo, capaz de fomentar a pesquisa e responder primeiramente a sua função pedagógica. Deve manterse constantemente atualizado, para prover uma melhor qualidade de ensino e ser capaz de criticar, de
forma construtiva, o processo ensino - aprendizagem.
Com o advento do novo milênio, o homem vive um novo momento histórico – a pósmodernidade – caracterizado pela economia pós-industrial, pela compreensão do homem como um ser
pluridimensional, pelo estabelecimento de novas concepções de limites, distâncias e tempo, pelo
sentimento de responsabilidade em relação aos recursos naturais, pela busca de qualidade de vida. Além
disso, a velocidade com que são gerados novos conhecimentos científicos e tecnológicos, rapidamente
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difundidos e absorvidos pelo setor produtivo e pela sociedade em geral, exige nova postura, a permitir
sua captação e transmissão.
A Universidade, como produtora de saber e formadora de intelectuais, docentes, técnicos e
tecnólogos, contribui para a construção contínua do mundo e sua configuração presente. Por outro lado,
sua amplitude e abrangência organizacional e possibilidade de ação resultam do modelo de país em que
ela se insere e das respectivas políticas educacionais. Dessa forma, conhecendo esse novo momento
histórico, a universidade brasileira precisa repensar-se, redefinir-se e instrumentalizar-se para lidar com
um novo homem de um novo mundo, com múltiplas oportunidades e riscos ainda maiores. Precisa
também, ser instrumento de ação e construção desse novo modelo de país.
Os currículos vigentes transbordam de conteúdos informativos, em flagrante prejuízo dos
formativos, fazendo com que o estudante saia dos cursos de graduação com "conhecimentos" já
desatualizados e não suficientes para uma ação interativa e responsável na sociedade, seja como
profissional, seja como cidadão.
Diante desse fato, a Universidade precisa criar um novo modelo de curso superior, que
privilegie o papel e a importância do estudante no processo da aprendizagem, em que o papel do
professor, de "ensinar coisas e soluções", passe a ser "ensinar o estudante a aprender coisas e soluções".
Contudo, como materializar esse "ensinar a aprender"?
Nas discussões de diretrizes curriculares, em decorrência das mudanças encetadas pela Lei
de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9.394/96), observam-se tendências que demonstram
preocupação com uma formação mais geral do estudante, com a inclusão, nos currículos institucionais, de
temas que propiciem a reflexão sobre caráter, ética, solidariedade, responsabilidade e cidadania. Prega-se,
igualmente, a abertura e flexibilização das atuais grades curriculares, com alteração no sistema de prérequisitos e redução do número de disciplinas obrigatórias, bem como, ampliação do leque de
possibilidades, a partir do projeto pedagógico da instituição, que deverá, necessariamente, assentar-se
sobre conceitos de “matéria” e “interdisciplinaridade”. Pensa-se, igualmente, em fazer uso responsável da
autonomia acadêmica, tornado flexíveis os currículos e as especificidades institucionais e regionais de
modo a permitir que cada estudante possa fazer escolhas para melhor aproveitar suas habilidades, sanar
deficiências e realizar desejos pessoais.
Além disso, já não se pensa em integralização curricular apenas como resultado de
aprovação em disciplinas que preencham as fases ou horas-aulas destinadas ao curso. O estudante deve
ter tempo e ser estimulado a buscar o conhecimento por si só, deve participar de projetos de pesquisa e
grupos transdisciplinares de trabalhos, de discussões acadêmicas, de seminários, congressos e similares;
deve realizar estágios, desenvolver práticas extensionistas, escrever, apresentar e defender seus achados.
E mais: aprender a "ler" o mundo, aprender a questionar as situações, sistematizar problemas e buscar
criativamente soluções. Mais do que armazenar informações, esse novo profissional precisa saber onde e
como rapidamente buscá-las, deve saber como "construir" o conhecimento necessário a cada situação.
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Assim, as diretrizes curriculares devem propiciar às instituições a elaboração de currículos
próprios, adequados à formação de cidadãos e profissionais capazes de transformar a aprendizagem em
processo contínuo, de maneira a incorporar, reestruturar e criar novos conhecimentos; é preciso que tais
profissionais saibam romper continuamente os limites do "já-dito", do "já-conhecido", respondendo com
criatividade e eficácia aos desafios que o mundo lhes apresenta.
Mas para que esses novos currículos, montados sobre esse novo paradigma educacional,
sejam eficazes, há que haver, igualmente, uma mudança de postura institucional e um novo envolvimento
do corpo docente e dos estudantes. Já não se pode aceitar o ensino seccionado, departamentalizado, em
que disciplinas e professores se desconhecem mutuamente.
As atividades curriculares dependerão da ação participativa, consciente e em constante
avaliação de todo o corpo docente. A qualificação científica tornar-se-á inoperante se não for
acompanhada da atualização didático-pedagógica, sobretudo no tocante ao melhor aproveitamento do
rico instrumental que a informática e a tecnologia renovam incessantemente. As instituições precisam
compreender e avaliar seu papel social; precisam redefinir e divulgar seu projeto pedagógico. Aos
estudantes caberá buscar um curso que lhes propicie, com qualidade, a formação desejada.
Objetivo geral e objetivos específicos do Curso de Bacharelado em Química
O Curso de Bacharelado em Química da UFAL destina-se a formar profissionais
adequadamente capacitados, contemplando as orientações legais dos Conselhos Federal e Regional de
Química e das novas Diretrizes Curriculares dos Cursos de graduação. Porém, de forma mais específica,
são objetivos do curso:
•
Formar profissionais que disponham de conhecimento sólido e abrangente em sua área de
atuação e que, com capacidade de trabalho em equipe, tenha a competência profissional
garantida pelo domínio do saber sistematizado dos conteúdos nos diversos campos da
Química e em áreas correlatas: Matemática, Física, Biotecnologia, etc.
•
Formar profissionais com capacidade crítica para analisar seus próprios conhecimentos e
decidir por sua constante atualização, seja através de atividades extracurriculares, seja pelo
prosseguimento dos estudos em cursos de Pós-graduação lato ou stricto sensu.
•
Formar profissionais que reconheçam a Química como uma construção humana,
compreendendo os aspectos históricos de sua produção e suas relações com os contextos
cultural, socioeconômico e político, para que possam atuar como agentes transformadores da
comunidade e da sociedade a que pertencem, comprometidos com as questões ambientais
que lhes são pertinentes.
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O Bacharel em Química deve ter formação ampla, que lhe permita propagar os conteúdos
das diversas áreas de química e de áreas afins, trabalhando a interdisciplinaridade.
Os conteúdos Curriculares sugeridos para os Cursos de Bacharelado em Química devem
abranger:
•
Conteúdos Básicos – São os que permitirão ao aluno uma compreensão da química e terão como
eixo norteador as disciplinas específicas. Constituem-se de conteúdos essenciais envolvendo teoria e
prática, relacionando as áreas acadêmicas de física, informática, matemática, físico-química, química
analítica, química inorgânica, química orgânica, bioquímica e química ambiental.
•
Conteúdos Específicos – São os conteúdos profissionais, constituídos de disciplinas relativas ao
aprofundamento de conhecimentos que serão ministradas para formação de químicos bacharéis.
•
Atividades Extra-classe – Constituem-se de disciplinas de outras áreas de conhecimento, sendo
de livre escolha do bacharelando, e de outras atividades tais como: participação em congressos,
monitorias, estágios não obrigatórios e eventos que atribuem créditos à carga horária.
•
Conteúdos Complementares – Constituem-se de disciplinas que têm o propósito de enriquecer a
formação do bacharelando, sendo essenciais para a formação humanística e interdisciplinar. As
disciplinas ofertadas, que podem envolver empreendedorismo, língua portuguesa, línguas estrangeiras,
dentre outras, devem abranger atividades comuns a outros cursos da Instituição, ficando livre a escolha.
Assim, abre-se-lhe um leque de oportunidades a permitir ao bacharelando ampla escolha dentre várias
áreas do conhecimento.
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2. PERFIL DO EGRESSO
O Bacharel em Química tem suas atribuições definidas em lei (2.800/52) e reguladas na
Instrução Normativa Nº 36 (25/04/74) do Conselho Federal de Química, que estabelece ao Bacharel em
Química além dessa atribuição em nível superior, as de Nº 01 a 03 e 05 a 07 da referida Instrução
Normativa (36/74), a saber:
•
Direção, supervisão, programação, coordenação, orientação e responsabilidade técnica no
âmbito das atribuições respectivas.
•
Assistência, assessoria, consultoria, elaboração de orçamentos, divulgação e
comercialização no âmbito das atribuições respectivas.
•
Vistoria, perícia, avaliação, arbitramento e serviços técnicos: elaboração de pareceres,
laudos e atestados, no âmbito das atribuições respectivas.
•
Desempenho de cargos e funções técnicas no âmbito das atribuições respectivas.
•
Ensaios e pesquisas em geral, pesquisa e desenvolvimento de métodos e produtos.
•
Análise química e físico-química, química-biológica, bromatológica, toxicológica e legal,
padronização e controle de qualidade.
Para habilitar-se a desempenhar alguma de tais atribuições, o profissional deve freqüentar
um curso que o credencie para tanto. A química como profissão é uma atividade relativamente recente em
nosso país, pois as primeiras escolas de química datam de 1920 e somente com o advento das
universidades é que seu estudo tomou cunho científico. O crescimento do parque industrial brasileiro, a
partir da Segunda Guerra Mundial, propiciou maior demanda por esse profissional. Já o mercado de
trabalho para o químico no Estado de Alagoas é uma realidade que tende a melhorar, pois, profissionais
bem qualificados recebem bons salários e têm a Indústria, o Comércio e os Institutos de Pesquisa e de
Ensino como campo de atuação.
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3. HABILIDADES-COMPETÊNCIAS- ATITUDES
As definições do presente projeto pedagógico é fruto de um processo de críticas e reflexões
de professores e alunos de Instituto de Química da UFAL, com base nas experiências vividas durante 30
anos de existência do Curso de Química na UFAL. Este conhecimento, somado ao que estabelece o
parecer CNE/CES 1303/2001, identifica competências e habilidades para o futuro Bacharel em Química,
organizadas dentro de categorias específicas, quais sejam:
Competências e habilidades com relação à formação pessoal:
•
Deter conhecimento sólido e abrangente na área de atuação, com domínio das técnicas
básicas de utilização de laboratórios e equipamentos necessários para garantir a qualidade dos
serviços prestados e para desenvolver e aplicar novas tecnologias, de modo a ajustar-se à
dinâmica do mercado de trabalho.
•
Mostrar habilidade suficiente em Matemática para compreender conceitos de Química e de
Física, para desenvolver formalismos que unifiquem fatos isolados e modelos quantitativos
de previsão, com o objetivo de compreender modelos probabilísticos teóricos, e de organizar,
descrever, arranjar e interpretar resultados experimentais, inclusive com auxílio de métodos
computacionais.
•
Dispor de capacidade crítica para analisar de maneira conveniente os próprios
conhecimentos; assimilar os novos conhecimentos científicos e/ou tecnológicos e refletir
sobre o comportamento ético que a sociedade espera de sua atuação e de suas relações com o
contexto cultural, socioeconômico e político.
•
Saber trabalhar em equipe e ter boa compreensão das diversas etapas que compõem um
processo industrial ou uma pesquisa, sendo capaz de planejar, coordenar, executar e avaliar
atividades relacionadas à Química ou a áreas correlatas.
•
Ser capaz de exercer atividades profissionais autônomas na área da Química ou em áreas
correlatas.
•
Ter interesse no auto-aperfeiçoamento contínuo, curiosidade e capacidade para estudos
extracurriculares individuais ou em grupo, espírito investigativo, criatividade e iniciativa na
busca de soluções para questões individuais e coletivas relacionadas com a Química.
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•
Ter formação humanística que lhe permita exercer plenamente sua cidadania e, enquanto
profissional, respeitar o direito à vida e ao bem-estar dos cidadãos.
Competências e habilidades com relação à compreensão da Química:
•
Compreender e interpretar os conceitos, leis e princípios da Química.
•
Conhecer e interpretar as propriedades físicas e químicas principais dos elementos e
compostos químicos que possibilitem entender e prever o seu comportamento físico-químico
e aspectos de reatividade, mecanismos e estabilidade.
•
Reconhecer a Química como uma construção humana e compreender os aspectos históricos
de sua produção e suas relações com os contextos culturais, socioeconômico e político.
Competências e habilidades com relação à busca de informação e à comunicação
expressão:
•
Saber identificar e desenvolver busca nas fontes de informações relevantes para a
Química, inclusive as disponíveis nas modalidades eletrônica e remota, que possibilitem
a contínua atualização técnica, científica e humanística.
•
Ler, compreender e interpretar os textos científico-tecnológicos em idioma pátrio e
estrangeiro (especialmente inglês e/ou espanhol).
•
Saber interpretar e utilizar as diferentes formas de representação (tabelas, gráficos,
símbolos, expressões, etc.).
•
Saber descrever corretamente os projetos e resultados de pesquisa na linguagem
científica, oral e escrita (textos, relatórios, pareceres, "posters", internet, etc.) em idioma
pátrio e estrangeiro (especialmente inglês e/ou espanhol).
Competências e habilidades com relação ao trabalho de investigação científica e produção /controle
de qualidade
•
Saber investigar os processos naturais e tecnológicos, controlar variáveis, identificar
regularidades, interpretar e proceder a previsões.
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•
Saber conduzir análises químicas, físico-químicas e químico-biológicas qualitativas e
quantitativas e a determinação estrutural de compostos por métodos clássicos e instrumentais,
bem como conhecer os princípios básicos de funcionamento dos equipamentos utilizados e as
potencialidades e limitações das diferentes técnicas de análise.
•
Saber realizar síntese de compostos, incluindo macromoléculas e materiais poliméricos.
•
Ter noções de classificação e composição de minerais.
•
Ter noções de Química do estado sólido.
•
Ser capaz de efetuar a purificação de substâncias e materiais; exercendo, planejando e
gerenciando o controle químico da qualidade de matérias-primas e de produtos.
•
Saber determinar as características físico-químicas de substâncias e sistemas diversos.
•
Ter noções dos principais processos de preparação de materiais para uso da indústria química,
eletrônica, óptica, biotecnológica e de telecomunicações modernas.
•
Saber elaborar projetos de pesquisa e de desenvolvimento de métodos, produtos e aplicações
em sua área de atuação.
•
Deter conhecimentos básicos do uso de computadores e sua aplicação em Química.
•
Deter conhecimento dos procedimentos e normas de segurança no trabalho, inclusive para
expedir laudos de segurança em laboratórios, indústrias químicas e biotecnológicas.
•
Dispor de conhecimento da utilização de processos de manuseio e descarte de materiais e de
rejeitos, tendo em vista a preservação da qualidade do ambiente.
•
Saber atuar em laboratório químico e selecionar, comprar e manusear equipamentos e
reagentes.
Competências e habilidades com relação à aplicação do conhecimento em Química
•
Realizar avaliação crítica da aplicação do conhecimento em Química, tendo em vista o
diagnóstico e o equacionamento de questões sociais e ambientais.
•
Reconhecer os limites éticos envolvidos na pesquisa e na aplicação do conhecimento
científico e tecnológico.
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•
Mostrar curiosidade intelectual e interesse pela investigação científica e tecnológica, de
forma a utilizar o conhecimento, científica e socialmente acumulado, na produção de novos
conhecimentos.
•
Mostrar consciência da importância social da profissão como possibilidade de
desenvolvimento social e coletivo.
•
Identificar e apresentar soluções criativas para problemas relacionados com a Química ou
com áreas correlatas em sua área de atuação.
•
Mostrar conhecimentos relativos ao assessoramento, ao desenvolvimento e à implantação de
políticas ambientais.
Realizar estudos de viabilidade técnica e econômica no campo da Química.
•
Planejar, supervisionar e realizar estudos de caracterização de sistemas de análise.
•
Deter conhecimentos relativos ao planejamento e à instalação de laboratórios químicos.
•
Realizar o controle de operações ou processos químicos no âmbito de atividades de indústria,
vendas, marketing, segurança, administração pública e outras nas quais o conhecimento da
Química seja relevante.
Competências e habilidades com relação à profissão
•
Ter capacidade de disseminar e difundir e/ou utilizar o conhecimento relevante para a
comunidade.
•
Ter capacidade de vislumbrar possibilidades de ampliação do mercado de trabalho, no
atendimento às necessidades da sociedade, desempenhando outras atividades para cujo
sucesso uma sólida formação universitária seja fator importante.
•
Adotar os procedimentos necessários de primeiros socorros, nos casos dos acidentes mais
comuns em laboratórios químicos.
•
Mostrar conhecimento sobre aspectos relevantes de administração, de organização industrial
e de relações econômicas.
•
Ser capaz de atender às exigências do mundo do trabalho, com visão ética e humanística, com
capacidade de vislumbrar possibilidades de ampliação do mesmo, visando atender às
necessidades atuais.
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Diante de tais competências e habilidades que um Bacharel em Química deve apresentar, os
professores e o representante dos alunos no colegiado do curso reuniram-se e elaboraram uma grade
curricular para o curso de Bacharelado em Química com o objetivo de atender tais exigências do
Conselho de Educação Superior do MEC.
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4. CONTEÚDOS E MATRIZ CURRICULAR
Em atendimento ao Parecer CNE/CES no 329/2004, retificado pelo Parecer CNE/CES No
184/2006 que instituiu a carga horária mínima dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade
presencial, de 2400 (duas mil e quatrocentas) horas, pode-se constatar que o Bacharelado em Química da
Universidade Federal de Alagoas tem uma carga horária total de 3250 (três mil duzentas e cinqüenta)
horas, sendo 2670 (duas mil seiscentas e setenta) horas relativas à disciplinas obrigatórias fixas e 300
(trezentas) horas de disciplinas obrigatórias eletivas, 200 (duzentas) horas distribuídas em atividades
complementares (disciplinas isoladas e outras atividades como seminários, monitoria, dentre outras) e
mais 80 (oitenta) horas para o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).
O limite máximo da carga horária semestral proposta para o curso de Bacharelado em
Química é de 420 (quatrocentos e vinte) horas. A duração mínima do curso está prevista para 4 (quatro)
anos, permitindo que se estabeleça uma seriação ideal das disciplinas com uma carga horária semanal
máxima de 25 ( vinte e cinco) horas. Já o tempo máximo de sua integralização está previsto para 7 (sete)
anos, descontado o tempo regimental de trancamento do curso.
A estrutura curricular é constituída por uma seqüência de disciplinas e atividades ordenadas
por matrículas semestrais em uma seriação aconselhada. O Currículo Pleno inclui as disciplinas que
atendem às bases curriculares das novas Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Química
[CNE/CES 1.303/2001; 583/2001], complementado por outras disciplinas de caráter obrigatório, que
atendem às exigências de sua programação específica, às características da Universidade e às
necessidades individuais dos acadêmicos.
A matriz curricular é composta de três núcleos: formação básica, formação específica e
formação complementar. A formação básica refere-se aos conteúdos essenciais, envolvendo teoria e
laboratório, quando os alunos trabalham em grupos pequenos ou individualmente. Dos conteúdos básicos
deverão fazer parte Matemática, Física e Química. A formação específica refere- se aos conteúdos para o
desenvolvimento de competências e habilidades. A formação complementar refere- se a um leque
abrangente de conteúdos e atividades comuns a outros cursos para a escolha dos estudantes, o que garante
uma formação abrangente.
•
Conteúdos básicos – Compostos pelas seguintes disciplinas: Química Geral 1 e 2; Química
Experimental; Fundamentos de Matemática 1; Cálculo 1, 2 e 3; Geometria Analítica; Álgebra Linear;
Organização do Trabalho Acadêmico; Física 1, 2 e 3; Física experimental 1 e 2; totalizando 1060 ( um
mil e sessenta) horas.
•
Conteúdos específicos – A formação específica refere-se aos conteúdos para o desenvolvimento
de competências e habilidades, compostos pelas seguintes disciplinas: Química Orgânica 1, 2 e 3;
18
Química Inorgânica 1 e 2; Química Inorgânica Experimental; Química Analítica 1 e 2; Química
Analítica Instrumental; Bioquímica Geral; Bioquímica Experimental; Físico-Química 1 e 2; FísicoQuímica Experimental; História das Ciências; Química, Meio ambiente e Educação; Cristalografia;
Eletroquímica; Pesquisa Química 1 e 2, totalizando 1610 (um mil seiscentas e dez) horas.
•
Atividades extra-classe: compreendem atividades acadêmicas e de prática profissional
alternativas, como a realização de estágios não-obrigatórios, monitorias, programas de extensão,
participação e apresentação em congressos, dentre outras.
•
Conteúdos Complementares : Constituem-se de disciplinas que têm o propósito de enriquecer a
formação do bacharelando, totalizando 300 (trezentas) horas. Sugerem-se para esse segmento curricular
as disciplinas, Métodos de Isolamento e Purificação de Compostos Orgânicos,Métodos de Identificação
de Compostos Orgânicos, Biotecnologia, Química de Alimentos, Línguas Estrangeiras, Estatística,
Introdução à Computação, dentre outras.
A carga horária total do curso de Bacharelado (3250 horas), integraliza-se com o Trabalho de
Conclusão de Curso (TCC), com 80 (oitenta) horas, que será desenvolvido pelos alunos sob a orientação
de docentes do curso, e deverá resultar em uma monografia redigida e apresentada para avaliação.
O Curso desenvolve- se no período diurno (matutino e vespertino) e tem carga horária total de
3250 (três mil duzentas e cinqüenta) horas, sendo 2970 (duas mil novecentas e setenta) horas para a Parte
Obrigatória, 200 (duzentas) horas para a Parte Complementar (disciplinas isoladas e outras atividades tais
como seminários, palestras, monitoria, dentre outros), e mais 80 (oitenta) horas para o Trabalho de
Conclusão de Curso.
Relação ensino, pesquisa e extensão
De acordo com a LDB Nº 9.394/1996, a educação superior aponta como finalidades a
indissociabilidade a realização da pesquisa, divulgação científica e o desenvolvimento de atividades de
extensão. Portanto, Ensino, Pesquisa e Extensão são ações que devem andar juntas, pois, o
desenvolvimento de um reflete positivamente no desenvolvimento do outro.
A Química é uma Ciência em constante evolução. O número de pesquisas realizadas em
todas as suas áreas é amplo e os profissionais que nela atuam precisam estar em constante atualização. Os
docentes do Instituto de Química da UFAL, ao se dedicarem aos trabalhos de pesquisas científicas,
mantêm-se atualizados, bem informados e isso se reflete no ensino. Além disso, a participação direta dos
alunos nos trabalhos de pesquisa trás uma grande contribuição para formação do futuro bacharel. A
realização de trabalhos de pesquisa desenvolve competências e habilidades especiais, contribuem para a
19
autonomia dos alunos, que, ao se defrontar com os problemas, buscam as soluções e desenvolvem o
espírito investigativo e criativo.
Em contrapartida, para que esse processo se complete e, de fato, traga benefícios à
comunidade acadêmica e, por conseqüência, à sociedade, é preciso que a Universidade continue a apoiar
e incentivar as pesquisas, fornecendo a professores e alunos bolsas e auxílio financeiro, bem como
ofertando equipamentos adequados ao desenvolvimento desse tipo de trabalho, com recursos próprios ou
através de convênios.
O Instituto de Química e Biotecnologia da UFAL, responsável pelos cursos de Química
Licenciatura e Bacharelado e pelo curso de Pós-graduação em Química e Biotecnologia, desenvolve
diversas linhas de pesquisa que abrem inúmeras perspectivas de atividades para os alunos desses cursos,
tais como estágios, desenvolvimento de temas de pesquisa, apresentação de trabalhos em congressos etc.
As diversas áreas de pesquisa estão listadas abaixo:
[1] Química de Produtos Naturais
Visa o estudo químico completo (isolamento, purificação, elucidação estrutural) de metabólitos
secundários e verificação de possível atividade biológica, principalmente antibiótica, cercaricida,
moluscicida, nematicida, anti-malárica, anti-fúngica, larvicida (em Aedes aegypti L.), fagoinibidora e
outras, através do fracionamento bio-monitorado de extratos, para isolamento de princípios ativos de
plantas medicinais brasileiras, principalmente da região nordeste. Na elucidação estrutural destaca-se o
método de ressonância magnética nuclear.
[2] Ecologia Química
Envolve o estudo da fisiologia e do comportamento de insetos. Visa o isolamento e a
identificação de compostos voláteis que intermediam as relações intra- e inter-específicas, (entre outras
espécies de insetos, outros animais e plantas), objetivando a obtenção de substâncias (feromônios,
atraentes alimentares, repelentes, etc.) que possam ser utilizados no manejo integrado de insetos-praga
das principais culturas de interesse econômico para o país, como alternativas aos inseticidas.
[3] Eletroquímica Orgânica
Estuda o comportamento eletroquímico de classes especiais de produtos naturais e sintéticos de
interesse biofarmacológico (notadamente compostos nitroaromáticos, quinonas, halocompostos e
análogos), visando a proposição de mecanismos eletródicos de redução/oxidação. Os parâmetros
eletroquímicos obtidos são correlacionados com as atividades biológicas (anti-malárica, anti-cancerígena,
tripanossomicida, leishmanicida, moluscicida e outros), para, em caso positivo, atuarem como auxiliares
no planejamento da obtenção de substâncias mais ativas. Biossensores e DNA são preparados e utilizados
20
na pesquisa de interações com o DNA. Reações eletrossintéticas, diretas ou mediadas, são realizadas para
fins de elucidação mecanística, para obtenção de derivados úteis para testes biológicos e para fins
sintéticos.
[4] Síntese Orgânica
Objetiva a síntese e a hemissíntese de produtos naturais e o desenvolvimento de metodologia na
preparação de intermediários de interesse, em várias áreas, principalmente em Ecologia Química.
[5] Química de Petróleo
Envolve o emprego de tecnologia eletroquímica na oxidação de resíduos de petróleo e seus
derivados, utilizando uma série de técnicas (eletron-fenton e fotoeletron-fenton) e de materiais
eletródicos, para o tratamento de solo e água contaminados. Envolve estudos sobre compostos orgânicos
que possam ser utilizados na exploração de petróleo como biomarcadores para compreensão da origem,
migração, maturação e biodedradação do petróleo.
[6] Cristalografia de Raios-X
Visa a caracterização estrutural de moléculas orgânicas e inorgânicas por cristalografia de raiosX. Estudam-se as interações intra e intermoleculares úteis na compreensão do mecanismo de ação de
fármacos, como a interação fármaco-receptor ("docking"), e desenvolve modelagem molecular e análise
estrutural pelo método do pó.
[7] Eletroquímica Fundamental
Estuda os sistemas eletroquímicos de interesse econômico/industrial, quanto à natureza do
processo, abordando os fundamentos físico-químicos e os aspectos tecnológicos de implantação. Nessa
perspectiva, investiga a reação de desprendimento de hidrogênio com enfoque nos processo de eletrólise
na indústria de cloro-soda, com formação de oxigênio e cloro sobre ânodos dimensionalmente estáveis.
Analisa as características das superfícies eletroativas e sua corrosão, além dos aspectos econômicos
envolvidos.
[8] Bioquímica do Metabolismo Degradativo Vegetal
Visa determinar o grau de tolerância de diferentes espécies vegetais frente a compostos
xenobióticos tíxicos, como organoclorados e hidrocarbonetos aromáticos, através do emprego de culturas
vegetais in vitro, isto é, plântulas íntegras e raízes geneticamente transformadas pela Agrabacterium
rhizogenes. Tem como finalidade, estudar o potencial de certas espécies vegetais para a descontaminação
de solos e águas poluídos com compostos orgânicos.
[9] Bioquímica do Metabolismo Degradativo Microbiano
21
Visa estudar os processo degradativos e compostos tóxicos específicos por bactérias e fungos,
propondo sistemas biológicos que possam ser empregados no tratamento de efluentes urbanos e
industriais (biorremediação).
[10] Enzimologia
Visa a caracterização e o entendimento cinético e mecanístico de bio-catalizadores (células ou
enzimas isoladas) com a finalidade de estabelecer bases reacionais para a sua aplicação em química fina,
meio ambiente e toxicologia. Os estudos estão concentrados em oxi-redutases, peroxidades e monooxigenases.
[11] Cultura de Tecidos Vegetais
Estuda a biossíntese e a acumulação de metabólitos secundários biologicamente ativos através de
técnicas in vitro (cultura de tecidos), bem como de manipulação genética das células vegetais visando o
aumento da produção desses metabólitos, a micropropagação de espécies vegetais de interesse econômico
e a biologia molecular das interações microrganismo-planta.
[12] Biologia Molecular
Investiga o genoma da cana-de-açúcar, com o seqüênciamento de genes de grande significado
para a agroindústria, como os relacionados com o metabolismo da sacarose, a resistência da planta a
pragas, bem como a tolerância da planta a condições de clima e solo. Realiza a análise genômica e o
estudo da variabilidade genética da população de HPV, através de PCR/RFLPS, no nordeste brasileiro;
desenvolve ainda o estudo do genoma da Leishmania chagasi, agente etiológico da leishmaniose visceral,
bem como o estudo epidemiológico do parasito causador da Filariose bancroftiana e de seu vetor.
[13] Bioquímica do Parasitismo Vegetal
Envolve os aspectos bioquímicos e moleculares das interações patógeno-hospedeiro, com ênfase
no estudo dos mecanismos histoquímicos de ataque e defesa, propondo e desenvolvendo metodologias
para realizar diagnose e favorecer uma forma de controle ambientalmente mais correta. Envolve também
o estudo do potencial antagônico de microrganismos, endofíticos ou não, na contenção dos processos de
infecção, permitindo um manejo mais racional e uma melhor produtividade das culturas de valor
econômicos do Estado de Alagoas.
[14] Química Analítica Ambiental e Automação de Sistemas de Análises em Fluxo.
Objetiva realizar estudos envolvendo absorção e emissão atômica e molecular, para determinação
de analitos com concentrações em nível de traços, visando à aplicação em matrizes ambientais,
biológicas, industriais, clínicas e de alimentos. Como projetos de pesquisa tem-se a otimização e
desenvolvimento de metodologias analíticas associadas a sistemas de análises em fluxo (FIA, SIA, BIA,
22
etc) e pesquisas envolvendo automação, utilizando multicomutação e amostragem binária, além da
miniaturização de sistemas de análises através do desenvolvimento e aplicação de sensores,
microssensores e sondas químicas, para aplicações ambientais, industriais, clínicas, médicas,
ocupacionais, etc. Pretende-se direcionar os trabalhos, sempre que possível, para análises on-site.
[15] Síntese Organometálica e Catálise
Visa o desenvolvimentos de novas espécies organometálicas que possam ser empregadas como
catalisadores em reações de comprovado interesse tecnológico, tal como na produção de poliolefinas e
outros materiais poliméricos. Realiza estudos de reações que promovam a formação de ligações C-C e
C-Heteroátomo.
[16] Oleoquímica
Estuda a utilização de óleos vegetais e/ou derivados (ácidos graxos, etc.) em reações catalisadas,
ou não, de esterificação e transesterificação, reações de modificações funcionais, síntese de materiais
poliméricos, etc. Destacam-se as aplicações de reações de transesterificação para obtenção de
combustíveis renováveis (Biodiesel). Busca também a identificação e caracterização de fontes
oleoginosas alternativas.
[17] Biotecnologia Industrial
Essa linha de pesquisa objetiva a otimização de processos convencionais de obtenção de
derivados da cana-de-açúcar e a busca de novos produtos com alto valor agregado, assim como o estudo e
a otimização de outros processos fermentativos com potencial de aplicação industrial. Esses objetivos
seriam alcançados através do uso de células imobilizadas em suportes inertes para a produção de etanol e
de antibióticos beta-lactâmicos, produção de xarope de frutose a partir da sacarose e produção artesanal
de cachaça em alambique de cobre.
Inseridos nessas linhas de pesquisa, existem atualmente vários projetos, que envolvem
pesquisa científica (básica e aplicada) e tecnológica. Esses projetos vêm sendo desenvolvidos por 90% do
corpo docente do Curso de Química e por vários alunos das disciplinas de Pesquisa Química, Trabalho de
Conclusão de Curso e de Iniciação Científica.
23
REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DO PERFIL DE FORMAÇÃO
Curso de Bacharelado em Química da Universidade Federal de Alagoas no regime seriado semestral
– Currículo 2006
Componentes curriculares
Disciplinas fixas
Disciplinas eletivas
Trabalho de Conclusão de Curso
Atividades Acadêmico-Científico-Culturais (AACC)
Carga Horária de Integralização Curricular - CHIC
Carga Horária
2670
300
80
200
3250
%
82,15
9,26
2,46
6,16
100,0
24
5.
ORDENAMENTO CURRICULAR
QUADRO DE SABERES DE QUÍMICA BACHARELADO
Semestre
Primeiro
Segundo
Terceiro
Quarto
Quinto
Sexto
Sétimo
Oitavo
Conteúdos Específicos da Formação
Conteúdos Básicos
do Bacharel
Organização do Trabalho
Química Geral 1
Acadêmico
Química Experimental
Eletiva
Fundamentos de Matemática 1
Eletiva
Eletiva
Química Orgânica 1
Química Inorgânica 1
Química Geral 2
História das Ciências
Cálculo 1
Geometria Analítica
Cálculo 2
Álgebra Linear
Carga
horária
340 h
380 h
360 h
Química Orgânica 2
Química Inorgânica 2
Química, Meio Ambiente e
Educação
Física 1
Cálculo 3
Química Analítica 1
Química Inorgânica Experimental
Química Orgânica 3
Física 2
Física 1 Experimental
420 h
Físico-Química 1
Química Analítica 2
Bioquímica Geral
Física 3
Física 2 Experimental
420 h
420 h
Bioquímica Experimental
Físico-Química 2
Cristalografia
Pesquisa Química 1
Eletiva
Eletroquímica
Físico-Química Experimental
Química Analítica Instrumental
Pesquisa Química 2
Eletiva
325 h
305 h
Carga Horária parcial
Atividades
Acadêmico-Científico-Culturais
Trabalho de Conclusão de Curso
Carga Horária Total
2.970 h
200 h
80 h
3.250
25
ORDENAMENTO CURRICULAR DE QUÍMICA BACHARELADO NA UFAL
REGIME SEMESTRAL – CURRÍCULO 2006
Carga horária
Período
1
2
3
Código
5
Semanal
QUÍMICA GERAL 1
Sim
04
QUIB002
QUÍMICA EXPERIMENTAL
Sim
04
QUIB003
FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA 1
Sim
04
QUIB004
ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO ACADÊMICO
Sim
04
ELET
DISCIPLINA ELETIVA
Sim
04
Carga horária total do período
20
QUIB006
QUÍMICA GERAL 2
Sim
04
QUIB007
HISTÓRIA DAS CIÊNCIAS
Sim
02
QUIB008
CÁLCULO 1
Sim
04
QUIB009
GEOMETRIA ANALÍTICA
Sim
04
ELET
DISCIPLINA ELETIVA
Sim
04
ELET
DISCIPLINA ELETIVA
Sim
04
Carga horária total do período
22
QUIB012
QUÍMICA ORGÂNICA 1
Sim
07
QUIB013
QUÍMICA INORGÂNICA 1
Sim
04
QUIB014
CÁLCULO 2
Sim
04
QUIB015
ÁLGEBRA LINEAR
Sim
04
Carga horária total do período
19
QUÍMICA ORGÂNICA 2
Sim
06
QUIB017
QUÍMICA INORGANICA 2
Sim
06
QUIB018
QUÍMICA, MEIO AMBIENTE E EDUCAÇÃO
Sim
04
QUIB019
FÍSICA 1
Sim
04
QUIB020
CÁLCULO 3
Sim
04
Carga horária total do período
24
QUIB021
QUÍMICA ANALÍTICA1
QUIB022
QUIMICA INORGÂNICA EXPERIMENTAL
Sim
04
QUIB
QUÍMICA ORGÂNICA 3
Sim
07
QUIB
FÍSICA 2
Sim
04
QUIB
FÍSICA 1 EXPERIMENTAL
Sim
02
Carga horária total do período
24
QUIB
6
Obrigatória
QUIB001
QUIB016
4
Disciplina
Sim
07
QUIB
FÍSICO QUÍMICA 1
Sim
04
QUIB
QUÍMICA ANALÍTICA 2
Sim
07
QUIB
BIOQUÍMICA GERAL
Sim
06
QUIB
FÍSICA 3
Sim
04
QUIB
FÍSICA 2 EXPERIMENTAL
Sim
02
Carga horária total do período
23
Teórica
Prática
04
04
03
03
03
04
03
04
03
04
03
04
02
Semestral
60
80
80
60
60
340 h
60
40
80
80
60
60
380 h
120
80
80
80
360 h
100
100
60
80
80
420
120
60
120
80
40
420
80
120
100
80
40
420
26
ORDENAMENTO CURRICULAR DE QUÍMICA BACHARELADO NA UFAL
REGIME SEMESTRAL – CURRÍCULO 2006
Carga horária
Período
7
8
Código
Disciplina
QUIB
BIOQUÍMICA EXPERIMENTAL
Sim
03
QUIB
FÍSICO – QUÍMICA 2
Sim
04
QUIB
CRISTALOGRAFIA
Sim
02
QUIB
PESQUISA QUÍMICA 1
Sim
05
ELET
DISCIPLINA ELETIVA
Sim
04
Carga horária total do período
18
QUIB
ELETROQUÍMICA
Sim
QUIB
FISICO-QUIMICA EXPERIMENTAL
Sim
03
QUIB
QUÍMICA ANALÍTICA INSTRUMENTAL
Sim
04
QUIB
PESQUISA QUÍMICA 2
Sim
05
ELET
DISCIPLINA ELETIVA
Sim
04
Total:
Obrigatória
Semanal
Teórica
Prática
Semestral
03
60
80
40
85
60
325 h
40
60
60
85
60
305 h
2970 h
05
02
03
05
Carga horária total do período
18
40 Disciplinas obrigatórias fixas e eletivas
Atividades Acadêmico-CientíficoCulturais AACC
Trabalho de Conclusão de Curso TCC
Carga Horária de Integralização
Curricular- CHIC
200 h
80 h
3250 h
27
ORDENAMENTO CURRICULAR DE QUÍMICA BACHARELADO NA UFAL
REGIME SEMESTRAL – CURRÍCULO 2006
Disciplinas Eletivas
Código
Disciplina Eletiva
Obrigatória
QUIB
QUIB
QUIB
Inglês Instrumental 1
Inglês Instrumental 2
Introdução à Computação
Métodos de Isolamento e Purificação de
Compostos Orgânicos
Métodos de Identificação de Compostos
Orgânicos
Empreendedorismo
Química Orgânica 4
Introdução à Química Quântica
Bioquímica de Nutrição Animal
Biotecnologia
Ética
Ensino de Português: Leitura, Escrita e
Gramática
Leitura e Produção de Texto em Língua
Portuguesa
Desenvolvimento e Aprendizagem
Planejamento, Currículo e Avaliação da
Aprendizagem
Pesquisa Educacional
Política e Organização da Educação Básica
Profissão Docente
Projeto Pedagógico, Organização e Gestão do
Trabalho Escolar
Química de Alimentos
Bioquímica, Fisiologia e Ecologia de
Microorganismos
Purificação de Proteínas
Estudo da Língua Brasileira de Sinais
(LIBRAS)
Estatística
Não
Não
Não
QUIB
QUIB
QUIB
QUIB
QUIB
QUIB
QUIB
QUIB
QUIB
QUIB
QUIB
QUIB
QUIB
QUIB
QUIB
QUIB
QUIB
QUIB
QUIB
QUIB
QUIB
Carga horária
Semana
Teórica Prática
l
04
04
04
02
02
Semestral
Total
60
60
60
Não
04
60
Não
04
60
Não
Não
Não
Não
Não
Não
04
04
04
04
04
04
60
60
60
60
60
60
Não
04
60
Não
04
60
Não
04
60
Não
04
60
Não
Não
Não
04
04
04
60
60
60
Não
04
60
Não
04
60
Não
04
60
Não
04
60
Não
04
60
Não
04
60
28
ORDENAMENTO CURRICULAR DE BACHARELADO EM QUÍMICA NA UFAL
REGIME SEMESTRAL – CURRÍCULO 2006
PRÉ_REQUISITOS
Disciplina
QUÍMICA GERAL 2
HISTÓRIA DAS CIÊNCIAS
CÁLCULO 1
GEOMETRIA ANALÍTICA
QUÍMICA ORGÂNICA 1
QUÍMICA INORGÂNICA 1
CÁLCULO 2
ÁLGEBRA LINEAR
ORGÂNICA 2
QUÍMICA INORGÂNICA 2
QUÍMICA, MEIO AMBIENTE E EDUCAÇÃO
FÍSICA 1
CÁLCULO 3
QUÍMICA ANALÍTICA 1
QUÍMICA INORGÂNICA 1 EXPERIMENTAL
ORGÂNICA 3
FÍSICA 2
FÍSICA 1 EXPERIMENTAL
FÍSICO-QUÍMICA 1
QUÍMICA ANALÍTICA 2
BIOQUÍMICA GERAL
FÍSICA 3
FÍSICA 2 EXPERIMENTAL
BIOQUÍMICA EXPERIMENTAL
FÍSICO-QUÍMICA 2
CRISTALOGRAFIA
PESQUISA QUÍMICA 1
ELETROQUÍMICA
FÍSICO-QUÍMICA EXPERIMENTAL
QUÍMICA ANALÍTICA INSTRUMENTAL
PESQUISA QUÍMICA 2
QUÍMICA ORGÂNICA 4
INGLES INSTRUMENTAL 2
METODOS DE ISOLAMENTO E PURIFICAÇÃO DE
COMPOSTOS ORGÂNICOS
MÉTODOS DE IDENTIFICAÇÃO DE COMPOSTOS
ORGÂNICOS
INTRODUÇÃO À QUÍMICA QUÂNTICA
QUÍMICA DE ALIMENTOS
PURIFICAÇÃO DE PROTEÍNAS
BIOQUÍMICA DE NUTRIÇÃO ANIMAL
BIOTECNOLOGIA
ESTATÍSTICA
Pré-Requisito
QUÍMICA GERAL 1
QUÍMICA GERAL 1
FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA 1
FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA 1
QUÍMICA GERAL 2
QUÍMICA GERAL 2
CÁLCULO 1
GEOMETRIA ANALÍTICA
QUÍMICA ORGÂNICA 1
QUÍMICA INORGÂNICA 1
QUÍMICA GERAL 2
CÁLCULO 2
CÁLCULO 2
QUÍMICA INORGÂNICA 2
QUÍMICA INORGÂNICA 2
ORGÂNICA 2
FÍSICA 1
FÍSICA 1
QUÍMICA GERAL 2; CÁLCULO 2
QUÍMICA ANALÍTICA 1
QUÍMICA ORGÂNICA 2; QUÍMICA ANALÍTICA 1
FÍSICA 2
FÍSICA 2
BIOQUÍMICA GERAL
FÍSICO-QUÍMICA 1
QUÍMICA GERAL 2
QUÍMICA GERAL 2
FÍSICO-QUÍMICA 2
FÍSICO-QUÍMICA 2
QUÍMICA ANALÍTICA 2
PESQUISA QUÍMICA 1
QUÍMICA ORGÂNICA 3
INGLES INSTRUMENTAL 1
QUÍMICA ORGÂNICA 3
QUÍMICA ORGÂNICA 3
CÁLCULO 2
BIOQUÍMICA GERAL
BIOQUÍMICA GERAL
BIOQUÍMICA GERAL
BIOQUÍMICA GERAL
CÁLCULO 1
29
EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS FIXAS
PRIMEIRO SEMESTRE
Disciplina:
Semestre:
Código:
QUÍMICA GERAL 1
Primeiro
QUIB001
EMENTA: Estrutura atômica.
Estequiometria. Gases. Soluções.
Classificação
Carga horária:
Pré-requisito:
periódica
dos
60 horas
elementos.
Ligações
químicas.
Bibliografia:
BRADY, J. E; HUMISTON,. G. E. Química Geral. Volumes 1 e 2, Rio de Janeiro : LTC, 1996.
RUSSELL, J. W. Química Geral. Volumes 1 e 2, São Paulo: Makron, 1994
ATKINS, P.; JONES, L... Princípios de Química: questionando a vida moderna e o meio ambiente
Volume único. Porto Alegre: Bookman, 2001.
ROSENBERG, J. L; EPSTEIN, L. M. Química Geral – Coleção Schaum. Volume único. Porto Alegre:
Edgard Blucher, 2002.
ROTEIROS DE PRÁTICA
Disciplina:
Semestre:
Código:
QUIMICA EXPERIMENTAL
Primeiro
QUIB002
Carga horária:
Pré-requisito:
80 horas
EMENTA: Normas de segurança em laboratório de química. Técnicas básicas em laboratório de química.
Literatura química. Química computacional. Substâncias puras e misturas. Separação de misturas.
Purificação de substâncias químicas. Solubilidade. Soluções. Estequiometria. Termoquímica. Cinética
química. Indicadores ácido-base. Titulometria. Equilíbrio químico.
Bibliografia:
Roteiros de prática e bibliografia de Química Geral I.
WEB: Chemical abstract. Web of Science. Science Direct.
Programas computacionais: ChemOffice. ChemWindow. ChemDraw.
Disciplina:
Semestre:
Código:
FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA 1
Primeiro
Carga horária:
QUIB003
Pré-requisito:
80 horas
EMENTA: Revisão e discussão dos principais tópicos de matemática elementar do ensino fundamental e
médio, com a finalidade de preparar o aluno calouro para a sistemática de ensino e aprendizagem de
matemática em nível superior.
Números Reais e Operações Elementares, Conjuntos Numéricos, Intervalos,Funções: conceituação, zeros,
gráficos, monotonicidade. Funções elementares: linear,afim, quadrática, modular. Funções diretas e
inversas. Funções exponenciais e logarítmicas. Noção intuitiva de Limites e Derivadas.
30
Bibliografia:
LIMA, E. L.; CARVALHO; P. C., WAGNER, E.; MORGADO, A. C. A Matemática do Ensino Médio
(Vol. 1, 2 e 3), Coleção do Professor de Matemática. Rio de Janeiro: SBM, 2004.
LEZZI, G.; MURAKAMI, C. Fundamentos de Matemática Elementar, e, vol. 1, Editora Atual.1985.
Disciplina:
Semestre:
Código:
ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO ACADÊMICO
Primeiro
Carga horária:
QUIB004
Pré-requisito:
60 horas
EMENTA: As Ciências e o Conhecimento Científico: sua natureza e o modo de construção nas Ciências
Humanas e Sociais. Diferentes formas de conhecimento da realidade. A construção do conhecimento
científico e a pesquisa em educação. Aspectos técnicos do trabalho científico. Diretrizes para a leitura,
análise e interpretação de textos.
Bibliografia:
ALVES – MAZOTTI, A. J.; GWANDSZNAJDER, F. O método nas Ciências naturais e sociais:
pesquisa quantitativa e qualitativa. São Paulo: Pioneira, 1998.
BRANDÃO, Z. (org.) A crise dos paradigmas e educação. São Paulo: Cortez, 1994
CARVALHO, M. C. M. de (Org.) Construindo o Saber: metodologia científica: fundamentos e
técnicas. Campinas/SP: Papirus, 1994.
CHIZZOTTI, A. Pesquisa em Ciências Humanas e Sociais. São Paulo: Cortez, 1995.
CRUZ, A. da C.; MENDES, M.T.R. Trabalhos Acadêmicos, dissertações e teses: estrutura e
apresentação. 2ª ed. Niterói/RJ: Intertexto, 2004.
DEMO, P. Introdução à metodologia da ciência. São Paulo: Atlas, 1987.
_______. Educar pela pesquisa. São Paulo: Autores Associados, 2000.
_______. Pesquisa: principio científico e educativo. São Paulo: Cortez, 1991.
FAZENDA, I. (Org.) Novos enfoques da pesquisa educacional. São Paulo: Cortez, 1994.
LAVILLE, C. e DIONNE, J. Construção do Saber: manual de metodologia da pesquisa em ciências
humanas. Porto Alegre: Editora Artes Médicas Sul Ltda; Belo Horizonte: Editora UFMG, 1999.
TRIVIÑOS, A. N. S. Introdução à pesquisa em ciências sociais: a pesquisa qualitativa em educação.
São Paulo: Atlas, 1987.
RAMPAZZO, L. Metodologia Científica. São Paulo: Loyola, 2002.
SEGUNDO SEMESTRE
Disciplina:
Semestre:
Código:
QUÍMICA GERAL 2
Segundo
QUIB006
Carga horária:
Pré-requisito:
60 horas
Química Geral 1
EMENTA: Termoquímica. Cinética Química. Equilíbrio Químico. Equilíbrio ácido-base em solução
aquosa. Solubilidade e equilíbrio de íons complexos. Eletroquímica.
Bibliografia:
BRADY, J. E; HUMISTON, G. E. Química Geral. Volumes 1 e 2, Rio de Janeiro : LTC, 1996.
RUSSELL, J. W. Química Geral. Volumes 1 e 2, São Paulo: Makron, 1994
ATKINS, P.; JONES, L... Princípios de Química: questionando a vida moderna e o meio ambiente
Volume único. Porto Alegre: Bookman, 2001.
ROSENBERG, J. L; EPSTEIN, L. M. Química Geral – Coleção Schaum. Volume único. Porto Alegre:
Edgard Blucher, 2002.
ROTEIROS DE PRÁTICA
31
Disciplina:
Semestre:
Código:
HISTÓRIA DAS CIÊNCIAS
Segundo
QUIB007
Carga horária:
Pré-requisito:
40 horas
Química Geral 1
EMENTA: O Homem e a natureza. Desenvolvimento da Metalurgia. Grécia e seus filósofos. Surgimento
e Desenvolvimento da Alquimia. Origem da Ciência Moderna. Desenvolvimento da Química Moderna.
As grandes áreas da Química Moderna. Aplicações Variadas na Vida Moderna.
Bibliografia:
BENSAUDE-VINCENT, B. e STENGERS, I. História da Química, Instituto Piaget, Lisboa, 1992
VIDAL, B. História da Química, Edições 70, Lisboa, 1986.
VANIN, J. A. Alquimistas e Químicos - O Passado, o Presente e o Futuro, Moderna, São Paulo, 1994.
GOLDFARB, A. M. A. - Da Alquimia à Química, 2aed., Landy, São Paulo, 2001.
MATHIAS, A. “Evolução da Química no Brasil". IN:FERRI, M. G. & MOTOYAMA, S. (Coords.) Histórias das Ciências no Brasil, capítulo 4, E. P. U./EDUSP, São Paulo, 1979.
CHASSOT, A. I. A Ciência Através dos Tempos. Moderna, São Paulo ,1994.
RONAN, C. A. História Ilustrada da Ciência da Universidade de Cambridge, Círculo do Livro/J.
Zahar Ed., São Paulo, 1987.
Artigos diversos em Química Nova (Revista de Divulgação da Sociedade Brasileira de Química,
publicada desde 1978).
Artigos diversos em Journal of Chemical Education (Revista da Divisão de Educação Química da
Sociedade Americana de Química, publicada desde 1924).
Disciplina:
Semestre:
Código:
CÁLCULO 1
Segundo
QUIB008
Carga horária:
Pré-requisito:
80 horas
Fundamentos de Matemática 1
EMENTA: Limites de funções e de seqüências: conceituação intuitiva. Noção elementar de limites
através de epsilons e deltas. Continuidade de funções reais de uma variável. Derivadas e aplicações.
Máximos e mínimos. Fórmula de Taylor e aproximação de funções. Métodos de Newton para o cálculo
de raízes e de máximos e mínimos.
Bibliografia:
ÁVILA, G. Cálculo 1, Funções de uma Variável Real, Rio de Janeiro: Editora LTC, 1995.
SWOKOWSKI, E.W. Cálculo com Geometria Analítica . São Paulo: Editora Makron Books, 1995.
STEWART, J. Cálculo, Volume l, James, 5ª Edição, São Paulo: Editora Thomson, 1994.
Disciplina:
Semestre:
Código:
GEOMETRIA ANALÍTICA
Segundo
QUIB009
Carga horária:
Pré-requisito:
80 horas
Fundamentos de Matemática 1
EMENTA: Noções sobre matrizes e sistemas lineares. Vetores. Produtos: escalar, vetorial e misto. Retas
e planos. Cônicas. Quádricas e Superfícies.
Bibliografia:
Swokowski, E W. Cálculo com Geometria Analítica , São Paulo: Editora Makron Books, 1986
STEINBRUCHJ, A.; WINTERLE, P. Geometria Analítica, São Paulo: McGraw-Hill, 1987
32
TERCEIRO SEMESTRE
Disciplina:
Semestre:
Código:
QUÍMICA ORGÂNICA 1
Terceiro
QUIB012
Carga horária:
Pré-requisito:
120 horas
Química Geral 2
EMENTA: Estrutura molecular e ligações químicas; compostos representativos de carbono : grupos
funcionais e forças intermoleculares; introdução as reações orgânicas e seus mecanismos : ácidos e bases;
nomenclatura e análise conformacional dos alcanos e cicloalcanos; estereoquímica; Reações de
substituição nucleofílica (SN1 e SN2) e de eliminação (E1 e E2).
Bibliografia:
SOLOMONS, T. W. G.; FRYHLE, C. Química Orgânica. 8ª ed., Rio de Janeiro: LTC, v. 1, 2005.
BRUICE, P. Y. Química Orgânica. vol. 1. 4ª ed.; Editora Pearson Prentice Hall, São Paulo, 2006.
MORRISON, R. T.; BOYD, R. N. Organic Chemistry. 6a ed., Prentice-Hall, New. Jersey, 1992.
SOARES, N. A. Famílias e Estruturas Funcionais em Química Orgânica – Nomenclatura. SBQ-ed.no
prelo.
STANLEY H. P.. Organic Chemistry, 5ª ed. New York: McGraw-Hill Book Co, 1987.
VOGEL, A. I. Química Orgânica – Análise Orgânica Qua litativa. Livro Técnico, R. Janeiro. 1971. 1271
pp.
WHEAST, R. C., ed. Handbook of Chemistry and Physics. 56. ed., N. York, CRC. 1980.
Disciplina:
Semestre:
Código:
QUÍMICA INORGÂNICA 1
Terceiro
QUIB013
Carga horária:
Pré-requisito:
80 horas
Química Geral 2
EMENTA: Estrutura Eletrônica dos Átomos. Modelos Atômicos de Bohr e Ondulatório. Princípios de
Mecânica Quântica. Tabela Periódica e Propriedades Gerais dos Elementos. Estrutura Molecular e
Ligações químicas. Química Sistemática dos Elementos Representativos e de Alguns Metais de
Transição.
Bibliografia:
SHRIVER, D. F.; ATKINS P. W. Química Inorgânica, Porto Alegre: Editora Bookman, 2003
BARROS , H. L. C.; Química Inorgânica – Uma Introdução. 1a. edição, Belo Horizonte: Editora
UFMG, 1992.
LEE, J. D. Química Inorgânica não tão concisa, São Paulo: Editora Edgard Blucher Ltda, 2000.
MAHAN, B. H. Química um Curso Universitário, São Paulo: Editora Edgard Blucher Ltda., 1986.
COTTON, F. A. e WILKINSON, G., Advanced Inorganic Chemistry, 3ª Edição, Interscience
Publishers, New York, 1972.
HUHEEY, J. E. Inorganic Chemistry, Harper & Row Publishers., 1986
.
Disciplina:
Semestre:
Código:
CÁLCULO 2
Terceiro
QUIB014
Carga horária:
Pré-requisito:
80 horas
Cálculo 1
EMENTA: Integração de funções reais de uma variável. Métodos de integração. Integração aproximada.
Regras dos trapézios, de Simpson e generalizadas. Aplicações da integral: Comprimento de arco, Áreas e
Volumes. Coordenadas Polares.
33
Bibliografia:
ÁVILA, G. Cálculo 2, Funções de uma Variável Real, Rio de Janeiro: Editora LTC, 1995.
SWOKOWSKI, E. W. Cálculo com Geometria Analítica . São Paulo: Editora Makron Books, 1995.
STEWART, J. Cálculo, Volume 2 James, 5ª Edição, São Paulo: Editora Thomson, 1994.
Disciplina:
Semestre:
Código:
ÁLGEBRA LINEAR
Terceiro
QUIB015
Carga horária:
Pré-requisito:
80 horas
Geometria Analítica
EMENTA: Matrizes, Métodos de eliminação de Gauss para sistemas lineares, Espaços Vetoriais, Subespaços, Bases, Somas diretas, (Introdução à programação linear,) Transformações lineares, Matrizes de
transformações lineares, Núcleo e imagem, Auto-valores e auto-vetores, Diagonalização, Espaços com
produto interno, Bases ortonormais, Projeções ortogonais, Movimentos rígidos, Métodos dos mínimos
quadrados.
Bibliografia:
CALLIOLI,C. A. ; DOMINGUES H. H. ; COSTA R. C. F. Álgebra Linear e Aplicações. São Paulo:
Editora Atual, 1990.
STEINBRUCHJ, A.; WINTERLE, P. Álgebra Linear, São Paulo: Editora Makron Books, 1990.
QUARTO SEMESTRE
Disciplina:
Semestre:
Código:
QUÍMICA ORGÂNICA 2
Quarto
QUIB016
Carga horária:
Pré-requisito:
100 horas
Química Orgânica 1
EMENTA: Alquenos e alquinos I : propriedades e sínteses; alquenos e alquinos II : reações de adição;
reações radicalares; álcoois e éteres : propriedades e sínteses; álcoois a partir de compostos carbonílicos:
reação de oxidação-redução e compostos organometálicos; sistemas insaturados conjugados; compostos
aromáticos : aromaticidade e reação de substituição eletrofílica aromática.
Bibliografia:
SOLOMONS, T. W. G.; FRYHLE, C. Química Orgânica. 8ª ed., Rio de Janeiro: LTC, v. 1, 2005.
BRUICE, P. Y. Química Orgânica. vol. 1 e 2. 4ª ed.; Editora Pearson Prentice Hall, São Paulo, 2006.
MORRISON, R. T.; BOYD, R. N. Organic Chemistry. 6a ed., Prentice-Hall, New. Jersey, 1992.
SOARES, N. A. Famílias e Estruturas Funcionais em Química Orgânica – Nomenclatura. SBQ-ed.no
prelo.
STANLEY H. P.. Organic Chemistry, 5ª ed. New York: McGraw-Hill Book Co, 1987.
VOGEL, A. I. Química Orgânica – Análise Orgânica Qua litativa. Livro Técnico, R. Janeiro. 1971. 1271
pp.
WHEAST, R. C., ed. Handbook of Chemistry and Physics. 56. ed., N. York, CRC. 1980.
Disciplina:
Semestre:
Código:
QUÍMICA INORGÂNICA 2
Quarto
QUIB017
Carga horária:
Pré-requisito:
100 horas
Química Inorgânica 1
34
EMENTA: Compostos de coordenação: nomenclatura, propriedades gerais e particulares. Teoria de
Ligação de Complexos. Química dos elementos dos blocos d e f da tabela periódica.
Bibliografia:
SHRIVER, D. F.; ATKINS, P. W. Química Inorgânica, Editora Bookman. 2003
BARROS, H. L. C. ; Química Inorgânica – Uma Introdução. 1992
LEE, J. D. ; Química Inorgânica, Editora Edgard Blucher Ltda. 2000
MAHAN, B. H.; Química um Curso Universitário, Editora Edgard Blucher Ltda.1986
COTTON, F. A. e WILKINSON, G., Advanced Inorganic Chemistry, 3ª Edição, Interscience
Publishers, New York, 1972.
HUHEEY, J. E. Inorganic Chemistry, Harper & Row Publishers., 1986
.
Disciplina:
Semestre:
Código:
QUÍMICA MEIO AMBIENTE E EDUCAÇÃO
Quarto
Carga horária:
QUIB018
Pré-requisito:
60 horas
Química Geral 2
EMENTA: Estudo dos Ecossistemas. Ciclos Biogeoquímicos na natureza. Química Atmosfera. Química
Aquática. Fontes de Energia Química da Produção de Alimentos .Tratamento de resíduos. Educação
Ambiental histórico, concepção, objetivos e finalidades. Prática da Educação Ambiental nos contextos
educacional (formal e informal) e social (grupos de trabalho organizados pela sociedade).
Bibliografia:
AMADOR, E. S. Baia de Guanabara: um balanço histórico, in ABREU, M.A.Natureza e Sociedade no
Rio de Janeiro.Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura, Turismo e Esporte. 1992
CHASSOT, A. (1995) Para quem é útil o ensino? Editora Ulbra, Canoas, 189p. 1995
FEEMA. Vocabulário Básico de Meio Ambiente. Rio de Janeiro, Serviço de Comunicação Social da
Petrobrás. 1991.
MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE, DOS RECURSOS HÍDRICOS E DA AMAZÔNIA LEGAL
Seminário sobre a Formação do Educador para Atuar no Processo de Gestão Ambiental, Anais.Brasília.
1995
Disciplina:
Semestre:
Código:
FÍSICA 1
Quarto
QUIB019
Carga horária:
Pré-requisito:
80 horas
Cálculo 2
EMENTA:
Grandezas físicas. Vetores. Cinemática e dinâmica da partícula. Trabalho e energia.
Dinâmica de um sistema de partículas. Cinemática e dinâmica da rotação.
Bibliografia:
HALLIDAY, D.; RESNICK, R. e WALKER, J. Fundamentos de Física, Rio de Janeiro: LTC, 1993
TIPLER, P. A. Física para Cientistas e Engenheiros, Vol.1 , 4a Edição, LTC Editora, Rio de Janeiro,
2000
ALONSO, FINN, Física, São Paulo: Editora Edgard Blucher, 1981.
Disciplina:
Semestre:
Código:
CÁLCULO 3
Quarto
QUIB020
Carga horária:
Pré-requisito:
80 horas
Cálculo 2
35
EMENTA: Funções Vetoriais, Curvas Parametrizadas, Comprimento de Arco, Curvatura e Torção e
Triedro de Frenet, Limite e Continuidade, Derivadas Parciais, Aplicações Diferenciáveis, Matriz
Jacobiana, Derivadas Direcionais, Gradiente, Regra da Cadeia, Teorema da Função Inversa e Implícita.
Bibliografia:
ÁVILA, G. Cálculo 3, Rio de Janeiro: Editora LTC., 1994.
STEWART, J. Cálculo II, São Paulo: Pioneira Thomson, 2003.
QUINTO SEMESTRE
Disciplina:
Semestre:
Código:
QUÍMICA ANALÍTICA 1
Quinto
QUIB
Carga horária:
Pré-requisito:
120 horas
Inorgânica 2
EMENTA: Considerações gerais sobre a química analítica qualitativa. Técnicas e operações
indispensáveis na preparação de soluções. Equilíbrios químicos ácido-base, precipitação, óxido-redução e
complexação. Execução de experimentos envolvendo a aplicabilidade dos conceitos teóricos básicos.
Bibliografia:
CHRISTIAN, G. D.. Analytical, John Wiley & Sons, INC, 5a Ed. 1994.
SKOOG, D. A. WEST, D. M.; HOLLER, F. J.; CROUCH, S. R. Fundamentos de Química Analítica.
São Paulo: Pioneira, 2006.
VOGEL, A . I . Química Analítica Qualitativa, 5ª Ed. São Paulo: Ed. Mestre Jou, 1981.
KING J., Análise Qualitativa: Reações, Separações e Experiências 1ª Ed, Rio de Janeiro: Ed.
Interamericana, 1981.
ALEXÉEV, Análise Qualitativa, Lopes da Silva Editora, Porto (1982).
BACCAN, N.; GODINHO, O. E. S.; ALEIXO, L. M.; STEIN, E. Introdução à Semi-microanálise
Qualitativa, 4 ª Ed. Campinas : Ed. da UNICAMP, 1991.
OHLWEILER, A . Química Analítica Qualitativa -Volume 1, LTC, Editora S. A, Rio de Janeiro, 1982.
Disciplina:
Semestre:
Código:
QUÍMICA INORGÂNICA EXPERIMENTAL
Quinto
Carga horária:
QUIB
Pré-requisito:
60 horas
Inorgânica 2
EMENTA: Noções de segurança em laboratório. Conceitos fundamentais envolvidos em reações
químicas: reatividade de espécies envolvidas, equilíbrio químico, estequiometria, oxi-redução,
rendimento de reação, cinética química e catálise. Síntese de compostos inorgânicos e complexos de
metais de transição. Reatividade de compostos de coordenação. Cromatografia de troca iônica. Produção
de H2 e reatividade de metais. Preparação de complexos de metais de transição ilustrando a teoria do
campo cristalino (efeito do ligante, número de coordenação e cor). Cinética de substituição de ligantes em
complexos de metais de transição ou em compostos organometálicos.
Bibliografia:
FARIAS, R. F. Práticas de Química Inorgânica. Ed. Átomo, 2004.
VOGEL, A. I. Análise Inorgânica Quantitativa. 4a. ed. Guanabara Dois, RJ. 1981.
OHLWEILER, O. A. Fundamentos de Análise Instrumental. Livros Técnicos e Científicos. Rio de
Janeiro. 1981.
ANGELICI, R. J., Synthesis and Technique in Inorganic Chemistry, London. Saunders. 1969.
GIESBRECHT, E. (coord.) Experiências de Química: Técnicas e Conceitos Básicos. PEQ - Programa
de ensino de Química. Ed. Moderna. USP. 1979.
36
ADAMS, D. M. e RAYNOR, J. B. Quimica Inorganica Practica Avanzada. 1966.
WOOLLINS, J. D. (Ed.) Inorganic Experiments. Weinheim, Germany. VCH. 1994.
SHRIVER, D. F.; ATKINS, P. W. Química Inorgânica, Editora Bookman. 2003
BARROS, H. L. C. ; Química Inorgânica – Uma Introdução. 1992
LEE, J. D. Química Inorgânica, Editora Edgard Blucher Ltda. 2000
MAHAN, B. H.; Química um Curso Universitário, Editora Edgard Blucher Ltda.1986
COTTON, F. A. e WILKINSON, G., Advanced Inorganic Chemistry, 3ª Edição, Interscience
Publishers, New York, 1972.
HUHEEY, J. E. Inorganic Chemistry, Harper & Row Publishers., 1986
Disciplina:
Semestre:
Código:
QUÍMICA ORGÂNICA 3
Quinto
QUIB020
Carga horária:
Pré-requisito:
120 horas
Química Orgânica 2
EMENTA: Aldeídos e cetonas I : adição nucleofílica em grupos carbonílicos; aldeídos e cetonas II :
enóis e enolatos; ácidos carboxílicos e seus derivados : reações nucleofílicas em grupos acilas : adiçãoeliminação; sínteses e reações de compostos dicarbonílicos; aminas : propriedades e reações; fenóis e
haletos arílicos : reação de substituição nucleofílica aromática.
Bibliografia:
SOLOMONS, T. W. G.; FRYHLE, C. Química Orgânica. 8ª ed., Rio de Janeiro: LTC, v. 1, 2005.
BRUICE, P. Y. Química Orgânica. vol. 1 e 2. 4ª ed.; Editora Pearson Prentice Hall, São Paulo, 2006.
MORRISON, R. T.; BOYD, R. N. Organic Chemistry. 6a ed., Prentice-Hall, New. Jersey, 1992.
SOARES, N. A. Famílias e Estruturas Funcionais em Química Orgânica – Nomenclatura. SBQ-ed.no
prelo.
STANLEY H. P.. Organic Chemistry, 5ª ed. New York: McGraw-Hill Book Co, 1987.
VOGEL, A. I. Química Orgânica – Análise Orgânica Qualitativa. Livro Técnico, R. Janeiro. 1971. 1271
pp.
WHEAST, R. C., ed. Handbook of Chemistry and Physics. 56. ed., N. York, CRC. 1980.
Disciplina:
Semestre:
Código:
FÍSICA 2
Quinto
QUIB
Carga horária:
Pré-requisito:
80 horas
Física 1
EMENTA: Movimento oscilatórios. Termodinâmica e teoria cinética dos gases. Livro-texto:
Fundamentos da Física – 1 Halliday – Resnick
Bibliografia:
HALLIDAY, D.; RESNICK, R. e WALKER J. Fundamentos de Física, Rio de Janeiro: LTC, 1993
TIPLER, P.A. Física para Cientistas e Engenheiros, Vol.1 , 4a Edição, LTC Editora, Rio de Janeiro,
2000
ALONSO, FINN, Física, São Paulo: Editora Edgard Blucher, 1981
Disciplina:
Semestre:
Código:
FÍSICA 1 EXPERIMENTAL
Quinto
QUIB
Carga horária:
Pré-requisito:
40 horas
Física 1
EMENTA:
Teoria e experimentos envolvendo elementos da teoria de erros, traçados de curvas,
formulações de equações, conteúdos de mecânica, termodinâmica, etc.
37
Bibliografia:
HALLIDAY, D.; RESNICK, R., Física vol. 1 e 2. Rio de Janeiro: Ed. Livros Técnicos e Científicos S.
A, 1993.
TIPLER, P.A. Física para Cientistas e Engenheiros, Vol.1 , 4a Edição, LTC Editora, Rio de Janeiro,
2000
Apostilas: UFPe, USP e UNICAMP
SEXTO SEMESTRE
Disciplina:
Semestre:
Código:
FÍSICO - QUÍMICA 1
Sexto
QUIB
Carga horária:
Pré-requisito:
80 horas
Química Geral 2 e Cálculo 2
EMENTA: Sólidos, Líquidos Gases e Vapores. Termodinâmica Química, Soluções e Equilíbrio.
Bibliografia:
CASTELLAN, G. W. Fundamentos de Físico-Química, Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos S.A., 1996 .
MOORE, W. J. Físico-Química – Vol. 1 e 2. São Paulo:Editora da Universidade de São Paulo, 1976.
ATKINS, P.W. Fisico-Química. Vol. 1, 2 e 3. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora S. A.
1999.
FIGUEIREDO, D. J. Problemas Resolvidos de Físico-Química; IV, 1ª Ed. Minas Gerais, Livros
Técnicos e Científicos, 1982.
MACEDO, H. Fisico-Química. I. IV. 1ª Ed. Rio de Janeiro, Guanabara Dois. 1981.
Disciplina:
Semestre:
Código:
QUÍMICA ANALÍTICA 2
sexto
QUIB0
Carga horária:
Pré-requisito:
120 horas
Química Analítica 1
EMENTA: Principais características e usos de análise gravimétrica e volumétrica. Técnicas
gravimétricas e suas aplicações. Tratamento de dados analíticos. Volumetria de Neutralização e
titulações. Volumetria de Precipitação e titulações argentimétricas. Volumetria de Óxido-Redução e
titulações envolvendo sistemas de óxido-reduçao. Volumetria de Complexação e titulações envolvendo
complexação com EDTA.
Bibliografia:
CHRISTIAN, G. D.. Analytical, John Wiley & Sons, INC, 5th Edition. 1994.
SKOOG, D. A. WEST, D. M.; HOLLER, F. J.; CROUCH, S. R. Fundamentos de Química Analítica.
São Paulo: Pioneira, 2006.
KOLTHOFF, M.; SANDELL E. B., MEEHAN E. J. ; BRUCHENTEIN S. Quantitative Chemical
Analysis, 4ª Ed., London: The Mecmillan Company, 1969.
ALEXÉEV, V. Análise Quantitativa, 2ª Ed . Porto: Lopes da Silva Editora, 1979.
BASSETT, R. C. DENNEY, G. H. JEFFERY ; J. MENDHAN, Análise Inorgânica Quantitativa, Rio
de Janeiro: Editora Guanabara Dois, 4ª Ed., 1981.
OHLWEILER, A . Química Analítica Qualitativa -Volume 1, LTC, Editora S. A, Rio de Janeiro, 1982.
BACCAN, N.; ANDRADE, J. C. GODINHO O . E . S ; BARONE , J . S . Química Analítica
Quantitativa Elementar”, 2ª., Ed., São Paulo : Editora Edgard Blucher Ltda, 1985.
38
Disciplina:
Semestre:
BIOQUÍMICA GERAL
Sexto
Carga horária:
Código:
QUIB020
Pré-requisito:
100 horas
Química Orgânica 2; Química
Analítica 1
EMENTA: Estrutura e propriedades das Biomoléculas: aminoácidos e proteínas, carboidratos,
lipídeos, ácidos nucleicos, Enzimas: classificação e Cinética de Michaelis-Menten,
Bioenergética, Metabolismo degradativo dos carboidratos, Cadeia transportadora de elétrons,
ciclo do ácido cítrico, metabolismo degradativo dos lipídeos, Membranas: composição química e
transporte, Metabolismo degradativo de proteínas, biossíntese de carboidratos, biossíntese de
lipídeos, Biossíntese de prostaglandinas e tromboxanas, biossíntese de proteínas, Noções sobre a
regulação da expressão gênica, classificação e biossíntese dos hormonios, mecanismos de
transcrição de sinais,
Bibliografia:
STRYER,L., JOHN L. TYMOCZKO, JL., BERG, JM.(2004). Bioquímica, 5 ed, Guanabara Koogan,
(2004).
LEHNINGER, A.L.; NELSON, D.L.; COX, M. M.. Princípios de Bioquímica. 4a. edição Editora
Sarvier. 2004.
RODWELL, V. W. ; MURRAY, ROBERT K.; GRANNER, DARYL K.; MAYES, PETER A..
Bioquimica, 9ª Edition São Paulo: Atheneu , 2002.
BRACHT, A. Métodos de laboratório em bioquímica. 1ª Edição, Barueri: Ed. Barueri, Manole, 2003.
CAMPBELL, M. K. Bioquímica. 3ª Edição; Porto Alegre: Artmed., 2001.
VOET, J. G.; VOET, D.; PRATT, C. W. Fundamentos de bioquímica. 1ª Edição.Porto Alegre: Artmed.,
2000.
MACEDO, G. A.; PASTORE, G. M. Bioquimica experimental de alimentos. 1ª Edição. São Paulo:
Editora: Varela., 2005.
Disciplina:
Semestre:
Código:
FÍSICA 3
SEXTO
QUIB
Carga horária:
Pré-requisito:
80 horas
Física 2
EMENTA: Estudo introdutório da teoria da eletricidade e do Magnetismo.
Bibliografia:
HALLIDAY, D.; RESNICK, R. e WALKER, J. Fundamentos de Física, Vol 3. Rio de Janeiro: LTC,
1993
TIPLER, P. A. Física para Cientistas e Engenheiros, Vol.33 , 4a Edição, LTC Editora, Rio de Janeiro,
2000
ALONSO, FINN, Física, São Paulo: Editora Edgard Blucher, 1981.
Disciplina:
Semestre:
Código:
FÍSICA 2 EXPERIMENTAL
Sexto
QUIB
Carga horária:
Pré-requisito:
40 horas
Física 2
EMENTA: Teoria e experimentos envolvendo elementos da teoria de erros, traçados de curvas,
formulações de equações, conteúdos de mecânica, termodinâmica, etc.
39
Bibliografia:
HALLIDAY, D.; RESNICK, R., Física vol. 1 e 2. Rio de Janeiro: Ed. Livros Técnicos e Científicos S.
A, 1993.
TIPLER, P.A. Física para Cientistas e Engenheiros, Vol.1 , 4a Edição, LTC Editora, Rio de Janeiro,
2000
Apostilas: UFPe, USP e UNICAMP.
SÉTIMO SEMESTRE
Disciplina:
Semestre:
Código:
BIOQUÍMICA EXPERIMENTAL
Sétimo
Carga horária:
QUIB
Pré-requisito:
60 horas
Bioquímica Geral
EMENTA: Tampões, Lei de Lambert Beer – Uso do espectrofotômetro UV/Vis, Curva Padrão,
Propriedades das proteínas, Dosagem de Açúcares, Dosagem de Proteínas, Cinética enzimática,
Determinação de Lipídeos, Cromatografia e Eletroforese aplicadas à bioquímica, Fermentação
Bibliografia:
RODWELL, V. W.; MURRAY, ROBERT K.; GRANNER, DARYL K.; MAYES, PETER A..
Bioquimica, 9ª Edition São Paulo: Atheneu , 2002.
BRACHT, A. Métodos de laboratório em bioquímica. 1ª Edição, Barueri: Ed. Barueri, Manole, 2003.
CAMPBELL, M. K. Bioquímica. 3ª Edição; Porto Alegre: Artmed., 2001.
VOET, J. G.; VOET, D.; PRATT, C. W. Fundamentos de bioquímica. 1ª Edição.Porto Alegre: Artmed.,
2000.
MACEDO, G. A.; PASTORE, G. M. Bioquimica experimental de alimentos. 1ª Edição. São Paulo:
Editora: Varela., 2005.
Disciplina:
Semestre:
Código:
FÍSICO-QUÍMICA 2
Sétimo
QUIB
Carga horária:
Pré-requisito:
80 horas
Físico-Química 1
EMENTA: Eletroquímica, Condutância de Eletrólitos e força eletromotriz., Química das Superfícies,
Cinética Química. Práticas no laboratório.
Bibliografia:
CASTELLAN, G. W. Físico-Química - VOL 1 e 2. Livros Técnicos e Científicos Editora S.A. Rio de
Janeiro. 2001
MOORE, W. J. Fisico-Quimica - VOL 1 e 2. Editora da Universidade de São Paulo. São Paulo. 1991
ATKINS, P. W. Fisico-Química Vol. 1, 2 e 3. Livros Técnicos e Científicos Editora S.A. Rio de
Janeiro. 2003
Disciplina:
Semestre:
Código:
CRISTALOGRAFIA
Sétimo
QUIB
Carga horária:
Pré-requisito:
40 horas
Química Geral 2
40
EMENTA: Simetria externa. Eixos e sistemas cristalinos. Simbologia de eixos e fases. Simetria
translacional. Retículos. Simetria Interna. Grupos espaciais. Introdução à Cristalografia de raios –x
(difração). Métodos experimentais.
Bibliografia:
CULLITY, B. D. Elements of X-Ray Diffraction, Acta Cryst, 1979
BLOSS, F.D. Crystallography and Crystal Chemistry, New York, Holt, Rinehart & Winston, 1071.
BORGES, F.S..Elementos de Cristalografia; Porto, Editora Calouste Gulbenkian, 1996.
Disciplina:
Semestre:
Código:
PESQUISA QUÍMICA 1
Sétimo
QUIB
Carga horária:
Pré-requisito:
85 horas
Química Geral 2
EMENTA: A disciplina Pesquisa Química 1 será desenvolvida em laboratórios de pesquisa do Instituto
de Química e Biotecnologia da UFAL ou em Instituição aprovada pelo Colegiado de Curso, oferecendo
ao aluno oportunidade de desenvolver habilidade no trabalho experimental e dando suporte para a
elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso.
OITAVO SEMESTRE
Disciplina:
Semestre:
Código:
ELETROQUÍMICA
Oitavo
QUIB
Carga horária:
Pré-requisito:
40 horas
Físico-Química 2
EMENTA: Células eletroquímicas, eletrólise, eletrodeposição, introdução à teoria da dupla camada
elétrica, fundamentos da cinética eletroquímica, número de transporte e condutividade
Bibliografia:
CHRISTOPHER, M. A . Brett, A. M. O. BRETT Electrochemistry, Principles Methods and
Applications. Oxford: Oxford University Press, Oxford, 1993
DENARO, A.R. Fundamentos de eletroquímica. Trad. Jurgen Heinrich Maar, São Paulo: Editora
Edgard Blucher , 1974.
PLETCHER,D. A First Course in Electrode Processes, The Electrochemical Consultancy, Chichester,
U.K.: Romsey, 1991.
CASTELLAN, G. W. Fundamentos de Físico-Química, Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos S.A., 1995.
MOORE, W.J. FISICO-QUIMICA - VOL 1 e 2. São Paulo:Editora da Universidade de São Paulo,
1976.
ATKINS, P.W. Fisico-Química. Vol. 1,2 e 3. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora S. A.
1999.
Disciplina:
Semestre:
Código:
FÍSICO - QUÍMICA EXPERIMENTAL
Oitavo
Carga horária:
QUIB
Pré-requisito:
60 horas
Físico-Química 2
EMENTA: Termodinâmica química. soluções, equilíbrio de fases, equilibrio químico, eletroquímica,
condutância de eletrólitos e f.e.m, cinética química.
41
Bibliografia:
CASTELLAN, G. W. Físico-Química - VOL 1 e 2. Livros Técnicos e Científicos Editora S.A. Rio de
Janeiro. 2001
MOORE, W.J. Físico-Química - VOL 1 e 2. São Paulo:Editora da Universidade de São Paulo, 1976.
ATKINS, P.W. Físico-Química. Vol. 1,2 e 3. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora S. A.
1999.
CASTELLAN, G. W. Fundamentos de Físico-Química, Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos S.A., 1995.
DENARO, A.R. Fundamentos de eletroquímica. Trad. Jurgen Heinrich Maar, São Paulo: Editora
Edgard Blucher , 1974.
SHOEMAKER, D. P. ; GARLAND C. W. ; Nibler J. W. Experiments in physical chemistry, McGraw
Hill, 1996.
MANUAL DE LABORATÓRIO DE FISICO-QUÍMICA – Willie Alves Bueno e Léo Degrève
W. SCHAFER,W. KLUNKER, J. SCHELENZ, T. MEIER, SYMONDS, A. PHYWE Laboratory
Experiments – Chemistry, PHYWE Series of Publications, , 1996
PIACENTINI, J.; BARTIRA , C. S. GRANDI, HOFFMANN, M. P., LIMA F. R. R. ; ZIMMERMANN,
E.Introdução ao laboratório de física, Florianópolis: EDUFSC,1998
.
Disciplina:
Semestre:
Código:
QUÍMICA ANALÍTICA INSTRUMENTAL
Oitavo
Carga horária:
QUIB
Pré-requisito:
60 horas
Química Analítica 2
EMENTA: Considerações gerais sobre a química analítica instrumental. Métodos Ópticos de Análises –
Espectrofotometria e Titulação Espectrofotométrica, Absorção Atômica, Fotometria de Chama e Emissão
Atômica (ICP-Plasma), Quimioluminescência, Fluorescência, Nefelometria e Turbidimetria. Métodos
Eletroanalíticos – Potenciometria e Titulação Potenciométrica, Condutimetria e Titulação Condutimétrica,
Eletrogravimetria, Coulometria, Polalografia e Voltametria, Amperometria e Biamperometria.
Bibliografia:
SKOOG, D. A.; WEST, D. M.; HOLLER, F. J.; CROUCH, S. R. Fundamentos de Química Analítica.
São Paulo: Pioneira, 2006.
Gonçalves, Maria de L. S. S. – Métodos Instrumentais de Análise de Soluções, 2ª Edição – Fundação
Caloustre Goubenkian – Lisboa, 1990.
Harris, D. C. ; Análise Química Quantitativa, 5ª Edição – Tradução: Carlos A. S. R. e Alcides W. S.
Guarino. Rio de Janeiro: LTC Editora, 2001.
SKOOG. D. A. and LEARY, J. J. Principles of Instrumental Analysis, Fourth Edition – Saunderes New
York: College Publishing , 1991.
Disciplina:
Semestre:
Código:
PESQUISA QUÍMICA 2
Oitavo
QUIB
Carga horária:
Pré-requisito:
85 horas
Pesquisa Química 1
EMENTA: A disciplina Pesquisa Química 2 será desenvolvida em laboratórios de pesquisa do Instituto
de Química e Biotecnologia da UFAL ou em Instituição aprovada pelo Colegiado de Curso, oferecendo
ao aluno oportunidade de desenvolver habilidade no trabalho experimental e dando suporte para a
elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso.
42
EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS ELETIVAS
Disciplina:
Código:
BIOQUÍMICA, FISIOLOGIA E ECOLOGIA DE MICROORGANISMOS
60 horas
Carga horária:
QUIB
Bioquímica Geral
Pré-requisito:
EMENTA: Microrganismos como instrumentos de análise, Metabolismo Microbiano, Bioquímica na
Ecologia Microbiana, Seminários, Aulas Práticas e Visitas Técnicas
Bibliografia:
AGRIOS, G. N. Plant pathology. 5a ed. San Diego, Academic Press. . 2004
ALBERTS, B.; BRAY, D.; LEWIS, J.; RAFF, M.; ROBERTS, R.; WATSON, J. D. Biología Molecular
de la Célula. Ed. Omega. 1996.
ALCÂNTARA, F., CUNHA, M. A., ALMEIDA, M. A. Microbiologia: práticas laboratoriais, 2ª ed.
Aveiro: Univ. de Aveiro. 2001.
BARCELÓ, M. F. Técnicas Instrumentales en Bioquímica y Biología. Universitat de les Illes Balears.
2003.
BOYER, R. Modern Experimental Biochemistry. 3a Ed. Addison wesley Longman. 2000.
BAILEY, J. Biology and Molecular Biology of Plant-Pathogen Interactions. Series Cell Biology V. 1,
Springer Verlag, Berlin, Germany. 1986.
BURDON, J. J.; LEATHER, S. R. Pests, pathogens and plant communities. Blackwell Sci Pub.,
Oxford, UK. 1990.
CAMPBELL, M. K. Bioquímica. 3ª ed., Ed. Artmed, Porto Alegre. 2000.
CERDÁN VILLANUEVA ME., FREIRE PICOS MA, GONZÁLEZ SISO MI & RODRIGUEZ
TORRES A. M. Biología Molecular. Avances y técnicas generales. Ed Universidade da Coruña (Área
de Bioquímica y Biología Molecular). 1997.
HAMES, B. D., HOPER, N. M.; HOUGHTON, J. D. Instant Notes in Biochemistry, Bios Scientific
Pub. 1999.
HURST, C. J. ;CRAWFORD, R. L.; KNUDSEN, G. R.; MCINERNEY, M. J.; STETZENBACH, L. D.
(eds). Manual of Environmental Microbiology. 2ª Ed. ASM Press, Washington, USA. 2002
VOET, D.; Voet, D. Biochemistry, Ed. Wiley, New York. 2000
SCHUMANN, G. L. Plant Diseases: their Biology and Social Impact. The American Phytopathological
Society. St. Paul. MN. USA. 1991.
SMITH, C. A.; WOOD, E. J. Moléculas biológicas. Addison Wesley Iberoamericana. 1998.
STRYER, B.; TYMOZKO. Bioquímica, Ed. Guanabara Koogan, 5a. Edição, Rio de Janeiro. 2003.
WALKER, J. M.; GINGOLD, E. B. Biología Molecular y Biotecnología. Acribia. Zaragoza. 2ª ed.
1997.
WALTERS, D. R.; SCHOLES, J. D.; BRYSON, R. J.; PAUL, N. D.; McROBERTS, N. Physiological
responses of plants to pathogens. Wellesbourne, The Association of Applied Biologists. 1995.
Disciplina:
LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO EM LÍNGUA PORTUGUESA
60 horas
Carga horária:
QUIB
Código:
Pré-requisito:
EMENTA: Prática de leitura e produção de texto, de diversos gêneros, em português, fundamentadas no
conceito de linguagem como atividade interlocutiva e no texto como unidade básica significativa na
língua.
43
Bibliografia:
FARACO, C. A.; TEZZA, C. Prática de textos para estudantes universitários. Petrópolis, Vozes,
1992.
GALVEZ, C; ORLANDI, E.; OTONI, P. (Orgs). O texto: escrita e leitura. Campinas, Pontes, 1997.
GARCIA, O. Comunicação em prosa moderna. Rio de Janeiro, Fundação Getúlio Vargas, 1997.
GERALDI, J. W. O texto na sala de aula. Cascavel, Assoeste, 1984.
SERAFINI, M. T. Como escrever textos. Rio de janeiro, Globo, 1990.
Disciplina:
Código:
BIOQUÍMICA DE NUTRIÇÃO ANIMAL
Carga horária:
QUIB
Pré-requisito:
60 horas
Bioquímica Geral
EMENTA: Estrutura, função biológica, classificação e propriedades químicas de proteínas, carboidratos,
lipídeos e ácidos nucléicos. Enzima, vitaminas e coenzimas. Vias metabólicas. Conceito de ótimo em
nutrição animal. Necessidades nutricionais. Alimentos para animais. Alimentação de animais para
trabalho e em condições de estresse. Alimentação de filhotes órfãos e animais doentes. Experimentação e
avaliação de alimentos para animais.
Bibliografia:
BACILA, M.; Bioquimica Veterinaria. ROBE EDITORIAL. 2ª Ed. 2003.
BURROWS, C. F., KRONFELD, D. S., BANTA, C. A.; MERRIT, A. M. Fibre affects digestibility and
transit time in dogs (in press). 1982.
CAMPBELL, MARY K. Bioquimica. ARTMED. 3ª Ed. 2001.
CAREY, D. P.; NORTON, S. A.; BOLSER, S. M. Recentet Advance in Canine and Feline
Nutrutional Research: Proceeding of the 1996 Ian international Nutrition Symposium, Orange Frazer
Press, Wilmington, Ohio, USA, 1996,
CHAMPE, P. C.; HARVEY, R. A.; FERRIER, D. R. Bioquimica Ilustrada. ARTMED. 3ª Ed. 2006.
EDNEY, A. T. B. Nutrição de Cães e Gatos. Editora Manole. 1987.
KENDALL, P. T. (1981) Comparative evaluation of apparent digestibility in dogs and cats. Proc.
Nut. Soc. 40, 2, 1981.
KOOLMAN, J.; ROHM, K.-H. Bioquimica - Texto E Atlas. ARTMED. 3ªEd. 2005.
NELSON, K. Y.; LEHNINGER, A. L.; COX . Principios de Bioquimica. SARVIER. 3ªEd. 2003.
RODRIGUES, P. B., FONSECA, A. F., Nutrição e processamento de alimentos para cães e gatos.
Lavras – MG, Ed. UFLA, 2002.
TYMOCZKO, L; BERG, JEREMY MARK; STRYER, LUBERT. Bioquimica.
GUANABARA.KOOGAN. 5ª Ed. 2002.
VOET, J. G.; VOET, D.; PRATT, C.W. Fundamentos de Bioquimica. 1ªEd. 2000..
Disciplina:
BIOTECNOLOGIA
Código:
QUIB
Carga horária:
Pré-requisito:
60 horas
Bioquímica Geral
EMENTA: Fundamentos da Biotecnologia, As células e os cromossomos, Os microrganismos, Enzimas
e os anticorpos, Ácidos nucléicos e os Genes, Processos Fermentativos, A cultura de células e tecidos, A
tecnologia do DNA, Engenharia Genética, Biotecnologia, Indústria e Energia, Biotecnologia e Meio
Ambiente, Biotecnologia e Biodiversidade, Biotecnologia e Agricultura, Biotecnologia e Pecuária,
Biotecnologia e Alimentos Biotecnologia e Alimentos Novos, Biotecnologia e Saúde: as vacinas,
Biotecnologia e Saúde: os testes diagnósticos, Biotecnologia e Saúde: os medicamentos e Biotecnologia e
Saúde: os tratamentos novos
Bibliografia:
MALAJOVICH, M. A. Biotecnologia. Rio de Janeiro: Axcel Books do Brasil Editora, 2004.
44
Disciplina:
ESTUDO DA LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS (LIBRAS),
60 horas
Carga horária:
QUIB
Código:
Pré-requisito:
EMENTA: Estudo da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), da sua estrutura gramatical, de
expressões manuais, gestuais e do seu papel para a comunidade surda.
Bibliografia
FERREIRA BRITO, L. Por uma gramática das línguas de sinais. Rio de Janeiro, Tempo Brasileiro,
1995.
GOES, M. C. R. Linguagem, surdez e educação. Campinas, Autores Associados, 1996.
QUADROS, R. M. O tradutor e intérprete de língua brasileira de sinais. BRASÍLIA, SEESP/MEC,
2004.
SACKS, O. Vendo vozes: uma jornada pelo mundo dos surdos. Rio de Janeiro, Imago, 1990.
Disciplina:
DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM
60 horas
Carga horária:
QUIB
Código:
Pré-requisito:
EMENTA: Estudo dos processos psicológicos do desenvolvimento humano e da aprendizagem na
adolescência e na fase adulta, relacionando-os com as diversas concepções de homem e de mundo,
identificando a influência das diferentes teorias psicológicas na educação, numa perspectiva histórica.
Relação entre situações concretas do cotidiano do adolescente e do adulto com as concepções teóricas de
aprendizagem estudadas, considerando os fundamentos psicológicos do desenvolvimento nos aspectos
biológico, cognitivo, afetivo e social na adolescência e na fase adulta através das principais teorias da
Psicologia do Desenvolvimento.
Bibliografia:
ABERASTURY, A.; KNOBEL, M. Adolescência Normal. Porto Alegre: Editora Artes Médicas,1981.
BECKER, FERNANDO. Modelos Pedagógicos e Modelos Epistemológicos. Educação e Realidade.
Porto Alegre, 19 (1): 89-96, jan./jun. 1993.
BEE, HELEN. A Criança em Desenvolvimento. São Paulo: Harbra, 1988.
BIAGGIO, ÂNGELA M. BRASIL. Psicologia do Desenvolvimento. Petrópolis: Vozes, 1988.
CAPRA, F., O Ponto de Mutação. São Paulo: Editora Cultrix, 1982
CASTRO, A. D. Piaget e a Didática: ensaios. São Paulo, Saraiva,
ERIKSON, E. H. Infância e Sociedade. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1976.
FERREIRA, M. G. Psicologia Educacional: Análise Crítica. São Paulo, 1987.
GALLANTIN, J. Adolescência e Individualidade - São Paulo: Harbra, 1978.
GOULART, I.B. Psicologia da Educação: Fundamentos Teóricos e aplicações à Prática Pedagógica
- Petrópolis: Vozes, 1987.
HENRIQUES, M. H. - Adolescentes de Hoje, Pais do Amanhã: Brasil HURLOCK, E. B. - Desenvolvimento do Adolescente - São Paulo: McGraw-Hill, 1979.
INHELDER, B. e PIAGET, J. Da Lógica da Criança à Lógica do Adolescente: Ensaio sobre a
Construção das Estruturas Operatórias Formais. São Paulo: Livraria Pioneira Editores, 1976.
KAPLAN, H. S.- Enciclopédia Básica de Educação Sexual - Rio de Janeiro: Record, 1979.
KLEIN, M. Psicanálise da Criança - São Paulo: Editora Mestre Jou, 1975.
LIBÂNEO, J. C. - Psicologia Social: O Homem em Movimento - São Paulo: Brasiliense, 1984.
MILHOLLAN, F.; FORISHA, B. E. - Skinner X Rogers - Rio de Janeiro: Summus Editorial, 1972.
PIAGET, J. Seis Estudos de Psicologia - Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1975.
QUELUZ, A. G. A Pré-Escola Centrada na Criança: Uma Influência de Carl R. Rogers - São Paulo:
Pioneira, 1984.
ROGERS, C. Liberdade de Aprender em Nossa Década - Artes Médicas, Porto Alegre, 1985.
TURNER, J. Desenvolvimento Cognitivo - Zahar, Rio de Janeiro, 1976.
VYGOTSKY, L. S. - A Formação Social da Mente - Martins Fontes, São Paulo, 1988.
45
Disciplina:
EMPREENDEDORISMO
Código:
QUIB
Carga horária:
Pré-requisito:
60 horas
EMENTA: Desenvolvimento da capacidade empreendedora do estudante universitário, com ênfase no
estudo do perfil do empreendedor, nas técnicas de identificação e aproveitamento de oportunidades, na
aquisição e gerenciamento dos recursos necessários ao negócio, fazendo uso de metodologias que
priorizam técnicas de criatividade e da aprendizagem pró-ativa.
Bibliografia:
EMPREENDIMENTO E O EMPREENDEDOR FILION, L. J., VISÃO E RELAÇÕES: ELEMENTOS
PARA UM METAMODELO DA ATIVIDADE EMPREENDEDORA - International Small Business
Journal, 1991- Tradução de Costa, S.R.
FILION, L. J.. O Planejamento do seu Sistema de Aprendizagem Empresarial: Identifique uma Visão e
Avalie o seu Sistema de Relações - Revista de Administração de Empresas, FGV, São Paulo, jul/set.1991,
pag.31(3): 63-71.
RICH and GUMPERT, BUSINESS PLAN THAT WIN $$$, Harper dan Row, 1985.
TIMMONS, J. A., New Venture Creation, Homewood IL:IRWIN.
DOLABELA, F. ; O Segredo de Luiza, Cultura. 1998
DOLABELA, F. ; Oficina do Empreendedor, Cultura. 2000
Fontes Complementares:
Revista Exame
Revista Pequenas Empresas, Grandes Negócios
Gazeta Mercantil
Seções de informática, negócios e economia de jornais de grande circulação
Boletins do SEBRAE
Publicações de órgãos inseridos do “sistema de suporte”, como sistema Federação das Indústrias, Associação
Comercial
Disciplina:
INGLÊS INSTRUMENTAL 1
Código:
QUIB
Carga horária:
Pré-requisito:
60 horas
EMENTA: Estratégias de desenvolvimento de habilidades de leitura para interpretação de textos em
geral e acadêmico em especial. Introdução à escrita em língua estrangeiras.
Bibliografia:
DIAS, R. Inglês Instrumental: leitura Crítica – Uma abordagem Construtivista. Belo Horizonte:
UFMG. 1988.
GRELLET, F. Developing Reading Skills: A practical Guide to Reading Comprehensinon
Exercises. 110 ed. Cambridge: Cambridge University Press. 1990.
MOREIRA, V. Vocabulary acquisition and Reading strategies. Resource Packege Number IV. São
Paulo: Cepril. 1986.
PAUK, W. How to Study In College. 3ª ed, Boston: Houghton Mifflin Company. 1984.
YORKEY, R. Study Skills For Students of English. 2 ed. New York, Megraw-hill. 1982
Disciplina:
INGLÊS INSTRUMENTAL 2
Código:
QUIB
Carga horária:
Pré-requisito:
60 horas
Inglês Instrumental 1
46
EMENTA: Estratégias de desenvolvimento de habilidades de leitura para interpretação de textos em
geral e acadêmico em especial. Introdução à escrita em língua estrangeiras.
Bibliografia:
DIAS, R. Inglês Instrumental: leitura Crítica – Uma abordagem Construtivista. Belo Horizonte:
UFMG. 1988.
GRELLET, F. Developing Reading Skills: A practical Guide to Reading Comprehensinon
Exercises. 110 ed. Cambridge: Cambridge University Press. 1990.
MOREIRA, V. Vocabulary acquisition and Reading strategies. Resource Packege Number IV. São
Paulo: Cepril. 1986.
PAUK, W. How to Study In College. 3ª ed, Boston: Houghton Mifflin Company. 1984.
Disciplina:
Código:
INTRODUÇÃO À COMPUTAÇÃO
Carga horária:
QUIB
Pré-requisito:
60 horas
EMENTA: Resumo Histórico. Organização de um Computador. Algoritmo Estruturado. Linguagem de
Programação. Tradução de Programas. Linguagem de Programação Estruturada. Utilização do Sistema
Operacional Windows (Word, Excel, Power Point, bloco de notas etc.).
Bibliografia:
FORBELLONE, A. V; EBESRPACHER, H. F; Lógica de Programação -aConstrução de Algoritmos
e estruturas de dados, 2a.ed. -Makron Books, SP, 2000.
EVARISTO, J. Aprendendo a Programar -programando em Turbo Pascal. Book Express, R.J, 2002.
ASCÊNCIO, A. F. G. Lógica de programação com Pascal. Makron Books, SP, 1999.
ANDRADE, L. N. Introdução à Computação Algébrica com o Maple . Coleção Textos Univ. SBM,
2004.
Disciplina:
Semestre:
Código:
QUÍMICA ORGÂNICA 4
QUIB
Carga horária:
Pré-requisito:
60 horas
Química Orgânica 3
EMENTA: Química dos Elementos da Segundo Período: Enxofre e Fósforo; Compostos Heterocíclicos,
Organometálicos: Lítio, Magnésio, Zinco, Boro, Alumínio, Silício, Estanho, Selênio, Ródio, Rutênio e
Paládio; Reações Pericíclicas e Síntese Orgânica
Bibliografia
SOLOMONS , T. W.; FRYHLE , C. Organic Chemistry, John Wiley & Sons, Inc., 9ª edição, 2008.
STREITWIESER, C. H.; HEATHCOCK E. M. KOSOWER, Introduction to Organic Chemistry,
Macmillan Publishing Company, 4th edition, New York, 1992.
MCMURRY, J. Química Orgânica, Pioneira Thomson Learning LTDA, tradução da 6th norteamericana, São Paulo, 2006.
MORRISON, R. T.; BOYD, R. N. Organic Chemistry, Prentice Hall, 6ª edição, 1992.
PINE, S. H. Organic Chemistry, McGraw-Hill Book Co., 5ª edição, 1987.
Disciplina:
Semestre:
Código:
INTRODUÇÃO À QUÍMICA QUÂNTICA
Carga horária:
QUIB
Pré-requisito:
60 horas
Físico-Química 2
47
EMENTA: Noções de química quântica: Postulados de Schroedinger a Aplicações. Estruturas Atômicas
e estruturas moleculares simples.
Bibliografia:
MOORE; W. J. Físico-Química; vol. 2, Ed. E. Blücher, São Paulo, 1976.
CASTELLAN, G. W. Físico-Química; vol. 2, Ed. LTC, Rio de Janeiro, 1975.
ATKINS, P. W. Physical Chemistry; Ed. Oxford University Press, Oxford, 1990.
SEBERA, D. K. Estrutura Eletrônica & Ligação Química; Ed. Polígono, São Paulo, 1968.
Disciplina:
Código:
MÉTODOS DE ISOLAMENTO E PURIFICAÇÃO DE COMPOSTOS
ORGÂNICOS
60 horas
Carga horária:
QUIB
Química
Orgânica 3
Pré-requisito:
EMENTA: Considerações gerais sobre a Química de Produtos Naturais. Preparação de material vegetal.
Métodos de extração. Princípios básicos de cromatografia. Análise Fitoquímica. preliminar.
Bibliografia:
AQUINO NETO, F. R.; NUNES , D. S. S . Cromatografia – Princípios Básicos e Técnicas Afins.
editora Interciência, Rio de Janeiro. 2003.
COLLINS, C. H.; BRAGA, G. L.; BONATO. Introdução a Métodos Cromatográficos. S. P.; 7ª ed.
Editora da UNICAMP. 1990.
MATOS, F. J. A . Introdução à Fitoquímica Experimental. Matos, F. J. A. Edições da UFC. 1997.
SIMÕES, C. M. O; SCHENKEL, E. P.; GOSMANN, G.; DE MELLO, J. C. P.; MENTZ, A. L.;
PETROVICK, R. P. Farmacognosia da Planta ao Medicamento. 5ª ed. Editora da UFSC/ Editora da
UFRGS. 2003.
Fontes Complementares
Roteiros de aula prática
Revista Química Nova na Escola
Revista Química Nova
Disciplina:
Código:
MÉTODOS DE IDENTIFICAÇÃO DE COMPOSTOS ORGÂNICOS
60 horas
Carga horária:
QUIB
Química
Orgânica 3
Pré-requisito:
EMENTA: Espectroscopia na Região do Ultravioleta/Visível, Espectroscopia na Região do
Infravermelho, Ressonância Magnética Nuclear de Hidrogênio (RMN 1H) e Espectrometria de Massas
Bibliografia:
SILVERSTEIN, R. M., BASSLER, C. G., MORRIL, T. C. Identificação Espectrométrica de
Compostos Orgânicos, Guanabara Dois S.A., Rio de Janeiro. 2002.
NAKANISHI, K. ; SOLOMON, P. H.. Infrared Absorption Spectroscopy – Holden Day, INC., San
Francisco. 1977.
MC LAFFERTY, F. W. ;TURECEK, F. Interpretation to Mass Spectrometry -University Science
Books, California. . 2001.
EWING, G. W. Métodos Instrumentais de Análise Química. Edgard Blücher, vol.s 1 e 2, São Paulo.
1982
OHLWEILER, D. A. Fundamentos de Análise Instrumental - Livro Técnico e Científico - Rio de
Janeiro. 1981.
48
Complementar: Textos, tabelas e problemas de outras fontes.
Disciplina:
Código:
PLANEJAMENTO, CURRÍCULO E AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM
60 horas
Carga horária:
QUIB
Pré-requisito:
EMENTA: Estudo dos princípios, fundamentos e procedimentos do planejamento, do currículo e da
avaliação, segundo os paradigmas e normas legais vigentes norteando a construção do currículo e do
processo avaliativo no Projeto Político Pedagógico da escola de Educação Básica.
Bibliografia:
BRZEZINSK, I. (org). LDB Interpretada: diversos olhares se entrecruzam. São Paulo: Cortez, 1997.
COSTA, M. V. (org). O currículo nos limiares do contemporâneo . 2ª edição. Rio de Janeiro: DP& A,
1999.
GADOTI, M. Projeto Político Pedagógico da Escola: fundamentos para a sua realização in GADOTTI,
Moacir e ROMÃO, José Eustáquio. Autonomia da escola: princípios e propostas. Guia da escola
Cidadã. São Paulo: Cortez, 1997. pp 33-41.
BRASIL. Congresso Nacional. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Brasília, 20
de dezembro de 1996
GOVERNO DO BRASIL. Diretrizes Curriculares para a Educação Básica. Resoluções CNE/CEB nº
1 de 05.07.2000; nº 2 de 19.04.1998; nº 3/98 de 26.06.98; nº 1 de 05.07.2000; nº 2 de 19.04.1999; nº 3/99
de 03.04de 2002.
HERNANDEZ, F. Repensar a função da escola a partir dos projetos de trabalho. PÁTIO revista
Pedagógica nº 6 AGO/OUT 1998
HERNANDEZ, F.; VENTURA, M. A organização do currículo por projetos de trabalho: o
conhecimento é um caleidoscópio. 5º ed. Porto Alegre: ARTMED, 1998.
LUCK, H. Pedagogia interdisciplinar: fundamentos teórico-metodológicos. Petrópolis, RJ: Vozes,
1994.
MORAES, M. C. O paradigma educacional emergente. Campinas, SP: Papirus, 1997.
ROMÃO, J. E. Avaliação Dialógica: desafios e perspectivas. São Paulo: Cortez, 1998 (Guia da Escola
Cidadã v.2).
SANTOMÉ, J. T. Globalização e Interdisciplinaridade: o currículo integrado. Tradução Cláudia
Shilling. Porto Alegre: ARTMED, 1998.
SAUL, A.M. Avaliação Emancipatória. São Paulo: Cortez, Autores Associados, 1998.
SAVIANI, D. Pedagogia Histórico-crítica: primeiras aproximações. São Paulo: Cortez, Autores
associados, 1992.
SILVA, T. T.. Documentos de identidade: uma introdução às teorias do currículo. 2ª edição. Belo
Horizonte: Autêntica, 1999.
ZABALA, A. Conhecer o que se aprende, um instrumento de avaliação para cada tipo de conteúdo. V
Seminário Internacional de Educação do Recife. Recife, 2001.
Disciplina:
PURIFICAÇÃO DE PROTEÍNAS
Código:
QUIB
Carga horária:
Pré-requisito:
60 horas
Bioquímica Geral
EMENTA: Determinação de Proteínas, Métodos de análise eletroforéticos, Prevenção de proteólise
incontrolada, Estratégia de purificação, Clarificação e extração, Concentração do extrato, Separação
baseada na estrutura, Separação baseada no tamanho: cromatografia de permeação de gel
49
Bibliografia:
HARRIS E. L. V,; . ANGAL , S. ANGAL. Protein purification applications: a practical approach. Editora:
Oxford University Press, USA. 1990.
SGARBIERI, V. C. Proteínas em Alimentos Protéicos. Ed. VARELA 1ª Edição - 1996 .
SILVA JUNIOR, J. G. Eletroforese de Proteínas. Editora: INTERCIENCIA. 1ª Edição – 2001.
Disciplina:
QUÍMICA DE ALIMENTOS
Código:
QUIB
Carga horária:
Pré-requisito:
60 horas
Bioquímica Geral
EMENTA: Ementa: Proteínas, Enzimas, Carboidratos, Lipídeos, Antioxidantes, Toxicantes naturais,
Aflatoxinas, Conservantes químicos, Corantes naturais, Escurecimento não enzimático, Aroma,
Bibliografia:
ARAÚJO, J. M. A. Química de alimentos – Teoria e Prática. 3a Ed. Viçosa/MG: Editora Universidade
Federal de Viçosa, 2004.
BELITZ, H.-D. & GROSCH, W. Food Chemistry 2nd Ed.Berlim: Springer-Verlag, 1999.
BOBBIO, F. O. & BOBBIO, P. A. Introdução a Química dos Alimentos. 2 ed. São Paulo: Varela,
1989.
BOBBIO, P. A. & BOBBIO, F. O. Química do Processamento de Alimentos. 2 ed. São Paulo: Varela,
1992.
FENNEMA, O. R. Química de los alimentos. 2 ed. Zaragoza: Acribia, 2000.
SGARBIERI, V. C. Proteínas em alimentos protéicos. São Paulo: Varela, 1996.
STRYER, L. Bioquímica. Rio de Janeiro: Guanabara, 1992.
Disciplina:
Código:
PROJETO PEDAGÓGICO, ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DO TRABALHO
ESCOLAR
60 horas
Carga horária:
QUIB
Pré-requisito:
EMENTA: A Escola como organização social e educativa. As Instituições escolares em tempos de
mudança. O planejamento escolar e o Projeto Político-Pedagógico: pressupostos e operacionalização.
Concepções de organização e gestão do trabalho escolar. Elementos constitutivos do sistema de
organização e gestão da escola. Princípios e características da gestão escolar participativa. A participação
do professor na organização e gestão do trabalho da escola.
Bibliografia:
BICUDO, M. A. V. ; SILVA JÚNIOR, M. A. Formação do educador: organização da escola e do
trabalho pedagógico. V.3. São Paulo: ENESP, 1999.
FURLAN, M.; HARGREAVES, A. A Escola como organização aprendente: buscando uma educação
de qualidade. Porto Alegre: Artmed, 2000.
LIBÂNEO, J. C. Organização e Gestão da escola:Teoria e Prática . 5ª ed. Goiânia:Alternativa, 2004.
LIMA, L. C. A Escola como organização educativa. São Paulo:Cortez, 2001.
PETEROSKI, H. Trabalho coletivo na escola. São Paulo: Pioneira Thomson Lerning, 2005.
VASCONCELOS, C. S. Planejamento: Projeto de Ensino-Aprendizagem e Projeto Político-Pedagógico.
São Paulo: Libertad, 2001.
VEIGA, I. P. A.; RESENDE, L. M. G. (Orgs). Escola: espaço do Projeto Político-Pedagógico. São
Paulo: Papirus, 1998.
50
VEIGA, I. P. A.; FONSECA, M. (Orgs.) As Dimensões do Projeto Político-Pedagógico. São Paulo:
Papirus, 2001.
VIEIRA, Sofia Lerche (Org.) Gestão da escola: desafios a enfrentar. Rio de Janeiro: DP&A , 2002.
Disciplina:
PROFISSÃO DOCENTE
Código:
QUIB
Carga horária:
Pré-requisito:
60 horas
EMENTA: A constituição histórica do trabalho docente. A natureza do trabalho docente. Trabalho
docente e relações de gênero. A autonomia do trabalho docente. A proletarização do trabalho docente.
Papel do Estado e a profissão docente. A formação e a ação política do docente no Brasil. A escola como
locus do trabalho docente. Profissão docente e legislação.
Bibliografia:
CHARLOT, B.. Formação dos professores e relação com o saber. Porto Alegre: ARTMED, 2005.
COSTA, M. V. Trabalho docente e profissionalismo. Porto alegre: Sulina, 1996.
ESTRELA, M. T.(Org.) Viver e construir a profissão docente. Porto, Portugal: Porto, 1997.
LESSARD, C.; TARDIF, M. O trabalho docente. SP: Vozes, 2005.
NÓVOA, A. (Org.) Vidas de Professores. Porto, Portugal: Porto, 1992.
APPLE, M. W. Trabalho docente e textos. Porto Alegre: ARTMED, 1995.
ARROYO, M. Ofício de mestre. SP: Vozes, 2001.
ESTEVE, J. M. O mal-estar docente: a sala de aula e a saúde dos professores. Bauru, SP: EDUSC,
1999.
HYPOLITO, Á. L. M. Trabalho docente, classe social e relações de gênero. Campinas: SP: Papirus,
1997.
REALI, A. M M. R.; MIZUKAMI, M. G. N. (Org.) Formação de Professores: Tendências Atuais. São
Carlos: EDUFSCAR, 1996.
TARDIF, M. Saberes docentes e formação profissional. Petrópolis, RJ: Vozes, 5a. ed., 2002.
VEIGA, I. P. A.; CUNHA, M. I. (Org.). Desmistificando a profissionalização do magistério.
Campinas, SP: Papirus, 1999. (Coleção Magistério: Formação e Trabalho Pedagógico)
Disciplina:
PESQUISA EDUCACIONAL
Código:
QUIL
Carga horária:
Pré-requisito:
60 horas
EMENTA: Pressupostos e características da pesquisa em educação. A pesquisa quantitativa e qualitativa
em educação. Diferentes abordagens metodológicas de pesquisa em educação. Fontes de produção da
pesquisa educacional: bibliotecas, meios informatizados, leitura e produção de textos e artigos com
diferentes abordagens teóricas. Etapas de um projeto de pesquisa educacional para o Trabalho de
Conclusão de Curso. O profissional da educação frente aos desafios atuais no campo da pesquisa
educacional.
Bibliografia:
BICUDO, M.; SPOSITO, V. Pesquisa qualitativa em educação. Piracicaba: UNIMEP, 1994.
FAZENDA, I. (Org.) Metodologia da pesquisa educacional. SP: Cortez, 1989.
FAZENDA, I. A. Novos enfoques da pesquisa educacional. SP: Cortez, 1992.
GATTI, B. A construção da pesquisa em educação no Brasil. Brasília: Plano, 2002.
51
LAVILLE, C. DIONNE, J. A construção do saber. Porto Alegre: ARTMED, 1999.
ANDRÉ, M. E. D. A. Etnografia da prática escolar. Campinas: Papirus, 1995.
FRANCO, C.; KRAMER, S. Pesquisa e educação. RJ: Ravil, 1997.
GARCIA, R. L. (Org.) Método: pesquisa com o cotidiano. RJ: DP&A, 2003.
GERALDI, C. M. , FIORENTINI, D.; PEREIRA, E. (Orgs). Cartografia do trabalho docente:
professor(a)-pesquisador(a). Campinas: Mercado das Letras, 1998.
LINHARES, C.; FAZENDA, I.; TRINDADE, V. Os lugares dos sujeitos na pesquisa educacional.
Campo Grande: EDUFMS, 1999.
MINAYO, M. C. S. (Org). Pesquisa Social. Petrópolis: Vozes, 1999.
ZAGO, N; C. M. P.; VILELA, R. (Orgs.) Itineráros de pesquisa. RJ: DP&A,2003.
SANTOS-FILHO, J.; GAMBOA, S. (Orgs.) Pesquisa educacional: quantidade-qualidade. SP: Cortez,
1995.
Disciplina:
ÉTICA
Código:
QUIL
Carga horária:
Pré-requisito:
60 horas
EMENTA: A partir da leitura dos textos dos principais filósofos que problematizaram a ética, discutir os
pressupostos filosóficos da reflexão ética e do agir moral, apontando, tendo como perspectiva o itinerário
histórico, os problemas éticos da atualidade.
Bibliografia:
APEL, K. O. Estudos de moral moderna. Petrópolis: Vozes, 1994.
DE AQUINO, T. Suma Teológica. São Paulo: Abril Cultural, 1980.
ARENDT, Hannah. A condição humana. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2000.
ARENDT, Hannah. Sobre a violência. Rio de Janeiro: Relume-Dumará, 1994.
ARISTÓTELES. Ética a Nicômacos. Brasília: UnB, 1999.
CHANGEUX, J. - P.. Uma mesma ética para todos? Lisboa: Instituto Piaget, 1997.
DUSSEL, E. Ética Libertação. Petrópolis: Editorial Vozes, 2002.
FRANKEANA, W. Ética. Rio de Janeiro: Zahar, 1969.
GADAMER, H-G. Verdade e método: traços fundamentais de uma hermenêutica filosófica.
Petrópolis: Vozes, 1998.
GUARIGLIA, O. Moralidad: ética universalista y sujeto moral. Buenos Aires: Fondo de Cultura
Económica, 1996.
HABERMAS, J. Consciência moral e agir comunicativo. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1989.
HEGEL, G. W. F. O sistema da vida ética. Lisboa: edições 70, 1991.
HEGEL, G. W. F. Princípios de filosofia do direito. São Paulo: Ícone, 1997.
HEIDEGGER, M. Ser e tempo. Parte I. Petrópolis: Vozes, 1988.
HEIDEGGER, M. Sobre o humanismo. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1967.
JONAS, H. El princípio de responsabilidad. Barcelona: Herder, 1995.
KANT, I. Fundamentação da Metafísica dos Costumes. Lisboa: Edições 70, 1996.
KÜNG, H. Projeto de ética mundial. São Paulo: Paulinas, 1993.
LAUAND, L. J. (org). Ética: questões fundamentais. São Paulo: EDIX, 1994.
MAcINTYRE, A. Justiça de quem? Qual racionalidade. São Paulo: Loyola, 1991.
MARX, K. Manuscritos econômicos e filosóficos o outros textos escolhidos. São Paulo: Abril Cultural,
1978.
MOORE, G. Principia Ethica. São Paulo: Abril, 1984.
NIETZSCHE, F. Além do bem o do mal: prelúdio a uma filosofia do futuro. São Paulo: Companhia
das Letras, 1992.
NIETZSCHE, F. Genealogia da Moral: uma polêmica. São Paulo: Companhia das Letras, 1998.
NOVAES, A. (org). Ética. São Paulo: Companhia das Letras/Secretaria Municiapl de Cultura, 1992.
52
OLIVEIRA, M. A. (org). Correntes fundamentais da ética contemporânea. 2. ed. Petrópolis: Vozes, 2000.
OLIVEIRA, M. A. Ética e práxis histórica. São Paulo: Ática, 1995.
OLIVEIRA, M. A. Ética e racionalidade moderna. São Paulo: Loyola, 1993.
OLIVEIRA, M. A. Ética e Sociabilidade. São Paulo: Loyola, 1993.
OLIVEIRA, N. Tractatus Ethico-Politicus. POA: EDIPUCRS, 1999.
PEGORARO, O. Ética e justiça. Petrópolis: Vozes, 1999.
PLATÃO. A República. Lisboa: Fundação Gulbenkian, 1997.
PLATÃO. Críton. São Paulo: Nova Cultural, 1996.
RAWLS, J. O liberalismo político. São Paulo: Ática, 1997.
RAWLS, J. Uma teoria da justiça. São Paulo: Martins Fontes, 2000.
SINGER, P. Ética prática. São Paulo: Martins Fontes, 1998.
TAYLOR, C. Argumentos filosóficos. São Paulo: Loyola, 2000.
VÁZQUEZ, A. S. Ética. Rio de Janeiro: Civ. Brasileira, 1992.
WEBER, Thadeu. Ética e Filosofia Política: Hegel e o formalismo kantiano. POA: EDIPUCRS,
1999.
Disciplina:
Código:
ENSINO DE PORTUGUÊS: LEITURA, ESCRITA E GRAMÁTICA
60 horas
Carga horária:
QUIB
Pré-requisito:
EMENTA: Discussão de uma nova visão das práticas de ensino de Língua Portuguesa, construída a partir
da reflexão de diferentes abordagens dos estudos da linguagem, as quais se integram para consubstanciar
a explicação/descrição do texto como objeto de estudo e de trabalho pedagógico.
Bibliografia:
CASTILHO, A. T. A língua falada no ensino do Português. São Paulo: Contexto, 1998.
DELL’ISPÇA, R. L. P. ; MENDONÇA, E. A. (Orgs). Reflexões sobre a Língua Portuguesa – Pesquisa
e ensino. Campinas: Pontes, 1997.
GERALDI, J. W. O texto na sala de aula. Cascavel: Assoeste, 181.
NEVES, M. H. M. Que gramática ensinar na escola? – Norma e uso na Língua Portuguesa. São Paulo:
Contexto, 2003.
VALENTE, A. (Org.) Aulas de Português –Perspectivas inovadoras. Petrópolis: Vozes, 1999.
Disciplina:
ESTATÍSTICA
Código:
QUIB
Carga horária:
Pré-requisito:
60 horas
Cálculo 1
EMENTA: Estatística descritiva. Cálculo das probabilidades. Variáveis aleatórias discretas e contínuas.
Função de probabilidade. Esperança matemática. Variânçia. Modelos probabilísticos. Teorema do Limite
central. Noções de Amostragem. Estimação de parâmetros. Intervalos de confiança e testes de hipóteses e
teste de aderência. Análise de regressão e correlação.
Bibliografia:
BUSSAB, W. O.; MORETTIN, P.A. Estatística básica São Paulo: Saraiva, 2002.
GUERRA, M. J.; DONAIRE, D. Estatística indutiva- Teorias e Aplicações.São Paulo: Latec, 1982
Disciplina:
Código:
POLÍTICA E ORGANIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO BÁSICA
60 horas
Carga horária:
QUIB
Pré-requisito:
53
EMENTA: A Educação escolar brasileira no contexto das transformações da sociedade contemporânea.
Análise histórico-crítica das políticas educacionais, das reformas de ensino e dos planos e diretrizes para a
educação escolar brasileira. Estudo da estrutura e da organização do sistema de ensino brasileiro em seus
aspectos legais, organizacionais, pedagógicos, curriculares, administrativos e financeiros, considerando,
sobretudo a LDB (Lei 9.394/96) e a legislação complementar pertinente.
Bibliografia:
AGUIAR, M. A. A formação do profissional da educação no contexto da reforma educacional
brasileira. In: FERREIRA, Naura Syria Carapeto(org.). Supervisão educacional para uma escola de
qualidade. 2ª ed. – são Paulo: Cortez, 2000.
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil, 1988. 2ª ed. Rio de janeiro: Expressão e
Cultura,
2002.
BRASIL. Lei de diretrizes e bases da educação nacional: (Lei 9.394/96) / apresentação Carlos Roberto
Jamil Cury. 4ª ed.- Rio de Janeiro: DP & A, 2001.
BRASIL. Lei nº 10.639, de 9 de janeiro de 2003. Brasília. Presidência da República.2003.
BRASIL. Plano Nacional de Educação. Brasília. Senado Federal, UNESCO, 2001.
BRASIL. Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica. Brasília. Conselho Nacional de
Educação.2001.
BRZEZINSKI, I. (Org.) LDB interpretada:diversos olhares se entrecruzam. São Paulo:Cortez, 2000.
FÁVERO, O. (Org.) A educação nas constituintes brasileiras (1823-1988). 2ª ed. Campinas, SP:
autores Associados, 2001.
LIBÂNEO, J. C.; OLIVEIRA, J. F. de; TOSCHI, M. S.. Educação Escolar: políticas, estrutura e
organização. 2º ed., São Paulo: Cortez, 2005.
VERÇOSA, E. de G. (org.).Caminhos da Educação da Colônia aos Tempos Atuais. Maceió/São Paulo.
Ed. Catavento:2001.
54
6. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é uma monografia desenvolvida pelos alunos sob
a orientação de docentes da UFAL e que engloba atividades práticas e/ou teóricas permitindo ao aluno a
ampliação, aplicação e demonstração dos conhecimentos adquiridos ao longo do curso e também aplicar a
metodologia científica na execução deste trabalho.
A grade curricular sugere algumas disciplinas que darão subsídios para que os alunos
desenvolvam o TCC tais como, Organização do Trabalho Acadêmico e as disciplinas específicas da área
de Química.
Quanto aos temas abordados no TCC deverão preferencialmente ser direcionados para a área
de formação dos alunos, que neste caso é a Pesquisa Química.
São Normas Gerais para Elaboração do TCC:
8.1-Requisito obrigatório para integralizar o Curso de Química, em quaisquer modalidades Licenciatura
ou Bacharelado, o Trabalho de Conclusão de Curso, TCC, tem como objetivo orientar o graduando
em Química na redação de uma monografia, onde devem ser valorizadas dentre outras habilidades,
redação, encadeamento de idéias e leitura de textos em outro idioma.
8.2- Deverão exigir do aluno demonstração de sua capacidade criativa e habilidade na aplicação de
conhecimentos químicos ou áreas afins;
8.3- Caberá ao aluno escolher, em comum acordo com seu Orientador, o tema do seu TCC.
8.4- Poderá ser Orientador um Docente do Curso de Química da UFAL, podendo ter contribuição de um
Co-Orientador;
8.5- A Coordenação do Curso de Química divulgará uma lista com os Docentes do Instituto de Química
interessados em orientar;
8.6- A orientação de um TCC por um professor externo ao curso de Química da UFAL será permitida
desde que desenvolva atividades relacionadas com os domínios de conhecimento envolvidos no
tema;
8.7- Os orientadores deverão, obrigatoriamente, ter domínio do tema bem como disponibilidade de tempo
para o exercício de Orientação.
55
8.8- Cada aluno deverá elaborar junto com seu orientador uma proposta de Plano de Trabalho que
contenha os objetivos, as etapas a serem cumpridas (cronograma) e a bibliografia a ser consultada.
8.9-A proposta do Plano de Trabalho deverá ser apresentada ao Colegiado do Curso de Química no prazo
máximo de 45 (quarenta e cinco) dias após a matrícula, podendo ser entregue no ato da matrícula;
8.10- O Colegiado se reunirá para aprovar ou não o Plano de Trabalho, podendo ouvir o Orientador e
fazer sugestões.
8.11- O TCC será apresentado pelo aluno em forma de defesa pública, na presença de uma banca
examinadora que julgará e emitirá nota sobre o mesmo;
8.12- O conteúdo do trabalho final deverá ser escrito na forma de um editor de texto (Word, Scientific
WordPlace, WinEdt, etc) obedecendo ao modelo de padrão para elaboração de teses e afins;
8.13- O aluno deverá entregar um resumo do TCC ao Colegiado do Curso de Química, junto com um
requerimento do Orientador contendo a data da defesa, no mínimo 15 (quinze) dias antes da data
pretendida para a exposição; o Orientador poderá neste requerimento indicar os membros da banca
Examinadora que será designada pelo Colegiado do Curso;
8.14- A banca Examinadora será constituída por 3 (três) titulares, onde um deles é o Orientador e um (1)
suplente;
8.15- No prazo máximo de 15 (quinze) dias o aluno deverá entregar uma cópia do trabalho com as
devidas correções à Coordenação do Curso, cópia esta que será colocada na biblioteca setorial para
eventuais consultas.
56
7. ATIVIDADES ACADÊMICO-CIENTÍFICO -CULTURAIS
As atividades
acadêmico-científico-culturais (complementares), de livre escolha do
bacharelando, totalizam 200 horas e envolvem participação em congressos, monitorias, programas de
extensão, mini-cursos, estágio curricular não obrigatório, dentre outras.
ATIVIDADE
CARGA HORÁRIA (horas)
•
Programação de recepção dos ingressantes
•
Expo-Química
–
exposição
5 pontos por curso e por entrada
dos
laboratórios para as escolas públicas.
•
Semana da Química.
•
Introdução ao Sistema de Informática das
Bibliotecas da UFAL
10
25
5
10 para cada evento, com apresentação de
•
Participação em eventos científicos com ou
sem apresentação de trabalhos
trabalho, até um máximo de 40 pontos;
5 para cada evento, sem apresentação de
trabalho, até um máximo de 40 pontos
20 para cada projeto até um máximo de 60
•
Participação em Projetos e Ações de Extensão
•
Representação estudantil
10
•
Ações de caráter cultural ou comunitário
30
•
Iniciação científica
60
•
Curso (Línguas, informática, etc)
•
Estágio com convênio
30
•
Monitorias
35
pontos
5 para cada curso, máximo de 20
57
8. AVALIAÇÃO
Sistema de avaliação do projeto do curso
A avaliação permanente do Projeto Pedagógico do Curso a ser implementado com
esta proposta é importante para aferir o sucesso do novo currículo para o curso, como também
para certificar-se de alterações futuras que venham a melhorar este projeto, vez que o projeto é
dinâmico e deve passar por constantes avaliações.
Os mecanismos a serem utilizados deverão permitir uma avaliação institucional e
uma avaliação do desempenho acadêmico – ensino e aprendizagem – de acordo com as normas
vigentes, viabilizando uma análise diagnóstica e formativa durante o processo de implementação
do referido projeto. Deverão ser utilizadas estratégias que possam efetivar a discussão ampla do
projeto mediante um conjunto de questionamentos previamente ordenados que busquem
encontrar suas deficiências, se existirem.
O Curso será avaliado também pela sociedade através da ação/intervenção
docente/discente expressa na produção e nas atividades concretizadas no âmbito da extensão
universitária em parceria com indústrias alagoanas e estágios curriculares não obrigatórios.
O roteiro proposto pelo INEP/MEC para a avaliação das condições de ensino
também servirá de instrumento para avaliação, sendo o mesmo constituído pelos seguintes
tópicos:
1. Organização didático-pedagógica: administração acadêmica, projeto do curso,
atividades acadêmicas articuladas ao ensino de graduação;
2. corpo docente: formação profissional, condições de trabalho; atuação e
desempenho acadêmico e profissional;
3. infra-estrutura: instalações gerais, biblioteca, instalações e laboratórios
específicos.
A avaliação do desempenho docente será efetivada pelos alunos/disciplinas fazendo
uso de formulário próprio e de acordo com o processo de avaliação institucional.
58
Sistema de avaliação do processo de ensino e aprendizagem
A avaliação é uma das etapas do processo ensino e aprendizagem e deve estar em sintonia
com as metodologias de trabalho adotadas pelos professores, e também atender as normas definidas pela
Universidade.
A avaliação do rendimento escolar se dará através de: (a) Avaliação Bimestral (AB), em número
de 02 (duas) por semestre letivo; (b) Prova Final (PF), quando for o caso; (c) Trabalho de Conclusão de
Curso (TCC).
Somente poderão ser realizadas atividades de avaliação, inclusive prova final, após a divulgação
antecipada de, pelo menos, 48 (quarenta e oito) horas, das notas obtidas pelo aluno em avaliações
anteriores. O aluno terá direito de acesso aos instrumentos e critérios de avaliação e, no prazo de 02 (dois)
dias úteis após a divulgação de cada resultado, poderá solicitar revisão da correção de sua avaliação, por
uma comissão de professores designada pelo Colegiado do Curso. Será também considerado, para efeito
de avaliação, o Estágio Curricular Obrigatório, quando previsto no PPC.
Cada Avaliação Bimestral (AB) deverá ser limitada, sempre que possível, aos conteúdos
desenvolvidos no respectivo bimestre e será resultante de mais de 01 (um) instrumento de avaliação, tais
como: provas escritas e provas práticas, além de outras opções como provas orais, seminários,
experiências clínicas, estudos de caso, atividades práticas em qualquer campo utilizado no processo de
aprendizagem. Em cada bimestre, o aluno que tiver deixado de cumprir 01 (um) ou mais dos instrumentos
de avaliação terá a sua nota, na Avaliação Bimestral (AB) respectiva, calculada considerando-se a média
das avaliações programadas e efetivadas pela disciplina. Em cada disciplina, o aluno que alcançar nota
inferior a 7,0 (sete) em uma das 02 (duas) Avaliações Bimestrais, terá direito, no final do semestre letivo,
a ser reavaliado naquela em que obteve menor pontuação, prevalecendo, neste caso, a maior nota. A Nota
Final (NF) das Avaliações Bimestrais será a média aritmética, apurada até centésimos, das notas das 02
(duas) Avaliações Bimestrais. Será aprovado, livre de prova final, o aluno que alcançar Nota Final (NF)
das Avaliações Bimestrais, igual ou superior a 7,00 (sete). Estará automaticamente reprovado o aluno
cuja Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais for inferior a 5,00 (cinco). O aluno que obtiver Nota
Final (NF) das Avaliações Bimestrais igual ou superior a 5,00 (cinco) e inferior a 7,00 (sete), terá direito a
prestar a Prova Final (PF).
A Prova Final (PF) abrangerá todo o conteúdo da disciplina ministrada e será realizada no
término do semestre letivo, em época posterior às reavaliações, conforme o Calendário Acadêmico da
UFAL. Será considerado aprovado, após a realização da Prova Final (PF), em cada disciplina, o aluno que
alcançar média final igual ou superior a 5,5 (cinco inteiros e cinco décimos). O cálculo para a obtenção da
média final é a média ponderada da Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais, com peso 6 (seis), e da
nota da Prova Final (PF), com peso 4 (quatro). Terá direito a uma segunda chamada o aluno que, não
tendo comparecido à Prova Final (PF), comprove impedimento legal ou motivo de doença, devendo
requerê-la ao respectivo Colegiado do Curso no prazo de 48 (quarenta e oito) horas após a realização da
59
prova.A Prova Final, em segunda chamada, realizar-se-á até 05 (cinco) dias após a realização da primeira
chamada, onde prevalecerá o mesmo critério disposto no Parágrafo único do Art. 16.
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é componente curricular obrigatório em todos os
Projetos Pedagógicos dos Cursos da UFAL, assumindo a seguinte conformação: I - O TCC não se
constitui como disciplina, não tendo, portanto, carga horária fixa semanal, sendo sua carga horária total
prevista no PPC e computada para a integralização do Curso; II - A matrícula no TCC se dará
automaticamente a partir do período previsto no Projeto Pedagógico do Curso para a sua elaboração, não
tendo número limitado de vagas, nem sendo necessária a realização de sua matrícula específica no
Sistema Acadêmico; III - A avaliação do TCC será realizada através de 01 (uma) única nota, dada após a
entrega do trabalho definitivo, sendo considerada a nota mínima 7,0 (sete), nas condições previstas no
PPC; IV - Caso o aluno não consiga entregar o TCC até o final do semestre letivo em que cumprir todas
as outras exigências da matriz curricular, deverá realizar matrícula-vínculo no início de cada semestre
letivo subseqüente, até a entrega do TCC ou quando atingir o prazo máximo para a integralização do seu
curso, quando então o mesmo será desligado.
60
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
UFAL, Resolução 16/CCEP de 1974
UFAL, Resolução 05/CEPE de 1988
Resolução Normativa nº 36 de 25/04/1974, do Conselho Federal de Química
Resolução CNS/CES Nº 1.303 de 06 de novembro de 2001, do Conselho Nacional de
Educação/Câmara de Educação Superior
MEC-CNE/CP, Parecer nº 1.303 de 06 de novembro de 2001. Diretrizes Curriculares
Nacionais para os Cursos de Química.
MEC-CNE/CP, Parecer nº 583 de 2001. Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de
Química.
Lei 2.800/52 e reguladas na Instrução Normativa Nº 36 (25/04/74) do Conselho Federal de
Química;
BRASIL, Lei de Diretrizes e Bases da Educação – LDB, nº 9.394 de 20 de dezembro de
1996. Estabelece as diretrizes e base da educação nacional
BRASIL, Ministério da Educação – MEC, Secretaria de Educação Média e Tecnológica –
Semtec. Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Médio. Brasília: MEC/Semtec,
1999a.
MEC-CNE/ CES Parecer No 8/2007 : Dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos
relativos à integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade
presencial.
61
ANEXO 1
PERFIL , QUALIFICAÇÃO E DEDICAÇÃO DO CORPO DOCENTE DO IQB
A Lei 9.394/96-LDB prevê que as Universidades tenham pelo menos 1/3 dos docentes com
título de mestrado ou de doutorado e, igualmente, 1/3 dos docentes trabalhando em tempo integral. Os
professores do Instituto de Química da UFAL já preenchem essas exigências, visto que cerca de 90% do
quadro docente possui mestrado ou doutorado e a grande maioria trabalha em regime de dedicação
exclusiva.
PERFIL , QUALIFICAÇÃO E DEDICAÇÃO
Como mencionado anteriormente, os professores do Instituto de Química e Biotecnologia são
altamente qualificados, cada um dentro de sua área específica de atuação. A grande maioria desenvolve
trabalhos de Pesquisa o que necessariamente os leva a constantes estudos e atualizações. Estas qualidades
são essenciais para realização de um bom ensino.
No entanto, a grande maioria destes professores não tem uma sólida formação na área
pedagógica e seria recomendável a realização de seminários e/ou cursos que os permitam desenvolver um
maior conhecimento sobre didática e metodologias, que contribuam para a realização de um ensino que
promova a aprendizagem significativa, que seja capaz de desenvolver nos alunos a autonomia, a
criatividade e o gosto pelos estudos. Portanto, nas próximas contratações de professores, seria desejável
que um dos requisitos seja, além da formação em áreas específicas da Química, uma formação na área
pedagógica.
A UFAL, através de suas pró-reitorias, deverá promover estes eventos e também propiciar ao
seu corpo docente condições propícias para o desenvolvimento dos trabalhos, como infra-estrutura
adequada, principalmente no que se refere as salas de aula e laboratórios de ensino, biblioteca com acervo
atual e variado etc. Por outro lado, deve dar condições aos professores para participarem de congressos,
encontros, workshops, seminários etc., assim como incentivar as pesquisas e trabalhos de extensão.
Para dar ao egresso do curso de química a formação desejada, o corpo docente deve ser
criativo, capaz de fomentar a pesquisa e responder primeiramente à sua função pedagógica. deve
manter-se constantemente atualizado para prover uma melhor qualidade de ensino e ser capaz de
criticar, de forma construtiva, o processo ensino aprendizagem
62
63
Anexo 2 QUADRO DO CORPO DOCENTE DO INSTITUTO DE QUÍMICA E BIOTECNOLOGIA
Nome
Amaro Serafim de Oliveira Neto
Ana Maria Góes de Vasconcelos
Ana Maria Queijeiro Lopez
Grad.
Licenciatura em Química (UFAL,1978) – Especialização
em Fisico-Química, 1983.
Graduação em Ciências Biológicas
(Universidade Presbiteriana Mackenzie, 1985)
Antônio Euzébio Goulart Sant'Ana
Graduação em Farmácia e Bioquímica (UFMG – 1975).
Carmem Lúcia de Paiva e Silva Zanta
Carlos Alberto de Simone
Denise Maria Pinheiro
Graduação em Química Industrial.
Universidade de Ribeirão Preto (1992)
Matemática ( UNESP – 1978)
Licenciatura e Bacharelado (UFRJ – 1989)
Dennis de Oliveira Imbroisi
Bacharelado em Química. (UNB, 1980)
Eurico de Barros Lobo Filho
Graduação em Química.
(UNB, .1978)
Edson de Souza Bento
Graduação em Licenciatura Plena Em Química.
(UFAL, 1980)
Josealdo Tonholo
Bacharel e Licenciado em Química
(FFCLRP/USP, 1989)
Lúcia Maria Conserva
Graduação em FARMÁCIA.
(UFPB,1979)
Mestrado
***
Química Analítica
Mestrado em Ciências Biológicas
(UNESP, 1991)
Química (Físico-Química) –USP (1995)
Doutorado.
***
Doutorado em Bioquímica e Fitopatologia
Molecular.
(University Of Bristol Long Ashton
Research Station, 1999)
Química de Produtos Naturais (UFMG–
1984)
Química (USP – 2000)
Física Aplicada (USP – 1983)
Bioquímica. UFRJ (1992)
Física Aplicada (USP – 1989)
Ciência de Alimentos.
UNICAMP (2004)
Química Orgânica, Síntese Orgânica
PhD em Síntese Orgânica(
(UNB, 1984).
University of Nottingham, 1990)
Mestrado em D.E.A. na área de polímeros. Doutorado na área de Química de
(Universite Du Maine,1981)
Polímeros.
(Universite Du Maine, 1984)
Mestrado em Química (Físico-Química).
Doutorado em Chemistry Physical
Universidade de São Paulo, (USP,1989)
Chemistry.
Queen Mary & Westfield College,1997)
Mestrado
em
Físico- Doutorado em Ciências (USP, 1997).
Química (USP, 1991)
Mestrado em Produtos Naturais e
Sintéticos Bioativos.
(UFPB,1985)
Doutorado em Química Orgânica.
(USP,1990)
63
Anexo 2 QUADRO DO CORPO DOCENTE DO INSTITUTO DE QUÍMICA E BIOTECNOLOGIA
Nome
Lúcia Maria Cunha Rebouças (*)
Márcia Pletsch
Margarida Maria dos Santos Humberto
Maria Cristina Caño de Andrade
Mariano A.Pereira
Marília Oliveira Fonseca Goulart
Mario Roberto Meneghetti
Nivaldo Alves Soares
Paulo César Costa de Oliveira
Pedro Vieira da Silva
Reinaldo Augusto Ferreira Rodrigues (*)
Ruth Rufino do Nascimento
Sônia Salgueiro Machado (*)
Grad.
Graduação em Quimica Industrial.
(UFPE,1978)
Graduação em Farmácia e Bioquímica
Universidade Federal de Santa Maria (RS)
Bacharelado em química (UFC – 1975)
Bacharel em Química ((UFSCAR – 1985)
Mestrado
Mestrado em Química Orgânica.
(UFC,1985)
Licenciatura (UFSCar-1977)
Farmacêutica. (Faculdade de Farmácia da UFMG 1975).
Química.
(PUCRS-1989)
Licenciatura e Bacharelado em Química (UFMG)
Química Industrial.
(UFC - 1990)
Engenheiro Civil
Graduação em Bacharelado Em Química.
(UNICAMP, 1982)
Graduação em Quimica Licenciatura.
(UFAL, 1989)
Graduação em Engenharia Quimica.
(UFPE, 1979)
Físico-Química (USP – 1882)
Tânia Maria Piatti
Licenciatura em Química. (UFAL-1979)
Valéria Rodrigues dos Santos Malta
Bacharelado em Química (UFAL – 1993)
Walmilson de Oliveira Santana
Graduação em Química Industrial
Química (UFMG-1981)
Química Orgância (UFSCAR – 1989)
Doutorado
Doutorado em Química.
(UNICAMP, 1992)
Doutorado em Biotecnologia.
(King's College London, 1994)
Ciências em Química (1991)
Química Orgânica (Universite de
Paris VI-1996)
Físico-Química (USP – 1889)
Doutor em Ciências (UFMG, 1983).
Mestrado em Química.
(UFRGS-1994)
Química Organometálica (Université
Louis Pasteur -1999)
Química Analítica (USP – 1995)
Química Analítica (USP – 2001)
*****
Doutorado em Química.
(UNICAMP,1991)
Doutorado em Quimica.
(University of Keele, 1994)
Mestrado em Tecnologia de Processos Doutorado em Enzymologia.
Químicos e Bioquímicos.
(University of Technology, 1998)
(UFRJ,1987)
Polímeros.
Polímeros.
(Universite Du Maine ,1982)
(Universite Du Maine ,1984)
Química e Biotecnologia (UFALDoutorado em Ciências (USP 1996)
2000)
Química (USP – 1975)
64
--ANEXO 3.
Necessidades de infra-estrutura e de materiais didático-pedagógico bem como de
docentes e técnicos-administrativos.
Tradicionalmente o Instituto de Química ministra aulas teóricas e práticas aos Cursos de
Licenciatura e Bacharelado, além dos cursos de Farmácia, Agronomia, Zootecnia, Enfermagem,
Medicina, Odontologia, Educação Física, Física, Engenharia Química e Civil, e Biologia. Dentro da
atual realidade, muitas das aulas práticas não são ministradas pela falta de recursos para a aquisição
de equipamentos e reagentes de laboratório, além da total falta de espaço nos laboratórios existentes,
uma vez que as disciplinas apresentam um número de alunos igual ou superior à capacidade dos
mesmos. Atualmente, dispomos de apenas três laboratórios, com capacidade máxima de 10 alunos,
para atender às diversas áreas dos cursos de Química, bem como às disciplinas ministradas aos
diversos Institutos.
Vale ressaltar também que, na elaboração dos novos projetos pedagógicos, houve um
aumento significativo de carga horária e do número de disciplinas a serem implantadas.
Dessa forma para a execução dos novos projetos pedagógicos tanto do curso de química,
como para os outros cursos da Universidade Federal de Alagoas, faz-se necessária a melhoria da infraestrutura do Instituto com a construção de um anexo de laboratórios para aulas práticas (Planta baixa
do anexo de laboratórios (Anexo I)) e aquisição de equipamentos, reagentes e vidrarias (Anexo II).
Existe também uma carência com relação a salas de aula, pois o prédio do Instituto de
Química e Biotecnologia não dispõe de salas para as aulas teóricas. Portanto, para atender às
necessidades de 4 (quatro) salas exclusivas para os Cursos de Química (Licenciatura e Bacharelado)
nas quais serão distribuídas as aulas dos cursos noturno e diurno. Vale ressaltar, também que devido a
intensa atividade de pesquisa do corpo docente deste Instituto, tais salas deverão ser próximas aos
prédio da Química.
Como mencionado, haverá um aumento de carga horária bem como o numero de disciplinas.
Portanto é de extrema importância a contratação de professores para as áreas abaixo descriminadas e
de dois técnicos de laboratório.
Físico-Química =
1 professor doutor
Química Inorgânica =
2 professores doutores
Química Analítica =
2 professores doutores
Bioquímica =
1 professor doutor
Educação em Química =
1 professor doutor
Adicionando-se às novas disciplinas e cargas horárias dos projetos Pedagógicos há ainda a
aprovação do projeto FIPSE-CAPES, no ano de 2004, para o intercâmbio entre as Universidades Norte
65
Americanas: Regis University, San Francisco University e Gonzaga University, e a UFAL. . dentro
deste intercâmbio, a cada semestre, dois alunos americanos virão para a ufal e dois brasileiros irão
para as universidades americanas. este projeto está previsto iniciar-se no ano letivo de 2006
juntamente com os novos projetos pedagógicos. devido a este fato é importante a melhoria da infraestrutura do instituto de maneira que se possa receber tais alunos.
66
ANEXO4
Histórico do Instituto de Química e Biotecnologia e do Curso de Licenciatura em
Química da UFAL
O Instituto de Química e Biotecnologia (IQB) da Universidade Federal de Alagoas - UFAL
está situado no Campus Universitário A.C. Simões e ocupa um prédio com área aproximada de 1500
m2. Possui atualmente, 20 laboratórios de pesquisa que atendem aos cursos de graduação e pósgraduação, com infraestrutura para realização das mais avançadas atividades nas áreas de Química e
Biotecnologia. Possui também uma oficina de hialotecnia e 03 laboratórios especialmente dedicados a
realização de atividades experimentais para os cursos de graduação.
Seu quadro docente formado --por 28 professores é altamente qualificado e mais de 90% de
seus doutores e mestres, além das atividades de ensino, estão envolvidos em atividades de pesquisa e
extensão.
O IQB foi inicialmente criado com a finalidade de ministrar disciplinas de Química e
Bioquímica para as graduações das Ciências da Saúde e Biológicas da UFAL, e posteriormente para
formar professores de Química para o ensino de 2º grau.
Atualmente, o Instituto tem como principal finalidade formar Bacharéis e Licenciados em Química,
além de dar suporte a todos os cursos de graduação em Ciências da Saúde, Agrárias, Biológicas e
Tecnológicas que requeiram as disciplinas de Química Geral, Química Orgânica, Físico-Química,
Bioquímica, --, Química Analítica, Química Inorgânica e Química Ambiental.
O Curso de Graduação com Habilitação-Química oferece as Modalidades-Licenciatura
Diurno e Noturno e Bacharelado Diurno. No processo seletivo da UFAL são oferecidas 30 vagas para
o Curso de Licenciatura e Bacharelado Diurno e 20 vagas para o Noturno. Alunos oriundos de outras
universidades ou da própria UFAL podem requerer no Diretoria de Registro e Controle Acadêmico–
DRCA na Reitoria/UFAL, transferência, equivalência ou reopção para o Curso de Química, no
período determinado pelo calendário escolar.
67
-ANEXO 5
PRIMEIRA GRADE CURRICULAR DO CURSO DE QUÍMICA
A primeira Grade Curricular do Curso de Química foi ofertada na criação do
Bacharelado. Sua estrutura curricular era constituída das seguintes disciplinas, atividades e estágios.
1º Período
3º Período
5º Período
7º Período
Cálculo I
Física I
Química Geral
Química Experimental
Elementos de Biologia
Educação física
Cálculo III
Física III
Química Inorgânica II
Química Analítica II
Elementos de Estatística
Química Orgânica II
Físico-química II
Int. à Química Quântica
Análise Instrumental II
Físico-química Experimental I
Int. à Química Macromolecular
Eletroquímiuca
Pesquisa Química I
Int. à Computação
2º Período
4º Período
6º Período
8º Período
Cálculo II
Física II
Física Laboratório I
Química Inorgânica I
Química Analítica I
E.P.B. I
Equações diferenciais I
Física IV
Física Laboratório II
Química Orgânica I
Físico-química I
Análise Instrumental
Cristalografia
Química Orgânica III
Int. à Pesquisa Química
Físico-química
Experimental II
Bioquímica I
Estereoquímica
Fitoquímica
Química Ambiental
Pesquisa Química II
E.P.B. II
Monografia
Radioquímica
68
ANEXO 6
GRADE CURRICULAR DO CURSO DE QUÍMICA NO SISTEMA DE SERIADO
ANUAL
A Grade Curricular ofertada no sistema de seriado anual para o curso de Bacharelado em
Química encontra-se atualmente com carga horária total de 3360 horas, sendo que 3200 horas de
carga horária obrigatória e 160 horas de carga horária flexível, como descrita a seguir:
1º ANO - Disciplinas Bacharelado
CÓDIGO
MAB-236
IMA-649
MAB-239
QUI-332
LEM-404
DENOMINAÇÃO
Álgebra linear
Introdução à Matemática Computacional
Cálculo 1
Química Geral e Experimental.
Inglês Instrumental
CH/S
03
03
04
05
03
2º ANO - Disciplinas Bacharelado
CÓDIGO
FIS-309
QUI-342
QUI-311
MAB-202
DENOMINAÇÃO
Física 1
Química inorgânica
Química Orgânica A
Cálculo 2
CH/S
04
05
06
03
3º ANO - Disciplinas Bacharelado
CÓDIGO
QUI-312
QUI-335
TEM-302
QUI-328
QUI-343
FIS-302
DENOMINAÇÃO
Química Analítica
Bioquímica
Química Orgânica B
Métodos Fitoquímicos (ELETIVA)
Físico-Química
Física 2
CH/S
06
02
05
03
05
03
4º ANO - Disciplinas Bacharelado
CÓDIGO
QUI-349
QUI-317
QUI-345
QUI-330
QUI-350
QUI-344
QUI-346
DENOMINAÇÃO
Eletroquímica
Físico Química Experimental
Química Analítica Ambiental
Trabalho de Conclusão de Curso - TCC
Pesquisa Química
Mineralogia e Cristalografia
Análise Instrumental
CH/S
05
03
02
03
05
02
04
69
Anexo 7
Relação da vidraria em falta nos laboratórios de Química Inorgânica, Analítica,
Orgânica e Geral
DESCRIÇÃO
1. Almofariz e Pistilo de porcelana de 80ml
2. Argola de suporte de funil, diâm. 6cm
3. Balão Volumétrico com tampa teflon de 100ml
4. Balão Volumétrico com tampa teflon de 150ml
5. Balão Volumétrico com tampa teflon de 200ml
6. Balão Volumétrico com tampa teflon de 25ml
7. Balão Volumétrico com tampa teflon de 50ml
8. Bastões de Vidro grandes
9. Bastões de Vidro médios
10. Béquer em pirex 2000ml
11. Béquer em pirex 1000ml
12. Béquer em pirex 100ml
13. Béquer em pirex 150ml
14. Béquer em pirex 250ml
15. Béquer em pirex 25ml
16. Béquer em pirex 500ml
17. Béquer em pirex 50ml
18. Bico de Bunsen
19. Botijão de gás
20. Buretas com torneira de teflon e entrada afunilada de 25ml
21. Buretas com torneira de teflon e entrada afunilada de 50ml
22. Cadinho com tampa de 20ml
23. Cadinho de 30ml
24. Caixa de Papel de Filtro Qualitativo diâm. 12,5cm
25. Caixa de Papel de Filtro Quantitativo diâm 12,5cm
26. Caixa de Papel Indicador de pH (0-14)
27. Caixa de Papel Indicador tornassol azul
28. Caixa de Papel Indicador tornassol vermelho
29. Cápsula de Porcelana de 200ml
30. Conta-gotas (frascos de 100ml)
31. Cristalizadores (100 x 100mm) de 180ml s/ tampa
32. Dessecador com fundo em porcelana com 190mm de diâmetro
33. Dessecador com fundo em porcelana com 230mm de diâmetro
34. Erlenmeyer em pirex de 125ml
35. Erlenmeyer em pirex de 125ml
36. Erlenmeyer em pirex de 500ml
37. Erlenmeyer em pirex de 50ml
38. Escovas de limpeza de diferentes tamanhos
39. Espátula em aço tipo concha
40. Estante para tubos de ensaio (p/24tb)
41. Frasco conta-gotas de plástico de 60ml
42. Frasco de vidro para acondicionamento de reagentes de 1000ml
43. Frasco de vidro para acondicionamento de reagentes de 250ml
44. Frasco de vidro para acondicionamento de reagentes de 500ml
45. Frasco lavador de plástico de 400ml (pisseta 500ml)
46. Frasco plástico para acondicionamento de reagentes de 100ml
47. Frasco de vidro para acondicionamento de reagentes de 1000ml
48. Frasco de vidro para acondicionamento de reagentes de 250ml
49. Frasco de vidro para acondicionamento de reagentes de 500ml
QUANTIDADE
10
15
15
15
15
15
10
20
03
08
30
30
20
30
30
30
10
02
30
25
10
10
10
10
03
05
05
10
500
10
04
04
20
50
30
30
20
10
15
50
20
20
20
20
20
20
20
20
70
50. Funil analítico raiado, haste curta, 65mm e diâm. Interno
20
51. Funil de Placa Porosa de 150ml
52. Funil de Placa Porosa de 50ml
53. Funil de Placa Porosa de 60ml
54. Funil de Vidro Sintetizado de 60ml n.º3
55. Funil em Pirex Liso de Cabo Grande (com ângulo do cone de 60°)
56. Garra de madeira p/ tubo de ensaio
57. Garras com ajuste duplo (tipo borboleta)
58. Garras para Bureta com ajuste de pressão dupla (metalic)
59. Kitassato em pirex de 125ml (5340)
60. Kitassato em pirex de 250ml
61. Kitassato em pirex de 500ml
62. Luvas de Látex tamanho grande com forro
63. Luvas de Látex tamanho médio com forro
64. Mangueira para conexão de kitassato
65. Mangueiras de gás
66. Óculos de proteção
67. Pesa-filtro forma média com tampa esperilhada, capac. 45ml
68. Pipeta Pasteur (caixa de 100 unid.)
69. Pipetador de borracha de três válvulas
70. Pipetador para pipeta Pasteur
71. Pipetadoras automáticas 10ml KACIL
72. Pipetadoras automáticas 02ml KACIL
73. Pipetadoras automáticas 20ml KACIL
74. Pipetadoras automáticas 05ml KACIL
75. Pipetas em pirex (neg. grad. 1,0ml) de 05ml
76. Pipetas em pirex (neg. grad. 2,0ml) de 10ml
77. Pipetas em pirex (neg. grad. 2,0ml) de 20ml
78. Pipetas em pirex (neg. grad. 2,0ml) de 25ml
79. Pipetas volumétricas em pirex de 05ml
80. Pipetas volumétricas em pirex de 05ml
81. Pipetas volumétricas em pirex de 10ml
82. Pipetas volumétricas em pirex de 100ml
83. Pipetas volumétricas em pirex de 20ml
84. Pipetas volumétricas em pirex de 50ml
85. Pissetas em plástico de 500ml
86. Placas de Petri de 148 x 20mm (150 x 20)
87. Placas de Petri de 58 x 15mm (60 x 15)
88. Placas de Petri de 98 x 20mm (100 x 20)
89. Proveta em pirex 100ml
90. Proveta em pirex 10ml
91. Proveta em pirex 200ml
92. Proveta em pirex 250ml
93. Proveta em pirex 25ml
94. Proveta em pirex 500ml
95. Proveta em pirex 50ml
96. Proveta em pirex 5ml
97. Registro de gás
98. Rolha de Borracha Grande
99. Rolha de Borracha Pequena
100. Sistema completo de destilação (juntas 24/40)
Termômetro 0-300°C
Junta coletora com saída de gás
Coluna de vigreux 20cm
Condensador reto 20cm
05
05
05
10
10
10
10
10
15
05
05
25
25
3m
03
20
08
08
20
20
10
10
10
10
10
10
10
10
10
10
20
10
20
05
20
05
05
05
20
20
20
20
20
10
10
20
04
20
20
10
71
Cabeça de destilação com conexão para termômetro
101. Suporte para Funil
102. Tela de amianto com 20cm de diâmetro
103. Tenazes em aço inox (14cm)
104. Tubos de ensaio de 10 x 100mm em pirex
105. Tubos de ensaio de 15 x 100mm em pirex
106. Vidros de Relógio de 150mm
107. Vidros de Relógio de 75mm
108. Vidros para Reagentes de 250ml e tampa de âmbar
109. Vidros para Reagentes de 250ml e tampa de teflon
10
10
10
200
200
10
10
50
50
RELAÇÃO DOS REAGENTES EM FALTA
1. Acetona
2. Acetato de Chumbo
3. Acetato de Sódio
4. Ácido Acético glacial
5. Ácido Calconcarboxílico
6. Ácido Clorídrico conc.
7. Ácido Nítrico conc.
8. Ácido Sulfúrico conc.
9. Água Oxigenada 30%
10. Alúmen de Potássio Pulverizado
11. Amido
12. Benzol
13. Bicarbonato de Sódio
14. Carbonato de Amônio
15. Carbonato de Cálcio P.A.
16. Carbonato de Cálcio Precipitado
17. Carbonato de Potássio
18. Carbonato de Sódio
19. Cloreto de Amônio
20. Cloreto de Antimônio
21. Cloreto de Cádmio
22. Cloreto de Cálcio
23. Cloreto de Cobalto II
24. Cloreto de Cobre
25. Cloreto de Cromo III
26. Cloreto de Estanho II
27. Cloreto de Ferro II
28. Cloreto de Ferro III
29. Cloreto de Lítio
30. Cloreto de Magnésio
31. Cloreto de Metileno
32. Cloreto de Níquel II (6H2O)
33. Cloreto de Potássio
34. Cloreto de Zinco
35. Clorofórmio
36. Dicromato de Sódio diidratado
37. Dimetilglioxina
38. Dióxido de Manganês (Óxido de Manganês IV)
39. Estanho granulado
40. Etanol
41. Éter Etílico
6L
500g
500g
5L
10g
6L
6L
6L
3L
500g
250g
1L
500g
500g
500g
500g
500g
500g
500g
100g
250g
500g
100g
500g
500g
100g
500g
500g
500g
500g
500g
500g
500g
500g
6L
500g
25g
200g
100g
10 L
5L
72
42. Etileno diamina
43. Ferricianeto de Potássio
44. Ferrocianeto de Potássio
45. Fluoreto de Sódio
46. Ftalato ácido de potássio
47. Hidrogênio Fosfato de Sódio
48. Hidróxido de Amônio
49. Hidróxido de Cálcio
50. Hidróxido de Sódio
51. Iodato de potássio
52. Iodeto de potássio
53. Lítio Metálico
54. Magnésio em pó
55. Metanol
56. Nitrato de Amônio
57. Nitrato de Bismuto
58. Nitrato de Cério (IV) e Amônio
59. Nitrato de Cobalto
60. Nitrato de Ferro III
61. Nitrato de Mercúrio I
62. Nitrato de Mercúrio II
63. Nitrito de Sódio de Cobalto
64. Oxalato de Amônio
65. Oxalato de Sódio
66. Óxido de Chumbo II Monóxido P.A.
67. Óxido de Cobre II
68. Óxido de Magnésio
69. Peróxido de Hidrogênio
70. Potássio Metálico
71. Sílica Gel para Dessecador
72. Silicato de Sódio Solúvel
73. Sódio Metálico
74. Sulfato de Amônio
75. Sulfato de Ferro III Amoniacal
76. Sulfato de Sódio
77. Sulfato ferroso
78. Sulfeto de Amônio
79. Sulfeto de Sódio
80. Tetraborato de Sódio decaidratado
81. Tetracloreto de carbono
82. Tioacetamida
83. Tiocianato de Amônio
84. Tiocianato de Potássio
85. Tiosulfato de sódio
86. Vermelho de metila
87. Zinco em pó
3L
250g
500g
500g
500g
500g
5L
500g
500g
250g
200g
50g
100g
5L
500g
250g
200g
500g
500g
500g
500g
500g
500g
250g
500g
200g
500g
2L
100g
2kg
200g
500g
500g
500g
500g
500g
2 kg
500g
500g
2L
500g
500g
200g
500g
10g
200g
73
Lista de reagentes – Área de Bioquímica
Curso de Química
Substância
Acetato de sódio
Acetona
Ácido acético
Ácido clorídrico
Ácido dinitrosalicílico
Ácido fosfórico
Ácido láctico
Ácido molibdico
Ácido sulfúrico
Ácido tricloroacético
Álcool etílico
Álcool metílico
Amido
Arseniato de sódio
Bicarbonato de sódio
Carbonato de sódio
Caseína
Celulose
Citrato de sódio
Cloreto de sódio
Clorofórmio
Dihidrogenofosfato de sódio
Éter sulfúrico
Fosfatidilcolina de ovo
Frutose
Glicose
Guaicol
Hidrogenofosfato de sódio
Hidróxido de bário
Hidróxido de sódio
Iodeto de potássio
Iodo
Lactose
Maltose
Molibdato de amônio
Peroxidase
Peróxido de hidrogênio
Resorcinol
Sacarose
Sulfato de cobre
Sulfato de sódio
Sulfato de zinco
Tartarato de sódio e potássio
Tungstato de sódio
α-Amilase
Quantidade
500g
500g
4L
2L
1L
25g
2L
100ml
100g
2L
100ml
2L
4L
1kg
50g
500g
500g
500g
250g
500g
500g
4L
500g
2L
10g
250g
500g
100g
500g
50g
500g
100g
100g
250g
100g
100g
10mg
1L
25g
1kg
500g
500g
100g
500g
100g
25mg
74
-*************Vidrarias e Outros
QUANTIDADES
-
Algodão
Balões de fundo redondo de vidro
Béquers de vidro
Capilares de vidro
Erlenmeyers de vidro
Espátulas
Funil de Buchner de vidro
Funil de filtração de vidro
Luvas de borracha
Luvas de látex
Papel alumínio
Papel de filtro
Papel toalha
Pissetas
Placa de sílica gel em alumínio (20 x 20cm)
Tubos de ensaio de vidro
Vidros de relógio
Equipamentos
Centrífuga NT 810
Cubetas de plástico Ultravioleta – Visível
(poliestireno)
Vortex
10 caixas
8 unidades de 500ml
8 unidades de 100ml
16 de 250ml, 16 de 600ml
500 unidades de 10 microlitros
20 unidades de 50ml, 20 unidades de
250ml
8 unidades (tipo colher)
4 unidades (100ml de capacidade)
16 unidades (15cm de diâmetro)
2 caixas
2 caixas
10 unidades
5 caixas
10 unidades com dois rolos
8 unidades de 500ml
50 unidades (tamanho de partícula –
2,25 µm, espessura de camada =
200µm)
400 unidades (16 x 1,5cm)
8 unidades (90mm)
Quantidades
1 unidade
Caixa com 100 unidades (3ml cada
cubeta)
2 unidades
75
LISTA DE REAGENTES E VIDRARIAS – ÁREA DE FÍSICO-QUÍMICA
CURSO DE QUÍMICA
REAGENTES
Qtd
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
8.
9.
10.
11.
12.
13.
14.
15.
16.
17.
18.
19.
20.
21.
22.
23.
24.
25.
26.
27.
28.
29.
30.
31.
32.
33.
34.
35.
DESCRIÇÃO
ácido acético P.A.
Acetato de etila
Acetato de sódio pa
Acetona pa
Ácido acético glacial
Ácido benzóico pa
Ácido cloridirico fumegante
Agar Agar
Água oxigenada 120 vol
Amido
Borracha de látex (1,2 x 0,8 cm)
Carvão ativo
Cloreto de potássio pa
Cloreto de sódio pa
Clorofórmio p.a.
Difenilamina
Etanol pa
fenolftaleína
Fio de platina 0,3 mm diametro
Folha de chumbo para eletrodo
Folha de cobre para eletrodo – placa de 15x15 cm
Folha de niquel para eletrodo – placa de 15x15 cm
Folha de zinco para eletrodo – placa 15x15 cm
hidróxido de amônio
Hidróxido de sódio p.a.
Iodeto de potássio
Naftaleno
Nitrato de chumbo pa
Óxido de manganês
Papel de filtro qualitativo φ 100 mm
Persulfato de potássio (K2S2O8) pa
Sulfato de cobre pa
Sulfato de zinco pa
tetracloreto de carbono
Tiosulfato de sodio (Na2S2O3)
UNIDADE
1
1
1
1
1
250
1
200
1
100
20
100
1
1
2
100
3
100
10
10
20
20
10
1
2
250
100
250
100
1
250
1
1
1
250
LT
L
Kg
L
L
G
L
G
L
G
Mts
G
Kg
Kg
L
G
L
G
Mts
Un
Un
Un
Un
L
Kg
G
G
G
G
Pct
G
Kg
Kg
L
G
76
VIDRARIA
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
8.
9.
10.
11.
12.
13.
14.
15.
16.
17.
18.
19.
20.
21.
22.
23.
24.
25.
balão de fundo chato 100 ml
Balão volumétrico 100 ml
Balão volumétrico 25 ml
Balão volumétrico 50 ml
Béquer 1,0L
Bequer 100 ml
Béquer 25 ml
Bequer 250 ml
Bequer 50 ml
Bureta 25 ml
Bureta 50 ml
Erlenmeyers 100 ml
Erlenmeyers 50 ml
Garras para bureta
Pipeta graduada 10 ml
Pipeta graduada 5 ml
Pipeta volumétrica 10 ml
Pipeta volumétrica 1ml
Pipeta volumétrica 5 ml
Proveta vidro 100 ml
Proveta vidro 50 ml
Proveta vidro25 ml
Suporte universal para bureta
Termômetros –20 a 100oC
tubos de ensaio cerca de 10 ml com rosca e tampa
6
24
10
12
6
12
12
6
12
4
4
20
20
6
6
6
6
6
6
6
6
6
6
6
40
Un
Un
Un
Un
Un
Un
Un
Un
Un
Un
Un
Un
Un
Un
un
Un
Un
Un
Un
Un
Un
Un
Un
Un
Un
6
6
6
18
20
Un
Un
Un
Un
Mts
MATERIAL ELÉTRICO
1.
2.
3.
4.
5.
Lampada incandescente branca de 25 w
Lampada incandescente branca de 40 w
Lampada incandescente branca de 100 w
Soquete/bocal para lâmpada
Fio elétrico 0,5 mm2
77
Lista de reagentes – Área de Bioquímica
Para os cursos que o Departamento oferta disciplina
Substância
Quantidade
2,6-diclorofenolindolfenol de sódio (DCFI)
8-Hidroxiquinolina
Acetato cúprico
Acetato de etila
Acetato de sódio
Acetona
Ácido acético
Ácido ascórbico
Ácido cítrico
Ácido clorídrico
Ácido fosfomolíbdico
Ácido fosfórico
Ácido láctico
Ácido molibdico
Ácido oxálico
Ácido sulfanílico
Ácido sulfúrico
Brometo de potássio
Bromato de potássio
Amido
Aminoácidos (tirosina, triptofano, cisteína,
prolina, histidina, arginina, glicina)
Antrona
Benzaldeído
Carbonato de sódio
Caseína
Celulose
Citrato de sódio
Cloreto de cálcio
Dihidrogenofosfato de sódio
Fenolftaleína
Formaldeído
Frutose
Glicose
Guaicol
Hidrogenofosfato de sódio
Hidróxido de sódio
Hipobromito de sódio
Iodeto de potássio
Iodo
Lactose
20g
100g
500g
5L
500g
5L
5L
250g
500g
2L
100g
2L
100ml
100g
500g
500g
2L
100g
100g
1kg
Mínimo de 500mg de cada
aminoácido
250g
100g
500g
500g
250g
500g
500g
500g
10g
1L
250g
500g
100g
500g
500g
25g
100g
100g
250g
78
n-butanol
Ninidrina
Nitrito de sódio
Nitroprussiato de sódio
p-dimetilaminobenzealdeído
Peroxidase
Peróxido de hidrogênio
Renina
Resorcinol
Sacarose
Sulfato de amônia
Sulfato de cobre
Sulfato de sódio
Tartarato de sódio e potássio
α-Amilase
Vidrarias e Outros
Algodão
Almofariz/pistilo
Béquer (100, 250 e 600ml) de vidro
Buretas de vidro
Capilares
Erlenmeyers de vidro
Espátulas
Funis de filtração de vidro
Funis de separação de vidro
Gaze
Luvas de borracha
Luvas de látex
Papel alumínio
Papel de filtro
Papel toalha
Pipetas de vidro
Pissetas
Placas de petri de vidro
Proveta de vidro
Suportes para buretas
Tubos de ensaio de vidro
Vidros de relógio
Equipamentos
Agitador magnético
Banho-maria
1L
25g
500g
25g
25g
10mg
1L
50mg
25g
1kg
3 frascos de 500g
500g
500g
500g
25mg
Quantidades
10 caixas
8 almofariz e 8 pistilos
16 de 100ml, 16 de 250ml, 16 de
600ml
8 de 50ml
500 unidades de 10 microlitros
16 de 125ml, 16 de 250ml
8 unidades (tipo colher)
8 unidades (15cm de diâmetro)
8 unidades (250ml)
10 caixas
2 caixas
2 caixas
10 unidades
5 caixas
10 unidades com dois rolos
8 de 1ml, 8 de 2ml, 8 de 5ml, 8 de
10ml
8 unidades de 500ml
100 unidades (9 x 1,5cm)
8 de 50ml, 8 de 100ml, 8 de 250ml
8 unidades
400 unidades (16 x 1,5cm)
8 unidades (90mm de diâmetro)
QUANTIDADES
4 unidades
1 unidade
79
Barras magnéticas
Cartela com 10 unidades de 3 cm
Centrífuga NT 810
1 unidade
Cubetas de plástico Ultravioleta – Visível
Caixa com 100 unidades (3ml cada
(poliestireno)
cubeta)
Microondas
1 unidade
Termômetros
8 unidades
Vortex
2 unidades
80
ANEXO 8
PLANTA BAIXA DO ANEXO DE
LABORATÓRIO
81
82
