Plano Institucional de Internacionalização da UFAL (2018 - 2020)
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Plano Institucional de Internacionalização (2018 - 2020)
Introdução e metas gerais
O processo de internacionalização, tal como conhecemos, das Universidades e
Instituições de Ensino Superior tem se efetivado de maneira gradativa desde o início da
década de 90. O modelo atual de internacionalização coincide, em grande medida, com a
chamada Declaração de Bolonha, de 1999, que redefiniu o sistema de educação superior
europeu, influenciando as políticas de abertura de instituições de ensino superior em todo o
mundo. Dentre as nuances diversas da Declaração de Bolonha, aquelas que mais nos
interessam, nos limites deste plano, são:
●
●
●
●
Promover a mobilidade dos estudantes (no acesso às oportunidades de estudo e
formação, bem como a serviços correlatos), professores, investigadores e pessoal
administrativo (no reconhecimento e na valorização dos períodos passados num
contexto global de pesquisa, de ensino e de formação, sem prejuízo dos seus
direitos estatutários);
Desenvolvimento curricular de maneira transdisciplinar;
Cooperação interinstitucional;
Programas integrados de estudo, de formação e de investigação.
O Brasil, a América Latina e demais países emergentes tem tentado dinamizar os
fluxos que envolvem mobilidade e cooperação acadêmicas, embora, sempre de maneira
subordinada ou dependente. O caso brasileiro, em especial, sugere uma quantidade
importante de aspectos que o diferenciam dos demais. Um deles é a indissociabilidade
entre ensino, pesquisa e extensão, prevista na Constituição Federal, motivo pelo qual
também a internacionalização da Universidade Federal de Alagoas deve ser pensada pela
égide desta mesma indissociabilidade.
Na Universidade Federal de Alagoas, as estratégias recentes de internacionalização
se confundiram com mobilidade acadêmica, na maior parte das vezes, algo que se deixou
sacramentar na nomenclatura do órgão responsável: Assessoria de Intercâmbio
Internacional (ASI). O esforço empreendido nos últimos anos foi garantir condições de
mobilidade, notadamente a estudantes de graduação além de garantir uma composição
mínima da equipe que articula o setor.
Neste sentido, o Programa Ciências Sem Fronteiras (CsF) constituiu o mais
importante momento da UFAL ao promover intensa mobilidade de estudantes, em ambos os
níveis, graduação e pós-graduação. Neste quesito, a grande dificuldade existente foi a
sustentabilidade financeira para garantir os fluxos de mobilidade. No caso, o CsF foi
financiado por fonte externa à Universidade assim como o outro programa que sustenta a
mobilidade discente, o Programa Andifes/Santander de Mobilidade Acadêmica..
Dada a condição de instabilidade orçamentária, este plano, portanto, considera uma
diversidade de variáveis, notadamente aquelas voltadas para a própria instituição, no
sentido de dotá-la de condições para receber estudantes e pesquisadores estrangeiros e
tornar o nosso ambiente internacionalizado mais que promover a internacionalização
individual. Por isso, o plano ora apresentado está estruturado em quatro eixos:: 1) ensino;
2) pesquisa; 3) extensão; 4) administração universitária.
O que se entende como internacionalização neste plano institucional deve ser
compreendida como o processo de integração entre uma dimensão internacional ou
intercultural ao ensino, pesquisa e os serviços e funções da instituição. Portanto, pretendese nortear uma política transversal de adequação da cultura organizacional da Universidade
Federal de Alagoas ao que já ocorre em outras instituições de ensino superior, sem que se
perca a identidade da instituição.
As orientações que dirigem este plano foram extraídas prioritariamente dos
seguintes documentos: Plano Nacional de Educação (PNE), Plano Nacional de PósGraduação (PNPG), Relatório Final 2016/2017 - Comissão Especial de Acompanhamento
do PNPG 2011-2020, Política Nacional de Extensão Universitária formulada pelo Fórum de
Pró-Reitores de Extensão das Universidades Públicas Brasileiras (FORPROEX), e “Minuta
de Proposta: Programa de Internacionalização da Extensão Universitária
(INTEREXT)” (FORPROEX).
Destacam-se abaixo os trechos que concernem ao presente plano. Em primeiro
lugar, do PNE deve-se ter em conta o seguinte trecho:
META 12: consolidar e ampliar programas e ações de incentivo à mobilidade
estudantil e docente em cursos de graduação e pós-graduação, em âmbito
nacional e internacional (Estratégia 12.12);
META 14: consolidar programas, projetos e ações que objetivem a
internacionalização da pesquisa e da pós-graduação brasileiras, incentivando
a atuação em rede e o fortalecimento de grupos de pesquisa (Estratégia 14.9);
e promover o intercâmbio científico e tecnológico, nacional e internacional,
entre as instituições de ensino, pesquisa e extensão (Estratégia 14.10).
[Ampliar a oferta de programas de pós-graduação stricto sensu, especialmente
os de doutorado, nos câmpus (sic) novos, abertos em decorrência dos
programas de expansão e interiorização das instituições superiores públicas
(Estratégia 14.6).
O PNPG, embora só lhe faltem dois anos para finalizar, ainda é o marco
fundamental que orienta a pós-graduação no Brasil. Quando da sua confecção, o PNPG já
indicava a necessidade de correção de assimetrias regionais do sistema de educação
superior, algo que tende a ser reafirmado com o processo de internacionalização, uma vez
que algumas instituições já estão em estágio avançado de internacionalização ao contrário
de outras, que ainda estão iniciando sua inserção neste processo. Neste sentido, das metas
para 2020 do PNPG, no que tange à internacionalização, a UFAL se compromete com as
seguintes:
METAS PARA 2020
Obter um acréscimo em relação a 2009 de duas vezes e meia a três vezes:
Na publicação de trabalhos científicos em revistas qualificadas;
Em investimentos nas atividades de cooperação científica internacional;
Promover substancial acréscimo de investimentos em cooperação
internacional que tenha por objetivo a produção científica nacional na fronteira
do conhecimento e uma forte presença de nossa ciência nas principais
instituições e organismos internacionais de C & T.
Promover pesquisas internacionais em C & T de caráter bilateral ou
multilateral;
Lançar um amplo programa de “brain gain” para trazer cérebros, sobretudo
jovens talentos, tendo em vista nosso vigoroso avanço científico e atual
remuneração competitiva em relação, por exemplo, aos países europeus;
Aperfeiçoar os mecanismos de atração e absorção de cientistas estrangeiros
qualificados. Em particular, os concursos para professores e pesquisadores de
universidades e institutos de pesquisa devem ter caráter mundial, admitindo-se
o uso da língua estrangeira de caráter bastante universal, como o inglês,
desde que participantes se comprometam a aprender a língua portuguesa em
até dois anos após o concurso;
Promover a visibilidade internacional dos programas de pós-graduação, como
a existência de páginas em inglês na Internet, inclusive com a programação
atualizada dos alunos, visitantes e pós-doutorandos, nacionais e estrangeiros,
valorizando a busca dos melhores talentos em nível mundial.
Por fim, o “Relatório Final 2016/2017 - Comissão Especial de Acompanhamento do
PNPG 2011-2020” lista as recomendações com as quais a UFAL também entende
prioritárias, como parte da efetivação de uma política de internacionalização.
5.8.1. Desenvolver políticas que envolvam a ampliação do número de alunos e
pesquisadores estrangeiros nos PPGs das universidades brasileiras;
5.8.2. Dar continuidade a programas de internacionalização, aprimorando e
focando nas IES e induzindo políticas de internacionalização mais
abrangentes, institucionais, e não somente focadas em envio de alunos
brasileiros ao exterior ou apenas na continuidade e prolongamento de
parcerias individuais de pesquisadores ou pequenos grupos;
5.8.3. Prover as condições para maior domínio da língua inglesa por docentes,
pesquisadores e alunos nas IES brasileiras e, por decorrência, oportunizar
ambientes de ensino, pesquisa e convivência neste idioma;
5.8.5. Manter o foco da internacionalização na busca constante da excelência
acadêmica;
5.8.6. Desenvolver um Plano de Internacionalização, articulado entre as
agências e os respectivos Ministérios, que contemple uma Estratégia Nacional
de Internacionalização da CT&I e da Educação Superior, através da qual serão
definidos aspectos relevantes no atual cenário, tais como: o estímulo às
cooperações e redes entre IES nacionais e estrangeiras; a ampliação das
duplas titulações internacionais; a identificação de formas de inclusão das
áreas de humanidades e sociais aplicadas neste esforço e respectivo apoio no
processo de internacionalização; a oferta de disciplinas e de cursos em inglês
nas IES brasileira; a integração da relação sul-sul (América Latina e África); a
inclusão de ações que atendam as demandas da área de inovação (como a
interação universidade-empresa) etc.;
5.8.8. Estimular programas de modernização curricular da graduação, em
consonância e integração com cenários internacionais;
5.8.10. Induzir que as IES desenvolvam Plano de Internacionalização
abrangentes e que a solicitação ou habilitação a qualquer tipo de recurso ou
apoio para internacionalização (incluindo bolsas para estudantes e
pesquisadores, em todas as modalidades e apoio a projetos de pesquisa
internacionais) sejam obrigatoriamente vinculadas à existência de um Plano
Institucional de Internacionalização, aprovado internamente na respectiva IES.
5.8.11. Implantar a sistemática prevista na Resolução 3/2016 do CNE referente
à revalidação e reconhecimento de diplomas obtidos no exterior.
Além da pós-graduação, a extensão universitária e sua respectiva
internacionalização também foram alvos de profundo debate durante a primeira metade
desta década. Disso resultaram orientações gerais constantes no Política Nacional de
Extensão Universitária formulado pelo FORPROEX. Dentre essas direções, ressaltam-se as
seguintes:
Valorizar os programas de extensão interinstitucionais, sob a forma de
consórcios, redes ou parcerias, e as atividades voltadas para o intercâmbio e a
solidariedade;
Atuar, de forma solidária, para a cooperação internacional, especialmente a
latino-americana.
Ainda que o FORPROEX tenha apresentado uma minuta de internacionalização da
extensão, este plano tem como objetivo garantir que a UFAL seja referência neste quesito
da internacionalização e abertura da Universidade. Os princípios mobilizados na proposta
do FORPROEX podem ser resumidas nas seguintes idéias, extraídas da própria minuta: 1)
ações de intercâmbio e de cooperação entre equipes de extensão e pesquisa que,
envolvendo a participação de servidores universitários (docentes e/ou técnicos) e
estudantes, desenvolvem atividades pedagógicas e/ou de construção compartilhada do
conhecimento, em interação com suas respectivas comunidades, buscando soluções para
os problemas econômicos e sociais, desenvolvendo o exercício da cidadania e
potencializando a formação universitária; 2) intercâmbio de práticas inovadoras entre
grupos acadêmicos consolidados ou em formação, em suas universidades, e que
desenvolvem ou pretendem desenvolver ações de extensão similares em temos de objeto e
objetivos, visando potencializar seus respectivos programas após os processos de
intercâmbio, dando continuidade a ações anteriormente desenvolvidas, mas agora
transformadas e aperfeiçoadas pela cooperação internacional; 3) o intercâmbio das equipes
extensionistas deve pressupor a anuência e o apoio das comunidades relacionadas aos
programas locais (…) abrindo a possibilidade para que no futuro as próprias comunidades
possam desenvolver formas próprias de intercâmbio, reconhecendo e valorizando a
cooperação técnica internacional como forma de melhorar a vida das suas e das outras
comunidades, contribuindo para a construção da paz e da colaboração interfronteiras.
Considerando novos parâmetros de avaliação das instituições de ensino superior,
tais como aqueles inspirados pelo “Manifesto Leiden”, tornou-se possível uma nova baliza
de mensuração de qualidade das instituições de ensino superior no mundo. A Capes não
está alheia a este processo e tem realizado, desde o lançamento do referido manifesto,
debates sobre o tema. Um trecho, em específico, do “Manifesto Leiden” é especialmente
relevante:
A pesquisa que avança as fronteiras do conhecimento acadêmico difere da
pesquisa que é focada em proporcionar soluções para os problemas da
sociedade. A avaliação pode ser baseada em méritos relevantes para as
políticas públicas, para a indústria ou para os cidadãos em geral, em vez de
méritos baseados em noções acadêmicas de excelência. Não existe um
modelo único de avaliação que se aplique a todos os contextos. (MANIFESTO
LEIDEN, 2015)
Esta abordagem permite um olhar diferenciado quanto a avaliação institucional
assim como uma qualidade maior na aferição do impacto que instituições de ensino
superior e de pesquisa tem no cotidiano das comunidades que lhes circundam. Nesse
sentido, situamos, o papel da extensão em nossa universidade.
Tendo em vista todo o exposto, a Universidade Federal de Alagoas assume como
prioridade institucional deflagrar o processo de internacionalização em todos os âmbitos da
administração, do Ensino, Pesquisa e Extensão, como parte do esforço de intensificar a
presença da UFAL em âmbito nacional e continental. Dentre as metas fundamentais que
este plano pretende atacar, situam-se, sobretudo aquelas que envolvem atividades que
reverberam internamente. São elas:
●
●
●
●
Implementar política linguística;
Desenvolver uma política de parcerias institucionais;
Aumentar a presença de estudantes estrangeiros;
Aprimorar e desenvolver programas conjuntos com parceiros estratégicos.
Como parte da tentativa de expandir as experiências de nossos estudantes no
exterior e transformar a realidade linguística da instituição, será implementado um
Programa permanente de mobilidade acadêmica para graduação. A previsão de R$
200.000,00 custeará a mobilidade out de graduandos em três modalidades: 1) curta
duração: estágio em laboratórios de Universidades, de organizações sociais, organismos
internacionais e/ou empresas; 2) média duração: intercâmbio tradicional que envolve
matrícula de mobilidade; 3) média duração induzida: utilização do portfólio de parceria já
firmadas e aprofundar fluxo com parcerias prioritárias (Instituto Técnico de Monterrey,
Universidade do Porto e Universidade de Pavia, por ex).
As parcerias entre Universidades e Instituições de ensino superior devem exprimir
as relações que, de fato, grupos de pesquisa e pesquisadores mantém entre instituições.
Infelizmente, uma parte significativa dos acordos permanecem subutilizados ora porque não
foram construídos em bases sustentáveis ora porque o responsável pelo acordo não mais
se ocupa do projeto que o originou. Então, com o fito de desburocratizar o processo de
construção de acordos de cooperação, os acordos deverão se sustentar em cima de
projetos de pesquisa e/ou extensão devidamente consolidados na instituição.
Política linguística
Para fins de continuar a produzir um diagnóstico sobre a realidade linguística da
UFAL, será intensificada uma avaliação do nível de proficiência de docentes e técnicos, no
ato de marcação das férias, precedida de campanha de sensibilização quanto à
necessidade de produzirmos informações confiáveis para fins de formulação de política
linguística adequada e realçando a importância da internacionalização para melhoria do
serviço que a universidade oferta para a sociedade.
No caso dos estudantes, o nível de proficiência será examinado, em princípio por
amostragem, em três momentos, mediante utilização de exame a ser definido de acordo
com cronograma.
Serão mantidas as ofertas de cursos de idiomas via Programa Idiomas Sem
Fronteiras e Casas de Cultura. Além disso, via setor de capacitação da PROGEP, objetivase empreender políticas específicas para servidores, atendendo, inicialmente a setores
prioritários para internacionalização, a saber, PROGRAD, PROPEP, DRCA, ASI e Gabinete.
Ensino
Tendo em vista a esfera do Ensino, será necessário operar alterações de fluxo de
maneira a flexibilizar o sistema de creditação adotado pela UFAL no tocante a experiência
de estudantes que retornam de mobilidade. Portanto, será necessário reestruturar o fluxo e
construir com as coordenações alternativas específicas de maneira a não prejudicar os
estudantes que voltam de mobilidade. Isto deverá ser efetivado em resolução específica de
acordo com cronograma.
Para diminuir a produção de papéis e encurtar o fluxo que coloca o estudante
regular da UFAL em mobilidade out, implementaremos o módulo “Relações Internacionais”
do SIG para maior agilidade e controle por parte dos órgãos responsáveis.
Um dos itens fundamentais de aferição do nível de internacionalização de dada
Universidade é a quantidade de disciplinas ensinadas e idiomas diversos. Por isso, os
cursos de graduação e pós-graduação serão provocados a apresentar um cronograma de
implementação de cursos bilíngue e/ou exclusivamente em outros idiomas. Nessa
perspectiva, também se deverá fomentar a internacionalização do currículo por meio de
implementação de espaços específicos para discussões de temáticas transversais e
comparadas. (Direitos Humanos, Sustentabilidade, Desigualdades Sociais e Defesa, por ex)
Anexo I
Evolução dos indicadores da internacionalização na UFAL
2016
2020
Ações
Objetivos
Professores estrangeiros
do quadro permanente
26
46
Divulgação
internacional,
simplificação dos
processos de inscrição,
seleção e contratação
Pelo menos um docente
estrangeiro por PPG
Número de professores
visitantes e pós-doutores
estrangeiros
18
92
Divulgação
internacional,
simplificação dos
processos de inscrição,
seleção e contratação
Pelo menos dois PVs/
Pós-Doc por PPG
Número de professores
com experiência
acadêmica no exterior
147
500
Estímulo a estágios no
exterior
Qualificar o quadro
docente, ampliar
parcerias estratégicas
Porcentagem de alunos
estrangeiros, em relação
ao total de alunos na
instituição, considerando
alunos regularmente
matriculados
0,05% (graduação e
pós-graduação)
1% (graduação e pósgraduação)
Divulgação
internacional,
simplificação dos
processos de inscrição
e seleção.
Consolidação de
parcerias.
Consolidar uma cultura
internacional na Ufal
Alunos estrangeiros
regulares na pósgraduação
25
100
Divulgação
internacional,
simplificação dos
processos de inscrição
e seleção.
Consolidação de
parcerias.
Consolidar uma cultura
internacional na Ufal
Alunos estrangeiros
temporários (em
mobilidade no Brasil) na
pós graduação
Não dispomos de
métricas confiáveis
100
Divulgação
internacional,
simplificação dos
processos de inscrição
e seleção.
Consolidação de
parcerias.
Consolidar uma cultura
internacional na Ufal
Número de convênios e
acordos com instituições
estrangeiras
68
100
Apoio à construção de
acordos. Identificação
de Instituições
estratégicas para a
Ufal.
Atrair oportunidades de
pesquisa,
desenvolvimento,
extensão, docência e
mobilidade discente
internacional
Número de projetos de
cooperação internacional,
como projetos conjuntos
de pesquisa, sendo
desenvolvidos e ativos no
momento
98
200
Apoio à construção de
acordos. Identificação
de Instituições
estratégicas para a
Ufal.
Atrair oportunidades de
pesquisa,
desenvolvimento,
extensão, docência e
mobilidade discente
internacional
Número de artigos
publicados em revistas
com JCR
1900
5400
Editais de apoio a
publicações de alto
impacto. Apoio ao
trabalho em redes de
pesquisa. Melhoria da
infraestrutura de
pesquisa da Ufal
Melhor posicionamento
da Ufal no cenário de
produção científica
qualificada
Número de artigos
publicados com co-autoria
estrangeira
278
1000
Editais de apoio a
publicações de alto
impacto. Apoio ao
trabalho em redes de
pesquisa. Melhoria da
infraestrutura de
pesquisa da Ufal
Melhor posicionamento
da Ufal no cenário de
produção científica
qualificada
Porcentagem de aulas
ministradas em outro
idioma
5
15
Apoio personalizado a
docentes e discentes.
Estímulo à realização
de cursos de idiomas.
Atrair professores,
pesquisadores e alunos
estrangeiros.
Consolidar uma cultura
internacional na Ufal
Número de alunos que
obtiveram dupla titulação/
cotutela com instituições
no exterior
20
Apoio à consolidação
de projetos de
cooperação que
conduzam à dupla
titulação
Posicionar a Ufal no
cenário internacional de
destinos para realizar
bons cursos de pósgraduação
Número de alunos
brasileiros em mobilidade
do tipo doutorado
“sanduíche” no exterior
(atual 2016)
20
50
Apoio à construção de
acordos. Identificação
de Instituições
estratégicas para a
Ufal. Apoio a
solicitações às agências
de fomento.
Melhorar a qualidade da
formação dos
doutorados por PPGs
da Ufal
Número de alunos da
pós-graduação
Participando de
disciplinas lecionadas em
línguas estrangeiras
254
2000
Apoio personalizado a
docentes e discentes.
Estímulo à realização
de cursos de idiomas.
Atrair professores,
pesquisadores e alunos
estrangeiros.
Consolidar uma cultura
internacional na Ufal
Número de alunos da
pós-graduação Que
possui fluência, ou
comprovante de fluência,
em língua estrangeira
254
2000
Ações de estímulo ao
domínio de língua
estrangeira.
Consolidar uma cultura
internacional na Ufal
Percentual do corpo
técnico com fluência em
outros idiomas
10
75
Ações de estímulo ao
domínio de língua
estrangeira.
Consolidar uma cultura
internacional na Ufal
Evolução prevista nas modalidades de bolsa
Modalidade de
bolsa
2018
2019
2020
2021
Doutorado
Sanduíche
150
150
150
150
Professor
Visitante
20
20
20
20
Professor
Visitante no
Exterior Júnior
50
50
50
50
Professor
Estrangeiro
Visitante no
Brasil
40
40
40
40
Jovem Talento
Estrangeiro
20
20
20
20
Fixação de
doutor brasileiro
com experiência
no exterior
20
20
20
20
Graduação
sanduíche
500
500
500
500
Tabela 1-2
Itens de custeio
2018
2019
2020
2021
Participação em
eventos no
exterior
100
100
100
100
Missões de
trabalho
100
100
100
100
Projetos conjuntos
de pesquisa
100
100
100
100
Projeto de
parceria
universitária
50
50
50
50
Treinamento para
internacionalizaçã
o
40
40
40
40
Publicação de
artigos científicos
em idioma
estrangeiro
2700
3200
4180
5400
crescimento de
30% ao ano da
publicação de
livros e de
capítulos de livros
em língua
estrangeira
100
130
170
220
Propostas
Setores e órgãos
responsáveis
Prazo de
elaboração de
proposta
Prazo de
implementação
Objetivo
Cursos de capacitação em idiomas
para servidores de setores específicos
FALE, PROGEP
e ASI
90 dias
180 dias
Diminuir a
dependência de
setores em torno
de um único
servidor fluente
em idioma
estrangeiro.
Capacitação em fluxos acadêmicos
dos parceiros prioritários
PROGEP,
PROPEP, CIED
e ASI
60 dias
150 dias
Garantir
familiaridade dos
servidores com os
trâmites dos
parceiros
prioritários e
apresentar os
nossos.
Formulação de política de acolhimento
de docente e pesquisador estrangeiros
PROPEP e ASI
45 dias
90 dias
Estabelecer
protocolo corrente
para o
procedimento de
recepção de
pesquisador ou
professor
estrangeiro,
institucionalizando
o fluxo e
despersonalizand
o a ação.
Formulação de política de
reconhecimento de créditos e das
atividades acadêmicas e científicas
realizados por docentes e discentes no
exterior ou que promova ações de
internacionalização
PROGRAD,
DRCA,
Colegiados de
cursos, PROPEP
e ASI
60 dias
120 dias
Incentivar ações
de
internacionalizaçã
o ao evitar
prejuízo de tempo
na conclusão do
curso aos
discentes e
dispêndio de
verba pública;
fomentar a
continuação
ações de
internacionalizaçã
o por parte de
docentes.
Formulação de política de contratação
de professores com reconhecido
desempenho científico em nível
internacional
PROGEP,
PROPEP e ASI
60 dias
120 dias
Elevação do
reconhecimento
nacional e
internacional das
atividades
acadêmicas
desenvolvidas na
UFAL.
Implementação de roti
DAP, PROGEP,
PROGINST,
PROPEP, DRCA
e ASI
45 dias
60 dias
Aperfeiçoar a
capacidade de
diagnóstico, tanto
em termos de
tempo quanto em
precisão.
Gabinete Reitoral
30 dias
30 dias
Garantir a
participação de
protagonistas das
ações de
internacionalizaçã
o na participação
das tomadas de
decisão e no
monitoramento
das políticas.
Criação de Institutos Interdisciplinares
e Temáticos para melhorar diálogo
com questões sociais prementes e
com instituições internacionais
PROGRAD,
PROPEP,
PROEX e ASI
60 dias
180 dias
Aproximar a
Universidade do
enfrentamento de
questões efetivas
da sociedade no
mundo
contemporâneo.
Formulação de política de acolhimento
de estudante estrangeiro
PROEST e ASI
45 dias
90 dias
Manter a boa
imagem da UFAL
frente a
estudantes
estrangeiros.
na administrativa para facilitar métrica
e estatística
Criação do Comitê
Internacionalização
para
Formulação de política de utilização
das TICs para fins de
internacionalização
CIED e ASI
45 dias
90 dias
Aprimorar os
mecanismos de
interação entre
grupos de
pesquisa de
Universidades
parceiras; prover
cursos de
capacitação entre
Universidades
parceiras.
Criação de programa interno de
mobilidade em extensão
CONSUNI,
PROEX e ASI
60 dias
120 dias
Aprofundar
parcerias com a
América Latina a
partir de
necessidades
sociais
relacionadas com
as áreas de
Comunicação,
Cultura, Direitos
Humanos e
Justiça,
Educação, Meio
Ambiente, Saúde,
Tecnologia e
Produção,
Trabalho.
Institucionalizar o Programa Idiomas
Sem Fronteiras
CONSUNI,
PROEX e ASI
60 dias
120 dias
Garantir que a
UFAL se
comprometa com
a implementação
de uma política
linguística de
longo prazo.
